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Croácia – Portugal (Liga das Nações – 6.ª Jornada)

Croácia Croácia – Dominik Livaković, Josip Juranović, Dejan Lovren, Mile Škorić, Domagoj Bradarić, Luka Modrić, Marko Rog, Mateo Kovačić (90m – Toma Bašić), Nikola Vlašić (83m – Mislav Oršić), Ivan Perišić e Mario Pašalić (64m – Josip Brekalo)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Rúben Semedo, Mário Rui (71m – João Cancelo), Danilo Pereira (77m – Sérgio Oliveira), João Moutinho, Bruno Fernandes (45m – Francisco Trincão), João Félix (71m – Bernardo Silva), Diogo Jota (77m – Paulinho) e Cristiano Ronaldo

1-0 – Mateo Kovačić – 29m
1-1 – Rúben Dias – 52m
1-2 – João Félix – 60m
2-2 – Mateo Kovačić – 65m
2-3 – Rúben Dias – 90m

Cartões amarelos – Marko Rog (23m) e Ivan Perišić (57m); Cristiano Ronaldo (54m)

Cartão vermelho – Marko Rog (51m)

Árbitro – Michael Oliver (Inglaterra)

A selecção de Portugal concluiu a sua participação na segunda edição da “Liga das Nações”, com um bom triunfo, na Croácia, ante o actual vice-campeão do Mundo, culminando assim uma muito boa campanha, contudo insuficiente para alcançar o objectivo da qualificação para a fase final da prova.

Não obstante a vitória, o seleccionador nacional, Fernando Santos, não se mostrou nada agradado com a atitude da equipa, dentro de campo, neste jogo de despedida.

Efectivamente, o conjunto português obteve um resultado algo lisonjeiro, beneficiando muito da feliz conjugação de algumas circunstâncias: em primeiro lugar, a expulsão, praticamente no início da segunda parte, de um jogador croata; depois, o facto de – não existindo “VAR” nesta fase preliminar da competição -, o árbitro não ter visto um ligeiro toque com a mão na bola, por parte de Diogo Jota, imediatamente antes de fazer a assistência que proporcionou a João Félix a marcação do segundo golo; por fim, uma desastrada intervenção do guardião Livaković, o qual, ao chocar com um colega, deixou escapar a bola das mãos, surgindo, com grande sentido de oportunidade, Rúben Dias, a marcar o tento (o seu segundo da noite) que, já em período de compensação, selaria o triunfo de Portugal…

Isto, sem prejuízo de, praticamente desde início, ter sido a selecção nacional a assumir a iniciativa, pese embora sem resultados práticos, não aproveitando, nessa fase, as debilidades que a defensiva da casa ia denotando, tendo a melhor ocasião de perigo sido desperdiçada por Diogo Jota, a rematar, de cabeça, mas ao lado da baliza.

Até que, praticamente com meia hora de jogo, ao invés, a Croácia, algo contra a designada “corrente do jogo”, aproveitaria as facilidades concedidas pela defesa lusa, com Rúben Semedo, já algo em desequilíbrio a fazer um defeituoso corte (incompleto), sobrando a bola para os croatas, com um primeiro remate defendido por Rui Patrício, mas, na recarga, Kovačić abria mesmo a contagem.

Até final do primeiro tempo, Portugal apenas teria mais um lance digno de registo, com um forte remate de Danilo Pereira, mas à figura do guardião croata.

A toada do jogo alterar-se-ia substancialmente com a expulsão de Rog – por acumulação de amarelos, devido a duas faltas, tão claras, como escusadas. De imediato, na cobrança da falta que originara a expulsão, Cristiano Ronaldo rematou forte, para defesa apertada de Livaković, surgindo Rúben Semedo a rcuperar, assistindo o outro defesa central português, Rúben Dias, que não hesitou, restabelecendo o empate.

A equipa portuguesa instalara-se no meio-campo adversário, pelo que não surpreendeu que, em menos de dez minutos, tivesse operado a reviravolta no marcador, no tal lance em que Diogo Jota, já próximo da linha de fundo, centrou atrasado para João Félix.

Mas o pior estava para vir: contrariamente ao que seria a expectativa, a vantagem portuguesa não durou mais de cinco minutos; mesmo reduzida a dez elementos, a Croácia repunha a igualdade.

Até final, num período incaracterístico, com a Croácia mais a pensar em preservar o empate, que – em função da derrota que a Suécia ia desenhando em Paris – lhe permitia manter-se no 1.º escalão desta competição, mas sem um controlo de jogo definido, Portugal acabaria mesmo por chegar à vitória, com Rúben Dias (que se estreara a marcar) a bisar, isto já depois de Bernardo Silva ter tido outra oportunidade.

