Posts filed under ‘Desporto’

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
LASK Linz – PSV Eindhoven – 4-1
Rosenborg – Sporting – 0-2

1º Sporting, 9; 2º LASK Linz e PSV Eindhoven, 7; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
Standard Liège – E. Frankfurt – 2-1
V. Guimarães – Arsenal – 1-1 (06.11.2019)

1º Arsenal, 10; 2º Standard Liège e E. Frankfurt, 6; 4º V. Guimarães, 1

Grupo G
Rangers – FC Porto – 2-0
Feyenoord – Young Boys – 1-1

1º Young Boys e Rangers, 7; 3º Feyenoord e FC Porto, 4

Grupo K
Wolverhampton – Slovan Bratislava – 1-0
Sp. Braga – Beşiktaş – 3-1

1º Sp. Braga, 10; 2º Wolverhampton, 9; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final os seguintes clubes: Sevilla, Basel, Celtic, Espanyol e Manchester United.
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7 Novembro, 2019 at 9:59 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Paris St.-Germain – Brugge – 1-0
Real Madrid – Galatasaray – 6-0

1º Paris St.-Germain, 12; 2º Real Madrid, 7; 3º Brugge, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo B
Bayern – Olympiakos – 2-0
Crvena Zvezda – Tottenham – 0-4

1º Bayern, 12; 2º Tottenham, 7; 3º Crvena Zvezda, 3; 4º Olympiakos, 1

Grupo C
D. Zagreb – Shakhtar Donetsk – 3-3
Atalanta – Manchester City – 1-1

1º Manchester City, 10; 2º Shakhtar Donetsk e D. Zagreb, 5; 4º Atalanta, 1

Grupo D
Bayer Leverkusen – At. Madrid – 2-1
Lokomotiv Moskva – Juventus – 1-2

1º Juventus, 10; 2º At. Madrid, 7; 3º Lokomotiv Moskva e Bayer Leverkusen, 3

Grupo E
Napoli – RB Salzburg – 1-1
Liverpool – Genk – 2-1

1º Liverpool, 9; 2º Napoli, 8; 3º RB Salzburg, 4; 4º Genk, 1

Grupo F
B. Dortmund – Inter – 3-2
Barcelona – Slavia Praha – 0-0

1º Barcelona, 8; 2º B. Dortmund, 7; 3º Inter, 4; 4º Slavia Praha, 2

Grupo G
Lyon – Benfica – 3-1
Zenit – RB Leipzig – 0-2

1º RB Leipzig, 9; 2º Lyon, 7; 3º Zenit, 4; 4º Benfica, 3

Grupo H
Chelsea – Ajax – 4-4
Valencia – Lille – 4-1

1º Ajax, Chelsea e Valencia, 7; 4º Lille, 1

Ainda com duas rondas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões os seguintes clubes: Paris St.-Germain, Bayern e Juventus.

6 Novembro, 2019 at 9:58 pm 1 comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (17) Real Madrid – Roma

Real Madrid Roma

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
2001-02 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 1-2   Real Madrid-Roma 1-1
2002-03 LCE  Grupo Roma-Real Madrid 0-3   Real Madrid-Roma 0-1
2004-05 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 4-2   Roma-Real Madrid 0-3
2007-08 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 2-1   Real Madrid-Roma 1-2
2015-16 LCE   1/8  Roma-Real Madrid 0-2   Real Madrid-Roma 2-0
2018-19 LCE  Grupo Real Madrid-Roma 3-0   Roma-Real Madrid 0-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Real Madrid - Roma                 12    8    1    3   24 –  9

Os caminhos de Real Madrid e Roma nas competições europeias apenas se cruzaram pela primeira vez já no século XXI, tendo, desde então, integrado por quatro ocasiões o mesmo grupo da Liga dos Campeões (as três primeiras concentradas no quadriénio de 2001 a 2005).

