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Grandes clássicos das competições europeias – (24) Manchester United – Benfica

Manchester_United Benfica

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1965-66 TCE   1/4  M.United-Benfica 3-2   Benfica-M.United 1-5
1967-68 TCE  Final M.United-Benfica 4-1   (Estádio de Wembley)
2005-06 LCE  Grupo M.United-Benfica 2-1   Benfica-M.United 2-1
2006-07 LCE  Grupo Benfica-M.United 0-1   M.United-Benfica 3-1
2011-12 LCE  Grupo Benfica-M.United 1-1   M.United-Benfica 2-2
2017-18 LCE  Grupo Benfica-M.United 0-1   M.United-Benfica 2-0

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Manchester United - Benfica        11    8    2    1   25 - 11

Num dos dois “Grandes clássicos das competições europeias” em que é interveniente um clube português, o balanço do confronto directo entre Manchester United e Benfica é claramente desequilibrado a favor do emblema inglês, registando o Benfica uma única vitória, em 11 jogos disputados.

Nestes encontros, destaca-se, em especial, o da Final da Taça dos Campeões Europeus da época de 1967-68, disputado em Londres, no Estádio de Wembley, com uma igualdade a um golo no final do tempo regulamentar, tendo a formação inglesa marcado três tentos no prolongamento, num período de apenas três minutos.

Assim como, por outro lado, o triunfo alcançado pelo Benfica na última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões de 2005-06, que lhe proporcionou o apuramento para os 1/8 de final (fase em que a equipa portuguesa superaria o então Campeão Europeu em título, Liverpool, vindo depois a ser afastada pelo futuro Campeão, Barcelona), tendo, em paralelo, eliminado o Manchester United.

A estreia dos confrontos entre os dois clubes remonta a 1965-66, época em que o Manchester United, depois de eliminar o Benfica (com uma sensacional goleada de 5-1 no Estádio da Luz), viria a ser surpreendido, nas meias-finais, pelo Partizan de Belgrado.

Também já na era da “Liga dos Campeões”, em 2006-07, a turma inglesa, vencedora do seu grupo de apuramento, afastaria ainda o Lille e a Roma (com uma goleada por 7-1), tendo sido desfeiteada nas meias-finais, pelo AC Milan.

Adicionalmente, os dois empates averbados na temporada de 2011-12 (1-1 na Luz e 2-2 em Old Trafford) contribuíram para que o Benfica vencesse o grupo (à frente do Basileia), tendo resultado, de novo, no afastamento da prova do então vice-campeão europeu, Manchester United (que, aliás, marcara presença na Final da competição em três das quatro épocas precedentes).

Nessa época o Benfica ultrapassaria ainda o Zenit (nos 1/8 de final), vindo a cair perante o Chelsea, clube que acabaria igualmente por conquistar o título.

Por fim, em 2017-18, o Manchester United, depois de ter sido igualmente 1.º classificado do grupo, seria eliminado logo nos 1/8 de final, pelo Sevilla.

17 Setembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Lituânia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Lituânia Lituânia – Ernestas Šetkus, Saulius Mikoliūnas, Markus Palionis, Edvinas Girdvainis, Vytautas Andriuškevičius, Domantas Šimkus, Vykintas Slivka, Modestas Vorobjovas, Mantas Kuklys (69m – Artūras Žulpa), Ovidijus Verbickas (77m – Donatas Kazlauskas)e Karolis Laukžemis (65m – Deimantas Petravičius)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Raphaël Guerreiro, Rúben Neves, William Carvalho, Bruno Fernandes (56m – Rafa Silva), Cristiano Ronaldo (79m – Gonçalo Guedes), João Félix e Bernardo Silva (89m – Pizzi)

0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 7m
1-1 – Vytautas Andriuškevičius – 28m
1-2 – Cristiano Ronaldo – 62m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 65m
1-4 – Cristiano Ronaldo – 76m
1-5 – William Carvalho – 90m

Cartões amarelos – Não houve

Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)

Ter-nos-emos tornado demasiado exigentes?

