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ESPANHA – Campeã do Mundo Futebol – 2010

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda2-3

HolandaEslováquia2-1 Holanda0 HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 Espanha1

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha0-1 ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 UruguaiAlemanha2-3

Marcadores (Final) – Andrés Iniesta (Espanha)

Marcadores (3º/4º lugar) – Thomas Müller (Alemanha), Edinson Cavani (Uruguai), Diego Forlán (Uruguai), Marcell Jansen (Alemanha) e Sami Khedira (Alemanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – Thomas Müller (Alemanha), David Villa (Espanha), Wesley Sneijder (Holanda) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia) e Miroslav Klose (Alemanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México), Robinho (Brasil), Arjen Robben (Holanda) e Andrés Iniesta (Espanha)

Melhor jogador – Diego Forlán (Uruguai)

Classificação Final do Mundial 2010:

(mais…)

11 Julho, 2010 at 10:29 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – Final – Holanda – Espanha

Holanda 0-1

Holanda Maarten Stekelenburg, Gregory van der Wiel, John Heitinga, Joris Mathijsen, Giovanni van Bronckhorst (105m – Edson Braahfeid), Mark van Bommel, Nigel de Jong (99m – Rafael van der Vaart), Arjen Robben, Wesley Sneijder, Dirk Kuyt (71m – Eljero Elia) e Robin van Persie

Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol, Joan Capdevila, Sergio Busquets, Xabi Alonso (87m – Cesc Fábregas), Andrés Iniesta, Xavi Hernández, Pedro Rodríguez (60m – Jesús Navas) e David Villa (106m – Fernando Torres)

0-1 – Andrés Iniesta – 116m

Melhor jogador – Andrés Iniesta

Cartões amarelos – Robin van Persie (15m), Mark van Bommel (22m), Nigel de Jong (28m), Giovanni van Bronckhorst (54m), John Heitinga (57m), Arjen Robben (84m), Gregory van der Wiel (111m) e Joris Mathijsen (117m); Carles Puyol (16m), Sergio Ramos (23m), Joan Capdevila (67m), Andrés Iniesta (118m) e Xavi Hernández (120m)

Cartão vermelho – John Heitinga (109m)

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Johannesburg (19h30)

(foto via Record)

O jogo da Final do Campeonato do Mundo, entre as selecções da Espanha e Holanda, começou por prometer bastante, com a equipa espanhola a ameaçar a baliza holandesa por 2 vezes logo nos 10 minutos iniciais, primeiro com Sergio Ramos a cabecear e a solicitar a intervenção do guarda-redes adversário, depois com uma combinação entre Xavi e David Villa, a rematar à malha lateral.

Com os esquemas tácticos de ambas as equipas a encaixarem-se, com grande rigidez e intensidade nas marcações, o jogo decairia de qualidade, paralelamente a uma escalada da dureza colocada em alguns lances, com o árbitro a ter de exibir o cartão amarelo por 5 vezes no espaço de 13 minutos.

Passava já da meia hora de jogo quando ocorreria a situação de maior frisson… num lançamento de linha lateral de longa distância, com a bola a ser devolvida pela Holanda, para o guarda-redes Casillas, que se viu em apuros para evitar que acabasse por violar a sua baliza. Complementando o antes falhado gesto de fair-play, a Holanda marcaria o correspondente pontapé de canto com… um passe para o guardião espanhol.

Pouco depois, o primeiro lance ofensivo de perigo criado pela Holanda, com uma boa abertura, criando desequilíbrios,  para o lado esquerdo da grande área espanhola, onde um jogador holandês acabaria por… rematar na atmosfera.

Mesmo a fechar o primeiro tempo, Robben, com um remate sesgado junto ao poste, obrigaria Casillas a nova intervenção de elevado grau de dificuldade.

Tal como na abertura do jogo, a Espanha teria um reinício de partida em força, com uma flagrante ocasião de golo, na sequência de um canto, com um Puyol pleno de auto-confiança, a cabecear em plena área adversária, assistindo um companheiro; contudo, Capdevila, em posição privilegiada, não conseguiu fazer o desvio fatal. Pouco depois, numa “carga de ombro” algo deslocada – foi, efectivamente, uma carga pelas costas – o árbitro perdoaria à Holanda uma grande penalidade (mais à frente, já com 78 minutos decorridos, indultaria Iniesta, não o sancionando disciplinarmente).

