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Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 4.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – França-Bélgica – 4-1 / Itália-Turquia – 3-1
1º França, 10; 2º Itália, 7; 3º Bélgica, 6; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Grécia-Alemanha – 0-0 / Países Baixos-Sérvia – 2-1
1º Países Baixos e Grécia, 8; 3º Alemanha, 5; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Croácia-Espanha – 1-2 / Inglaterra-Chéquia – 3-0
1º Espanha, 12; 2º Inglaterra, 9; 3º Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Portugal-Noruega – 2-1 / País de Gales-Dinamarca – 0-1
1º Portugal, 12; 2º Dinamarca, 6; 3º Noruega e País de Gales, 3
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Portugal – Noruega (Liga das Nações – 4.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (63m – Diogo Dalot), Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, João Palhinha (62m – Rúben Neves), Vítor Ferreira “Vitinha” (86m – Bernardo Silva), Francisco Conceição, João Félix (90m – Nuno Tavares), Bruno Fernandes (90m – Francisco Trincão) e Gonçalo Ramos
Noruega – Egil Selvik, Fredrik Aursnes, Kristoffer Ajer, Leo Østigård, David Møller Wolfe, Martin Ødegaard, Sander Berge, Patrick Berg (87m – Thelonious “Thelo” Aasgaard), Andreas Schjelderup, Antonio Nusa (74m – Oscar Bobb) e Erling Haaland (67m – Jørgen Strand Larsen)
0-1 – Kristoffer Ajer – 36m
1-1 – João Cancelo – 38m
2-1 – Gonçalo Ramos – 79m
Cartões amarelos – João Cancelo (12m), Francisco Conceição (86m) e Bruno Fernandes (88m)
Cartão vermelho – Francisco Conceição (86m)
Árbitro – Maurizio Mariani (Itália)
Necessitando apenas de empatar para garantir, desde já – ainda com duas rondas por disputar – o apuramento para os quartos-de-final, a selecção nacional não teve um desempenho ao nível do registado na Dinamarca, mas fez o “q.b.” para, não só pontuar, como, inclusivamente, somar a quarta vitória noutros tantos jogos.
Ainda assim, voltou a mostrar sentido de colectivo, o que, por paradoxal que possa parecer, não deixa de permitir às individualidades libertar-se para alcançar maior rendimento.
A Noruega marcou primeiro, com um fantástico golo de Ajer, num impetuoso remate, pleno de potência e colocação, em arco (“banana”), ao poste mais distante, sem hipóteses para Diogo Costa.
E, uma vez mais, tal como sucedera nos dois encontros anteriores, Portugal ripostaria de pronto, com João Cancelo a não querer ficar atrás do seu colega de sector recuado (da equipa contrária), com um pontapé de primeira, da meia-lua, directo para o fundo da baliza.
Depois de João Félix ter marcado nos três primeiros jogos, Gonçalo Ramos marcaria também nos últimos três desafios, a partir do momento em que assumiu a titularidade como “ponta-de-lança”, desta feita, por curiosidade, com uma execução “à Cristiano Ronaldo”, de forma muita oportuna, a “encostar” para as redes.
Tal como na partida da “primeira volta”, a Noruega voltou a mostrar-se mais ameaçadora que a Dinamarca, o que, aliás, levara já Jesus a proceder a alguns ajustamentos pontuais, para reforçar a agressividade da equipa a nível defensivo. Mas, se tivemos que sofrer, a criatividade dos sectores mais adiantados desequilibraria a contenda a nosso favor.
