Posts tagged ‘Liga Europa’

Liga Europa – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos

Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
Sevilla         D. Kyiv         Basel           Sporting
APOEL           København       Krasnodar       PSV Eindhoven
Qarabağ         Malmö           Getafe          Rosenborg
Dudelange       Lugano          Trabzonspor     LASK Linz

Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Lazio           Arsenal         FC Porto        CSKA Moskva
Celtic          E. Frankfurt    Young Boys      Ludogorets
Rennes          Standard Liège  Feyenoord       Espanyol
CFR Cluj        V. Guimarães    Rangers         Ferencváros

Grupo I         Grupo J         Grupo K         Grupo L
Wolfsburg       Roma            Beşiktaş        Man. United
Gent            B. M'gladbach   Sp. Braga       Astana
Saint-Étienne   Başakşehir      Wolverhampton   Partizan
Oleksandriya    Wolfsberger     Slovan Bratisl. AZ Alkmaar

A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 19 de Setembro, estando agendado para 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.

A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no Stadion Energa Gdańsk, na Polónia, a 27 de Maio de 2020.

30 Agosto, 2019 at 12:46 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Final – Chelsea-Arsenal

ChelseaNa final da Liga Europa, hoje disputada em Baku (Azerbaijão), o Chelsea sagrou-se pela segunda vez vencedor da prova, ao ganhar por categórico (ainda que porventura algo excessivo) marcador de 4-1 (depois de um nulo ao intervalo), com golos de Eden Hazard (dois), Olivier Giroud e Pedro Rodríguez, tendo Alex Iwobi apontado o tento de honra dos arsenalistas.

No Palmarés da prova, após as dez edições já disputadas sob o formato de “Liga Europa”, é a seguinte a lista de vencedores: Sevilla (2014, 2015 e 2016), At. Madrid (2010, 2012 e 2018),  Chelsea (2013 e 2019), FC Porto (2011) e Manchester United (2017).

Nas 38 edições anteriores (nas temporadas de 1971-72 a 2008-09), com a denominação da Taça UEFA, sagraram-se vencedores: Juventus (1977, 1990 e 1993), Inter (1991, 1994 e 1998) e Liverpool (1973, 1976 e 2001), com três títulos cada; Borussia Mönchengladbach (1975 e 1979), Tottenham (1972 e 1984), Real Madrid (1985 e 1986), Goteborg (1982 e 1987), Parma (1995 e 1999),  Feyenoord (1974 e 2002) e Sevilla (2006 e 2007), cada um com dois troféus; PSV Eindhoven (1978), Eintracht Frankfurt (1980), Ipswich Town (1981), Anderlecht (1983), Bayer Leverkusen (1988), Napoli (1989), Ajax (1992), Bayern München (1996), Schalke 04 (1997), Galatasaray (2000), FC Porto (2003), Valencia (2004), CSKA Moscovo (2005), Zenit St. Petersburg (2008) e Shakthar Donetsk (2009).

Antes disso, criada em 1955, a par com a Taça dos Campeões Europeus, disputou-se, até à época de 1970-71, em 13 edições, a designada Taça das Cidades com Feiras, prova que seria precursora da Taça UEFA, apesar de não ser reconhecida a nível oficial pela UEFA, que teve por vencedores: Barcelona (1958, 1960 e 1966); Valencia (1962 e 1963) e Leeds United (1968 e 1971); Roma (1961), Zaragoza (1964), Ferencvaros (1965), D. Zagreb (1967), Newcastle (1969) e Arsenal (1970).

Num exercício de “consolidação” dos vencedores da competição nas suas três fórmulas/designações, temos os seguintes clubes que conquistaram mais do que um troféu: Sevilla (5); Barcelona, Juventus, Inter, Liverpool, Valencia e At. Madrid (3 cada); Leeds United, Borussia Mönchengladbach, Tottenham, Real Madrid, Goteborg, Parma, Feyenoord, FC Porto e Chelsea (2 cada).

29 Maio, 2019 at 9:50 pm Deixe um comentário

Ranking histórico – Taça UEFA / Liga Europa

Ranking global - UEFA-LEUR
(clicar na imagem para ampliar)

Com as competições europeias da presente temporada a chegar ao seu termo – com a disputa, esta noite, da Final da Liga Europa e, no próximo Sábado, da Final da Liga dos Campeões -, aqui apresentarei, ao longo dos próximos dias, os “rankings históricos” actualizados, por prova, com destaque para algumas notáveis posições dos clubes portugueses.

