Posts tagged ‘Federer’

250 Títulos ATP de Federer, Nadal e Djokovic

Federer - Nadal - Djokovic - Títulos ATP - Actualizado 2018-10-15
Quadro actualizado com os 250 Torneios ATP conquistados por Roger Federer (98), Rafael Nadal (80) e Novak Djokovic (72)

(Grafismo interactivo, com possibilidade de filtrar por ano, por escalão, por vencedor ou por torneio)

Actualização a 28.10.2018 – Com a 9.ª vitória obtida no Torneio de Basileia, Roger Federer atingiu a marca de 99 títulos ATP.

Anúncios

15 Outubro, 2018 at 10:18 pm Deixe um comentário

Federer / Nadal / Djokovic – Grafismo interactivo

Federer - Nadal - Djokovic - Títulos ATP
Clicar na imagem para aceder ao grafismo interactivo, no qual podem consultar-se todos os titulos conquistados por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, filtrando por torneio, por escalão e por ano.

15 Setembro, 2018 at 7:17 pm Deixe um comentário

Roger Federer – Títulos por Torneio / ano

Federer-Titulos
Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Roger Federer, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).

10 Setembro, 2018 at 11:15 am Deixe um comentário

Federer / Nadal / Djokovic – Títulos

Repartindo o domínio do ténis mundial nos últimos 15 anos – venceram, entre os três, 51 dos últimos 62 torneios do “Grand Slam” (mais de 80% do total), de que, aliás, são “recordistas” -, Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic (que acaba de vencer o  US Open, depois de ter triunfado já em Wimbledon) marcam uma era da história do ténis, consubstanciada, notavelmente, no seguinte palmarés a nível de títulos conquistados:

  Torneios             Federer     Nadal   Djokovic     Total

Grand Slam
   Austrália                6         1         6         13
   Roland Garros            1        11         1         13
   Wimbledon                8         2         4         14
   US Open                  5         3         3         11
                           20        17        14         51
ATP Masters 1000
   Cincinnati               7         1         1          9
   Hamburgo (até 2008)      4         1         -          5
   Indian Wells             5         3         5         13
   Madrid                   3         5         2         10
   Miami                    3         -         6          9
   Monte Carlo              -        11         2         13
   Paris                    1         -         4          5
   Roma                     -         8         4         12
   Toronto                  2         4         4         10
   Xangai                   2         -         3         _5
                           27        33        31         91
ATP Tour 500               20        20        12         52
ATP Tour 250               25         9         9         43
ATP World Tour Final        6         -         5         11
Jogos Olímpicos             -         1         -          1 
    Total                  98        80        71        249

De entre os torneios do “ATP Tour 500”, destacam-se os 11 triunfos de Nadal em Barcelona, os 7 de Federer no Dubai (para além de 5 em Basileia) e os 6 de Djokovic em Pequim (que venceu também no Dubai por 4 vezes).

Nos torneios do “ATP Tour 250”, realce para os 7 triunfos de Federer em Halle (assim como 3 outras vitórias em Basileia).

Rafael Nadal sagrou-se Campeão Olímpico em Pequim, em 2008 (tendo Novak Djokovic obtido a medalha de bronze). Roger Federer foi medalha de prata em Londres, em 2012.

Em pares, Roger Federer foi também Campeão Olímpico em Pequim, em 2008, fazendo dupla com Stanislas Wawrinka; por seu lado, Rafael Nadal foi igualmente Campeão Olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, em parceria com Marc López.

Rafael Nadal conquistou ainda, por 4 vezes, a Taça Davis, pela selecção de Espanha (em 2004, 2008, 2009 e 2011), tendo Novak Djokovik vencido a prova, pela Sérvia, em 2010, enquanto Federer liderou a equipa suíça na vitória averbada em 2014.