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 3.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bélgica-Turquia – 3-0 / França-Itália – 1-1
1º França, 7; 2º Bélgica, 6; 3º Itália, 4; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Alemanha-Sérvia – 2-0 / Grécia-Países Baixos – 2-2
1º Grécia, 7; 2º Países Baixos, 5; 3º Alemanha, 4; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Croácia-Inglaterra – 0-7 / Espanha-Chéquia – 3-1
1º Espanha, 9; 2º Inglaterra, 6; 3º Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Dinamarca-Portugal – 2-4 / País de Gales-Noruega – 2-1
1º Portugal, 9; 2º Dinamarca, Noruega e País de Gales, 3
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Dinamarca – Portugal (Liga das Nações – 3.ª Jornada)
Dinamarca – Mads Hermansen, Rasmus Kristensen, Joachim Andersen, Oliver Provstgaard, Joakim Mæhle (80m – Nikolas Nartey), Morten Hjulmand (74m – Victor Froholdt), Pierre-Emile Højbjerg, Adam Daghim (45m – Gustav Isaksen), Mikkel Damsgaard (85m – Kasper Høgh), Mohamed Daramy e Rasmus Højlund
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (63m – Diogo Dalot), Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, Rúben Neves, Vítor Ferreira “Vitinha”, Pedro Neto (81m – João Félix), Bruno Fernandes (90m – Tomás Araújo), Rafael Leão (63m – Francisco Trincão) e Gonçalo Ramos (81m – João Neves)
0-1 – João Cancelo – 13m
1-1 – Mikkel Damsgaard – 23m
1-2 – Gonçalo Ramos – 25m
2-2 – Rasmus Højlund – 53m
2-3 – Vítor Ferreira “Vitinha” – 67m
2-4 – João Félix – 87m
Cartões amarelos – Daramy (79m); Jorge Jesus (67m – Treinador) e Rúben Neves (82m)
Árbitro – Mykola Balakin (Ucrânia)
Na melhor exibição da selecção portuguesa nesta edição da “Liga das Nações”, este foi um jogo com “dedo de treinador”, pela forma como dispôs as pedras em campo, e pela táctica adoptada.
Uma partida em que a vitória não pode ser colocada em causa (mesmo que, por duas vezes, a Dinamarca tenha conseguido restabelecer a igualdade): Portugal foi superior durante praticamente todo o jogo.
Já antes do primeiro golo, Gonçalo Ramos tinha acertado no poste, antes de assistir João Cancelo. E a vantagem poderia ter sido ampliada, poucos minutos depois. Mas, como “quem não marca, sofre”, foi a Dinamarca a chegar ao empate.
Tal como sucedera na Noruega, a equipa lusa teve a “estrelinha” de marcar logo de seguida, voltando a colocar-se em superioridade no “placard”.
Na segunda parte, nem o 2-2 fez vacilar o grupo português, que, pela terceira vez, se adiantou no marcador, com o primeiro golo de Vitinha na selecção.
Fazendo claramente jus à vitória, o tento da confirmação chegaria já próximo do final.
A equipa, coesa, conseguiu dar a melhor resposta à turbulência vivida nos dias anteriores, com o abandono do estágio por parte do seu capitão, Cristiano Ronaldo, em ruptura com o seleccionador (tendo por “faísca de ignição” o facto de, depois de ter “aquecido” durante largos minutos, ter acabado por não entrar em campo, no desafio disputado na Noruega – e, sobretudo, na sequência da conferência de imprensa de lançamento deste jogo, em que Jorge Jesus fez questão de reafirmar a sua autoridade).