A regra têm sido as vitórias do Real Madrid (oito, face a apenas três da Roma – tendo, curiosamente, duas delas sido obtidas em Madrid, enquanto, por seu lado, os “merengues” ganharam em cinco das suas seis deslocações a Roma!), destacando-se também o reduzido número de golos apontados pelos romanos (apenas nove, nos doze desafios disputados – tendo ficado a zero em metade dos encontros).

Nas duas situações de confrontos a eliminar, por coincidência repetiram-se os “placards” nos jogos em casa e fora, tendo a Roma vencido as duas partidas em 2008 e perdido os dois encontros em 2016. A formação italiana cairia logo de seguida, nos 1/4 de final, ante o futuro Campeão, Manchester United (em 2007-08); por seu lado, o Real Madrid prosseguiria o seu percurso triunfal, em 2015-16, para garantir o seu 11.º título (repetindo o desfecho da Final de 2014, impondo-se ao At. Madrid… desta feita no desempate da marca de grande penalidade).

Nas quatro temporadas em que partilharam o mesmo grupo, os dois clubes começaram por superar essa fase inicial em 2001-02 e 2002-03, assim como na época passada, com a Roma a quedar-se pela 2.ª fase de grupos nos dois primeiros casos, tendo sido eliminada nos 1/8 de final, pelo FC Porto, em 2018-19; em 2004-05 os italianos não conseguiram o apuramento, tendo sido mesmo útlimos classificados do seu grupo.

Quanto ao Real Madrid, sagrar-se-ia também Campeão Europeu em 2001-02 (9.º título), sendo afastado pela Juventus nas meias-finais no ano seguinte e, igualmente pela “Vecchia Signora”, em 2004-05 (nos 1/8 de final) – tal como sucederia em 2018-19, agora derrotado pelo Ajax, logo na primeira ronda a eliminar.

6 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª jornada –Olympique Lyonnais – Benfica

Olympique LyonnaisOlympique Lyonnais – Anthony Lopes, Léo Dubois, Jason Denayer, Joachim Andersen, Youssouf Koné, Jeff Reine-Adélaïde (73m – Bertrand Traoré), Thiago Mendes, Lucas Tousart, Houssem Aouar (90m – Marcelo), Moussa Dembélé e Memphis Depay (45m – Maxwel Cornet)

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro” (16m – Jardel Vieira), Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (45m – Haris Seferović), Florentino Luís, Gabriel Pires, Francisco “Chiquinho” Machado, Franco Cervi (73m – Luís Fernandes “Pizzi”) e Carlos Vinicius

1-0 – Joachim Andersen – 4m
2-0 – Memphis Depay – 33m
2-1 – Haris Seferović – 78m
3-1 – Bertrand Traoré – 89m

Cartões amarelos – Gabriel Pires (43m) e Florentino Luís (50m)

Árbitro – Björn Kuipers (Holanda)

Bruno Lage tinha “prometido” um Benfica que procuraria estar à altura da sua história europeia, com a ambição de seguir em frente na Liga dos Campeões, o que passava, inevitavelmente, pela obtenção de um resultado positivo em Lyon.

Independentemente dos méritos e razões justificativas das opções técnicas que tem tomado, a nível da composição do “onze” inicial, a verdade é que, tardando os resultados, a contestação a tais escolhas tende, naturalmente, a aumentar.

Em função de uma espécie de “caminho das pedras” que o clube vem percorrendo, a nível dos desfechos (negativos) que tem vindo a acumular, emerge a dúvida sobre se será sustentável – e se poderá vir algum dia a produzir frutos desportivos – a aposta num grupo tão jovem, cuja rentabilização pressuporá necessariamente a sua continuidade e maturação na equipa.

Neste contexto, dificilmente seria pior o início deste jogo, com o Benfica praticamente a entrar em campo a perder – na sequência de um pontapé de canto, com a equipa a denotar alguma passividade -, para, decorridos pouco mais de dez minutos, ver um dos (jovens) esteios da sua defesa ser forçado a sair (após ter passado mesmo por breve período de perda de sentidos, sendo retirado de maca, com colar cervical) na sequência de um contundente embate do seu próprio guardião.