Depois de uma entrada determinada da Espanha, a Holanda voltaria a equilibrar o jogo, dispondo mesmo, pouco depois dos 60 minutos, da maior sensação de golo, com Robben, beneficiando de uma excelente abertura em profundidade de Sneijder, a isolar-se pela faixa central, rasgando a defesa, mas, no “cara a cara” com Casillas, a não conseguir tornear o guarda-redes espanhol, a sair decididamente de entre os postes, a fazer espectacularmente a “mancha”, assim salvando a sua baliza.

A Espanha retribuiria o brinde cerca dos 70 minutos, quando David Villa, que, já na zona da pequena área, beneficiara de uma defeituosa tentativa de desvio de Heitinga, desperdiçou uma clamorosa oportunidade de golo, sendo agora a vez de Stekelenburg oferecer o corpo à bola. E, aos 77 minutos, em novo lance de “bola parada”, Sergio Ramos a fugir à marcação e, surgindo fulgurantemente, a rematar de cabeça, mas sem a melhor direcção…

Aos 83 minutos, Robben teria novo duelo com Casillas, desta vez num lance de mais difícil concretização, com o guarda-redes espanhol a conseguir furtar-lhe a bola.

No prolongamento manter-se-ia a toada de jogo, com a Espanha mais afoita; aos 95 minutos, Fábregas obrigaria Stekelenburg a nova intervenção de elevada dificuldade.

Com a expulsão de Heitinga, os derradeiros dez minutos seriam, para a equipa holandesa, principalmente de contenção, com a Espanha a tentar evitar o desempate da marca de grande penalidade… o que conseguiria, a 4 minutos do termo, com Iniesta, solto no lado direito da grande área, a ter todo o tempo para preparar o remate, fulminante, enviando a bola para o fundo da baliza holandesa, possibilitando a vitoriosa explosão de euforia espanhola, que – confirmando o seu estatuto de melhor equipa – soma ao título de Campeã da Europa, o ceptro máximo, de Campeã do Mundo!

P. S. Um título ampla e justamente celebrado pela imprensa espanhola… com um momento mágico que entra para a história (beijo de Casillas a Sara Carbonero, sua namorada e repórter de televisão, que o entrevistava em directo)!

11 Julho, 2010 at 10:01 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – 1/2 Finais

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda2-3

HolandaEslováquia2-1 Holanda- HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 Espanha-

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha0-1 ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 UruguaiAlemanha---

Marcadores (1/2 Finais) – Giovanni van Bronckhorst (Holanda), Diego Forlán (Uruguai), Wesley Sneijder (Holanda), Arjen Robben (Holanda), Maxi Pereira (Uruguai) e Carles Puyol (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – David Villa (Espanha) e Wesley Sneijder (Holanda)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia), Thomas Müller (Alemanha), Miroslav Klose (Alemanha) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México), Robinho (Brasil) e Arjen Robben (Holanda)

Espanha e Holanda são os Finalistas do Mundial de Futebol de 2010!

O que garante, desde já, que o novo Campeão do Mundo será da Europa (no que corresponderá ao primeiro título Mundial conquistado fora do continente europeu) e que atingirá o galardão máximo do futebol pela primeira vez na sua história…

Confirmando a consistência do seu futebol, na senda do título de Campeã da Europa conquistado em 2008, a Espanha, vencendo pela margem mínima pela quarta vez nesta competição (depois de 2-1 ao Chile no jogo decisivo da Fase de Grupos, e 1-0 frente a Portugal, Paraguai e Alemanha, nas sucessivas eliminatórias), atinge pela primeira vez a Final de um Campeonato do Mundo, perfilando-se como candidato lógico à conquista do Mundial.

Defrontará a selecção da Holanda, de regresso à Final, 32 anos decorridos após o Mundial da Argentina, em que repetira sem êxito a primeira tentativa da famosa “laranja mecânica”, de 1974.

A equipa dos Países Baixos chega ao encontro decisivo contando por vitórias todos os (6) jogos disputados nesta Fase Final, depois de ter somado também 8 vitórias (o pleno) na fase de qualificação. E, curiosamente, destas 6 vitórias obtidas na África do Sul, também 5 pela margem mínima, embora com bastantes mais golos que nas partidas da Espanha (1-0 ao Japão, 2-1 frente a Camarões, Eslováquia e Brasil, e 3-2 contra o Uruguai, num jogo em que, porém, o domínio foi superior à tangencial diferença no marcador).