Portugal ganha – em terrenos e frente a adversários em que, noutras ocasiões, por várias vezes, registava comprometedores resultados – e goleia (e, em concreto, no jogo desta noite, teve oportunidades para praticamente duplicar o resultado!)… mas não estamos satisfeitos.

Sobretudo porque a exibição não foi constante, nem sequer nivelada, ao longo dos noventa minutos, ao invés, denotando significativas oscilações.

E, desta vez, o que seria porventura o mais difícil – marcar o primeiro golo – até sucederia bem cedo, logo aos sete minutos, na conversão de uma grande penalidade.

Porém, ao invés de libertar a equipa para, tranquilamente, explanar a superior qualidade do seu futebol, a selecção portuguesa pareceu ter “desaparecido” do jogo, permitindo à Lituânia acreditar que – principalmente por via do recurso a lançamentos em profundidade – seria possível criar perigo. E não demoraria muito que a formação da casa chegasse mesmo ao golo, na sequência de um canto.

O conjunto nacional pareceu acusar o (inesperado) tento sofrido, denotando alguma ansiedade, pese embora João Félix tenha visto o guardião contrário negar duas boas ocasiões.

Fernando Santos também não estava satisfeito, mexendo na equipa pouco depois do início da segunda parte, fazendo entrar Rafa para o lugar de Bruno Fernandes, buscando maior mobilidade nas alas.

O tempo corria rápido e o golo não surgia… outra vez com João Félix (e também Bernardo Silva) a não conseguirem materializar em golos as oportunidades de que dispuseram.

Valeu então, já com mais de uma hora de jogo, um lance infeliz do guarda-redes – que vários “golos” salvara já antes -, a deixar a bola escapar-se para as suas redes, após um remate frouxo de Cristiano Ronaldo, a ressaltar no ombro de Šetkus, assim possibilitando, enfim, desbloquear uma partida que parecia complicar-se.

Sem dar tempo à Lituânia para se recompor, apenas três minutos volvidos, seria novamente Cristiano Ronaldo a sentenciar o desfecho da partida, com o seu terceiro golo. Chegaria ainda ao poker, atingindo a “estratosférica” marca de 93 golos apontados com a camisola das quinas.

A contagem seria encerrada, com William Carvalho outra vez a marcar (depois do oportuno golo apontado na Sérvia), já em período de compensação.

No final, a sensação foi a de dever cumprido (outra vez com um resultado amplo, porém, bem melhor que a exibição), na contagem decrescente para o apuramento, agora a três vitórias de distância (sendo que falta receber os dois últimos classificados, visitar o Luxemburgo… e a Ucrânia).

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        4     2     2     -    10 -  4     8
3º Sérvia          5     2     1     2    10 - 12     7
4º Luxemburgo      5     1     1     3     5 -  8     4
5º Lituânia        5     -     1     4     4 - 15     1

6ª jornada

10.09.2019 – Luxemburgo – Sérvia – 1-3
10.09.2019 – Lituânia – Portugal – 1-5
(mais…)

10 Setembro, 2019 at 11:59 pm Deixe um comentário

Sérvia – Portugal (Europeu 2020 – Qualif.)

Sérvia Sérvia – Marko Dmitrović, Nikola Milenković, Nikola Maksimović, Matija Nastasić, Aleksandar Kolarov, Nemanja Matić, Luka Milivojević (87m – Luka Jović), Darko Lazović (59m – Adem Ljajić), Dušan Tadić, Filip Kostić (83m – Aleksandar Katai) e Aleksandar Mitrović

Portugal Portugal – Rui Patrício, Nélson Semedo (65m – João Cancelo), José Fonte, Rúben Dias, Raphaël Guerreiro, Danilo Pereira, William Carvalho, Bruno Fernandes (85m – João Moutinho), Cristiano Ronaldo, Gonçalo Guedes (70m – João Félix) e Bernardo Silva

