Posts filed under ‘Desporto’

Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo E
Vorskla Poltava – Arsenal – 0-3
Qarabağ – Sporting – 1-6

1º Arsenal, 13; 2º Sporting, 10; 3º Vorskla Poltava e Qarabağ, 3

A uma ronda do termo da fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final as seguintes equipas: Bayer Leverkusen, Zürich, RB Salzburg, Zenit, D. Zagreb, Fenerbahçe, Arsenal, Sporting, Betis, E. Frankfurt, Lazio, D. Kyiv e Chelsea.
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29 Novembro, 2018 at 9:53 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
At. Madrid – Monaco – 2-0
B. Dortmund – Brugge – 0-0

1º At. Madrid, 12; 2º B. Dortmund, 10; 3º Brugge, 5; 4º Monaco, 1

Grupo B
Tottenham – Inter – 1-0
PSV – Barcelona – 1-2

1º Barcelona, 13; 2º Tottenham e Inter, 7; 4º PSV, 1

Grupo C
Napoli – Crvena Zvezda – 3-1
Paris St.-Germain – Liverpool – 2-1

1º Napoli, 9; 2º Paris St.-Germain, 8; 3º Liverpool, 6; 4º Crvena Zvezda, 4

Grupo D
FC Porto – Schalke 04 – 3-1
Lokomotiv Moskva – Galatasaray – 2-0

1º FC Porto, 13; 2º Schalke 04, 8; 3º Galatasaray, 4; 4º Lokomotiv Moskva, 3

Grupo E
Bayern – Benfica – 5-1
AEK – Ajax – 0-2

1º Bayern, 13; 2º Ajax, 11; 3º Benfica, 4; 4º AEK, 0

Grupo F
Lyon – Manchester City – 2-2
Hoffenheim – Shakhtar Donetsk – 2-3

1º Manchester City, 10; 2º Lyon, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 5; 4º Hoffenheim, 3

Grupo G
CSKA Moskva – Viktoria Plzeň – 1-2
Roma – Real Madrid – 0-2

1º Real Madrid, 12; 2º Roma, 9; 3º Viktoria Plzeň e CSKA Moskva, 4

Grupo H
Juventus – Valencia – 1-0
Manchester United – Young Boys – 1-0

1º Juventus, 12; 2º Manchester United, 10; 3º Valencia, 5; 4º Young Boys, 1

A uma ronda do termo da fase de grupos, garantiram já o apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões: At. Madrid, B. Dortmund, Barcelona, FC Porto, Schalke 04, Bayern, Ajax, Manchester City, Real Madrid, Roma, Juventus e Manchester United.

Por outro lado, asseguraram já a transição para a Liga Europa: Brugge, Benfica e Valencia.

Estão já virtualmente eliminados das competições europeias: Monaco, PSV Eindhoven e Young Boys.

28 Novembro, 2018 at 9:54 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª jornada – Bayern – Benfica

BayernBayern München – Manuel Neuer, Rafinha, Jérôme Boateng, Niklas Süle, David Alaba, Joshua Kimmich, Arjen Robben (72m – Renato Sanches), Thomas Müller (81m – Woo-Yeong Jeong), Leon Goretzka, Franck Ribéry (77m – Sandro Wagner) e Robert Lewandowski

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Germán Conti, Rúben Dias, Alex Grimaldo, Ljubomir Fejsa (76m – Alfa Semedo), Rafa Silva, Pizzi (45m – Gedson Fernandes), Gabriel, Franco Cervi e Jonas (59m – Haris Seferović)

1-0 – Arjen Robben – 13m
2-0 – Arjen Robben – 30m
3-0 – Robert Lewandowski – 36m
3-1 – Gedson Fernandes – 46m
4-1 – Robert Lewandowski – 51m
5-1 – Franck Ribéry – 76m

Cartões amarelos – Arjen Robben (24m) e Franck Ribéry (33m); Alfa Semedo (87m)

Árbitro – Daniele Orsato (Itália)

Três palavras se impõem para definir este jogo: vergonha, passividade e injustificável.