Não obstante, no imediato, a equipa até pareça não ter acusado em demasia o tento sofrido, a verdade é que as circunstâncias do jogo se alteraram, com a formação portuguesa a ter de assumir o risco, deixando espaço ao Lyon – que logo adoptara uma estratégia de curtas trocas de bola, fazendo o adversário correr atrás dela – para rápidas transições, de que, aliás, viria a surgir o segundo golo, com o (ainda inexperiente) lateral direito a não ter velocidade (nem matreirice) para travar tal investida.

Com pouco mais de meia hora jogada, a missão benfiquista tornara-se já quase “impossível”, em contraponto a uma situação muito confortável no jogo por parte da turma francesa, proporcionada pela vantagem averbada e pela forma como cada equipa podia conduzir a respectiva dinâmica dentro de campo, com o Lyon a dominar por completo, perante a incapacidade de construir jogo denotada pelo opositor.

Ao intervalo, Bruno Lage arriscou “tudo”, substituindo Gedson por Seferović, e a tendência do jogo mudou bastante, com o Benfica, em futebol directo, a conseguir enfim ameaçar a defesa contrária, com várias tentativas de remate.

Primeiro, seria Chiquinho, na sequência de um livre, a “assustar”, para, de seguida, o suíço obrigar Anthony Lopes a redimir-se da falha de Lisboa. Também Grimaldo procuraria o golo.

Já com Pizzi em campo, o Benfica chegaria mesmo ao golo, numa sua assistência, bem finalizada por Seferović.

A equipa portuguesa tinha ainda cerca de um quarto de hora para procurar chegar, pelo menos, ao empate e acreditou que tal seria possível. Mas o Lyon, que baixara ainda mais as suas linhas, foi inteligente na preservação da bola, mesmo oferecendo a iniciativa aos portugueses, e cínico na forma como, praticamente em cima dos 90 minutos, sentenciou o desfecho da partida… e as aspirações do Benfica.

No final, a imagem que transpareceu foi a de uma equipa fragilizada, denotando grandes dificuldades para controlar o jogo a nível defensivo e pouco eficaz ofensivamente, incapaz de se afirmar a este nível de exigência máxima, começando a ser recorrentes as frustrantes campanhas que vem registando.

5 Novembro, 2019 at 10:54 pm Deixe um comentário

Grandes clássicos das competições europeias – (18) Bayern München – Anderlecht

Bayern_München Anderlecht

 Época Prova Ronda       1.ª Mão                2.ª mão
1975-76 STE  Final Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 4-1
1985-86 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 2-1 Anderlecht-Bayern 2-0
1986-87 TCE   1/4  Bayern-Anderlecht 5-0 Anderlecht-Bayern 2-2
2003-04 LCE  Grupo Anderlecht-Bayern 1-1 Bayern-Anderlecht 1-0
2007-08 UEFA  1/8  Anderlecht-Bayern 0-5 Bayern-Anderlecht 1-2
2017-18 LCE  Grupo Bayern-Anderlecht 3-0 Anderlecht-Bayern 1-2

      Balanço global                J    V    E    D   GM   GS
Bayern München - Anderlecht        12    7    2    3   25 - 14

A história entre estes dois “grandes” do futebol europeu remonta ao ano de 1976, com a disputa da Supertaça Europeia, na qual o Anderlecht (vencedor da Taça das Taças da temporada de 1975-76) obteve a sua maior vitória (4-1) sobre o Bayern (que acabara de se sagrar tri-Campeão Europeu), conquistando o troféu – feito que, curiosamente, viria a repetir apenas dois anos volvidos, então frente ao Liverpool.

O Anderlecht levaria igualmente a melhor sobre o emblema bávaro na eliminatória da Taça dos Campeões Europeus de 1985-86, mas acabaria por ser afastado nas meias-finais, pelo futuro vencedor dessa edição da prova, o Steaua București.