No que respeita especificamente a torneios do “Grand Slam”, são os seguintes os números mais significativos de cada um destes três “grandes”:

  Grand Slam           Federer     Nadal   Djokovic     Total

Total de encontros        
   Ganhos                 343*      247       260***     850
   Perdidos                54        37**      41        132
                          397       284       301        982
Total de "sets"        
   Ganhos                1056       760       791       2607
   Perdidos               278       191       228        697
                         1334       951      1019       3304
Total de "tie-breaks"
   Ganhos                 136        78        96        310
   Perdidos                65        48        54        167
                          201       126       150        477
Total de finais        
   Vitórias                20        17        14         51
   Derrotas                10         7         9         26
                           30        24        23         77
Total de 1/2 finais
   Vitórias                30        24        23         77
   Derrotas                13         5        10         28
                           43        29        33        105

* Federer – 4 vitórias por “falta de comparência” de adversários
** Nadal – 1 derrota por “falta de comparência”
*** Djokovic – 2 vitórias por “falta de comparência” de adversários

Os vencedores dos outros 11 torneios do “Grand Slam” (desde a primeira vitória de Roger Federer, em Wimbledon, em 2003) foram: Andy Murray (3 – US Open 2012 e Wimbledon 2013 e 2016); Stanislas Wawrinka (3 – Austrália 2014, Roland Garros 2015 e US Open 2016); Andy Roddick (US Open 2003); Gastón Gaudio (Roland Garros 2004); Marat Safin (Austrália 2005); Juan Martín del Potro (US Open 2009); e Marin Čilić (US Open 2014).

10 Setembro, 2018 at 12:39 am Deixe um comentário

Optimista

Podia fazer aqui uma espécie de “pot-pourri” de temas que mais me interessam: desde a “Memória”, em termos gerais, a Tomar, mais em particular; do presente e futuro do jornalismo às perspectivas sombrias que assolam a Europa; da questão dos refugiados e das migrações às incertezas sobre as saídas profissionais dos nossos filhos (a tal geração mais qualificada de sempre); em termos pessoais, do indelével elo que, desde há cerca de quatro anos, estabeleci com a Bulgária, o país mais pobre da União, onde a extrema-direita racista chegou recentemente ao poder, tendo sob mira as minorias turca e cigana, segregadas e cada vez mais intoleradas.

Enquanto “coleccionador de histórias”, podia também recordar um episódio com contornos caricatos, que, em 1998, vivi em Bissau: o de, durante a semana, ver toda a gente a olhar para a lua, procurando antecipar o início do Ramadão – e consequente dia feriado –, que, tendo chegado precisamente na sexta-feira, me impediu de confirmar o voo de regresso, numa altura em que a ligação aérea Bissau-Lisboa estava completamente lotada e a duração da reserva no hotel tinha entretanto chegado ao fim, tal como o dinheiro de que dispunha para a missão…

Eu, que me vejo, não propriamente pessimista, mas, de forma geral, mais realista, optei, porém, por deixar aqui de lado as magnas preocupações que nos envolvem nestes dias cinzentos – por outros, bastante mais abalizados para versar estes assuntos, amiúde abordadas –, preferindo expressar, por um prisma positivo, uma outra grande paixão, como é a do desporto.

E, sobretudo, o exemplo que nos é apontado por aquele que será, porventura, o maior desportista mundial de todos os tempos, especialmente na medida em que é praticante de uma modalidade individual, em que um encontro pode chegar a durar até três ou mais horas.

Reunindo características únicas de carisma e virtuosidade, talento e versatilidade, combinando estética e técnica, empenho e profissionalismo, humildade e respeito (pelos adversários e pelo público), numa longeva carreira de mais de vinte anos, praticamente sempre ao mais alto nível – cumprem-se agora precisamente 15 anos sobre a primeira das suas vinte vitórias em torneios do “Grand Slam”, em Wimbledon –, Roger Federer conta quase uma centena de competições ganhas, com mais de 300 semanas como n.º 1 do ranking mundial, somando cinco estatuetas dos “Óscares do desporto”, os prémios Laureus, sendo, paralelamente, o atleta que maiores proventos alcançou em toda a história no decurso da sua actividade desportiva.