No final, fica um sabor “agridoce”: tal como em relação à forma (e correspondente exibição) como foi obtida esta vitória, na derradeira ronda, Portugal, tendo obtido bons resultados ao longo desta fase de qualificação (vitórias em todos os quatro jogos ante a Croácia e a Suécia, em casa e fora, e empate em Paris, com o Campeão do Mundo), não alcançou o objectivo, deixando a pairar a sensação de que, com os recursos de que actualmente dispõe, tal teria sido possível.

17 Novembro, 2020 at 10:34 pm Deixe um comentário

Portugal – França (Liga das Nações – 5.ª Jornada)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (56m – Diogo Jota), Danilo Pereira (84m – Sérgio Oliveira), Bruno Fernandes (72m – João Moutinho), João Félix (84m – Paulinho), Bernardo Silva (71m – Francisco Trincão) e Cristiano Ronaldo

França França – Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Presnel Kimpembe, Lucas Hernández, Adrien Rabiot, N’Golo Kanté, Paul Pogba, Kingsley Coman (59m – Marcus Thuram), Anthony Martial (78m – Olivier Giroud) e Antoine Griezmann

0-1 – N’Golo Kanté – 54m

Cartões amarelos – Danilo Pereira (31m); Hugo Lloris (62m), N’Golo Kanté (79m) e Lucas Hernández (82m)

Árbitro – Tobias Stieler (Alemanha)

Num grupo com a concorrência do Campeão do Mundo, e após um desempenho quase perfeito até à data, bastou um único jogo para – ainda antes da derradeira ronda – confirmar o afastamento de Portugal da fase final desta segunda edição da Liga da Nações, prova da qual  conquistara o troféu inaugural, há dois anos.

Porventura excessivamente concentrada na missão de procurar evitar sofrer golos, e ao invés do que tinha sucedido há cerca de um mês em Paris, a equipa portuguesa sentiu-se, desde início, manietada pela organização francesa, com o meio-campo gaulês a impor-se, a não dar a possibilidade aos jogadores adversários de ter a bola, vendo-se forçados a, em vão, correr atrás dela.

Algo paradoxalmente, a tais preocupações defensivas acabou por estar associada uma notória falta de agressividade na procura da recuperação da bola, pelo que não surpreendeu o caudal ofensivo da selecção francesa, com Kanté a pautar o jogo na zona intermediária – perante a passividade da dupla William Carvalho e Danilo Pereira -, ao mesmo tempo que Griezmann gozava de ampla liberdade de manobra.

Assim, coube a Rui Patrício, com um par de intervenções apertadas, a salvaguarda do nulo na nossa baliza, negando o golo aos avançados Coman e Martial, este último particularmente “desinspirado”, incapaz de levar a melhor sobre o guardião nacional.

Quando se ansiaria por uma resposta mais assertiva no início da segunda parte, Portugal cede se veria em desvantagem no marcador, curiosamente, na sequência de uma defesa incompleta de Rui Patrício a remate de Rabiot, a deixar fugir a bola para a recarga, sem apelo, de N’Golo Kanté.

O seleccionador, Fernando Santos, reagiria de pronto, mas talvez tardiamente, fazendo entrar Diogo Jota para o lugar de William Carvalho. Também já com João Moutinho e Francisco Trincão em campo, a equipa portuguesa teria ainda uma fase promissora, culminando num remate de José Fonte ao poste, para além de uma atenta defesa de Lloris a remate de João Moutinho.

Mas, como tantas vezes sucede nestas ocasiões, o tempo corria contra nós, e a equipa acabou por não ter a capacidade de quebrar a barreira francesa, pelo que, mantendo-se inalterado o resultado – e sendo um eventual empate pontual no final desta fase de grupos decidido em função do confronto directo – a selecção Campeã do Mundo garantia automaticamente o apuramento para a “Final Four” da Liga das Nações.

