Posts tagged ‘Ténis’

Rafael Nadal iguala record de Roger Federer

Ao vencer pela 13.ª vez o Torneio de Roland Garros, em França, o espanhol Rafael Nadal igualou o fantástico record de 20 títulos do “Grand Slam” do suíço Roger Federer!


(ver quadro completo de (270) títulos ATP conquistados por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic)

11 Outubro, 2020 at 10:32 pm Deixe um comentário

Final do Torneio de Wimbledon – Djokovic – Federer

14 Julho, 2019 at 7:08 pm Deixe um comentário

Roger Federer – 100 títulos em Torneios ATP

Federer - 100 ATP
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(imagem via Jeu, Set et Maths)

  • Grand Slam – 20 títulos: 8 em Wimbledon; 6 na Austrália; 5 no US Open; e 1 em Roland Garros
  • Masters Finals – 6 títulos: 2 em Houston; 2 em Xangai; 2 em Londres
  • ATP 1000 – 27 títulos: 7 em Cincinnati; 5 em Indian Wells; 4 em Hamburgo; 3 em Madrid e em Miami; 2 em Xangai e em Toronto; 1 em Paris
  • ATP 500 – 22 títulos: 8 no Dubai; 6 em Basileia; 3 em Roterdão; 2 em Halle e em Viena; 1 em Tóquio
  • ATP 250 – 25 títulos: 7 em Halle; 3 em Basileia e em Doha; 2 em Bangkok; 1 em Brisbane, Estocolmo, Estoril, Estugarda, Gstaad, Istambul, Marselha, Milão, Munique e Sydney.

2 Março, 2019 at 9:16 pm Deixe um comentário

250 Títulos ATP de Federer, Nadal e Djokovic

Federer - Nadal - Djokovic - Títulos ATP - Actualizado 2018-10-15
Quadro actualizado com os 250 Torneios ATP conquistados por Roger Federer (98), Rafael Nadal (80) e Novak Djokovic (72)

(Grafismo interactivo, com possibilidade de filtrar por ano, por escalão, por vencedor ou por torneio)

Actualização a 28.10.2018 – Com a 9.ª vitória obtida no Torneio de Basileia, Roger Federer atingiu a marca de 99 títulos ATP.

15 Outubro, 2018 at 10:18 pm Deixe um comentário

Federer / Nadal / Djokovic – Grafismo interactivo

Federer - Nadal - Djokovic - Títulos ATP
Clicar na imagem para aceder ao grafismo interactivo, no qual podem consultar-se todos os titulos conquistados por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, filtrando por torneio, por escalão e por ano.

15 Setembro, 2018 at 7:17 pm Deixe um comentário

Novak Djokovic – Títulos por Torneio / ano

Djokovic - Titulos
Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Novak Djokovic, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).

10 Setembro, 2018 at 9:25 pm Deixe um comentário

Rafael Nadal – Títulos por Torneio / ano

Nadal-Titulos
Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Rafael Nadal, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).

10 Setembro, 2018 at 4:20 pm Deixe um comentário

Roger Federer – Títulos por Torneio / ano

Federer-Titulos
Clicar na imagem para visualizar um gráfico interactivo, com a lista de torneios ATP conquistados por Roger Federer, por local e por ano (clicando em cada um dos círculos no mapa, visualizam-se os anos em que venceu esse torneio; clicando em cada um dos anos na linha do gráfico, surgem indicados no mapa os torneios vencidos).

10 Setembro, 2018 at 11:15 am Deixe um comentário

Federer / Nadal / Djokovic – Títulos

Repartindo o domínio do ténis mundial nos últimos 15 anos – venceram, entre os três, 51 dos últimos 62 torneios do “Grand Slam” (mais de 80% do total), de que, aliás, são “recordistas” -, Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic (que acaba de vencer o  US Open, depois de ter triunfado já em Wimbledon) marcam uma era da história do ténis, consubstanciada, notavelmente, no seguinte palmarés a nível de títulos conquistados:

  Torneios             Federer     Nadal   Djokovic     Total

Grand Slam
   Austrália                6         1         6         13
   Roland Garros            1        11         1         13
   Wimbledon                8         2         4         14
   US Open                  5         3         3         11
                           20        17        14         51
ATP Masters 1000
   Cincinnati               7         1         1          9
   Hamburgo (até 2008)      4         1         -          5
   Indian Wells             5         3         5         13
   Madrid                   3         5         2         10
   Miami                    3         -         6          9
   Monte Carlo              -        11         2         13
   Paris                    1         -         4          5
   Roma                     -         8         4         12
   Toronto                  2         4         4         10
   Xangai                   2         -         3         _5
                           27        33        31         91
ATP Tour 500               20        20        12         52
ATP Tour 250               25         9         9         43
ATP World Tour Final        6         -         5         11
Jogos Olímpicos             -         1         -          1 
    Total                  98        80        71        249

De entre os torneios do “ATP Tour 500”, destacam-se os 11 triunfos de Nadal em Barcelona, os 7 de Federer no Dubai (para além de 5 em Basileia) e os 6 de Djokovic em Pequim (que venceu também no Dubai por 4 vezes).