Tendo o AEK-Ajax sido jogado em horário precedente, do seu desfecho (triunfo da formação holandesa) decorria que – ao entrar em campo no Allianz Arena –, por um lado, o Benfica tinha já garantida a continuidade nas provas europeias, por via da transição para a Liga Europa; por outro, se a possibilidade de apuramento para os 1/8 de final da Liga dos Campeões era já uma quimera, passava a afigurar-se como uma “impossibilidade” prática (seria necessário ganhar por, pelo menos, dois golos de diferença em Munique…).

Neste contexto, de absolutamente nenhuma pressão competitiva (ninguém exigiria a tal altamente improvável vitória) – em que, portanto, o jogo poderia ser gerido com serenidade, sem precipitação, com rigor táctico a nível defensivo e espreitando a possibilidade de construir lances de ataque, ou, talvez com maior propriedade, de contra-ataque, perante o previsível assumir da iniciativa ofensiva por parte do Bayern –, é completamente injustificável a exibição benfiquista.

Faltou tudo: não houve rigor na defesa, mas, antes, uma extrema passividade, proporcionando fartas facilidades de movimentação ao adversário, as quais estiveram na origem de todos os cinco tentos sofridos; em 90 minutos não se conseguiram criar mais do que dois lances de futebol ofensivo (um deles resultando no solitário golo); o contra-ataque foi praticamente inexistente e, em absoluto, inofensivo.

Qualquer “estratégia” que tivesse sido delineada rapidamente ruiria: logo aos 13 minutos, aproveitando a tal passividade, o já veterano Robben, em progressão desde a linha lateral direita, tirou do caminho quatro adversários, internando-se e rematando sem hipótese de defesa para Vlachodimos – o único a salvar-se do “naufrágio” colectivo (tendo “salvo” outras duas flagrantes ocasiões de golo, que negou a Lewandowski e a Müller); pior, o holandês repetiria, quase a “papel químico”, a jogada, à passagem da meia hora, com o mesmo desfecho, ampliando para 2-0.

A apatia da defesa benfiquista ficaria igualmente patente nos lances do terceiro e quarto golos sofridos, também muito similares, ambos apontados por Lewandowski, na sequência de pontapés de canto, com o polaco, nas duas vezes, à entrada da pequena área, a saltar mais alto e a conseguir antecipar-se às “marcações” dos defesas benfiquistas, cabeceando inapelavelmente para o fundo da baliza.

Pelo meio, o único momento positivo para o Benfica: logo a abrir a segunda parte, Rafa, com um toque subtil, a libertar a corrida de Gedson, que, após excelente combinação com Jonas, surgiu isolado frente a Neuer, e, com grande personalidade, sem vacilar, não desperdiçou a oportunidade para marcar, menos de 40 segundos após ter entrado em campo!

Porém, o tónico anímico que tal golo poderia consubstanciar, até no suster da avalanche alemã, não resistiu mais do que cinco minutos. Até final, numa fase em que o Bayern, notoriamente, “tirara já o pé do acelerador”, espaço ainda para o consumar da goleada, com o francês Ribéry, uma vez mais a beneficiar da permeabilidade da defesa benfiquista, sem marcação, a “empurrar” a bola, sem dificuldade, para as redes do desamparado Vlachodimos.

A vergonha (benfiquista) deste jogo reside sobretudo na forma fácil como o Bayern dispôs do jogo a seu bel-prazer, sem sequer ter de se empregar a fundo, como se o Benfica fosse uma vulgar equipa de terceiro escalão, denotando absoluta incapacidade de oferecer a mínima resistência ao adversário, que tantas dificuldades tem experimentado frente a alguns dos menos cotados opositores da “Bundesliga”…

Um desempenho do conjunto benfiquista para reflectir e agir: torna-se imperioso sacudir rapidamente a letargia e marasmo em que a equipa caiu, sem ideias, falha de organização, com um técnico a não conseguir sair do espartilho de um modelo esgotado, aparentando mesmo uma incompreensível falta de ânimo e motivação.