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 2.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Bélgica-França – 0-1 / Turquia-Itália – 1-4
1º França, 6; 2º Itália e Bélgica, 3; 4º Turquia, 0
Grupo 2 – Sérvia-Países Baixos – 1-2 / Alemanha-Grécia – 0-1
1º Grécia, 6; 2º Países Baixos, 4; 3º Alemanha, 1; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Chéquia-Inglaterra – 0-2 / Espanha-Croácia – 4-1
1º Espanha, 6; 2º Inglaterra e Croácia, 3; 4º Chéquia, 0
Grupo 4 – Dinamarca-País de Gales – 2-0 / Noruega-Portugal – 1-2
1º Portugal, 6; 2º Dinamarca e Noruega, 3; 4º País de Gales, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Noruega – Portugal (Liga das Nações – 2.ª Jornada)
Noruega – Ørjan Nyland, Fredrik Aursnes, Kristoffer Ajer, Torbjørn Heggem, Julian Ryerson (66m – Leo Østigård), Martin Ødegaard, Sander Berge, Patrick Berg (72m – Oscar Bobb), Andreas Schjelderup, Antonio Nusa (8m – Jørgen Strand Larsen) e Erling Haaland
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo, Rúben Dias, Renato Veiga, Nuno Mendes, João Palhinha (81m – Rúben Neves), Francisco Conceição (55m – Rafael Leão), João Neves (55m – Vítor Ferreira “Vitinha”), Pedro Neto (87m – Bernardo Silva), João Félix e Gonçalo Ramos (81m – Francisco Trincão)
0-1 – João Félix – 17m
1-1 – Erling Haaland – 51m
1-2 – Gonçalo Ramos – 54m
Cartões amarelos – Julian Ryerson (16m), Fredrik Aursnes (47m) e Kristoffer Ajer (65m); João Palhinha (49m), Renato Veiga (67m), Vítor Ferreira “Vitinha” (76m), João Cancelo (76m), Rúben Dias (88m) e Bernardo Silva (90m)
Árbitro – François Letexier (França)
Portugal teve a sorte do jogo num momento crucial: quando, após ter restabelecido o empate, a Noruega ganhava forte ascendente, empurrando a equipa nacional “contra as cordas”, um erro crasso do guardião (ao tentar fazer um passe, em zona proibida, pelo corredor central, para um colega) proporcionou o 1-2. Mas a sorte dá algum trabalho: foi Gonçalo Ramos a acreditar, a antecipar-se para interceptar a bola, e, com enorme frieza e oportunidade, a picá-la sobre o guarda-redes, num lance de excelente (e difícil) execução técnica.
O resultado da partida afigura-se deveras lisonjeiro; numa apreciação mais racional, até o empate poderia ser considerado um mau resultado para a Noruega, atendendo à superioridade que evidenciou dentro de campo, não enjeitando a oferta da posse de bola que a selecção portuguesa – aparentemente de forma estratégica – lhe concedeu, na procura de potenciar as transições. No final, tudo correu bem para a selecção portuguesa, mas terá sido contra as probabilidades.
Liga das Nações da UEFA – 2026/27 – 1.ª Jornada
LIGA A
Grupo 1 – Itália-Bélgica – 0-2 / Turquia-França – 0-1
1º Bélgica e França, 3; 3º Turquia e Itália, 0
Grupo 2 – Países Baixos-Alemanha – 1-1 / Sérvia-Grécia – 1-2
1º Grécia, 3; 2º Alemanha e Países Baixos, 1; 4º Sérvia, 0
Grupo 3 – Chéquia-Croácia – 1-2 / Inglaterra-Espanha – 2-3
1º Espanha e Croácia, 3; 3º Inglaterra e Chéquia, 0
Grupo 4 – Noruega-Dinamarca – 3-2 / Portugal-País de Gales – 1-0
1º Noruega e Portugal, 3; 3º Dinamarca e País de Gales, 0
Os dois primeiros classificados de cada um dos grupos qualificam-se para os 1/4 de final, a disputar em Março de 2027. Os dois melhores dos 3.º classificados garantem a manutenção na Liga A, disputando os outros dois o “play-off” de manutenção/promoção com um dos 2.º classificados da Liga B. Os dois melhores dos 4.º classificados disputarão também esse “play-off”, enquanto os restantes dois serão despromovidos à Liga B (edição de 2028/29 – a partir da qual os concorrentes passarão a ser repartidos em três Ligas de 18 países cada).