5b3a69d82787f99a038b4659-750-500[1].jpg

 Roger Federer: a sua primeira grande vitória ocorreu faz hoje 15 anos

Logo em 2003 criou a “Roger Federer Foundation”, visando apoiar crianças carenciadas e promover o seu acesso à instrução e ao desporto, intervindo fundamentalmente na região da África Austral (África do Sul, Botswana, Malawi, Namíbia, Zâmbia e Zimbabwe), propondo-se agora abranger, num horizonte de curto prazo, um milhão de crianças!

Ora – sendo a publicidade a “força motriz” que faz girar o mundo –, depois de mais de vinte anos como rosto da Nike, prestes a completar 37 anos de idade, o suíço aceitou passar a ser o “embaixador”, a âncora maior de divulgação, da marca japonesa de roupa UNIQLO (acrónimo para a denominação inicial de Unique Clothing Warehouse), fundada em 1984 por Tadashi Yanai, no seu trilho para se tornar uma marca global – procurando desde já notabilizar-se, gerando “buzz” ainda antes que a maior montra desportiva do planeta, os Jogos Olímpicos de 2020, chegue ao Japão –, visando suplantar gigantes mundiais como a Inditex e a H&M, tendo como ambicioso objectivo atingir, já nesse ano de 2020, os 50.000 milhões de dólares de facturação!

Percebe-se, assim, como será possível pagar a Federer – o maior “avalista” de imagens de marca do mundo, representante, entre outras, das luxuosas RolexMercedes-Benz ou Moët & Chandon (só Cristiano Ronaldo e LeBron James estarão, actualmente, na sua faixa de honorários) – cerca de 300 milhões de dólares, por um contrato de dez anos (independentemente do previsto termo de carreira a curto/médio prazo) – o qual, em termos comparativos, e para se percepcionar melhor o que está em causa, acumulou, ao longo de todo o seu trajecto profissional de mais de vinte anos, um montante global de cerca de 116 milhões de dólares em prémios.

Nas palavras de Tadashi Yanai, ao anunciar esta extraordinária parceria: «Compartilhamos uma meta de operar mudanças positivas no mundo, e espero que, juntos, possamos proporcionar a mais alta qualidade de vida para o maior número de pessoas».

Ao que o grande campeão retorquiu: «Estou profundamente implicado com o ténis e com o triunfo em competições. Mas, tal como a UNIQLO, também tenho grande amor pela vida, cultura e humanidade. Partilhamos uma forte paixão por ter um impacto positivo no mundo em nosso redor, ansiando por conjugar os nossos esforços criativos».

Sem ignorar que, para a empresa, antes de preocupações a nível da sua responsabilidade social, importará, em primeira instância, o lucro – aliás, como condição determinante para a sua própria perenidade –, quero crer que não terão sido em vão as palavras de Yanai, assim como, da parte de Federer – que nem sequer teria a possibilidade física de usar em “proveito próprio” o imenso pecúlio já antes angariado (estimado em mais de 500 milhões de dólares) –, os seus actos no passado constituirão um bom garante do compromisso agora novamente expresso.

Continuo optimista que, à nossa ínfima escala individual, procurando replicar o seu exemplo, seremos capazes, cada um, de dar também pequenos contributos para uma sociedade menos desequilibrada, e, principalmente, mais solidária.

(texto escrito para publicação no Delito de Opinião, acedendo ao gentil convite de Pedro Correia, a quem agradeço a oportunidade)

6 Julho, 2018 at 4:00 pm Deixe um comentário

Roger Federer n.º 1 do ranking ATP

Federer-n1-Roterdão2018

5 anos e 3 meses depois, com 36 anos e meio de idade, Roger Federer volta a ser o n.º 1 do Ranking ATP, posição que conquistou pela primeira vez há já 14 anos, voltando a somar semanas às 302 que já passou como líder mundial, 237 delas consecutivamente, entre Fevereiro de 2004 e Agosto de 2008! Fenomenal, o melhor desportista do mundo de todos os tempos!