No final, o treinador português não conseguia encontrar explicações para a forma algo amorfa como a sua equipa actuara, restando render-se à evidência de ter defrontado um adversário que – após uma derrota (0-1) na Final do “EURO 2106” e um nulo registado na primeira volta, em dois jogos realizados em França – se superiorizou, marcando pela primeira (e única) vez, ao terceiro jogo…

14 Novembro, 2020 at 10:36 pm Deixe um comentário

Portugal – Suécia (Liga das Nações – 4.ª Jornada)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, William Carvalho (80m – João Moutinho), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (88m – Renato Sanches), Diogo Jota (88m – Rafa Silva), Bernardo Silva (75m – André Silva) e João Félix (75m – Daniel Podence)

Suécia Suécia – Robin Olsen, Mikael Lustig (54m – Mattias Johansson), Pontus Jansson, Victor Lindelöf, Pierre Bengtsson, Dejan Kulusevski (88m – Sebastian Larsson), Kristoffer Olsson, Albin Ekdal, Viktor Claesson, Marcus Berg (88m – Martin Olsson) e Robin Quaison (62m – Alexander Isak)

1-0 – Bernardo Silva – 21m
2-0 – Diogo Jota – 44m
3-0 – Diogo Jota – 72m

Cartões amarelos – Diogo Jota (52m) e Bruno Fernandes (85m); Albin Ekdal (36m), Kristoffer Olsson (57m), Pontus Jansson (62m), Jan Andersson (Treinador – 72m) e Marcus Berg (79m)

Árbitro – Srđan Jovanović (Sérvia)

Depois do animador resultado obtido em França, a selecção nacional recebia a Suécia, actual último classificado do grupo, com a responsabilidade de ser favorita. E, assumindo-se, não enjeitou tal responsabilidade.

Mesmo privada de Cristiano Ronaldo, em isolamento, após ter acusado positivo em teste relativo ao COVID-19, a equipa portuguesa teve sempre mais iniciativa e domínio do jogo, pese embora os suecos se terem também apresentado de forma desinibida, sem excessivas cautelas defensivas, e provocando mesmo alguns calafrios no último reduto português, sobretudo na fase final do primeiro tempo, com a bola, caprichosamente, a bater nos ferros da baliza de Rui Patrício.

Já depois de não ter dado a melhor sequência a um par de oportunidades, Portugal chegaria mesmo ao golo, por Bernardo Silva, após boa assistência de Diogo Jota. Estava dado o mote para o que seria a grande figura desta partida, com um jogo memorável: o “substituto” de Cristiano Ronaldo, precisamente Diogo Jota, que viria ainda a ser o autor dos outros dois golos de Portugal.

Em função dos perigosos contra-ataques da Suécia, o segundo tento da selecção portuguesa, obtido mesmo a findar os primeiros 45 minutos, revelar-se-ia determinante em termos da evolução do encontro.

Ainda assim, a formação sueca voltou para a segunda parte mantendo em mira, em primeira instância, a possibilidade de reduzir a desvantagem, forçando a equipa nacional a agrupar-se no seu meio campo, com Rui Patrício, outra vez, a grande nível. Até que, aproveitando também os espaços, num lance de grande talento de Diogo Jota, desenvencilhando-se dos adversários que lhe surgiram no caminho, marcou um golo de belo efeito, selando a convincente vitória portuguesa.

Em paralelo, da Croácia até chegaram a ser positivas as notícias, quando os croatas empataram a um golo; todavia, a França acabaria por vencer por 2-1, mantendo-se, pois, a liderança partilhada do grupo, antes do derradeiro ciclo de dois jogos, primeiro com Portugal a receber os Campeões do Mundo em título – num desafio que poderá revestir-se de cariz decisivo (em caso de vitória de uma das equipas, a que ganhar garante automaticamente o apuramento para a fase final) -, antes de se deslocar ao terreno dos… vice-campeões do Mundo.

Não obstante mantenha um excelente desempenho nesta fase de qualificação da Liga das Nações, a missão que Portugal tem pela frente continua a ser tudo menos fácil…

14 Outubro, 2020 at 9:39 pm Deixe um comentário

França – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)

França França – Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Presnel Kimpembe, Lucas Hernández, N’Golo Kanté, Adrien Rabiot, Paul Pogba, Kylian Mbappé (84m – Kingsley Coman), Antoine Griezmann e Olivier Giroud (74m – Anthony Martial)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo, Rúben Dias, Pepe, Raphaël Guerreiro (89m – João Cancelo), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (80m – Renato Sanches), William Carvalho (88m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva (61m – Diogo Jota) e João Félix (89m – Francisco Trincão)

Cartões amarelos – Rúben Dias (2m)

Árbitro – Carlos del Cerro Grande (Espanha)

Numa cimeira ao mais alto nível, entre o Campeão do Mundo e o Campeão da Europa em título, Portugal regressou ao Stade de France em defesa do 1.º lugar no grupo, sendo que as duas selecções vinham de resultados díspares nos “amigáveis” disputados a meio da semana: a França, tendo imposto uma retumbante goleada de 7-1, frente à Ucrânia; Portugal, com um nulo ante a credenciada Espanha (tendo, aliás, interrompido uma fantástica série da equipa espanhola, de 42 jogos consecutivos sempre a marcar, desde Março de 2016).