Nos torneios do “ATP Tour 250”, realce para os 7 triunfos de Federer em Halle (assim como 3 outras vitórias em Basileia).

Rafael Nadal sagrou-se Campeão Olímpico em Pequim, em 2008 (tendo Novak Djokovic obtido a medalha de bronze). Roger Federer foi medalha de prata em Londres, em 2012.

Em pares, Roger Federer foi também Campeão Olímpico em Pequim, em 2008, fazendo dupla com Stanislas Wawrinka; por seu lado, Rafael Nadal foi igualmente Campeão Olímpico em 2016, no Rio de Janeiro, em parceria com Marc López.

Rafael Nadal conquistou ainda, por 4 vezes, a Taça Davis, pela selecção de Espanha (em 2004, 2008, 2009 e 2011), tendo Novak Djokovic vencido a prova, pela Sérvia, em 2010, enquanto Federer liderou a equipa suíça na vitória averbada em 2014.

No que respeita especificamente a torneios do “Grand Slam”, são os seguintes os números mais significativos de cada um destes três “grandes”:

  Grand Slam           Federer     Nadal   Djokovic     Total

Total de encontros        
   Ganhos                 343*      247       260***     850
   Perdidos                54        37**      41        132
                          397       284       301        982
Total de "sets"        
   Ganhos                1056       760       791       2607
   Perdidos               278       191       228        697
                         1334       951      1019       3304
Total de "tie-breaks"
   Ganhos                 136        78        96        310
   Perdidos                65        48        54        167
                          201       126       150        477
Total de finais        
   Vitórias                20        17        14         51
   Derrotas                10         7         9         26
                           30        24        23         77
Total de 1/2 finais
   Vitórias                30        24        23         77
   Derrotas                13         5        10         28
                           43        29        33        105

* Federer – 4 vitórias por “falta de comparência” de adversários
** Nadal – 1 derrota por “falta de comparência”
*** Djokovic – 2 vitórias por “falta de comparência” de adversários

Os vencedores dos outros 11 torneios do “Grand Slam” (desde a primeira vitória de Roger Federer, em Wimbledon, em 2003) foram: Andy Murray (3 – US Open 2012 e Wimbledon 2013 e 2016); Stanislas Wawrinka (3 – Austrália 2014, Roland Garros 2015 e US Open 2016); Andy Roddick (US Open 2003); Gastón Gaudio (Roland Garros 2004); Marat Safin (Austrália 2005); Juan Martín del Potro (US Open 2009); e Marin Čilić (US Open 2014).

10 Setembro, 2018 at 12:39 am Deixe um comentário

Optimista

Podia fazer aqui uma espécie de “pot-pourri” de temas que mais me interessam: desde a “Memória”, em termos gerais, a Tomar, mais em particular; do presente e futuro do jornalismo às perspectivas sombrias que assolam a Europa; da questão dos refugiados e das migrações às incertezas sobre as saídas profissionais dos nossos filhos (a tal geração mais qualificada de sempre); em termos pessoais, do indelével elo que, desde há cerca de quatro anos, estabeleci com a Bulgária, o país mais pobre da União, onde a extrema-direita racista chegou recentemente ao poder, tendo sob mira as minorias turca e cigana, segregadas e cada vez mais intoleradas.

Enquanto “coleccionador de histórias”, podia também recordar um episódio com contornos caricatos, que, em 1998, vivi em Bissau: o de, durante a semana, ver toda a gente a olhar para a lua, procurando antecipar o início do Ramadão – e consequente dia feriado –, que, tendo chegado precisamente na sexta-feira, me impediu de confirmar o voo de regresso, numa altura em que a ligação aérea Bissau-Lisboa estava completamente lotada e a duração da reserva no hotel tinha entretanto chegado ao fim, tal como o dinheiro de que dispunha para a missão…

Eu, que me vejo, não propriamente pessimista, mas, de forma geral, mais realista, optei, porém, por deixar aqui de lado as magnas preocupações que nos envolvem nestes dias cinzentos – por outros, bastante mais abalizados para versar estes assuntos, amiúde abordadas –, preferindo expressar, por um prisma positivo, uma outra grande paixão, como é a do desporto.