Já na época de 2007-08, com os dois clubes, então, a marcar presença na Taça UEFA, os belgas até conseguiriam vencer em Munique (2-1), mas no contexto de uma eliminatória em que  haviam começado por ser “destroçados”, no seu próprio terreno, por 5-0! Por curiosidade, o Bayern viria a cair também nas meias-finais… goleado (4-0) pelo Zenit St.-Petersburg.

Tratava-se, aliás, de uma marca que não era já inédita entre os dois clubes, tendo o Bayern aplicado igualmente “chapa 5” ao Anderlecht na temporada de 1986-87, na sua caminhada até à Final de Viena, na qual viria a ser derrotado pelo FC Porto.

Nas duas ocasiões em que se cruzaram no mesmo grupo da Liga dos Campeões, o Anderlecht seria eliminado nessa fase (quedando-se mesmo, nas duas vezes, pela última posição do grupo), tendo o Bayern atingido os 1/8 de final em 2003-04 e as meias-finais em 2017-18 (afastado, em ambos os casos, pelo Real Madrid).

5 Novembro, 2019 at 7:00 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – Final

Disputou-se hoje em Yokohama a final do Campeonato do Mundo de Râguebi, entre as selecções da África do Sul e de Inglaterra, com uma inequívoca vitória da selecção sul-africana.

É o seguinte o palmarés da prova, que conta nove edições, desde a estreia em 1987:

  • 1987 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 29-9 (3.º País de Gales)
  • 1991 (Inglaterra)Austrália – Inglaterra – 12-6 (3.º N. Zelândia)
  • 1995 (África do Sul)África do Sul – N. Zelândia – 15-12 (a.p.) (3.º França)
  • 1999 (País de Gales)Austrália – França – 35-12 (3.º África do Sul)
  • 2003 (Austrália)Inglaterra – Austrália – 20-17 (a.p.) (3.º N. Zelândia)
  • 2007 (França)África do Sul – Inglaterra – 15-6 (3.º Argentina)
  • 2011 (N. Zelândia)N. Zelândia – França – 8-7 (3.º Austrália)
  • 2015 (Inglaterra)N. Zelândia – Austrália – 34-17 (3.º África do Sul)
  • 2019 (Japão)África do Sul – Inglaterra – 32-12 (3.º N. Zelândia)

Ontem, no jogo de disputa do 3.º e 4.º lugares, a N. Zelândia venceu o País de Gales por categórica marca de 40-17.

27 Outubro, 2019 at 12:06 pm Deixe um comentário

Mundial de Râguebi – 1/2 finais

26.10.2019 – Inglaterra – N. Zelândia – 19-7
27.10.2019 – País Gales – África do Sul – 16-19

Para chegar à Final (a disputar no próximo Sábado, 2 de Novembro, em Yokohama) a Inglaterra ganhou sucessivamente a Tonga (35-3), EUA (45-7), Argentina (39-10) – tendo o jogo com a França sido cancelado -, Austrália (40-16) e N. Zelândia.

Por seu lado, a África do Sul começou por perder com a N. Zelândia (23-13), tendo vencido de seguida a Namíbia (57-3), Itália (49-3), Canadá (66-7), Japão (26-3) e País de Gales.

27 Outubro, 2019 at 11:55 am Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo D
PSV Eindhoven – LASK Linz – 0-0
Sporting – Rosenborg – 1-0

1º PSV Eindhoven, 7; 2º Sporting, 6; 3º LASK Linz, 4; 4º Rosenborg, 0

Grupo F
E. Frankfurt – Standard Liège – 2-1
Arsenal – V. Guimarães – 3-2

1º Arsenal, 9; 2º E. Frankfurt, 6; 3º Standard Liège, 3; 4º V. Guimarães, 0

Grupo G
FC Porto – Rangers – 1-1
Young Boys – Feyenoord – 2-0

1º Young Boys, 6; 2º Rangers e FC Porto, 4; 4º Feyenoord, 3

Grupo K
Slovan Bratislava – Wolverhampton – 1-2
Beşiktaş – Sp. Braga – 1-2

1º Sp. Braga, 7; 2º Wolverhampton, 6; 3º Slovan Bratislava, 4; 4º Beşiktaş, 0
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24 Outubro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Brugge – Paris St.-Germain – 0-5
Galatasaray – Real Madrid – 0-1