Ao garantir a presença nas meias-finais do Torneio de Roterdão, batendo nos 1/4 de final, o holandês Robin Haase, Federer somou os pontos que lhe permitem superar a marca do até agora n.º 1 do ranking, o espanhol Rafael Nadal (9.760 pontos), atingindo, para já, os 9.785 pontos.

Esta será a quarta passagem do suíço pela liderança do ranking profissional de ténis, onde se estreou a 02.02.2004, permanecendo nessa posição até 18.08.2008, ao longo de 237 semanas. Depois, voltaria ainda a assumir essa condição entre 06.07.2009 e 07.06.2010 (48 semanas); e entre 9 de Julho e 4 de Novembro de 2012 (17 semanas).

É o seguinte o “top 10” dos n.º 1 do ranking que mais semanas mantiveram essa liderança:

1.º Roger Federer – Suíça – 302 semanas (237 semanas consecutivas)
2.º Pete Sampras – EUA – 286 semanas (102 semanas consecutivas)
3.º Ivan Lendl – R. Checa – 270 semanas (157 semanas consecutivas)
4.º Jimmy Connors – EUA – 268 semanas (160 semanas consecutivas)
5.º Novak Djokovic – Sérvia – 223 semanas (122 semanas consecutivas)
6.º John McEnroe – EUA – 170 semanas (58 semanas consecutivas)
7.º Rafael Nadal – Espanha – 167 semanas (56 semanas consecutivas)
8.º Björn Borg – Suécia – 109 semanas (46 semanas consecutivas)
9.º Andre Agassi – EUA – 101 semanas (52 semanas consecutivas)
10.º Lleyton Hewitt – Austrália – 80 semanas (75 semanas consecutivas)

Actualização, a 18.02.2018 – Tendo vencido o Torneio de Roterdão, ao ganhar na final, frente ao búlgaro Grigor Dimitrov, por duplo 6-2, Roger Federer passa a somar 10.105 pontos no ranking ATP.

Actualização, a 25.06.2018 – Entretanto, Roger Federer regista já, nesta fase, outros três períodos em que ocupou o n.º 1: de 19.02.2018 a 02.04.2018 (6 semanas); de 14 a 21.05.2018 (1 semana); e de 18 a 25.06.2018 (1 semana) – tendo, portanto, passado a totalizar 310 semanas nessa posição de liderança.

16 Fevereiro, 2018 at 10:20 pm Deixe um comentário

Roger Federer – 20 títulos “Grand Slam”

Ao vencer, hoje, o “Open” da Austrália (ganhando, na final, ao croata Marin Čilić), Roger Federer alcançou um número “mágico” de 20 títulos em provas do “Grand Slam” de ténis, numa já bem longa carreira, repleta de êxitos, que parece ter ganho novo “fôlego”, numa altura em que se encaminha para os 37 anos:

  • Open da Austrália (6) – 2004, 2006, 2007, 2010, 2017 e 2018
  • Roland Garros (1) – 2009
  • Wimbledon (8) – 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2012 e 2017
  • Open dos EUA (5) – 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008

Roger-Federer-20

A estes 20 troféus, acrescem ainda mais 10 presenças em finais (1 na Austrália, 4 em França, 3 em Wimbledon e 2 nos EUA), para além de 13 vezes em que se quedou pelas meias-finais. Um registo absolutamente impressionante e sem paralelo!

São os seguintes os outros quatro tenistas com, pelo menos, dez títulos em torneios do “Grand Slam”: Rafael Nadal (16), Pete Sampras (14), Novak Djokovic (12) e Björn Borg (11).