Começando com o somatório de todas as 38 edições da Taça UEFA (desde a época de 1971-72 a 2008-09) com as 10 edições já disputadas da Liga Europa (a partir da temporada de 2009-10), o Sporting regista um excelente 2.º lugar no ranking global desta competição (apenas superado pelo Inter de Milão)!

O Sporting é, aliás, o clube recordista em número de participações na prova (32), no conjunto das suas duas fórmulas de disputa (24 presenças na antiga UEFA, 8 na nova Liga Europa, apenas tendo “faltado” em 2013-14 e em 2016-17), tendo tido como melhor desempenho a presença na Final da Taça UEFA de 2004-05 (ante o CSKA Moscovo).

Também o Benfica ocupa posição de realce, com o 15.º posto, registando três presenças em Finais: em 1982-83, com o Anderlecht (Taça UEFA) e em 2012-13 e 2013-14, respectivamente com o Chelsea e Sevilla, ambas na Liga Europa.

Por seu lado, o FC Porto – pese embora seja apenas 65.º no ranking global (sendo aliás, imediatamente precedido pelo Sp. Braga) – conquistou já por duas vezes o troféu: sagrou-se vencedor da Taça UEFA em 2002-03 (batendo o Celtic) e da Liga Europa em 2010-11 (vencendo na Final… o Sp. Braga).

Em termos globais, sete presenças na Final por parte de clubes nacionais, com dois títulos averbados, com a assinalável particularidade da final integralmente portuguesa, em 2010-11.

As equipas do Sevilla (total de 5 títulos), Inter, Juventus, Liverpool e At. Madrid (3 troféus cada) lideram em número de troféus conquistados.

Quanto aos finalistas de hoje, o Arsenal, com 8 participações e ainda sem qualquer título, ocupa (antes desta Final) apenas a 105.ª posição do “ranking”; o Chelsea, somente com 5 presenças na prova, está ainda mais abaixo, no 162.º posto, mas conta já um troféu no seu palmarés (em 2012-13, conquistado precisamente ante o Benfica).

29 Maio, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (2.ª mão)

                             2ª mão        1ª mão        Total
Valencia - Arsenal             2-4           1-3          3-7
Chelsea - Eintracht Frankfurt  1-1 (4-3 gp)  1-1          2-2

Pela primeira vez no já longo historial de 64 anos de competições europeias, todos os quatro finalistas das duas provas desta época são clubes do mesmo país, no caso de Inglaterra!

9 Maio, 2019 at 10:36 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/2 Finais (1.ª mão)

Arsenal – Valencia – 3-1
Eintracht Frankfurt – Chelsea – 1-1

2 Maio, 2019 at 9:54 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 Final (2.ª mão)

                              2ª mão       1ª mão       Total 
Napoli - Arsenal                0-1          0-2         0-3
Valencia - Villarreal           2-0          3-1         5-1
Eintracht Frankfurt - Benfica   2-0          2-4         4-4
Chelsea - Slavia Praha          4-3          1-0         5-3

O alinhamento dos jogos das meias-finais, agendados para 2 e 9 de Maio, é o seguinte:

Arsenal – Valencia
Eintracht Frankfurt – Chelsea

18 Abril, 2019 at 9:56 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de final – E. Frankfurt – Benfica

Eintracht FrankfurtEintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Danny Vieira da Costa, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Simon Falette (90m – Jetro Willems), Filip Kostić, Gelson Fernandes, Mijat Gaćinović, Sebastian Rode (85m – Lucas Torró), Luka Jović (76m – Gonçalo Paciência) e Ante Rebić

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida (79m – Jonas Gonçalves), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (70m – Luís Fernandes “Pizzi”), Ljubomir Fejsa, Rafael “Rafa” Silva (72m – Eduardo Salvio), João Félix e Haris Seferović

1-0 – Filip Kostić – 37m
2-0 – Sebastian Rode – 67m

Cartões amarelos – David Ángel Abraham (74m), Simon Falette (78m) e Ante Rebić (83m); Jonas Gonçalves (90m)

Cartão vermelho – Bruno Lage (Treinador – 37m)

Árbitro – Daniele Orsato (Itália)

O “onze” escolhido por Bruno Lage para esta partida parecia denotar, por um lado, que o Benfica assumia a importância do jogo e da possibilidade de alcançar, uma vez mais, as meias-finais da Liga Europa, e, por outro, que a equipa pretenderia apresentar uma atitude positiva, em busca do (que se antecipava já viesse a ser imprescindível) golo e não apenas em defesa do resultado averbado na primeira mão.