Não obstante, a selecção nacional enfrentou este desafio evidenciando grande personalidade, surpreendendo a equipa gaulesa, pela forma como, desde cedo, assumiu a iniciativa e o controlo do jogo; porém, sem efeitos práticos para a baliza de Lloris, salvaguardado por um bem organizado sector defensivo, destacando-se a intercepção de Lucas Hernández a remate de Cristiano Ronaldo. Do outro lado, com a França também muito condicionada na sua manobra, Rui Patrício teve igualmente uma primeira parte “descansada”.

Na segunda metade, a selecção da casa surgiu mais determinada, começando então a colocar em desassossego o equilíbrio da equipa portuguesa, com o guardião luso a ser chamado a excelente intervenção, a salvar lance de Mbappé que levava “selo de golo”, numa altura em que se adivinhava que a resistência de Portugal poderia ser quebrada.

Pese embora alguns sustos, Portugal acabaria, em paralelo, por dispor até de mais oportunidades de perigo a seu favor do que tivera nos primeiros 45 minutos, contudo com Cristiano Ronaldo a não ser eficaz – sendo que a ocasião mais flagrante, mesmo já a findar o desafio, esteve nos pés de Trincão, em “slalom” sobre a linha da grande área, procurando enquadrar-se com a baliza, mas que, hesitando, acabaria por perder o tempo de remate, oferecendo ainda a bola a Ronaldo, que, de ângulo menos favorável, rematou para defesa apertada de Lloris.

Perante dois seleccionadores – vencedores – que privilegiam a solidez defensiva como base do sucesso, a fantástica qualidade dos respectivos trios ofensivos foi neutralizada pelos sectores recuados contrários, num nulo que, no final, satisfez mais a selecção de Portugal, a manter a liderança, depois de superado este desafio do mais elevado grau de dificuldade. Mas tudo subsiste ainda por jogar – envolvendo também a vice-campeão mundial Croácia -, na segunda volta desta fase da Liga das Nações.

11 Outubro, 2020 at 9:39 pm Deixe um comentário

Suécia – Portugal (Liga das Nações – 2.ª Jornada)

Suécia Suécia – Robin Olsen, Emil Krafth, Filip Helander, Pontus Jansson, Ludwig Augustinsson, Dejan Kulusevski (90m – Albin Ekdal), Kristoffer Olsson, Gustav Svensson, Emil Forsberg (79m – Mattias Svanberg), Alexander Isak (71m – Robin Quaison) e Marcus Berg

Portugal Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, Bruno Fernandes, João Moutinho (73m – Rúben Neves), João Félix, Bernardo Silva (22m – Gonçalo Guedes) e Cristiano Ronaldo (81m – Diogo Jota)

0-1 – Cristiano Ronaldo – 45m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 72m

Cartões amarelos – Gustav Svensson (14m) e Jan Andersson (Treinador – 90m); Raphaël Guerreiro (57m) e João Félix (86m)

Cartão vermelho – Gustav Svensson (44m)

Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)

Entrando em campo com apenas uma alteração face à partida anterior (Cristiano Ronaldo por Diogo Jota), a exibição da equipa portuguesa não foi, desta vez, tão fluída como frente à Croácia.

Jogando em terreno alheio – pese embora, como vem sendo regra desde a retoma das competições, sem espectadores -, Portugal começou por denotar grandes dificuldades em contrariar o estilo de jogo da Suécia, apostando em lances de profundidade, sem permitir à selecção nacional apoderar-se da bola, como é seu timbre.

Como que a antecipar esse período de supremacia nórdica, seriam os suecos a criar a primeira ocasião de perigo, logo de entrada, com Marcus Berg a cabecear ligeiramente ao lado da baliza defendida por Anthony Lopes.

Estavam decorridos pouco mais de 20 minutos, quando, por lesão de Bernardo Silva, Fernando Santos teve de alterar o “onze”, fazendo entrar Gonçalo Guedes.

Por curiosidade, tal coincidiria com o final do predomínio dos visitados, com Portugal a começar a equilibrar a contenda. Até final da primeira parte, jogando já mais “a gosto”, surgiria então em acção Cristiano Ronaldo, primeiro com dois fortes remates a serem travados pelo guardião sueco.

Até que, praticamente em cima do intervalo, Svensson fez falta, a qual originou o segundo cartão amarelo e consequente expulsão; na conversão do livre correspondente, Ronaldo, com um excelente remate ao ângulo, sem hipótese de defesa, inaugurava o marcador, colocando Portugal na frente, averbando o seu “mágico” 100.º golo pela selecção portuguesa (em 165 jogos). Um óptimo final de primeiro tempo.