A questão que se coloca, perante a profundidade do problema, é se haverá ainda possibilidade de se virem a revelar “Campeões” a reagir a esta péssima fase, ou se, ao invés, teremos pela frente o que poderá ser um longo e penoso final de época.

27 Novembro, 2018 at 10:50 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2018

Chegou ao fim o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2018, com o britânico Lewis Hamilton a sagrar-se Campeão do Mundo pela quinta vez, depois dos títulos conquistados em 2008, 2014, 2015 e 2017 – igualando assim o palmarés do mítico Juan Manuel Fangio, apenas superados por Michael Schumacher (7 títulos).

Ao longo desta temporada, o campeão venceu 11 Grandes Prémios – passando a totalizar 73 triunfos, marca também apenas ultrapassada por Schumacher (91 vitórias) -, face a 5 triunfos de Sebastian Vettel, 2 de Daniel Ricciardo e de Max Verstappen, e 1 de Kimi Räikkönen.

Classificação Final do Mundial de Pilotos:

1º Lewis Hamilton (Grã-Bretanha) – Mercedes – 408
2º Sebastian Vettel (Alemanha) – Ferrari – 320
3º Kimi Räikkönen (Finlândia) – Ferrari – 251
Max Verstappen (Holanda) – Red Bull Racing-Tag Heuer – 249
5º Valtteri Bottas (Finlândia) – Mercedes – 247
6º Daniel Ricciardo (Austrália) – Red Bull Racing-Tag Heuer – 170
7º Nico Hulkenberg (Alemanha) – Renault – 69
8º Sergio Perez (México) – Force India-Mercedes – 62
9º Kevin Magnussen (Dinamarca) – Haas-Ferrari – 56
10º Carlos Sainz (Espanha) – Renault – 53
11º Fernando Alonso (Espanha) – McLaren-Honda – 50
12º Esteban Ocon (França) – Force India-Mercedes – 49
13º Charles Leclerc (Mónaco) – Sauber-Ferrari – 39
14º Romain Grosjean (França) – Haas-Ferrari – 37
15º Pierre Gasly (França) – Toro Rosso-Honda – 29
16º Stoffel Vandoorne (Bélgica) – McLaren-Honda – 12
17º Marcus Ericsson (Suécia) – Sauber-Ferrari – 9
18º Lance Stroll (Canadá) – Williams-Mercedes – 6
19º Brendon Hartley (N. Zelândia) – Toro Rosso-Honda – 4
20º Sergey Sirotkin (Rússia) – Williams-Mercedes – 1

Classificação do Mundial de Construtores:

1º Mercedes – 655
2º Ferrari – 571
3º Red Bull Racing-Tag Heuer – 419
4º Renault – 122
5º Haas-Ferrari – 93
6º McLaren-Honda – 62
7º Force India-Mercedes – 52
8º Sauber-Ferrari – 48
9º Toro Rosso-Honda – 33
10º Williams-Mercedes – 7

Nota – Os pontos averbados por Sergio Perez (30) e por Esteban Ocon (29) nos doze primeiros Grandes Prémios da temporada, foram obtidos em representação da equipa “Sahara Force India F1 Team”, a qual, por ter entrado em administração judicial, foi excluída da competição, tendo sido substituída, nos nove últimos Grandes Prémios, pela nova “Racing Point Force India F1 Team”.

É o seguinte o palmarés de Campeões do Mundo: Michael Schumacher (7); Juan Manuel Fangio e Lewis Hamilton (5); Alain Prost e Sebastien Vettel (4); Jack Brabham, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet e Ayrton Senna (3); Alberto Ascari, Graham Hill, Jim Clark, Emerson Fittipaldi, Mika Häkkinen e Fernando Alonso (2); Giuseppe Farina, Mike Hawthorn, Phil Hill, John Surtees, Denis Hulme, Jochen Rindt, James Hunt, Mario Andretti, Jody Scheckter, Alan Jones, Keke Rosberg, Nigel Mansell, Damon Hill, Jacques Villeneuve, Kimi Räikkönen, Jenson Button e Nico Rosberg (1).