Se esse desafio ficara marcado pela expulsão de um defesa da equipa germânica, o desta noite ficou indelevelmente manchado por um inexplicavelmente não sancionado fora de jogo, que resultaria no tento inaugural dos alemães. Um erro grave de arbitragem, a penalizar o Benfica, mas que não justifica tudo o que se passou, com a formação portuguesa a ter que assumir também as suas falhas e a titubeante abordagem exibida.

Como era expectável, o Eintracht entrou, logo desde início, a pressionar bastante, empurrando a equipa benfiquista para a sua zona defensiva. Ainda não estavam decorridos os dez minutos iniciais, e já Kostić ameaçava a baliza de Vlachodimos.

Passados os primeiros vinte minutos sem alteração no marcador, o Benfica, pese embora viesse revelando dificuldades em sair a jogar, com Seferović sem conseguir manter a posse de bola, terá começado a acreditar que o “pior” estaria passado e que seria possível manter o nulo no marcador, ou, pelo menos, fazer prolongar o mais possível essa situação.

Caminhava-se já para os 40 minutos, quando, em mais uma das muitas tentativas do Eintracht, que não deixara de insistir no ataque, Gaćinović, com um remate de fora da área, acertou no poste, ressaltando a bola para Kostić, claramente adiantado em relação à defesa benfiquista, o qual, beneficiando dessa posição irregular, inaugurou o marcador, perante um desamparado guardião contrário.

Um lance duplamente penalizador: não sendo ainda aplicado o “VAR” nesta fase da Liga Europa, os protestos de Bruno Lage valer-lhe-iam a expulsão…

Num final de primeira parte algo penoso, a turma portuguesa, completamente arredada de qualquer efectiva iniciativa de ataque (ou contra-ataque), aparentemente impotente para, sequer, procurar repartir o jogo, passava a estar dependente de um único golpe para perder a vantagem que levara de Lisboa.

A entrada para a segunda metade mostraria uma equipa com uma atitude completamente diferente, tendo o Benfica, nos minutos iniciais, criado dois bons lances de perigo, contudo, sem que tal se tivesse materializado em golo.

Primeiro, logo a abrir, com João Félix a progredir no terreno, descaído sobre o lado esquerdo, combinando com Gedson Fernandes, mas faltando alguém para dar a melhor sequência na área contrária, com Falette a antecipar-se no corte, que quase resultava… em auto-golo. Pouco depois, Samaris, com excelente abertura, a solicitar a desmarcação de Seferović, o qual, com um cabeceamento fraco, não seria, contudo, capaz de desfeitear o guarda-redes alemão.

Mas seria “sol de pouca dura”. Rapidamente o Benfica – hesitante entre assumir o ataque ou, numa atitude de “auto-preservação”, privilegiar a defesa – voltaria a recolher, caindo outra vez na armadilha de pensar que poderia manter a sua baliza a salvo, isto perante um opositor que parecia agora apresentar-se até menos exuberante no ataque.

Mas, de forma muito fria, os germânicos não precisariam de muitas oportunidades para chegar ao golo. Estávamos a meio da etapa complementar da partida quando – depois de uma boa defesa de Vlachodimos a remate de Gaćinović – Rode, liberto de marcação à entrada da área, obteve o golo que, num ápice, provocava uma reviravolta no sentido da eliminatória, passando imediatamente a posição do Benfica de vantagem a desvantagem.

Tarde demais, Bruno Lage arriscava então tudo, fazendo entrar Pizzi, Salvio e Jonas. Mas, o Benfica parecia jogar já algo em “desespero de causa”, sem a necessária serenidade e discernimento, nunca tendo chegado a criar real ameaça ao seu adversário.