0-1 – William Carvalho – 42m
0-2 – Gonçalo Guedes – 58m
1-2 – Nikola Milenković – 68m
1-3 – Cristiano Ronaldo – 80m
2-3 – Aleksandar Mitrović – 85m
2-4 – Bernardo Silva – 86m

Cartões amarelos – Nikola Maksimović (10m) e Aleksandar Kolarov (65m); Rúben Dias (40m) e William Carvalho (89m)

Árbitro – Cüneyt Çakır  (Turquia)

Quer pela lógica dos “rankings”, quer pelos resultados até então averbados na presente fase de qualificação, o desafio de Belgrado adivinhava-se quase como uma “final”, no que à decisão de apuramento (reservado aos dois primeiros classificados de cada grupo) respeita.

Apesar de estarmos ainda numa ronda relativamente prematura – para a selecção portuguesa – desta disputa, os comprometedores empates cedidos em casa ante os dois principais rivais colocavam já uma pressão importante, sendo praticamente “proibido” perder.

Ciente também do seu superior potencial, a equipa nacional entrou em campo determinada a assumir a iniciativa do jogo, perante uma formação da Sérvia na expectativa.

Assim decorreram os primeiros vinte minutos, com Portugal a controlar o jogo e a posse de bola, mas, com baixa intensidade e a ritmo denunciado, aparentemente incapaz de contornar a bem escalonada defensiva contrária, assente num rigoroso posicionamento táctico e na compleição física dos seus defesas.

Passada essa fase inicial, a equipa visitada começou a conseguir fazer chegar a bola a zonas mais adiantadas, através de rápidas transições, a solicitar os extremos. Entre os 30 e os 40 minutos, por uma, duas, três ocasiões, Tadić e Mitrović, levando a melhor em velocidade, geraram perigo junto da baliza de Rui Patrício, obrigado a aplicar-se para manter o marcador em branco.

Adivinhava-se o golo… que, contra o que era então a tendência do jogo, surgiria para Portugal, de forma algo fortuita: na sequência de um lançamento de Bruno Fernandes, houve uma falha de comunicação entre o guardião Dmitrović e Milenković, os dois a tentar ir à bola, a chocar, e o esférico a sobrar para William Carvalho, em zona em que não é vulgar a parecer, oportuno, a empurrar a bola para o fundo da baliza.

Na segunda metade, o cariz do encontro seria radicalmente diferente, com a Sérvia a ser forçada a correr mais riscos, em busca do golo, o que, naturalmente, proporcionaria espaços à turma portuguesa. Já depois de ter ameaçado por duas vezes, ambas por Cristiano Ronaldo, Portugal ampliaria a contagem, numa excelente execução de Gonçalo Guedes, descaído sobre a esquerda, a conseguir isolar-se frente ao guarda-redes.

Quando se esperaria que Portugal conseguisse fazer serenar a partida, controlando a boa vantagem já adquirida, a Sérvia conseguiria mesmo marcar e até poderia ter igualado o “placard”, logo de seguida, não fosse a intervenção de Rui Patrício, perante Ljajić.

O jogo estava agora, aberto, bem vivo, dando oportunidade a uma notável abertura de Bernardo Silva para Cristiano Ronaldo, que, eficaz, apontaria o terceiro tento português. Faltavam dez minutos para o final e a vitória estava confirmada… ou talvez não…

Na zona intermediária, Bruno Fernandes teria um passe infeliz, para trás, a libertar a rápida progressão de Tadić, que ofereceu o segundo golo a Mitrović.

Num confronto repleto de cambiantes, Portugal colocava-se à mercê de uns potencialmente “infernais” cinco minutos derradeiros. Mas a incerteza seria de pouca dura: no minuto imediato, Bernardo Silva colocaria o ponto final no jogo, fixando o 4-2.