Ou como um Campeão se faz de pequenos detalhes…

Muito realista, não se atemorizando perante as goleadas da Alemanha nos jogos precedentes (aviando Inglaterra e Argentina com a “chapa 4”), a Espanha, superior em termos de individualidades e de conjunto – com os germânicos privados da classe de Thomas Müller, a cumprir um jogo de suspensão -, conseguiu fazer o jogo que lhe mais convinha, controlando a bola… e a partida, sem permitir espaços aos alemães para os seus temíveis contra-ataques, que tão bem explorara nesta prova, assim anulando a força teutónica, acabando por repetir a dose já aplicada na Final do Europeu de 2008, desta vez graças a uma fulgurante cabeçada de Puyol.

Paradoxalmente –  e não obstante o poderio conferido pelo seu fantástico sector ofensivo -, numa das competições em que surgem porventura menos exuberantes (e depois de terem sido sucessivamente eliminados por Portugal no apuramento para o Mundial 2002 e nas Fases Finais do Europeu de 2004 e do Mundial de 2006…) os neerlandeses têm revelado uma eficácia total, outorgando ao desfecho da Final do próximo domingo um cariz de absoluta imprevisibilidade!

7 Julho, 2010 at 9:21 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – 1/4 Final

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana1-1 EUAGana1-2 UruguaiHolanda---

HolandaEslováquia2-1 - HolandaBrasil2-1 BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha0-4 AlemanhaInglaterra4-1 ...-

ParaguaiJapão0-0 AlemanhaEspanha--- ParaguaiEspanha0-1 EspanhaPortugal1-0 3º/4º3º/4º---

Marcadores (1/4 Final) – Robinho (Brasil), Wesley Sneijder (Holanda) – 2, Sulley Ali Muntari (Gana), Diego Forlán (Uruguai), Thomas Müller (Alemanha), Miroslav Klose (Alemanha) – 2, Arne Friedrich (Alemanha) e David Villa (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 5 golos – David Villa (Espanha)
  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia), Wesley Sneijder (Holanda), Thomas Müller (Alemanha) e Miroslav Klose (Alemanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Luís Fabiano (Brasil) e Diego Forlán (Uruguai)
  • 2 golos – Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México) e Robinho (Brasil)

Depois da ilusória supremacia sul-americana na Fase de Grupos e nos 1/8 Final, na “hora da verdade”, num triplo confronto Europa-América do Sul, as três selecções europeias superiorizaram-se (com destaque para Holanda e Alemanha, eliminando os colossos Brasil e Argentina, esta severamente punida pelo conjunto germânico), assim avançando para as 1/2 Finais, em que o inesperado resistente do continente americano é o Uruguai.

Uns 1/4 Final bastante interessantes, repletos de cambiantes inesperadas, como a reviravolta holandesa frente ao Brasil, depois de sair para o intervalo a perder – com duas figuras a marcar a partida: pela negativa, Felipe Melo, marcando na própria baliza (golo que seria posteriormente atribuído a Sneijder), e sendo expulso, a um quarto de hora do fim, por pisar Robben; pela positiva, o referido Sneijder, creditado com dois tão preciosos quanto decisivos golos.

Ou a eliminação uruguaia evitada pelo seu ponta-de-lança Suárez, a substituir-se ao guarda-redes, com duas magníficas intervenções sobre a linha de golo, primeiro oferecendo o corpo à bola, e, na segunda delas, defendendo com as mãos, com a consequente grande penalidade a ser desperdiçada, no último segundo do prolongamento, por Gyan, acertando com estrondo na trave (no desempate da marca de grande penalidade, um então já inseguro Gana – depois da intensa pressão que exercera nos últimos 5 minutos do prolongamento não ter tido a melhor sorte – acabaria por ser derrotado por 2-4).