E, sobretudo, o exemplo que nos é apontado por aquele que será, porventura, o maior desportista mundial de todos os tempos, especialmente na medida em que é praticante de uma modalidade individual, em que um encontro pode chegar a durar até três ou mais horas.

Reunindo características únicas de carisma e virtuosidade, talento e versatilidade, combinando estética e técnica, empenho e profissionalismo, humildade e respeito (pelos adversários e pelo público), numa longeva carreira de mais de vinte anos, praticamente sempre ao mais alto nível – cumprem-se agora precisamente 15 anos sobre a primeira das suas vinte vitórias em torneios do “Grand Slam”, em Wimbledon –, Roger Federer conta quase uma centena de competições ganhas, com mais de 300 semanas como n.º 1 do ranking mundial, somando cinco estatuetas dos “Óscares do desporto”, os prémios Laureus, sendo, paralelamente, o atleta que maiores proventos alcançou em toda a história no decurso da sua actividade desportiva.

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 Roger Federer: a sua primeira grande vitória ocorreu faz hoje 15 anos

Logo em 2003 criou a “Roger Federer Foundation”, visando apoiar crianças carenciadas e promover o seu acesso à instrução e ao desporto, intervindo fundamentalmente na região da África Austral (África do Sul, Botswana, Malawi, Namíbia, Zâmbia e Zimbabwe), propondo-se agora abranger, num horizonte de curto prazo, um milhão de crianças!

Ora – sendo a publicidade a “força motriz” que faz girar o mundo –, depois de mais de vinte anos como rosto da Nike, prestes a completar 37 anos de idade, o suíço aceitou passar a ser o “embaixador”, a âncora maior de divulgação, da marca japonesa de roupa UNIQLO (acrónimo para a denominação inicial de Unique Clothing Warehouse), fundada em 1984 por Tadashi Yanai, no seu trilho para se tornar uma marca global – procurando desde já notabilizar-se, gerando “buzz” ainda antes que a maior montra desportiva do planeta, os Jogos Olímpicos de 2020, chegue ao Japão –, visando suplantar gigantes mundiais como a Inditex e a H&M, tendo como ambicioso objectivo atingir, já nesse ano de 2020, os 50.000 milhões de dólares de facturação!

Percebe-se, assim, como será possível pagar a Federer – o maior “avalista” de imagens de marca do mundo, representante, entre outras, das luxuosas RolexMercedes-Benz ou Moët & Chandon (só Cristiano Ronaldo e LeBron James estarão, actualmente, na sua faixa de honorários) – cerca de 300 milhões de dólares, por um contrato de dez anos (independentemente do previsto termo de carreira a curto/médio prazo) – o qual, em termos comparativos, e para se percepcionar melhor o que está em causa, acumulou, ao longo de todo o seu trajecto profissional de mais de vinte anos, um montante global de cerca de 116 milhões de dólares em prémios.

Nas palavras de Tadashi Yanai, ao anunciar esta extraordinária parceria: «Compartilhamos uma meta de operar mudanças positivas no mundo, e espero que, juntos, possamos proporcionar a mais alta qualidade de vida para o maior número de pessoas».

Ao que o grande campeão retorquiu: «Estou profundamente implicado com o ténis e com o triunfo em competições. Mas, tal como a UNIQLO, também tenho grande amor pela vida, cultura e humanidade. Partilhamos uma forte paixão por ter um impacto positivo no mundo em nosso redor, ansiando por conjugar os nossos esforços criativos».

Sem ignorar que, para a empresa, antes de preocupações a nível da sua responsabilidade social, importará, em primeira instância, o lucro – aliás, como condição determinante para a sua própria perenidade –, quero crer que não terão sido em vão as palavras de Yanai, assim como, da parte de Federer – que nem sequer teria a possibilidade física de usar em “proveito próprio” o imenso pecúlio já antes angariado (estimado em mais de 500 milhões de dólares) –, os seus actos no passado constituirão um bom garante do compromisso agora novamente expresso.

Continuo optimista que, à nossa ínfima escala individual, procurando replicar o seu exemplo, seremos capazes, cada um, de dar também pequenos contributos para uma sociedade menos desequilibrada, e, principalmente, mais solidária.

(texto escrito para publicação no Delito de Opinião, acedendo ao gentil convite de Pedro Correia, a quem agradeço a oportunidade)

6 Julho, 2018 at 4:00 pm Deixe um comentário

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