Na segunda metade, com vantagem no “placard” e em superioridade numérica, a equipa portuguesa adoptou uma toada de contenção, jogando “pela certa”, não deixando contudo de criar algumas boas oportunidades para ampliar a contagem: Bruno Fernandes rematou à trave (60 minutos); antes, já o mesmo Bruno Fernandes, assim como João Moutinho e João Félix, tinham tentado visar a baliza, sem sucesso.

Numa fase em que a equipa sueca até ameaçava poder causar algum perigo, Cristiano Ronaldo, dando imediata sequência a uma boa assistência de João Félix (depois de um passe a toda a largura, de Bruno Fernandes), rematou em arco, deixando “pregado” Robin Olsen, aumentando a sua contagem pessoal para 101 golos (agora apenas a oito tentos do record do iraniano Ali Daei)!

Até final, com o jogo decidido, houve ainda ocasião para dilatar a vantagem portuguesa, mas o marcador acabaria por manter-se inalterado.

Pese embora com menor fulgor, esta segunda vitória de Portugal revela uma fórmula de jogo consistente, que continua a dar bons resultados, com a equipa nacional a disputar com o Campeão do Mundo (França) a liderança do grupo.

8 Setembro, 2020 at 9:38 pm Deixe um comentário

Portugal – Croácia (Liga das Nações – 1.ª Jornada)

Portugal Portugal – Anthony Lopes, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, João Moutinho (81m – Sérgio Oliveira), Bruno Fernandes, Diogo Jota, João Félix (87m – André Silva) e Bernardo Silva (78m – Francisco Trincão)

Croácia Croácia – Dominik Livaković, Tin Jedvaj, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Borna Barišić, Josip Brekalo (61m – Ivan Perišić), Mario Pašalić (61m – Marcelo Brozović), Nikola Vlašić, Mateo Kovačić, Ante Rebić e Andrej Kramarić (74m – Bruno Petković)

1-0 – João Cancelo – 41m
2-0 – Diogo Jota – 58m
3-0 – João Félix – 70m
3-1 – Bruno Petković – 90m (+1)
4-1 – André Silva – 90m (+5)

Cartões amarelos – Tin Jedvaj (60m) e Borna Barišić (71m)

Árbitro – Davide Massa (Itália)

Portugal iniciou da melhor forma a defesa do título conquistado na edição inaugural da Liga das Nações, no ano passado, ao golear a actual vice-campeão do Mundo, Croácia, por 4-1, com uma das melhores exibições dos últimos anos!

Sem poder contar com Cristiano Ronaldo (impedido por infecção num dedo do pé), frente a um adversário também privado de Modrić e de Rakitić, a selecção nacional – com a surpresa de Anthony Lopes na baliza – desde cedo assumiu a iniciativa (após um primeiro susto, provocado por um remate de Vlašić), tendo criado, antes do primeiro golo, várias ocasiões de perigo (em especial, João Félix, e Pepe, cada um com duas boas oportunidades), a que o guardião contrário, Livaković, ia dando boa resposta, adiando (a par de três bolas nos ferros, de João Félix, Diogo Jota e Raphaël Guerreiro) o tento da equipa portuguesa, até ao remate de João Cancelo, de fora da área, ao ângulo, já quase a findar o primeiro tempo.

Na segunda metade, não obstante a tentativa de reacção da Croácia, o grupo comandado por Fernando Santos manteve a toada de jogo, tendo chegado, com alguma “naturalidade” aos 3-0 (por Diogo Jota e João Félix, este também com um potente remate de fora da área).

Seria já em período de compensação que surgiriam os dois últimos golos: primeiro, os croatas a reduzir a desvantagem, antes de André Silva fixar o marcador em 4-1.

Uma entrada “em grande” da selecção portuguesa na competição, que se espera possa ser confirmada já na próxima terça-feira, na Suécia.

5 Setembro, 2020 at 9:38 pm Deixe um comentário

Europeu 2020 – Sorteio da Fase Final

Realizou-se hoje o sorteio da Fase Final do Europeu 2020 de Futebol. É a seguinte a constituição dos Grupos:

Grupo A                Grupo B                Grupo C
Itália                 Bélgica                Ucrânia
Suíça                  Rússia                 Holanda
Turquia                Dinamarca              Áustria
País de Gales          Finlândia              Play-off D/A

Grupo D                Grupo E                Grupo F
Inglaterra             Espanha                Alemanha
Croácia                Polónia                França
R. Checa               Suécia                 Portugal
Play-off C             Play-off B             Play-off A/D

Apuram-se para os 1/8 de final os 2 primeiros classificados de cada grupo, assim como os quatro melhores dos 3.º classificados.