Já hoje, a lição de táctica e de futebol colectivo que a equipa alemã ofereceu às individualidades argentinas, com um concludente resultado, numa quase perfeita interpretação do sistema de contra-ataque, com realce para a exibição de Thomas Müller, perante uma impotente selecção da Argentina, incapaz de reagir aos sucessivos golpes que a Alemanha ia desferindo, uma, duas, três, quatro vezes…

E, a fechar, o animado Paraguai-Espanha, com duas grandes penalidades num minuto, ambas desperdiçadas (!) – Cardozo permitiu a defesa a Casillas – , com a segunda (a beneficiar a Espanha), a ter mesmo direito a repetição , dado que, à primeira, o árbitro não validou o golo, pelo facto de terem entrado na área diversos jogadores de ambas as equipas, antes da conversão do lance); na menos conseguida exibição espanhola neste Mundial, a partida seria decidida, já nos derradeiros 10 minutos, culminando uma excelente iniciativa de ataque, com Pedro, do lado esquerdo, a rematar cruzado, embatendo a bola no poste mais distante, ressaltando a bola para David Villa, que, no lado contrário, remataria também cruzado, no sentido oposto, acertando… nos 2 postes, antes da  caprichosa bola se acabar por anichar nas redes! Um verdadeiro golo “às três tabelas”…

Na fase imediata da prova (1/2 Finais, a disputar nas próximas terça e quarta-feira), repete-se a Final do EURO 2008 – um apetecível Espanha-Alemanha -, com Uruguai e Holanda a medirem forças para decidir a outra vaga no jogo decisivo.

3 Julho, 2010 at 9:41 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – 1/8 Final

  1/8 FINAL          1/4 FINAL        1/2 FINAIS        FINAL

UruguaiCoreia Sul2-1 UruguaiGana--- EUAGana1-2 ......---

HolandaEslováquia2-1 - HolandaBrasil--- BrasilChile3-0


ArgentinaMéxico3-1 ArgentinaAlemanha--- AlemanhaInglaterra4-1 -

ParaguaiJapão0-0 ......--- ParaguaiEspanha--- EspanhaPortugal1-0 ---

Marcadores (1/8 Final) – Luís Suarez (Uruguai) – 2, Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Kevin Prince Boateng (Gana), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Miroslav Klose (Alemanha), Lukas Podolski (Alemanha), Matthew Upson (Inglaterra), Thomas Müller (Alemanha) – 2, Carlos Tevez (Argentina) – 2, Gonzalo Higuaín (Argentina), Javier Hernandez (México), Arjen Robben (Holanda), Wesley Sneijder (Holanda), Robert Vittek (Eslováquia), Juan (Brasil), Luís Fabiano (Brasil), Robinho (Brasil) e David Villa (Espanha)

Melhores marcadores:

  • 4 golos – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia) e David Villa (Espanha)
  • 3 golos – Luís Suarez (Uruguai), Landon Donovan (EUA), Asamoah Gyan (Gana), Thomas Müller (Alemanha) e Luís Fabiano (Brasil)
  • 2 golos – Diego Forlán (Uruguai), Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão), Samuel Eto’o (Camarões), Lee Chung-Yong (Coreia Sul), Miroslav Klose (Alemanha), Lukas Podolski (Alemanha), Carlos Tevez (Argentina), Javier Hernandez (México) e Wesley Sneijder (Holanda)

Para os jogos dos 1/4 Final, a disputar nos próximos dias 2 e 3 de Julho, estão apuradas 4 selecções da América do Sul (apenas 1 eliminada, o Chile, pelo Brasil, da mesma Confederação) – podendo inclusivamente, no limite, aspirar a monopolizar as 1/2 Finais -, 3 da Europa (as 6 que se haviam qualificado para os 1/8 Final jogaram entre si…) e o sobrevivente africano, o Gana.

29 Junho, 2010 at 9:23 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – Portugal – Espanha (1/8 Final)

Portugal Espanha 0-1

Portugal Eduardo, Ricardo htCosta, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão, Pepe (72m – Pedro Mendes), Simão Sabrosa (72m – Liedson), Raul Meireles, Tiago, Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (58m – Danny)

Iker Casillas, Sergio Ramos, Gerard Piqué, Carles Puyol, Joan Capdevila, Sergio Busquets, Xabi Alonso, Xavi Hernández, Andrés Iniesta, David Villa (88m – Pedro Rodríguez) e Fernando Torres (58m – Fernando Llorente)

0-1 – David Villa – 63m

(Foto Record)

Um primeiro sinal de aviso logo no minuto inicial, com um excelente remate de Fernando Torres, a que Eduardo correspondeu com uma magnífica intervenção, situação quase de imediato repetida por mais duas vezes, com David Villa como protagonista, deram o mote a uns 5 minutos de abertura de jogo aflitivos, de verdadeiro sufoco, sem que a equipa portuguesa conseguisse “pegar na bola”.