25 Novembro, 2018 at 11:43 pm Deixe um comentário

Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 6ª Jornada

LIGA A

Grupo 1 – Alemanha-Holanda – 2-2

1.º Holanda, 7; 2.º França, 7; 3.º Alemanha, 2

Grupo 2 – Suíça-Bélgica – 5-2

1.º Suíça, 9; 2.º Bélgica, 9; 3.º Islândia, 0

Grupo 3 – Portugal-Polónia – 1-1

1.º Portugal, 8; 2.º Itália, 5; 3.º Polónia, 2

Grupo 4 – Inglaterra-Croácia – 2-1

1.º Inglaterra, 7; 2.º Espanha, 6; 3.º Croácia, 4

Holanda, Suíça, Portugal e Inglaterra são os apurados para a fase final (“final four”) desta edição inaugural da Liga das Nações da UEFA, a qual deverá disputar-se em Portugal (Guimarães e Porto), de 5 a 9 de Junho de 2019. São despromovidos à Liga B (edição de 2020/21): Alemanha, Islândia, Polónia e Croácia.

Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.

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20 Novembro, 2018 at 10:44 pm Deixe um comentário

Portugal – Polónia (Liga das Nações – 6.ª Jornada)

Portugal Portugal – Beto, João Cancelo, Pepe, Rúben Dias, Kevin Rodrigues, Renato Sanches, Danilo Pereira, William Carvalho, Raphaël Guerreiro (61m – João Mário), Rafa Silva (70m – Bruma) e André Silva (87m – Éder)

Itália Polónia – Wojciech Szczęsny, Tomasz Kędziora, Thiago Cionek, Jan Bednarek, Bartosz Bereszyński, Kamil Grosicki (79m – Damian Kądzior), Mateusz Klich (75m – Jacek Góralski), Piotr Zieliński (90m – Damian Szymański), Grzegorz Krychowiak, Przemysław Frankowski e Arkadiusz Milik

1-0 – André Silva – 34m
1-1 – Arkadiusz Milik (pen.) – 66m

Cartões amarelos – Rúben Dias (64m) e João Mário (90m); Thiago Cionek (11m), Jan Bednarek (28m) e Przemysław Frankowski (78m)

Cartão vermelho – Danilo Pereira (63m)

Árbitro – Sergei Karasev (Rússia)

Tendo garantido, já de antemão, o apuramento para a fase final da prova, sem outros grandes objectivos que não o de manter a invencibilidade, a selecção de Portugal não foi além de um empate na recepção a uma selecção da Polónia, que, não obstante estar já virtualmente despromovida à “Liga B”, tinha em jogo neste desafio o estatuto de “cabeça-de-série” no sorteio para a fase de qualificação do EURO 2020, o que viria a alcançar, em detrimento da Alemanha.

A equipa portuguesa até entrou bem no jogo, colocando-se em vantagem pouco depois da meia hora, que conservaria até meio da etapa complementar. Então, com a expulsão de Danilo Pereira e a sanção com uma grande penalidade, que proporcionou a igualdade aos polacos, a tendência da partida virou a favor dos visitantes, tendo, até final, a formação nacional privilegiado a manutenção do resultado.

20 Novembro, 2018 at 10:41 pm Deixe um comentário

Itália – Portugal (Liga das Nações – 5.ª Jornada)

Itália Itália – Gianluigi Donnarumma, Alsessandro Florenzi, Leonardo Bonucci, Giorgio Chiellini, Cristiano Biraghi, Marco Verratti (81m – Lorenzo Pellegrini), Jorginho, Nicolo Barella, Federico Chiesa (87m – Domenico Berardi), Ciro Immobile (74m – Kevin Lasagna) e Lorenzo Insigne

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Cancelo, Rúben Dias, José Fonte, Mário Rui, Pizzi (68m – João Mário), William Carvalho, Rúben Neves, Bruma (85m – Raphaël Guerreiro), Bernardo Silva e André Silva (90m – Danilo Pereira)

Cartões amarelos – Jorginho (54m), Leonardo Bonucci (72m) e Federico Chiesa (85m); Rúben Neves (32m), Mário Rui (35m) e João Cancelo (51m)

Árbitro – Danny Makkelie (Holanda)

A equipa portuguesa, submetida a intensa pressão por parte do conjunto italiano, teve de “sofrer a bom sofrer” – em particular na primeira metade do desafio – para manter o nulo no marcador, o suficiente para lhe proporcionar ser a primeira selecção a garantir a qualificação para a “final four” desta edição inaugural da Liga das Nações da UEFA.