Contrariamente ao que tem sido a “imagem de marca” da selecção portuguesa, o sector defensivo pareceu, desta vez, ser o mais oscilante, incapaz de transmitir a segurança necessária, com a metade ofensiva, em contraponto, com grande eficácia – mesmo após as dificuldades que denotara em todo o primeiro tempo -, a conseguir alcançar uns notáveis quatro golos no “Marakana” (reduto do Crvena Zvezda), obtendo assim um triunfo que poderá ser determinante para o que falta disputar.

De facto, foi suficiente um único encontro para que a situação se invertesse, a favor de Portugal: “bastar-lhe-á” agora vencer os quatro desafios ante as duas selecções teoricamente menos cotadas (Luxemburgo e Lituânia) para, matematicamente, garantir o apuramento; disporá ainda, adicionalmente, da partida na Ucrânia para, eventualmente, disputar o 1.º lugar.

GRUPO B           Jg     V     E     D       G       Pt
1º Ucrânia         5     4     1     -    11 -  1    13
2º Portugal        3     1     2     -     5 -  3     5
3º Luxemburgo      4     1     1     2     4 -  5     4
4º Sérvia          4     1     1     2     7 - 11     4
5º Lituânia        4     -     1     3     3 - 10     1

5ª jornada

07.09.2019 – Lituânia – Ucrânia – 0-3
07.09.2019 – Sérvia – Portugal – 2-4
(mais…)

7 Setembro, 2019 at 9:40 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos

Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
Sevilla         D. Kyiv         Basel           Sporting
APOEL           København       Krasnodar       PSV Eindhoven
Qarabağ         Malmö           Getafe          Rosenborg
Dudelange       Lugano          Trabzonspor     LASK Linz

Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Lazio           Arsenal         FC Porto        CSKA Moskva
Celtic          E. Frankfurt    Young Boys      Ludogorets
Rennes          Standard Liège  Feyenoord       Espanyol
CFR Cluj        V. Guimarães    Rangers         Ferencváros

Grupo I         Grupo J         Grupo K         Grupo L
Wolfsburg       Roma            Beşiktaş        Man. United
Gent            B. M'gladbach   Sp. Braga       Astana
Saint-Étienne   Başakşehir      Wolverhampton   Partizan
Oleksandriya    Wolfsberger     Slovan Bratisl. AZ Alkmaar

A primeira jornada disputa-se já no próximo dia 19 de Setembro, estando agendado para 12 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.

A Final da Liga Europa desta temporada disputa-se no Stadion Energa Gdańsk, na Polónia, a 27 de Maio de 2020.

30 Agosto, 2019 at 12:46 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias

Ao longo de 64 anos de provas europeias de clubes, regista-se um conjunto de 24 confrontos directos entre alguns dos principais clubes da Europa, os quais se repetiram já por mais de dez vezes.

São os grandes clássicos das competições europeias (a que, numa série a desenvolver nos próximos meses, voltaremos de forma bem mais detalhada):

                                    J    V    E    D   GM   GS
Real Madrid - Bayern München       26   12    3   11   41 - 39
Real Madrid - Juventus             21   10    2    9   26 - 25
Real Madrid - AC Milan             15    6    3    6   24 - 25
Real Madrid - Internazionale       15    6    2    7   20 - 19
Real Madrid - Ajax                 14    8    1    5   27 - 15
Real Madrid - Borussia Dortmund    14    6    5    3   24 - 19
Real Madrid - AS Roma              12    8    1    3   24 -  9
Real Madrid - FC Porto             12    9    1    2   23 - 10
Real Madrid - Manchester United    11    5    4    2   22 - 17
Barcelona - AC Milan               19    8    6    5   30 - 23
Barcelona - Chelsea                17    6    6    5   29 - 21
Barcelona - Celtic                 14    9    3    2   30 - 10
Barcelona - Juventus               13    4    4    5   15 - 14
Barcelona - Manchester United      13    6    4    3   24 - 15
Barcelona - Internazionale         12    6    4    2   20 -  9
Barcelona - Paris Saint-Germain    11    5    3    3   22 - 16
Juventus - Ajax                    14    6    5    3   17 - 12
Juventus - Manchester United       14    6    2    6   17 - 17
Juventus - Olympiakos              12    8    2    2   25 -  9
Manchester United - Bayern München 11    2    5    4   13 - 16
Manchester United - Benfica        11    8    2    1   25 - 11
Bayern München - Anderlecht        12    7    2    3   25 - 14
Bayern München - Arsenal           12    7    2    3   27 - 13
AC Milan - Ajax                    14    5    4    5   12 - 18