28 Janeiro, 2018 at 10:32 pm Deixe um comentário

Federer vence Wimbledon pela 7ª vez e volta a ser o nº 1 do Mundo

Alcançando hoje a 17ª vitória em Torneios do Grand Slam (em 24 Finais disputadas), vencendo pela 7ª vez em Wimbledon, na final disputada frente ao escocês Andy Murray (3-1, com os parciais de 4-6, 7-5, 6-3, 6-4), o suíço Roger Federer passa directamente do nº 3 para o nº 1 do ranking mundial, posição que recupera ao fim de dois anos – num extraordinário regresso, precisamente a um mês de completar 31 anos -, assim igualando o record de Pete Sampras, de 286 semanas na liderança do ranking ATP (o qual ultrapassará já na próxima semana):

2003 (1) – Wimbledon
2004 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA
2005 (2) – Wimbledon e Open dos EUA (sendo semi-finalista em Roland Garros)
2006 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2007 (3) – Austrália, Wimbledon e Open dos EUA (finalista em Roland Garros)
2008 (1) – Open dos EUA (finalista em Wimbledon e Roland Garros)
2009 (2) – Roland Garros e Wimbledon (finalista na Austrália e no Open dos EUA)
2010 (1) – Austrália (sendo semi-finalista no Open dos EUA)
2011 – Sem títulos do Grand Slam (finalista em Roland Garros)
2012 (1) – Wimbledon

(via Record)

Para além destes 17 triunfos (7 em Wimbledon, 5 nos EUA, 4 na Austrália e 1 em Roland Garros), venceu também, já por 6 vezes (em 2003, 2004, 2006, 2007, 2010 e 2011), o “Tennis Masters Cup”; totaliza agora 75 vitórias em torneios.

Roger Federer obteve os referidos 17 triunfos frente a: Andy Roddick (EUA – 4), Andy Murray (Escócia – 3), Rafael Nadal (Espanha – 2), Andre Agassi (EUA), Fernando González (Chile), Lleyton Hewitt (Austrália), Marat Safin (Rússia), Marcos Baghdatis (Chipre), Mark Philippoussis (Austrália), Novak Djokovic (Sérvia) e Robin Soderling (Suécia). As finais perdidas em torneios do Grand Slam foram contra Rafael Nadal (6) e o argentino Juan Martin Del Potro (nos EUA, em 2009).

É a seguinte a lista completa de todos os (até agora 25) líderes do ranking ATP, desde a sua criação, pela Associação de Tenistas Profissionais, em 1973 (há 39 anos):

(mais…)

8 Julho, 2012 at 6:59 pm 1 comentário

Novak Djokovic novo líder do ranking ATP

Ao atingir a presença na Final do Torneio de Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic garantiu, pela primeira vez, a subida ao 1º lugar do ranking ATP, culminando um extraordinário ano em que obteve uma fantástica série de 41 vitórias consecutivas (apenas tendo sido derrotado, nas 1/2 Finais em Roland Garros, por Roger Federer) – não obstante contar, antes da Final de amanhã, apenas 2 triunfos em torneios do Grand Slam, ambos na Austrália (em 2008 e 2011), soma já 7 vitórias em torneios em 2011.

É a seguinte a lista completa de todos os (até agora 25) líderes do ranking ATP, desde a sua criação, pela Associação de Tenistas Profissionais, em 1973 (há 38 anos):

(mais…)

1 Julho, 2011 at 11:43 pm Deixe um comentário

The Best Magazine Articles Ever

The Top 25 Articles

Based on the number of times an article is recommended

********** Gay Talese, “Frank Sinatra Has a Cold.” Esquire, April 1966.

********* Hunter S. Thompson, “The Kentucky Derby is Decadent and Depraved.” Scanlan’s Monthly, June 1970.

********* Neal Stephenson, “Mother Earth, Mother Board: Wiring the Planet.” Wired, December 1996. On laying trans-oceanic fiber optic cable.

******* David Foster Wallace, “Federer As Religious Experience.” The New York Times, Play Magazine, August 20, 2006.

******* David Foster Wallace, “Consider the Lobster.” Gourmet Magazine, August 2004.

****** John Updike, “Hub Fans Bid Kid Adieu.” The New Yorker, October 22, 1960. About Ted Williams career framed by his last game. I read it every opening day without fail.

***** Hunter S. Thompson, “Fear and Loathing in Las Vegas: A Savage Journey to the Heart of the American Dream.” Rolling Stone. Part I: November 11, 1971; Part II: November 25, 1971.