O lance de maior “frisson” ocorreria a cinco minutos do final, quando Salvio rematou a bola contra a face externa do poste, mas a verdade é que o Benfica esteve sempre muito longe da baliza contrária.

Perante um adversário, que sendo de bom nível, não era, afinal, um “bicho papão”, e independentemente do grave prejuízo decorrente da falha de arbitragem, o Benfica tem de buscar em si próprio as razões para esta evitável eliminação. O desenrolar do jogo veio mostrar cabalmente o que não era difícil adivinhar: era mesmo necessário ter marcado em Frankfurt e, para tal, toda a abordagem ao jogo, atitude e comportamento dentro de campo deveria ter sido diferente, logo desde o apito inicial.

18 Abril, 2019 at 7:47 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de Final

Arsenal – Napoli – 2-0
Villarreal – Valencia – 1-3
Benfica – Eintracht Frankfurt – 4-2
Slavia Praha – Chelsea – 0-1

11 Abril, 2019 at 9:54 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 1/4 de final – Benfica – E. Frankfurt

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Sébastien Corchia (66m – Luís Fernandes “Pizzi”), Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Andreas Samaris (85m – Andrija Živković), Ljubomir Fejsa, Franco Cervi, Rafael “Rafa” Silva (60m – Haris Seferović) e João Félix

Eintracht FrankfurtEintracht Frankfurt – Kevin Trapp, Makoto Hasebe, David Ángel Abraham, Martin Hinteregger, Obite Evan N’Dicka, Danny Vieira da Costa, Sebastian Rode (85m – Mijat Gaćinović), Gelson Fernandes, Filip Kostić, Ante Rebić (68m – Gonçalo Paciência) e Luka Jović (60m – Jonathan Alexander de Guzmán)

1-0 – João Félix (pen.) – 21m
1-1 – Luka Jović – 40m
2-1 – João Félix – 43m
3-1 – Rúben Dias – 50m
4-1 – João Félix – 54m
4-2 – Gonçalo Paciência – 72m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (82m); Luka Jović (4m), Ante Rebić (26m) e Makoto Hasebe (82m)

Cartão vermelho – Obite Evan N’Dicka (20m)

Árbitro – Anthony Taylor (Inglaterra)

Dois aspectos inegáveis deste jogo da 1.ª mão dos 1/4 de final da Liga Europa: a forma como a expulsão de N’Dicka, logo aos 20 minutos (tendo o Eintracht sido, paralelamente, sancionado com grande penalidade, de que resultou o tento inaugural do Benfica), condicionou o desenrolar do jogo, no tempo restante; o excelente resultado averbado pela equipa benfiquista, derrotando um adversário que seguia com uma magnífica série de 15 jogos consecutivos de invencibilidade (desde o final de 2018), tendo, aliás, triunfado nas últimas seis jornadas do campeonato alemão!

Em mais uma grande noite europeia do Benfica, frente a um adversário de grande poderio, actual 4.º classificado na “Bundesliga” e detentor do troféu da Taça da Alemanha (tendo derrotado na Final, o Bayern, por 3-1), destacou-se a magnífica exibição de um jovem de 19 anos, João Félix, a marcar um “hat-trick”, tendo ainda contribuído com a assistência para o outro golo da formação portuguesa.

Bruno Lage prosseguiu a sua política de rotação, fazendo descansar André Almeida, Ferro, Pizzi, Seferović e Jonas, e surpreendendo com a forma como dispôs o seu onze em campo, incluindo Gedson Fernandes, sem uma referência óbvia no ataque.

Com rápidas movimentações, o Benfica assumiu, desde início, a iniciativa do jogo, mas a turma alemã mantinha “em sentido” a defesa contrária, com perigosos lances de contra-ataque, num início a “100 à hora”, sempre com os olhos na baliza contrária, de parte a parte.

Ainda numa fase relativamente prematura do desafio, aos 20 minutos, surgiu o momento capital da partida, precisamente devido à acção de Gedson Fernandes (depois de uma boa combinação de Samaris com João Félix, com este a lançar Gedson), a surgir isolado na grande área, cara a cara com o guarda-redes, sendo derrubado pelo defesa, do que resultaria a expulsão de N’Dicka e a grande penalidade que proporcionou o primeiro golo.