Os jogos serão disputados nas seguintes cidades: Baku e Roma (Grupo A); Copenhaga e S. Petersburgo (Grupo B); Amesterdão e Bucareste (Grupo C); Glasgow e Londres (Grupo D); Bilbao e Dublin (Grupo E); Budapeste e Munique (Grupo F).

A selecção de Portugal estreia-se a 16 de Junho, em Budapeste, frente ao apurado do “play-off”; joga com a Alemanha em Munique a 20 de Junho; concluindo a fase de grupos, a 24 de Junho, com a França, novamente em Budapeste.

A quarta selecção do grupo de Portugal sairá do trio Islândia/Bulgária/Hungria, excepto se for a Roménia a ser apurada nesse “Play-off A”, cenário em que os romenos seriam integrados no Grupo C, saindo o adversário de Portugal do lote Geórgia/Bielorrússia/Macedónia do Norte/Kosovo.

Recorde-se que as finais dos “play-off”, a disputar a 31.03.2020, terão o seguinte alinhamento:

Play-off A – Bulgária/Hungria – Islândia/Roménia
Play-off B – Bósnia-Herzegovina/I. Norte – Eslováquia/Irlanda
Play-off C – Noruega/Sérvia – Escócia/Israel
Play-off D – Geórgia/Bielorrússia – Macedónia do Norte/Kosovo

30 Novembro, 2019 at 6:53 pm Deixe um comentário

Qualificação para o “EURO 2020” – Classificações

Grupo A-B-CGrupo D-E-FGrupo G-HGrupo I-J

Apuraram-se directamente para a fase final os dois primeiros classificados de cada grupo, num total de 20 países qualificados. As restantes 4 vagas serão definidas por via dos “play-off” (a disputar apenas em Março de 2020), com base no escalonamento registado na “Liga das Nações” por parte das selecções não apuradas nesta fase de qualificação:

  • Islândia (Liga A) + 3 (Bulgária/Israel/Hungria/Roménia – Liga C)
  • Bósnia-Herzegovina, Eslováquia, Irlanda e I. Norte (Liga B)
  • Escócia, Noruega, Sérvia + 1 (Liga C)
  • Geórgia, Macedónia Norte, Kosovo e Bielorrússia (Liga D)

Dos 12 participantes na “Liga A”, apenas a Islândia não obteve agora o apuramento. Dos participantes na “Liga B” apuraram-se oito, disputando os restantes quatro o “play-off”. A Finlândia foi a única selecção que participou na “Liga C”, que conseguiu agora o apuramento directo.

A selecção mais penalizada com o novo esquema de “play-off” foi a da Grécia, único dos 3.º classificados na presente fase de qualificação que não terá acesso a tal via de apuramento.

Actualização a 22.11.2019 – Em função do sorteio entretanto realizado, é o seguinte o agrupamento dos jogos das “meias-finais” dos “play-off”:

Islândia – Roménia
Bulgária-Hungria
Bósnia-Herzegovina – I. Norte
Eslováquia – Irlanda
Escócia – Israel
Noruega – Sérvia
Geórgia – Bielorrússia
Macedónia do Norte – Kosovo

As finais, a disputar a 31.03.2020, terão o seguinte alinhamento:

Bulgária/Hungria – Islândia/Roménia
Bósnia-Herzegovina/I. Norte – Eslováquia/Irlanda
Noruega/Sérvia – Escócia/Israel
Geórgia/Bielorrússia – Macedónia do Norte/Kosovo

19 Novembro, 2019 at 11:28 pm Deixe um comentário

Luxemburgo – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Luxemburgo Luxemburgo – Anthony Moris, Laurent Jans, Maxime Chanot, Lars Gerson, Dirk Carlson, Vincent Thill (82m – Aurélien Joachim), Leandro Barreiro Martins (74m – Danel Sinani), Aldin Skenderović, Dave Turpel (59m – Olivier Thill), Gerson Rodrigues e Maurice Deville

Portugal Portugal – Rui Patrício, Ricardo Pereira, José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Bruno Fernandes (90m – Rúben Neves), Danilo Pereira, Pizzi (62m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva e André Silva (71m – Diogo Jota)

0-1 – Bruno Fernandes – 39m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 86m

Cartões amarelos – Maurice Deville (7m) e Maxime Chanot (16m); Bernardo Silva (71m)

Árbitro – Jesús Gil Manzano (Espanha)

Num magnífico ciclo iniciado no ano 2000, Portugal marcará presença, pela 11.ª vez consecutiva, em fases finais de grandes competições (6 Europeus e 5 Mundiais)! (Anteriormente, apurara-se apenas para dois Mundiais, em 1966 e 1986, e dois Europeus, em 1984 e 1996).