Quando foi possível ultrapassar essa espécie de bloqueio psicológico, Portugal dispôs, por sua vez, nos minutos que se sucederam, de duas ocasiões de perigo junto da área espanhola, conquistando dois pontapés de canto sucessivos.

O jogo acalmaria de intensidade, até que, aos 20 minutos, um remate de Tiago obrigaria Casillas a uma intervenção de elevado índice de dificuldade, ainda apertado por Hugo Almeida, que, de cabeça, procurava fazer a emenda. Portugal disporia de uma outra grande oportunidade, estavam decorridos 27 minutos, na sequência de um livre apontado por Cristiano Ronaldo, com um potente remate que provocaria grande atrapalhação a Casillas… sem que, contudo, ninguém aparecesse para a recarga.

Já com a primeira parte a encaminhar-se para o seu termo, aos 39 minutos, Hugo Almeida não conseguiu dar a melhor sequência a uma assistência de Raul Meireles. E, aos 42 minutos, Casillas a ter de sair da sua área, antecipando-se a Simão Sabrosa, que corria veloz em perseguição da bola. De imediato, outra ocasião de perigo, com Tiago, em boa posição, a rematar de cabeça… mas defeituosamente.

O segundo tempo iniciar-se-ia com uma toada mais pausada, com o primeiro sobressalto, aos 51 minutos, a ser provocado por Hugo Almeida, descaído sobre o lado esquerdo, a esperar por Cristiano Ronaldo, para procurar fazer a assistência, com Puyol, com um corte imperfeito, a criar muito perigo para a sua baliza.

Aos 56 minutos, uma boa jogada de ataque da equipa portuguesa, com a bola a passar por vários jogadores, e Raul Meireles a cruzar em direcção da zona da pequena área, obrigando Casillas a afastar o perigo a soco.

A primeira intervenção de Llorente, aos 60 minutos, obrigaria Eduardo à “defesa da noite”, num gesto de reflexo. No minuto seguinte, Villa remataria a bola colocada, a passar a rasar o poste da baliza portuguesa.

E, aos 63 minutos, numa jogada algo confusa, num momento de desconcentração da defesa portuguesa, hesitante, pensando numa eventual situação de fora de jogo [que, através do recurso a meios tecnológicos, se viria a confirmar… por 22 centímetros!], surgiria David Villa, descaído sobre o lado esquerdo, isolado, à segunda, em recarga a um primeiro pontapé ainda defendido por Eduardo, a rematar para o fundo da baliza portuguesa. Ao fim de 5 horas e meio de jogo, Eduardo sofria o primeiro golo na prova…

Com a equipa portuguesa a acusar o toque, na sequência de uma perda de bola que proporcionou uma jogada rápida da Espanha, o guarda-redes evitaria o segundo golo, iam decorridos 70 minutos.

Numa altura em que o tempo começava a correr demasiado depressa, Carlos Queiroz tentava espevitar a equipa, com uma dupla substituição, entrando Pedro Mendes e Liedson, respectivamente por troca com Pepe e Simão Sabrosa.

Aos 76 minutos, uma vez mais, Eduardo a opor-se a um potente remate de David Villa.

A Espanha, em vantagem no marcador, assegurava a posse de bola, deixando o tempo escoar-se, não dando oportunidade a Portugal de “pegar no jogo”.

Quase a findar a partida, aos 87 minutos, Llorente, isolado na cara de Eduardo, desviou subtilmente de cabeça, mas a bola sairia ligeiramente ao lado.

Esgotada física e, sobretudo, animicamente, sem capacidade de reacção, a sensação que persiste é que a selecção de Portugal como que “desistiu cedo demais” de lutar por um resultado positivo, acabando por sair sem glória deste Mundial, não obstante ter sofrido um único golo na competição.