Até final do primeiro tempo, a equipa da casa poderia ter ampliado a marca, mas, ao invés, seria o conjunto de Frankfurt, que conseguia manter a sua pressão alta, a igualar a contenda, por Luka Jović (curiosamente, um avançado emprestado pelo Benfica ao clube germânico, mas que não retornará à Luz…), na sequência de uma comprometedora falha de Fejsa.

A reacção benfiquista não podia ser melhor, com João Félix, apenas três minutos volvidos, com um remate de excelente execução, de fora da área, a recolocar a sua equipa em vantagem.

O jogo estava bom, muito aberto, e, ainda antes do intervalo, haveria inclusivamente tempo para uma notável defesa do guardião Kevin Trapp, a impedir Franco Cervi de chegar ao golo, tendo, por outro lado, os portugueses passado por um pequeno susto, ao ver a bola anichar-se nas suas redes, num lance que, todavia, o árbitro invalidaria, por posição irregular, a interferir com a zona de acção de Vlachodimos.

E, se a primeira metade terminara em ebulição, o arranque da segunda metade não faria por menos, com o Benfica, sem baixar o ritmo, a ampliar para 3-1 logo aos cinco minutos, com Rúben Dias a dar a melhor sequência a um lance de pontapé de canto, após um primeiro desvio de cabeça de João Félix.

O conjunto teutónico vacilava, agora perdido nas marcações – tendo, por momentos, dado a sensação de estar “à deriva” – sem saber já muito bem se deveria privilegiar as acções defensivas ou continuar em busca de lances de contra-ataque.

Não surpreendeu, assim, que a turma benfiquista, chegasse, quase de imediato, ao quarto golo – terceiro da grande promessa do futebol português, que, na emoção do momento, não susteve as lágrimas, outra vez aproveitando o bom cruzamento de Grimaldo (que apontara o canto que estivera na origem do golo precedente) -, podendo mesmo antever-se que o marcador poderia não ficar por aí.

Visando aproveitar a alta rotação a que o jogo vinha sendo disputado, Bruno Lage apostaria então em Seferović, o qual, escassos minutos depois de entrar em campo, desperdiçou soberana ocasião para fazer o 5-1, tendo, a passe de João Félix, rematado forte, com Trapp a salvar a bola, com defesa de recurso, com a bota!

Porém, a lesão do lateral direito, Corchia, forçaria a “improvisar”, com o recuo de Gedson Fernandes para a defesa, tendo entrado Pizzi. A equipa portuguesa começava então a denotar alguma fadiga e dificuldade em controlar o jogo a meio campo.

Numa falha de marcação, Gonçalo Paciência, também recém-entrado na formação alemã, de cabeça, igualmente após um canto, antecipando-se entre Grimaldo e Jardel, bateria Vlachodimos, que talvez pudesse ter tentado mais alguma coisa…

O Benfica acabaria o jogo a gerir o resultado, optando por mão dar continuidade à estratégia de maior risco, que seguira nos primeiros 75 minutos.

Num balanço final, o que se pode dizer deste resultado? Que é bem positivo para o Benfica, muito melhor do que, porventura, seria expectável. Que, só por si, nada decide, implicando, muito possivelmente, a necessidade de a equipa portuguesa marcar em Frankfurt (recorde-se que o Eintracht ganhou já, na presente edição da prova, por 4-0 ao Olympique de Marseille e por 4-1 à Lazio e ao Shakthar Donetsk, tendo empatado a zero com o Inter – mas também não deixa de ser verdade que nenhum destes opositores tinha conseguido derrotar os alemães, muito menos marcar-lhes quatro golos…).

11 Abril, 2019 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga Europa – Sorteio dos 1/4 de Final e das 1/2 Finais

Napoli – Arsenal
Villarreal – Valencia
Benfica – E. Frankfurt
Slavia Praha – Chelsea

Os jogos desta eliminatória serão disputados a 11 e a 18 de Abril de 2018.

O alinhamento dos jogos das 1/2 finais encontra-se também já pré-definido, da seguinte forma:

Napoli/Arsenal – Villarreal/Valencia
Benfica/E. Frankfurt – Slavia Praha/Chelsea

15 Março, 2019 at 1:16 pm Deixe um comentário

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