Archive for 21 Julho, 2004

TEORIA DA RELATIVIDADE (III)

Será que a análise de um mesmo acontecimento é idêntica para dois observadores que tenham diferentes pontos de referência?

Num movimento relativo, geralmente não existe concordância entre dois observadores acerca da simultaneidade de dois eventos a que estejam a assistir; nem sempre um observador concordará com a opinião de outro observador quando assistem a um acontecimento em que haja um movimento relativo entre eles.

No caso da observação de dois raios de luz simultâneos, para uma pessoa imóvel, eles serão percebidos como tendo acontecido no mesmo instante, já que a luz chega ao mesmo tempo aos seus olhos. Se uma outra pessoa estiver em movimento em direcção a um dos locais de onde vem o raio, ela perceberá uma luz antes da outra e imaginará que os acontecimentos não ocorreram em simultâneo.

Assim, constata-se que a simultaneidade entre dois acontecimentos é relativa, dependendo da situação dos observadores.

À medida que nos aproximamos da velocidade da luz, a física clássica não obedece aos princípios por nós percebidos. A velocidade da luz é constante, quer venha de uma estrela, quer de uma lanterna; qualquer que seja o referencial, a luz tem sempre a mesma velocidade (300.000 km/s).

Na relatividade também consideramos a fusão dos dois elementos espaço e tempo, numa única dimensão: o espaço-tempo.

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21 Julho, 2004 at 7:34 pm 1 comentário

VITOR BAÍA / JOSÉ AZEVEDO

Vitor BaíaVítor Baía foi eleito pelo Grupo de Estudo Técnico da UEFA (integrando figuras como Roy Hodgon, Gérard Houllier, Anghel Iordanescu e Andy Roxburgh) como o melhor guarda-redes das competições europeias na época finda, consagrando a sua carreira, no ano em que conquistou o título máximo de Campeão Europeu. Sucede ao italiano Buffon na conquista desta distinção.

Independentemente das polémicas sobre a convocatória de Scolari para o Campeonato da Europa, importa sublinhar o reconhecimento internacional da categoria de Vítor Baía, integrante do restrito membro do “clube” dos vencedores das 3 provas da UEFA: Liga dos Campeões Europeus, Taça dos Vencedores de Taças e Taça UEFA (juntamente com Gianluca Vialli, Fabio Cudicini, António Cabrini, Gaetano Scirea, Marco Tardelli, Sérgio Brio, Stefano Tacconi, Arnold Muhren e Danny Blind).

José AzevedoP. S. Aproveitando a oportunidade, para destacar (mais uma vez) o magnífico desempenho de José Azevedo, hoje no “Tour de France”, em contra-relógio individual com o final no cume do Alpe d’Huez, “etapa-rainha” da maior prova de ciclismo do mundo. José Azevedo foi 4º classificado, logo após as maiores figuras do ciclismo mundial da actualidade: Lance Armstrong, Jan Ullrich, Andreas Kloden – uma proeza ao nível das realizadas por Joaquim Agostinho! – tendo ascendido ao 5º lugar da classificação geral. Brilhante!

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21 Julho, 2004 at 6:20 pm

SELECÇÃO OLÍMPICA DE FUTEBOL

Acaba de ser divulgada pelo seleccionador português, José Romão, a lista de convocados para o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos de Atenas:

Guarda-Redes – Moreira (Benfica) e Bruno Vale (FC Porto)

Defesas – Fernando Meira (Stuttgart), Frechaut (Boavista), Ricardo Costa (FC Porto), Jorge Ribeiro (Gil Vicente), Mário Sérgio (Sporting) e Bruno Alves (FC Porto)

Médios – Tiago (Benfica / Chelsea), Hugo Viana (Newcastle / Sporting), Carlos Martins (Sporting), Bosingwa (FC Porto), Danny (Sporting) e Raul Meireles (FC Porto)

Avançados – Cristiano Ronaldo (Manchester United), Lourenço (Belenenses), Hélder Postiga (FC Porto), Luís Boa Morte (Fulham)

Com 4 vice-campeões da Europa (Cristiano Ronaldo, Hélder Postiga, Moreira e Tiago) e três jogadores com mais de 23 anos que tinham ficado na “antecâmara” da convocatória para o EURO (Luís Boa Morte, Fernando Meira e Frechaut), a equipa portuguesa parece reforçada de forma a conceder-nos uma nova esperança em grandes feitos, por terras helénicas, que terei o grande prazer de acompanhar “ao vivo”:

12.08.04 – Portugal – Iraque (Patras)
15.08.04 – Portugal – Marrocos (Heraklion)
18.08.04 – Portugal – Costa Rica (Heraklion)
21.08.04 – 1/4 Final
24.08.04 – 1/2 Finais
28.08.04 – Final

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21 Julho, 2004 at 1:58 pm

RELATÓRIO "DESENVOLVIMENTO HUMANO" (III)

Ao longo dos anos, os países mais bem posicionados em termos de “Índice de Desenvolvimento Humano” apresentaram a seguinte tendência de evolução (nos estudos relativos, respectivamente, aos anos de 1975; 1980; 1985; 1990; 1995; 2001 e 2002):

– Noruega: / 6º / / 7º / / 1º (94,4) / 1º (95,6)
– Suécia: / 9º / / 10º / / 3º /
– Austrália: 12º / 11º / 11º / 14º / / 4º /
– Canadá: / 4º / 1º (90,4) / 1º (92,4) / 1º (92,9) / 8º /
– Holanda: / 7º / / 5º / / 5º /
– Bélgica: 13º / 13º / 13º / 12º / / 6º /
– Islândia: / 1º (88,4) / / 2º / / 2º /
– EUA: / 3º / / 3º / / 7º /
– Japão: / 8º / / 4º / / 9º /
– Irlanda: 22º / 23º / 23º / 22º / 22º / 12º / 10º
– Suíça: 1º (87,2) / 2º / / 6º / 12º / 10º / 11º

– Portugal: 24º (78,5) / 27º (79,9) / 25º (82,1) / 26º (84,7) / 23º (87,6) / 23º (89,6) / 26º (89,7)

A posição relativa de Portugal tem apresentado portanto ligeiras flutuações, tendo sido possível recuperar 4 lugares entre 1980 e 1995, conseguindo-se manter a posição em 2001, assistindo-se, no estudo seguinte, a uma “ultrapassagem” de Hong Kong, Grécia e Singapura.

O Canadá, que fora o líder mundial entre 1985 e 1995 registara uma “forte queda”, para a 8ª posição, recuperando entretanto para o 4º lugar. A Suíça teve também uma evolução menos favorável, tendo vindo gradualmente a “descer na tabela”.

Inversamente, a Noruega, para além da Suécia, Austrália e Bélgica, foram os países com melhores evoluções no período em análise.

Têm conseguido manter posições de relevo, de uma forma estável e permanente, a Holanda e a Islândia (não obstante a queda algo “abrupta”, de 2º para 7º).

No estudo mais recente, chega ao “top ten” a Irlanda, também com um “fulgurante” percurso ascensional nos últimos anos.

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21 Julho, 2004 at 12:30 pm

…23 DIAS – GRAND CANYON (EUA)

O Grand Canyon – com 440 km de comprimento, quase 2 km de profundidade e com largura a variar entre 7 e 27 km – é uma imensa falha no terreno, esculpida pelo Rio Colorado, ao longo de milhares de anos. Da margem sul, os visitantes podem visualizar pontos localizados a 160 km de distância.

Localiza-se no Norte do Estado de Arizona (na fronteira com o Estado de Utah), no Oeste dos Estados Unidos, sendo acessível a partir da cidade de Flagstaff (a mais próxima, a cerca de 150 km), seguindo para Norte pelas Estradas 180 e 64.

Considerado uma das grandes maravilhas da natureza, ganha particular brilho ao nascer e pôr-do-sol, quando o colorido do solo se vai modificando, em função da incidência dos raios solares nas profundezas do Canyon.

Numa secção mais espectacular do Canyon, foi instalado (em 1908) o Grand Canyon National Park, que recebe mais de 4 milhões de visitantes por ano, com entrada pelo South Rim ou pelo North Rim.

Um abismo de imensos paredões, resultado da turbulenta acção de erosão das águas e do vento durante uma eternidade de eras geológicas.

Os primeiros europeus a visitarem o profundo abismo do Grand Canyon foram os sócios de um grupo liderado pelo explorador espanhol Francisco de Vásquez Coronado, em 1540.

Não obstante, dada a difícil acessibilidade, passariam ainda três séculos até ser inteiramente conhecido. A primeira travessia pelo Canyon apenas seria realizada em 1869 pelo geólogo americano John Wesley Powell, que “navegaria” pelo desfiladeiro em barco a remos. Hoje, uma das muitas atracções para os visitantes passa pela possibilidade da prática de rafting no curso do rio.

Há 1 ano no Memória Virtual – Human Development Index

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21 Julho, 2004 at 8:40 am


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