(infografia La informacion.com)

Melhor jogador – Xavi Hernández

Cartões amarelos – Tiago (80m); Xabi Alonso (74m)

Cartão vermelho – Ricardo Costa (89m)

Árbitro – Hector Baldassi (Argentina)

(ver crónica, estatísticas e fotos no The New York Times)

Cape Town (19h30)

29 Junho, 2010 at 9:22 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – Resultados e Classificações – 3ª

GRUPO A        Jg  V  E  D   G  Pt  África Sul-México.....1-1
Uruguai    Uruguai  3  2  1  -  4-0  7  Uruguai-França........0-0
México     México  3  1  1  1  3-2  4  África Sul-Uruguai....0-3
África Sul África Sul  3  1  1  1  3-5  4  França-México.........0-2
França     França  3  -  1  2  1-4  1  França-África Sul.....1-2
                                    México-Uruguai........0-1

GRUPO B        Jg  V  E  D   G  Pt  Argentina-Nigéria.....1-0
Argentina  Argentina  3  3  -  -  7-1  9  Coreia Sul-Grécia.....2-0
Coreia Sul Coreia Sul  3  1  1  1  5-6  4  Grécia-Nigéria........2-1
Grécia     Grécia  3  1  -  2  2-5  3  Argentina-Coreia Sul..4-1
Nigéria    Nigéria  3  -  1  2  3-5  1  Nigéria-Coreia Sul....2-2
                                    Grécia-Argentina......0-2

GRUPO C        Jg  V  E  D   G  Pt  Inglaterra-EUA........1-1
EUA        EUA  3  1  2  -  4-3  5  Argélia-Eslovénia.....0-1
Inglaterra Inglaterra  3  1  2  -  2-1  5  Eslovénia-EUA.........2-2
Eslovénia  Eslovénia  3  1  1  1  3-3  4  Inglaterra-Argélia....0-0
Argélia    Argélia  3  -  1  2  0-2  1  Eslovénia-Inglaterra..0-1
                                    EUA-Argélia...........1-0

GRUPO D        Jg  V  E  D   G  Pt  Alemanha-Austrália....4-0
Alemanha   Alemanha  3  2  -  1  5-1  6  Sérvia-Gana...........0-1
Gana       Gana  3  1  1  1  2-2  4  Alemanha-Sérvia.......0-1
Austrália  Austrália  3  1  1  1  3-6  4  Gana-Austrália........1-1
Sérvia     Sérvia  3  1  -  2  2-3  3  Gana-Alemanha.........0-1
                                    Austrália-Sérvia......2-1

GRUPO E        Jg  V  E  D   G  Pt  Holanda-Dinamarca.....2-0
Holanda    Holanda  3  3  -  -  5-1  9  Japão-Camarões........1-0
Japão      Japão  3  2  -  1  4-2  6  Holanda-Japão.........1-0
Dinamarca  Dinamarca  3  1  -  2  3-6  3  Camarões-Dinamarca....1-2
Camarões   Camarões  3  -  -  3  2-5  -  Dinamarca-Japão.......1-3
                                    Camarões-Holanda......1-2

GRUPO F        Jg  V  E  D   G  Pt  Itália-Paraguai.......1-1
Paraguai   Paraguai  3  1  2  -  3-1  5  N.Zelândia-Eslováquia.1-1
Eslováquia Eslováquia  3  1  1  1  4-5  4  Eslováquia-Paraguai...0-2
N.Zelândia N. Zelândia  3  -  3  -  2-2  3  Itália-N.Zelândia.....1-1
Itália     Itália  3  -  2  1  4-5  2  Eslováquia-Itália.....3-2
                                    Paraguai-N.Zelândia...0-0

GRUPO G        Jg  V  E  D   G  Pt  Costa Marfim-Portugal.0-0
Brasil     Brasil  3  2  1  -  5-2  7  Brasil-Coreia Norte...2-1
Portugal   Portugal  3  1  2  -  7-0  5  Brasil-Costa Marfim...3-1
C. Marfim  Costa Marfim  3  1  1  1  4-3  4  Portugal-Coreia Norte.7-0
Cor. Norte Coreia Norte  3  -  -  3  1-12 -  Portugal-Brasil.......0-0
                                    Cor.Norte-C.Marfim....0-3