“Empurrada” para o seu meio-campo, a turma nacional raramente conseguiu libertar-se e sair para a contra-ofensiva, não obstante tenha conseguido, no decurso da segunda parte, manter a bola geralmente afastada da sua zona de risco.

No final, um desfecho lisonjeiro para o grupo luso, que confirmou, não obstante, a sua solidez defensiva e o grau de dificuldade que consubstancia para qualquer opositor.

17 Novembro, 2018 at 10:56 pm Deixe um comentário

Liga das Nações da UEFA – 2018/19 – 5ª Jornada

LIGA A

Grupo 1 – Holanda-França – 2-0

1.º França, 7; 2.º Holanda, 6; 3.º Alemanha, 1

Grupo 2 – Bélgica-Islândia – 2-0

1.º Bélgica, 9; 2.º Suíça, 6; 3.º Islândia, 0

Grupo 3 – Itália-Portugal – 0-0

1.º Portugal, 7; 2.º Itália, 5; 3.º Polónia, 1

Grupo 4 – Croácia-Espanha – 3-2

1.º Espanha, 6; 2.º Inglaterra e Croácia, 4

Os vencedores de cada um dos grupos disputarão a fase final (“final four”). O último classificado de cada grupo será despromovido à Liga B (edição de 2020/21). Portugal é o primeiro país apurado para a fase final, única selecção a conseguir o apuramento antes da última jornada. Estão já matematicamente despromovidas à Liga B a Alemanha, a Islândia e a Polónia.

Os quatro melhores classificados de cada uma das Ligas A, B, C e D que não tenham obtido a qualificação para o EURO 2020 participarão nos “play-offs”, a disputar em Março de 2020, para preenchimento de quatro vagas na fase final dessa competição.

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17 Novembro, 2018 at 10:55 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo E
Arsenal – Sporting – 0-0
Vorskla Poltava – Qarabağ – 0-1

1º Arsenal, 10; 2º Sporting, 7; 3º Vorskla Poltava e Qarabağ, 3

Ainda com duas jornadas por disputar, garantiram já o apuramento para os 1/16 de final as seguintes equipas: Bayer Leverkusen, Zürich, D. Zagreb, Arsenal, E. Frankfurt, Lazio e Chelsea.

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8 Novembro, 2018 at 11:07 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Benfica – Ajax

BenficaBenfica – Odysseas Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Jardel Vieira, Alejandro “Álex” Grimaldo, Gedson Fernandes (75m – Luís Fernandes “Pizzi”), Ljubomir Fejsa, Gabriel Pires, Eduardo Salvio (48m – Rafael “Rafa” Silva), Franco Cervi e Jonas Gonçalves (55m – Haris Seferović)

Ajax – André Onana, Noussair Mazraoui, Matthijs de Ligt, Daley Blind, Nicolás “Nico” Tagliafico, Frenkie de Jong (86m – Maximilian Wöber), Lasse Schöne, Donny van de Beek, David Neres (74m – Kasper Dolberg), Hakim Ziyech e Dušan Tadić

1-0 – Jonas Gonçalves – 29m
1-1 – Dušan Tadić – 61m

Cartões amarelos – Jonas Gonçalves (39m), Ljubomir Fejsa (45m) e Jardel Vieira (70m); Nicolás “Nico” Tagliafico (34m), Matthijs de Ligt (42m), Donny van de Beek (72m) e Dušan Tadić (83m)

Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)

No reeditar, no Estádio da Luz, de um dos grandes clássicos do futebol europeu – depois dos embates nas épocas de 1968-69 e 1971-72 -, ainda não foi desta que o Benfica conseguiu vencer o Ajax em casa, no que correspondeu ao jogo n.º 250 do historial do clube na Taça/Liga dos Campeões, em 38 edições disputadas.