Depois da boa exibição ante a Lituânia, este último desafio, no Luxemburgo, num relvado em condições impróprias (enlameado, com grandes peladas, impedindo a bola de rolar), ficou marcado por um desempenho de baixa qualidade por parte da selecção portuguesa, que, em regime de “serviços mínimos”, optando pelo pragmatismo, acabou por confirmar a vitória que lhe garantia o apuramento (afinal, em função do empate consentido pela Sérvia já em período de compensação, Portugal até poderia ter perdido este encontro…).

Mas a incerteza chegou a pairar, desde cedo, dado a Sérvia ter marcado logo no início do seu jogo, enquanto Portugal sofria, então, uma imprevista pressão luxemburguesa, que, em rápidas transições, sempre que a equipa portuguesa perdia o controlo da boa, esteve bem próximo de poder adiantar-se no marcador (três ocasiões de perigo, entre os cinco e os 25 minutos), o que, a ter sucedido, viria complicar ainda mais as coisas.

Com grande dificuldade em adaptar-se ao terreno e de encontrar a melhor forma de lidar com a questão – com um estilo de futebol directo, pouco sucedido -, seria com alguma felicidade (um lance esporádico, de “génio”) que Portugal chegaria ao golo, num magnífico lançamento de Bernardo Silva para Bruno Fernandes, a ganhar as costas dos adversários e, depois de dominar, a finalizar da melhor forma.

No recomeço, José Fonte poderia ter ampliado a contagem, mas o cariz do jogo não se alteraria, com o Luxemburgo outra vez a ameaçar (remate de Gerson sobre a barra), o que fez com que Fernando Santos adoptasse medidas “cautelares”, com a entrada de João Moutinho a procurar reforçar o meio-campo, em especial na sua acção defensiva, passando a privilegiar-se a posse de bola e os passes curtos. Em contraponto, o seleccionador do Luxemburgo arriscava, colocando em campo Sinani e, ainda em nova aposta ofensiva, Joachim.

Perante um cenário em que se receava pudesse surgir o tento do empate, acabaria por ser Portugal a sentenciar o desfecho da partida, com Cristiano Ronaldo a marcar o seu 99.º golo pela selecção, a confirmar, em cima da linha de baliza, um lance em que a bola, tocada de forma algo atabalhoada por Diogo Jota (outra vez na sequência de uma grande abertura de Bernardo Silva), se encaminhava já para as redes.

Faltavam quatro minutos para o final e Portugal podia, enfim, “respirar” de alívio…

Por incrível coincidência, Portugal obtinha, ante o Luxemburgo, a sua vitória n.º 300, repetindo os anteriores marcos históricos registados precisamente ante este mesmo adversário (o centésimo triunfo da selecção portuguesa, em 1986, assim como a sua 200.ª vitória, em 2006).

Afinal, num grupo desequilibrado como este, o apuramento para a fase final do “EURO 2020” (7.ª presença consecutiva de Portugal em fases finais do Europeu, desde 1996) ficara já “traçado” há algum tempo, logo no terceiro jogo de Portugal nesta campanha, a 7 de Setembro, em Belgrado, com o triunfo por 4-2 ante a Sérvia).

Estão já qualificadas as seguintes 17 selecções: Portugal, Holanda, Inglaterra, Bélgica, França, Espanha, Itália, Croácia, Polónia, Alemanha, Ucrânia, Suécia, Rússia, Áustria, R. Checa, Turquia e Finlândia. As três vagas restantes de apuramento directo serão disputadas entre: Dinamarca, Suíça e Irlanda (apuram-se dois) e Hungria, País de Gales e Eslováquia (apura-se um).

Por outro lado – em função dos respectivos desempenhos na “Liga das Nações” -, confirmaram já a participação nos “play-off” (para determinar os quatro últimos países apurados): Islândia (“Liga A”); Bósnia-Herzegovina e I. Norte (“Liga B”); Escócia, Noruega, Sérvia, Bulgária, Israel e Roménia (“Liga C”); e Geórgia, Macedónia do Norte, Kosovo e Bielorrússia (“Liga D”). A estas 13, juntar-se-ão ainda as três selecções (das anteriormente referidas) que não alcançarem o apuramento directo.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         8     6     2     -    17 -  4    20
2º Portugal        8     5     2     1    22 -  6    17
3º Sérvia          8     4     2     2    17 - 17    14
4º Luxemburgo      8     1     1     6     7 - 16     4
5º Lituânia        8     -     1     7     5 - 25     1

10ª jornada

17.11.2019 – Luxemburgo – Portugal – 0-2
17.11.2019 – Sérvia – Ucrânia – 2-2
(mais…)

17 Novembro, 2019 at 4:00 pm Deixe um comentário

Portugal – Lituânia (Europeu 2020 – Qualif.)