GRUPO H        Jg  V  E  D   G  Pt  Honduras-Chile........0-1
Espanha    Espanha  3  2  -  1  4-2  6  Espanha-Suíça.........0-1
Chile      Chile  3  2  -  1  3-2  6  Chile-Suíça...........1-0
Suíça      Suíça  3  1  1  1  1-1  4  Espanha-Honduras......2-0
Honduras   Honduras  3  -  1  2  0-3  1  Chile-Espanha.........1-2
                                    Suíça-Honduras........0-0

Marcadores (3ª Jornada) – Bongani Khumalo (África Sul), Katlego Mphela (África Sul), Luís Suarez (Uruguai), Florent Malouda (França), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Park Chu-Young (Coreia do Sul), Yakubu Ayiegbeni (Nigéria), Martin Demichelis (Argentina), Martin Palermo (Argentina), Jermain Defoe (Inglaterra), Landon Donovan (EUA), Mesut Özil (Alemanha), Tim Cahill (Austrália), Brett Holman (Austrália), Marko Pantelic (Sérvia), Robert Vittek (Eslováquia) – 2, Antonio Di Natale (Itália), Kamil Kopunek (Eslováquia), Fabio Quagliarella (Itália), Keisuke Honda (Japão), Yasuhito Endo (Japão), Robin van Persie (Holanda), Samuel Eto’o (Camarões), Jon Dahl Tomasson (Dinamarca), Klaas Jan Huntelaar (Holanda), Shinji Okazaki (Japão), Yaya Touré (Costa Marfim), Romaric (Costa Marfim), Salomon Kalou (Costa Marfim) e David Villa (Espanha), Andrés Iniesta (Espanha) e Rodrigo Millar (Chile)

Melhores marcadores – Gonzalo Higuaín (Argentina), Robert Vittek (Eslováquia) e David Villa (Espanha), 3; Diego Forlán (Uruguai), Asamoah Gyan (Gana), Luís Fabiano (Brasil), Elano (Brasil), Tiago (Portugal), Kalu Uche (Nigéria), Lee Jung-Soo (Coreia do Sul), Landon Donovan (EUA), Brett Holman (Austrália), Keisuke Honda (Japão) e Samuel Eto’o (Camarões), 2

Concluída a Fase de Grupos deste Mundial, eis o alinhamento dos jogos dos 1/8 Final:

  • 26.06.2010 (15h00) – UruguaiCoreia Sul (Port Elizabeth)
  • 26.06.2010 (19h30) – EUAGana (Rustenburg)
  • 27.06.2010 (15h00) – AlemanhaInglaterra (Bloemfontein)
  • 27.06.2010 (19h30) – ArgentinaMéxico (Johannesburg)
  • 28.06.2010 (15h00) – HolandaEslováquia (Durban)
  • 28.06.2010 (19h30) – BrasilChile (Johannesburg)
  • 29.06.2010 (15h00) – ParaguaiJapão (Pretoria)
  • 29.06.2010 (19h30) – EspanhaPortugal (Cape Town)

Com a Europa em crise, apenas 6 das 13 selecções presentes nesta Fase Final asseguraram a passagem aos 1/8 Final – com a agravante de se defrontarem entre si, pelo que o continente europeu terá somente 3 representantes nos 1/4 Final -, com particular destaque para as inesperadas eliminações do Campeão do Mundo e seu vice, Itália e França.

Ao invés, a América do Sul atinge um feito inédito, com a qualificação de todos os seus 5 representantes para os 1/8 Final, podendo ambicionar manter 4 deles nos 1/4 Final.

Bom desempenho teve também o contingente asiático, com 2 apurados (Japão e Coreia do Sul) em três participantes (apenas a Coreia do Norte revelou não estar ao nível de uma competição desta envergadura).

Outro dos grandes derrotados é o continente africano, que viu 5 das suas 6 selecções eliminadas, entre elas o país organizador, África do Sul (para além dos já conceituados Camarões, Costa do Marfim e Nigéria). O Gana é assim o único sobrevivente de África.

Por fim, a nível de países que prosseguem em competição, EUA e México, representantes da América do Norte e Central, zona que perdeu apenas a selecção das Honduras.

Da Oceania, Austrália e Nova Zelândia, não obstante terem feito uma prova satisfatória, acabaram por não conseguir franquear as portas da fase a eliminar deste Mundial.