Com a equipa benfiquista a “desconfiar de si própria” – vindo de uma terrível sequência de três desaires sucessivos, o primeiro deles, precisamente, em Amesterdão, frente a este mesmo oponente –, o “onze” encarnado apresentava-se com um meio-campo reforçado, com Fejsa, Gabriel e Gedson, em detrimento de Pizzi, que, tendo começado no banco, manteria, não obstante, a sua fantástica série de 33 jogos europeus consecutivos (todos os disputados pelo Benfica, desde a sua estreia, a 9 de Dezembro de 2014, frente ao Bayer Leverkusen) – registo apenas superado pelos 37 jogos de Nené (entre Março de 1978 e Outubro de 1983) e Artur Moraes (entre Julho de 2011 e Fevereiro de 2014).

Rui Vitória procurava, paralelamente, apostar na dinâmica da ala esquerda, com Grimaldo e Franco Cervi, que seriam precisamente os primeiros a testar a atenção do guardião contrário, ainda nos primeiros dez minutos de jogo.

Mas, de facto, a “batalha” travava-se na zona nevrálgica do miolo do terreno, com escassas incursões nas áreas de baliza, não sendo de assinalar qualquer oportunidade flagrante de golo na meia hora inicial… à excepção da que resultaria de uma “saída em falso” de Onana, aos 29 minutos, que Jonas, muito oportuno, não desperdiçaria, inaugurando o marcador.

Defrontando uma das melhores formações do Ajax dos últimos anos, numa muito boa mescla de experiência e juventude, o Benfica teria ainda outra ocasião de perigo a seu favor, na sequência de um livre, ao qual, desta feita, Jonas não conseguiria dar a melhor sequência.

Também de bola parada, a turma holandesa, por Ziyech e Schöne, exigiria a atenta intervenção de Vlachodimos, sendo que, no segundo destes lances, a findar o primeiro tempo, a recarga de Tadić embateu em Rúben Dias, sobrando ainda a bola para Van de Beek, a rematar ao lado, sem que tivesse surgido o desvio fatal em cima do risco.

Um calafrio enorme perpassou pelas bancadas da Luz, mas, com alguma felicidade, o Benfica chegava ao intervalo em posição favorável.

Porém, na segunda metade, o Ajax, sempre muito intenso e agressivo, assumiu a iniciativa, o que viria a ter o seu corolário logo à passagem do quarto de hora, com o tento do empate, com Tadić, aproveitando uma excelente abertura de Ziyech, a conseguir superar a marcação de Rúben Dias, para se isolar frente a Vlachodimos, batendo-o inapelavelmente.

Com Jonas “preso por arames”, incapaz de resistir ao choque, a ter de ser substituído, logo nos minutos iniciais do segundo tempo, por Seferović, já depois de Rafa ter entrado para o lugar do também tocado Salvio, o Benfica procuraria ainda, na fase final do encontro, recuperar a vantagem, resultado imprescindível para poder manter as aspirações a seguir em frente na competição.

Porém, só nos derradeiros segundos voltaria a ter a sensação de golo iminente, com o guarda-redes do Ajax, qual guardião de andebol, a “salvar”, com uma estirada com o pé, um remate de Gabriel que levava o “selo de golo”.

Ao contrário do que sucedera em Amesterdão, o Benfica não conseguia, em período de compensação, chegar à vitória – devendo sublinhar-se que o empate foi, não obstante, um resultado justo, podendo, inclusivamente, o Ajax ter também desfeito a igualdade em seu favor –, comprometendo de forma determinante as suas possibilidades de apuramento, agora pouco mais do que uma quimera (implicariam, necessariamente, vencer em Munique e, na Luz, o AEK, e que, por seu lado, o Ajax não somasse mais do que um ponto nos dois jogos que lhe restam… ou, num outro cenário, porventura mais difícil ainda, ganhar ao Bayern por, pelo menos, dois golos de diferença, e esperar que os alemães perdessem também na Holanda).

7 Novembro, 2018 at 11:47 pm Deixe um comentário

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