1º Paris St.-Germain, 9; 2º Real Madrid, 4; 3º Brugge, 2; 4º Galatasaray, 1

Grupo B
Olympiakos – Bayern – 2-3
Tottenham – Crvena Zvezda – 5-0

1º Bayern, 9; 2º Tottenham, 4; 3º Crvena Zvezda, 3; 4º Olympiakos, 1

Grupo C
Shakhtar Donetsk – D. Zagreb – 2-2
Manchester City – Atalanta – 5-1

1º Manchester City, 9; 2º D. Zagreb e Shakhtar Donetsk, 4; 4º Atalanta, 0

Grupo D
At. Madrid – Bayer Leverkusen – 1-0
Juventus – Lokomotiv Moskva – 2-1

1º Juventus e At. Madrid, 7; 3º Lokomotiv Moskva, 3; 4º Bayer Leverkusen, 0

Grupo E
RB Salzburg – Napoli – 2-3
Genk – Liverpool – 1-4

1º Napoli, 7; 2º Liverpool, 6; 3º RB Salzburg, 3; 4º Genk, 1

Grupo F
Inter – B. Dortmund – 2-0
Slavia Praha – Barcelona – 1-2

1º Barcelona, 7; 2º Inter e B. Dortmund, 4; 4º Slavia Praha, 1

Grupo G
Benfica – Lyon – 2-1
RB Leipzig – Zenit – 2-1

1º RB Leipzig, 6; 2º Zenit e Lyon, 4; 4º Benfica, 3

Grupo H
Ajax – Chelsea – 0-1
Lille – Valencia – 1-1

1º Ajax e Chelsea, 6; 3º Valencia, 4; 4º Lille, 1

23 Outubro, 2019 at 9:55 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª jornada – Benfica – Olympique Lyonnais

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, Tomás Tavares, Rúben Dias, Francisco Ferreira “Ferro”, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes, Florentino Luís, Gabriel Pires, Rafael “Rafa” Silva (20m – Luís Fernandes “Pizzi”), Franco Cervi (78m – Raúl de Tomás) e Haris Seferović (59m – Carlos Vinicius)

Olympique LyonnaisOlympique Lyonnais – Anthony Lopes, Léo Dubois, Jason Denayer, Marcelo, Youssouf Koné, Martin Terrier (56m – Thiago Mendes), Houssem Aouar (88m – Jeff Reine-Adélaïde), Lucas Tousart, Maxwel Cornet (66m – Bertrand Traoré), Moussa Dembélé e Memphis Depay

1-0 – Rafael “Rafa” Silva – 4m
1-1 – Memphis Depay – 70m
2-1 – Luís Fernandes “Pizzi” – 86m

Cartões amarelos – Luís Fernandes “Pizzi” (42m) e Gedson Fernandes (52m); Marcelo (10m), Moussa Dembélé (26m) e Youssouf Koné (38m)

Árbitro – Ivan Kružliak (Eslováquia)

Pese embora tenha entrado em campo com uma estratégia que visava surpreender o adversário – com Rafa mais adiantado, no apoio a Seferović, apostando em Cervi na esquerda e Gedson na direita (tendo Pizzi ficado no banco) -, o Benfica voltou a registar uma exibição muito pobre, tendo conseguido uma muito feliz vitória, a sua 200.ª do seu historial em jogos das competições europeias (marca apenas já atingida pelos “colossos” Barcelona, Real Madrid, Bayern, Juventus, Liverpool e AC Milan!).

E as coisas até começaram da melhor forma, com um golo logo ao quarto minuto, na segunda vez que a equipa portuguesa chegou à área contrária, com Rafa, liberto de marcação, beneficiando da passividade dos defesas, a visar a baliza com êxito, a passe de Cervi.