25 Junho, 2010 at 9:24 pm Deixe um comentário

Mundial 2010 – Portugal – Brasil

Portugal Brasil 0-0

Portugal Eduardo, Ricardo Costa, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Duda (54m – Simão Sabrosa), Pepe (64m – Pedro Mendes), Tiago, Raul Meireles (84m – Miguel Veloso), Danny, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo

Brasil Júlio César, Maicon, Lúcio, Juan, Michel Bastos, Gilberto Silva, Daniel Alves, Felipe Melo (44m – Josué), Júlio Baptista (82m – Ramires), Nilmar e Luís Fabiano (85m – Grafite)

(foto via Record)

Entrando em campo com um onze de tendência conservadora, com uma opção privilegiando a prudência, Portugal viu-se, logo desde o início, submetido à pressão brasileira, conquistando dois cantos nos dois minutos iniciai, com Daniel Alves a dar o primeiro sinal de perigo com um bom remate, ligeiramente ao lado, aos cinco minutos, e, pouco depois, numa primeira incursão de Maicon pelo flanco direito do ataque, Fábio Coentrão a conseguir uma boa antecipação.

Só aos 17 minutos Portugal conseguiria soltar-se e ensaiar o primeiro remate à baliza do Brasil. À passagem da meia hora o perigo espreitou as duas balizas, com Eduardo com uma excelente defesa, a remate de Nilmar (com a bola ainda a embater na trave – o que se repetiria aos 37 minutos, dessa vez com Eduardo a “desviar a bola com o olhar”… para o poste), e, no outro lado, do ataque português, com Tiago a não conseguir finalizar. O mesmo Tiago que viria a colocar à prova a concentração de Júlio César, iam então já decorridos 41 minutos.

Com bastante maior tempo de posse de bola e claro predomínio da parte da selecção brasileira, o nulo registado no marcador era porventura algo lisonjeiro para Portugal.

Entretanto, no outro jogo, a Costa do Marfim começara por “assustar”, com dois golos no espaço de seis minutos (aos 14 e aos 20), mas a manutenção do resultado ao intervalo era de molde a conferir alguma (relativa) tranquilidade à equipa portuguesa.

Parecendo querer adormecer o jogo no seu recomeço, Portugal teria, aos 48 minutos, uma boa iniciativa de contra-ataque, com Lúcio a evitar que Cristiano Ronaldo conseguisse marcar.

Cerca dos 60 minutos, novo remate à baliza, com Simão Sabrosa a solicitar Júlio César a nova intervenção. E Portugal desperdiçaria mesmo uma soberana oportunidade, com Raul Meireles a não conseguir dar a melhor finalização a uma boa jogada de Cristiano Ronaldo.

O Brasil, com uma toada de jogo mais pausada, de bastante menor intensidade, procurava atrair Portugal, para aproveitar algum eventual erro nas transições defesa-ataque.

À medida que o tempo corria para o final, e com o resultado inalterado no jogo das Costa do Marfim (mantendo-se a vantagem de 2 golos já registada ao intervalo), Portugal deveria então ter arriscado na procura do golo que lhe poderia dar a vitória no jogo… e consequente primeiro lugar no Grupo… mas – exceptuando uma descida de Simão Sabrosa, a cruzar para Cristiano Ronaldo, bastante apertado na área brasileira -, jogando sempre pelo seguro, acabou por não investir nessa possibilidade, optando por garantir o empate frente aos penta-campeões do Mundo.

Aliás, já em tempo de compensação, Eduardo seria forçado a boa intervenção, para desviar a bola que, rematada por Ramires, embatendo num defesa português, adquirira uma trajectória traiçoeira.

O empate final a zero pareceu acabar por satisfazer ambas as equipas, garantindo o apuramento, com o Brasil a vencer o Grupo e Portugal a concluir no segundo lugar, com o “melhor ataque” (7 golos – tal como a Argentina) e a “melhor defesa” (sem sofrer qualquer golo na fase de Grupos).

Melhor jogador – Cristiano Ronaldo

Amarelos – Duda (25m), Tiago (31m), Pepe (40m) e Fábio Coentrão (45m); Luís Fabiano (15m) e Juan (25m) e Felipe Melo (43m)

Árbitro – Benito Archundia (México)

Durban (15h00)

25 Junho, 2010 at 4:51 pm Deixe um comentário

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