Em função do sorteio desta tarde, da fase de grupos da Liga dos Campeões, Barcelona e Inter reencontrar-se-ão para (pelo menos) mais dois jogos na presente temporada.

29 Agosto, 2019 at 8:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2019-20 – Sorteio da Fase de Grupos

Grupo A         Grupo B         Grupo C         Grupo D
P. St.-Germain  Bayern          Man. City       Juventus
Real Madrid     Tottenham       Shakhtar        At. Madrid
Brugge          Olympiakos      D. Zagreb       B. Leverkusen
Galatasaray     Crvena Zvezda   Atalanta        Lok. Moskva

Grupo E         Grupo F         Grupo G         Grupo H
Liverpool       Barcelona       Zenit           Chelsea
Napoli          B. Dortmund     Benfica         Ajax
RB Salzburg     Inter           Lyon            Valencia
Genk            Slavia Praha    RB Leipzig      Lille

A primeira jornada disputa-se já nos próximos dias 17 e 18 de Setembro, estando agendado para 10 e 11 de Dezembro o termo desta fase de Grupos.

A Final da Liga dos Campeões desta temporada disputa-se no “Atatürk Olimpiyat Stadı”, em Istambul, na Turquia, a 30 de Maio de 2020.

29 Agosto, 2019 at 6:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 2019-20 – Ranking global acumulado dos 32 clubes participantes

LCE-2019-20-Ranking
Os principais clubes ausentes desta 28.ª edição da “Liga dos Campeões” são: Manchester United (4.º lugar no ranking global da prova); Arsenal (6.º); FC Porto (7.º); AC Milan (9.º); Roma (18.º); PSV (23.º); Monaco (27.º); Schalke 04 (28.º); Panathinaikos (29.º); e Spartak Moscovo (30.º).

29 Agosto, 2019 at 1:51 pm Deixe um comentário

I Liga / I Divisão – 2.400 Jornadas – Ranking global

Com a disputa da 2.ª Jornada do campeonato da I Liga da temporada de 2019-20 (86.ª edição da prova), completam-se (para os três clubes totalistas) 2.400 jornadas na principal competição de futebol em Portugal, com o seguinte ranking acumulado (épocas de 1934-35 a 2019-20), considerando o sistema de pontuação de 2 pontos/vitória (vigente durante 61 temporadas):

Ranking I Liga - 2400 Jornadas
(clicar no quadro para ampliar)

Notas:

  • No campeonato da época de 1986-87, Benfica e Sp. Braga foram sancionados, ambos, com derrota por 0-3, no jogo que disputaram na última jornada
  • No campeonato da época de 2007-08, Belenenses e U. Leiria foram sancionados com dedução de 3 pontos
  • No campeonato da época de 2008-09, E. Amadora foi sancionado com dedução de 3 pontos
  • Rio Ave e V. Guimarães têm em atraso o jogo da 1.ª ronda da época de 2019-20

20 Agosto, 2019 at 10:00 pm Deixe um comentário

Benfica vencedor da International Champions Cup

International Champions CupÉ verdade que se trata meramente de um torneio de pré-época, e com especificidades de “calendário”, uma vez que cada clube apenas disputa três jogos, cruzando-se, pois, com adversários de distinta valia e em diferentes estágios de preparação, mas não deixa de ser altamente prestigiante para o Benfica a conquista da edição deste ano da “International Champions Cup“, fruto dos três triunfos obtidos: 3-0 frente ao Guadalajara; 2-1 à Fiorentina; e 1-0 ao AC Milan.