Portugal Portugal – Rui Patrício, Ricardo Pereira, Rúben Dias, José Fonte, Mário Rui, Rúben Neves, Bruno Fernandes (72m – João Moutinho), Pizzi, Cristiano Ronaldo (83m – Diogo Jota), Bernardo Silva (66m – Bruma) e Gonçalo Paciência

Lituânia Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Vykintas Slivka, Domantas Šimkus, Mantas Kuklys (57m – Deivydas Matulevičius), Arvydas Novikovas, Paulius Golubickas (72m – Justas Lasickas) e Fedor Černych (80m – Donatas Kazlauskas)

1-0 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
2-0 – Cristiano Ronaldo – 22m
3-0 – Pizzi – 52m
4-0 – Gonçalo Paciência – 56m
5-0 – Bernardo Silva – 63m
6-0 – Cristiano Ronaldo – 65m

Cartões amarelos – Markus Palionis (27m) e Saulius Mikoliūnas (80m)

Árbitro – Ruddy Buquet (França)

Portugal volta a adiar o apuramento, pelo menos, para a derradeira ronda (isto, se não acabar por vir a ser, de novo, forçado a “horas extra”, por via de mais um play-off).

Em paralelo, neste jogo em concreto, cumpriu (com “distinção”) mais um requisito para a qualificação, ganhando, com naturalidade, ficando, pois, a faltar “apenas” mais um triunfo, no Luxemburgo (no limite, a selecção nacional até poderia perder essa partida, desde que a Sérvia não vença a Ucrânia…).

E fê-lo de forma muito agradável, sendo que, todavia, se revelou muito difícil distrinçar a parte que se deveu a uma exibição bastante fluida e a parte que decorreu da grande fragilidade competitiva do adversário, completamente inofensivo.

Tais foram as facilidades, tal foi a “avalanche” de futebol ofensivo de Portugal – que teve o mérito de encarar este desafio com grande concentração e atitude -, que poderia ter sido perfeitamente atingida uma goleada mesmo histórica (os dois dígitos justificavam-se tal o desnível evidenciado dentro de campo).

Num jogo de sentido único, com Bernardo Silva a dinamizar a frente de ataque de Portugal, beneficiando também do “poder de choque” de Gonçalo Paciência (com três soberanas ocasiões para marcar, entre o primeiro e o segundo golo), Cristiano Ronaldo apontou mais um “hat-trick”, fazendo subir a sua contagem pessoal ao serviço da selecção para números “astronómicos”: 98 golos (agora somente a 11 do “record” mundial do iraniano Ali Daei).

Após um curto 2-0 ao intervalo, a turma portuguesa rapidamente resolveu a contenda logo a abrir o segundo tempo e, então, com a formação da Lituânia “desorientada”, chegou a pensar-se na possibilidade da tal goleada histórica.

Mas, embora Cristiano Ronaldo porfiasse em continuar em campo, em busca de mais algum golo, por coincidência ou não, a verdade é que, após a saída de Bernardo Silva, Portugal não voltaria a marcar.

De facto, nos últimos dez minutos – então com a selecção lusa já com “a cabeça” no Luxemburgo – pouco se jogaria já, com as duas equipas plenamente “conformadas” com o resultado (mais golo, menos golo, nada alteraria nas contas do grupo).

Em qualquer caso, fica a nota muito favorável para a exibição da selecção portuguesa, a seriedade e determinação com que assumiu a importância deste encontro, a prometer um desfecho positivo para esta campanha, pese embora o adversário que defrontará no Domingo ser de qualidade bastante superior ao desta noite.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         7     6     1     -    15 -  2    19
2º Portugal        7     4     2     1    20 -  6    14
3º Sérvia          7     4     1     2    15 - 15    13
4º Luxemburgo      7     1     1     5     7 - 14     4
5º Lituânia        8     -     1     7     5 - 25     1

9ª jornada

14.11.2019 – Portugal – Lituânia – 6-0
14.11.2019 – Sérvia – Luxemburgo – 3-2
(mais…)

14 Novembro, 2019 at 10:34 pm Deixe um comentário

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