A equipa da casa teria outra ocasião de perigo, pouco antes dos 20 minutos, mas com o remate de Seferović, isolado frente ao guarda-redes, a sair desenquadrado.

Porém, o primeiro contratempo chegaria pouco depois, com a saída do mesmo Rafa, a ressentir-se de lesão, o que forçou Bruno Lage a “desmontar” o esquema que tinha delineado, fazendo entrar Pizzi, alterando o sistema táctico para um posicionamento mais conservador e previsível, tendo feito avançar Gedson (para a posição até então ocupada por Rafa), o qual, porém, daria sempre a sensação de estar a pisar terrenos estranhos.

Numa primeira parte não muito bem jogada, de parte a parte, com a bola muito aos repelões, o suíço desperdiçaria, ainda antes dos 40 minutos, outro lance de perigo, rematando por cima da trave da baliza francesa.

Mas, se – ainda no último quarto de hora da etapa inicial – o Lyon começara já a procurar ganhar ascendente em termos de posse de bola (com uma oportunidade soberana, negada por intercepção muito oportuna de Grimaldo), no segundo tempo esse domínio seria bem evidente, empurrando o Benfica para o seu meio-campo, com sucessivas tentativas, mesmo que algo atabalhoadas, mas que faziam antever que o golo seria questão de tempo… como foi.

Logo à passagem dos dez minutos, seria Rúben Dias, de cabeça, a salvar o golo; para, cerca dos vinte minutos, ser a vez de Cornet rematar à barra, depois de um desvio da bola em Ferro.

Após o tento do empate – com Depay, descaído sobre a esquerda, a surgir livre de marcação, a empurrar a bola, sem dificuldade, para a baliza, dando sequência a um cruzamento do lado contrário –  receou-se que o Benfica pudesse vir mesmo a acabar por perder, tal a dificuldade que denotava para “pegar no jogo”, com Vlachodimos também a ter uma boa (e aparatosa) intervenção, a socar um remate em arco, outra vez por Depay.

O figurino táctico alterar-se-ia, para os derradeiros doze minutos, com a entrada de Raúl de Tomás, a fazer dupla com o também substituto Carlos Vinicius, e o “onze” benfiquista teria então o seu melhor (curto) período, aproveitando alguma descompensação da equipa de Lyon, a qual, em paralelo, ia dando também alguns sinais de que o empate a satisfazia.

Primeiro, Pizzi, com um potente e (demasiado) colocado remate (o primeiro em toda a segunda a parte) de fora da área, faria a bola embater com estrondo no poste, num lance sem hipótese para Anthony Lopes.

No minuto imediato, os mesmos protagonistas estariam na base do regresso às vitórias do Benfica na Liga dos Campeões: o guardião português procurou, de forma algo precipitada, lançar rapidamente o contra-ataque, mas a bola saiu “enrolada” das suas mãos, caindo numa zona em que Pizzi, muito oportuno – antecipando-se ao defesa adversário – e eficaz, de primeira, sem preparação, num excelente gesto técnico, de elevado grau de dificuldade, rematou com sucesso a bola para a baliza escancarada, aproveitando o facto de o guarda-redes se encontrar adiantado e descaído sobre o lado esquerdo da grande área.

Até final, a equipa portuguesa teria então a capacidade de segurar as investidas contrárias, numa fase já de “desespero”, conservando a preciosa vantagem algo imprevistamente obtida, numa partida em que continuou a denotar muitas fragilidades e, a partir de determinada altura, dificuldades físicas para manter o ritmo e suster o avanço do adversário no terreno.

Resta esperar que esta vitória possa conferir ao grupo a tranquilidade e confiança que lhe tem faltado, também com Bruno Lage a parecer surgir agora com um algo estranho conformismo, num sinal radicalmente oposto aos que transmitiu aquando da assunção da responsabilidade pelo comando técnico da equipa. Que, sobre as vitórias, seja possível trabalhar com maior serenidade e, rapidamente, voltar a aproximar-se dos níveis exibicionais do final da época passada…

23 Outubro, 2019 at 9:54 pm Deixe um comentário

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