É a seguinte a classificação final do torneio:

                       Jg    V   VP   DP    D      G      Pt
 1º Benfica             3    3    -    -    -    6 -  1    9
 2º At. Madrid          3    2    1    -    -    9 -  4    8
 3º Manchester United   3    2    1    -    -    5 -  3    8
 4º Arsenal             3    2    -    1    -    7 -  3    7
 5º Bayern              3    2    -    -    1    5 -  3    6
 6º Tottenham           3    1    -    1    1    5 -  5    4
 7º Inter               3    -    1    1    1    2 -  3    3
 8º Fiorentina          3    1    -    -    2    3 -  6    3
 9º Juventus            3    -    1    -    2    4 -  6    2
10º Real Madrid         3    -    1    -    2    6 - 12    2
11º AC Milan            3    -    -    1    2    2 -  4    1
12º Guadalajara         3    -    -    1    2    1 -  5    1

3 Agosto, 2019 at 7:48 pm Deixe um comentário

Egan Bernal vencedor do “Tour de France”

A 106.ª edição do “Tour de France”, caracterizada por grande equilíbrio de forças entre os primeiros, regista a estreia de um novo vencedor, o jovem (apenas 22 anos) colombiano Egan Bernal, uma estrela em ascensão no firmamento do ciclismo mundial (15.º na sua primeira experiência na prova, no ano passado), que se impôs na montanha, tendo destronado, a dois dias do final da corrida, o francês Julian Alaphilippe, o qual envergara a camisola amarela quase de início a fim.

Na ausência de Christopher Froome (por lesão), a sua equipa (agora sob a denominação Ineos) consegue a proeza de, em três anos sucessivos, ter no seu seio três vencedores da principal prova velocipédica por etapas (depois do triunfo do galês Geraint Thomas na edição precedente, agora 2.º classificado), um sensacional feito, sem paralelo no longo historial da competição.

Para além dos dois primeiros, destaque ainda para o holandês Steven Kruijswijk, a progredir do 5.º lugar do ano passado até ao último posto do pódio e para o alemão Emanuel Buchmann, para além do excelente desempenho de Alaphilippe, apenas a fraquejar nas duas últimas etapas dos Alpes.

Mikel Landa é também repetente no “top 10”, tendo subido uma posição em relação à prova anterior. Com Rigoberto Uran e Nairo Quintana (também com ligeira melhoria, do 10.º ao 8.º lugar), a Colômbia – além de, pela primeira vez, ter um seu nacional como vencedor, 35 anos depois da estreia de “Lucho” Herrera no “Tour” – consegue um assinalável trio entre os dez primeiros da geral!

Ainda uma palavra para Thibaut Pinot, a maior esperança francesa para um eventual triunfo (3.º classificado em 2014), que, uma vez mais (pela 4.ª participação consecutiva), não conseguiu terminar a prova, tendo sofrido uma rotura muscular na antepenúltima etapa, altura em que ocupava o 5.º lugar da classificação geral, apenas a vinte segundos do então 2.º, Egan Bernal.