Portugal – País de Gales (Liga das Nações – 1.ª Jornada)
Portugal – Diogo Costa, João Cancelo (90m – Diogo Dalot), Renato Veiga, Rúben Dias, Nuno Mendes (78m – Nuno Tavares), Rúben Neves (67m – João Palhinha), Bruno Fernandes (90m – João Neves), Vítor Ferreira “Vitinha”, Pedro Neto, Cristiano Ronaldo (67m – Gonçalo Ramos) e João Félix
País de Gales – Daniel “Danny” Ward, Neco Williams, Benjamin “Ben” Cabango (71m – Christopher “Chris” Mepham), Benjamin “Ben” Davies, Jay Dasilva, Jordan James (77m – Sorba Thomas), Joshua “Josh” Sheehan, Ethan Ampadu, Lewis Koumas (77m – Kieffer Moore), David Brooks (63m – Daniel James) e Brennan Johnson
1-0 – João Félix – 22m
Cartão amarelo – Benjamin “Ben” Cabango (71m)
Árbitro – Donatas Rumšas (Lituânia)
Na estreia de Jorge Jesus como novo seleccionador nacional, pouco ou nada mudou em relação ao anterior consulado, de Roberto Martínez.
Por incrível que pareça, mesmo a nível do “onze” inicial, Jesus repetiu dez dos onze jogadores que tinham alinhado de início no jogo com a Espanha, no Mundial! A única alteração foi a entrada de Rúben Neves, em vez de João Neves…
Portugal foi superior, evidentemente (estranho seria se assim não fosse), poderia ter vencido por margem mais confortável, mas o futebol jogado foi lento, previsível, e nada entusiasmador.
De forma que a selecção portuguesa acabou mesmo por se “pôr a jeito” para poder ter sofrido um dissabor, num lance em que toda a defesa parou, a bola embateu na trave, ressaltou para o campo, por sorte tabelando em Rúben Dias, e indo parar às mãos de Diogo Costa.
Valeu pelos três pontos.
Liga Europa – 2026-27 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
16.09.2026 - Ararat-Armenia - Sparta Praha 1-4 16.09.2026 - Omonoia - Celta de Vigo 1-0 16.09.2026 - AC Milan - Benfica 0-2 16.09.2026 - Bayer Leverkusen - NK Celje 2-0 16.09.2026 - Hapoel Beer-Sheva - Dinamo Zagreb 0-0 16.09.2026 - Olympiakos - Jagiellonia Białystok 2-1 16.09.2026 - Anderlecht - Ol. Lyonnais 1-2 16.09.2026 - Sturm Graz - Stade Rennais 0-0 16.09.2026 - Sunderland - AZ Alkmaar 1-0 17.09.2026 - OFI Creta - Hoffenheim 2-0 17.09.2026 - Levski Sofia - FC Salzburg 0-1 17.09.2026 - Beşiktaş - Ol. Marseille 4-1 17.09.2026 - Celtic - Ferencvárosi 1-3 17.09.2026 - Crystal Palace - Lech Poznań 4-0 17.09.2026 - Viktoria Plzeň - Union Saint-Gilloise 0-3 17.09.2026 - Juventus - N.E.C. Nijmegen 5-0 17.09.2026 - Lillestrøm - Torreense 1-2 17.09.2026 - Real Sociedad - Bournemouth 1-2
Liga Europa – 1ª Jornada – AC Milan – Benfica
AC Milan – Mike Maignan, Filippo Terracciano (45m – Mario Gila), Koni De Winter, Strahinja Pavlović, Samuel Chukwueze, Ardon Jashari (73m – Adrien Rabiot), Yunus Musah, Davide Bartesaghi (57m – Alexis Saelemaekers), Omari Hutchinson (45m – Christian Pulišić), Alphadjo Cissè (57m – Diego Moreira) e Gonçalo Ramos
Benfica – Anatoliy Trubin, Daniel Banjaqui, Alessandro Circati, Tomás Araújo, Souffian El Karouani (88m – Samuel Dahl), Fredrik Aursnes (70m – Leandro Barreiro), João Palhinha, Dodi Lukébakio, Heorhiy Sudakov (70m – Gianluca Prestianni), Jakub Kamiński (80m – Andreas Schjelderup) e Jhon Durán (80m – Evangelos “Vangelis” Pavlídis)
0-1 – Dodi Lukébakio – 16m
0-2 – Jakub Kamiński – 54m
Cartões amarelos – Strahinja Pavlović (11m); Souffian El Karouani (26m), Jhon Durán (37m), Daniel Banjaqui (77m), Leandro Barreiro (85m) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (90m)
Árbitro – Jarred Gillett (Austrália)
Foi uma noite histórica! Pela primeira vez, ao oitavo jogo (incluindo uma meia-final da Taça Latina) entre AC Milan e o Benfica – e depois de duas Finais da Taça dos Campeões Europeus perdidas –, a equipa portuguesa saiu vencedora, ainda para mais em pleno San Siro!