***** Richard Ben Cramer, “What Do You Think of Ted Williams Now?” Esquire, June 1986.

**** Jon Krakauer, “Death of an Innocent: How Christopher McCandless Lost His Way in the Wilds.” Outside Magazine, January 1993. Article that became Into the Wild.

**** Susan Orlean, “The American Man at Age Ten.” Esquire, December 1992. [Ed.’s note: Not available in Esquire’s online archive, but you’ll find it with a little searching. Also republished in Orlean’s The Bullfighter Checks Her Makeupand Glass’s The New Kings of Nonfiction.]

**** Edward Jay Epstein, “Have You Ever Tried to Sell a Diamond?” Atlantic Magazine, February 1982. Diamonds, De Beers, monopoly & marketing.

**** Ron Rosenbaum, “Secrets of the Little Blue Box.” Esquire, October 1971. The first and best account of telephone hackers, more amazing than you might believe.

**** Tom Junod, “Can you say…”Hero”?” Esquire, November 1998. A profile of Mr. Rogers. [Ed.’s note: This article was also quoted in “Esquire’s 70 Greatest Sentences” published October 1, 2003.]

**** Michael Lewis, “The End.” Portfolio, November 11, 2008. Breaks down supposedly complex economic cause and effect into very engaging, easily understood analysis.  Real life characters as interesting and entertaining as the best fiction.  A must.

*** George Plimpton, “The Curious Case Of Sidd Finch.” Sports Illustrated, April 1, 1985. I remember being extremely angry (for a few minutes) that the Mets were going to get this guy instead of my A’s. I was an honest kid and man, it just seemed so unfair. When I realized it was a prank, I wasn’t as upset. Because I always thought this guy, in some form, would someday show up and blow away the Twins, the Angels, and the Giants wearing an A’s uniform. I’m still waiting!

*** David Foster Wallace, “Shipping Out: On the (Nearly Lethal) Comforts of a Luxury Cruise.” Harper’s Magazine, January 1996

*** Jon Krakauer, “Into Thin Air.” Outside Magazine, September 1996.

*** Tom Junod, “The Falling Man.” Esquire, September 2003.

*** Gene Weingarten, “The Peekaboo Paradox.” The Washington Post, Sunday Magazine, January 22, 2006. Story about the weirdest clown, the Great Zucchini, you’ll never want to meet. Keep reading….

*** David Foster Wallace, “Host.” Atlantic Magazine, April 2005.

*** Gene Weingarten, “Pearls Before Breakfast.” The Washington Post, Magazine, April 8, 2007. Joshua Bell is one of the world’s greatest violinists. His instrument of choice is a multimillion-dollar Stradivarius. If he played it for spare change, incognito, outside a bustling Metro stop in Washington, would anyone notice?

*** Chris Jones, “The Things That Carried Him.” Esquire, May 2008. It’s extremely moving without being saccharine or twee. It’s a military story, but utterly without jingoism or indictment. And it’s wonderfully observed.

*** Michael Lewis, “Wall Street on the Tundra.” Vanity Fair, April 2009. It’s an in depth analysis of the financial collapse of Iceland. Excellent. There are some great one liners (this isn’t actually one of them, but it’ll give you the idea): “This in a country the size of Kentucky, but with fewer citizens than greater Peoria, Illinois. Peoria, Illinois, doesn’t have global financial institutions, or a university devoting itself to training many hundreds of financiers, or its own currency. And yet the world was taking Iceland seriously.”

*** Gene Weingarten, “Fatal Distraction: Forgetting a Child in the Backseat of a Car Is a Horrifying Mistake. Is It a Crime?” The Washington Post, Magazine, March 8, 2009. Winner of the 2010 Pulitzer Prize in Feature Writing.

(via Ponto Media)

24 Setembro, 2010 at 10:51 am 1 comentário

Artigos Mais Antigos


Autor – Contacto

Destaques

Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade União de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Novembro 2018
S T Q Q S S D
« Out    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Eleições EUA 2008

Twitter

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.