Quanto aos portugueses, uma passagem absolutamente discreta, com o único facto digno de registo a ser o 11.º lugar de Nélson Oliveira no contra-relógio individual (a 2 segundos do 10.º classificado, e 33 segundos à frente de Egan Bernal, somente 22.º nessa etapa). Para além disso, fica apenas a nota de terem conseguido, os três, chegar a Paris…

Classificação geral final:

1.º Egan Bernal (Colômbia) – Team Ineos – 82h 57′ 00”
2.º Geraint Thomas (Grã-Bretanha) – Team Ineos – a 01′ 11”
3.º Steven Kruijswijk (Holanda) – Team Jumbo – Visma – a 01′ 31”
4.º Emanuel Buchmann (Alemanha) – Bora – Hansgroe – a 01′ 56”
5.º Julian Alaphilippe (França) – Deceuninck – Quick – Step – a 04′ 05”
6.º Mikel Landa Meana (Espanha) – Movistar Team – a 04′ 23”
7.º Rigoberto Uran (Colômbia) – EF Education First – a 05′ 15”
8.º Nairo Quintanta (Colômbia) – Movistar Team – a 05′ 30”
9.º Alejandro Valverde (Espanha) – Movistar Team – a 06′ 12”
10.º Warren Barguil (França) – Team Arkea – Samsic – a 07′ 32”

53.º Rui Costa (Portugal) – UAE Team Emirates – a 1h 59′ 02”
79.º Nélson Oliveira (Portugal) – Movistar Team – a 2h 35′ 51”
128.º José Gonçalves (Portugal) – Team Katusha Alpecin – a 3h 47′ 15”

É a seguinte a lista completa dos vencedores da maior prova de ciclismo mundial:

  • 5 vitórias – Jacques Anquetil (1957, 1961, 1962, 1963 e 1964), Eddy Merckx (1969, 1970, 1971, 1972 e 1974), Bernard Hinault (1978, 1979, 1981, 1982 e 1985) e Miguel Indurain (1991, 1992, 1993, 1994 e 1995);
  • 4 vitórias – Christopher Froome (2013, 2015, 2016 e 2017)
  • 3 vitórias – Philippe Thys (1913, 1914 e 1920), Louison Bobet (1953, 1954 e 1955) e Greg Lemond (1986, 1989 e 1990)
  • 2 vitórias – Lucien Petit-Breton (1907 e 1908), Firmin Lambot (1919 e 1922), Ottavio Bottecchia (1924 e 1925), Nicolas Frantz (1927 e 1928), André Leducq (1930 e 1932), Antonin Magne (1931 e 1934), Sylvère Maes (1936 e 1939), Gino Bartali (1938 e 1948), Fausto Coppi (1949 e 1952), Bernard Thévenet (1975 e 1977), Laurent Fignon (1983 e 1984) e Alberto Contador (2007 e 2009);
  • 1 vitória – Maurice Garin (1903), Henri Cornet (1904), Louis Trousselier (1905), René Pottier (1906), François Faber (1909), Octave Lapize (1910), Gustave Garrigou (1911), Odile Defraye (1912), Léon Scieur (1921), Henri Pélissier (1923), Lucien Buysse (1926), Maurice De Waele (1929), Georges Speicher (1933), Romain Maes (1935), Roger Lapébie (1937), Jean Robic (1947), Ferdi Kubler (1950), Hugo Koblet (1951), Roger Walkowiak (1956), Charly Gaul (1958), Federico Bahamontes (1959), Gastone Nencini (1960), Felice Gimondi (1965), Lucien Aimar (1966), Roger Pingeon  (1967), Jan Janssen (1968), Luis Ocaña (1973), Lucien Van Impe (1976), Joop Zoetemelk (1980), Stephen Roche (1987), Pedro Delgado (1988), Bjarne Riis (1996), Jan Ullrich (1997), Marco Pantani (1998), Oscar Pereiro (2006), Carlos Sastre (2008), Andy Schleck (2010), Cadel Evans (2011), Bradley Wiggins (2012), Vincenzo Nibali (2014), Geraint Thomas (2018) e Egan Bernal (2019).

A competição não se disputou nas épocas das duas Guerras Mundiais (1915 a 1918 e 1940 a 1946). Foram anuladas as classificações (7 vitórias) de Lance Armstrong nas edições de 1999 a 2005.

28 Julho, 2019 at 8:26 pm Deixe um comentário

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