Do onze que havia alinhado de início na Dinamarca, frente ao Aarhus, somente Tomás Araújo e Sudakov repetiram a titularidade (contando-se igualmente nove alterações face à partida precedente para o campeonato, apenas com Tomás Araújo e Banjaqui a manterem as suas posições), numa revolução promovida por Marco Silva, a pensar no “clássico” do Dragão, dando espaço às “segundas linhas”… que não se saíram nada mal.
O desafio começou em toada morna, mas cedo a equipa benfiquista se colocou em vantagem.
Após um primeiro aviso, logo aos cinco minutos, com o remate de Durán a ser interceptado por um defesa, Lukébakio chegava ao golo (depois de, no minuto anterior, ter já obrigado Maignan a defesa atenta, pese embora o remate “à figura”): flectindo da direita para o interior do terreno, correndo paralelamente à linha divisória da grande área, deixou para trás um adversário, e, à entrada da “meia-lua”, rematou, desta feita, sem hipótese para o guardião francês.
Menos de dez minutos volvidos, o Benfica teve boa oportunidade para poder ampliar a contagem: Kamiński (que estivera também já no início da jogada do primeiro golo) recuperou a bola em zona avançada do terreno, libertando para Sudakov, que, porém, acertou no poste.
Pouco depois, seria a vez de o AC Milan poder ter marcado, num remate forte de Terracciano, com Trubin a voar, para evitar o golo.
O jogo estava repartido, “taco-a-taco”, e, de pronto, nova ocasião de perigo criada pela formação portuguesa: desta vez foi Lukébakio a solicitar Kamiński, mas a bola acabaria por tabelar em De Winter.
Nos minutos finais do primeiro tempo, foi a equipa italiana a carregar mais, com lances de perigo, mas sem que Gonçalo Ramos conseguisse chegar a tempo para o desvio, e, de pronto, De Winter a cabecear para defesa segura de Trubin. O guardião ucraniano seria ainda chamado a uma intervenção a socar a bola, afastando-a da zona perigosa.
No recomeço, num lance de insistência, El Karouani, do lado esquerdo, cruzou rasteiro para o miolo da área, onde Kamiński, com um potente remate, de primeira, marcou um golo que seria determinante no desenrolar da partida.
A partir daí, ficou patente o contraste entre o estado de espírito das duas equipas: muito mais confiante o Benfica, bastante mais ansioso o AC Milan.
Ainda assim, até final, o grupo italiano, não se entregando, teve mais tempo de controlo da bola, com a turma portuguesa estrategicamente a reagrupar-se no seu meio terreno.
Nessa última fase do encontro, Trubin negaria, por duas vezes, o golo a Pulišić, ficando na retina uma notável estirada, quase até junto ao poste, já dentro dos dez últimos minutos.
O Benfica ripostaria ainda, validando a sua vitória, com dois lances ofensivos: primeiro, com Lukébakio a forçar Maignan a mais uma intervenção apertada; e, já no minuto 90, outra vez o belga a centrar, mas sem que Leandro Barreiro conseguisse alcançar a bola.
Num balanço global, o jogo foi mais equilibrado do que o “placard” deixaria entrever, mas o triunfo do Benfica afigura-se justo, afirmando a sua superior maturidade, o que lhe proporciona, logo na ronda inaugural – e tendo superado o que seria um dos principais adversários –, colocar-se em boa posição para o apuramento directo.




