Archive for 13 Julho, 2004

ANTÓNIO VITORINO

Não deixa de não ser outra “decepção“…

E dá que pensar: porque será que tantas pessoas ao “mais alto nível” não querem assumir responsabilidades a nível de governo ou de liderança política?

Numa decisão “muito ponderada“, António Vitorino justifica que: “Há coisas que eu acho que sei fazer. Há coisas que com humildade reconheço que, ou não sei, ou não tenho a motivação para fazer“…

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13 Julho, 2004 at 8:00 pm 2 comentários

EINSTEIN (II)

Foi então para a Suíça, onde conseguiu concluir o seu curso de física e matemática na Escola Politécnica de Zurique, em 1900; tentara ser professor, mas apenas conseguiu ser funcionário no Escritório de Patentes, na cidade de Berna, de 1901, altura em que se naturalizou suíço, até 1909.

Não obstante, em 1905, na sequência da sua tese de doutoramento (.On a new determination of molecular dimensions.), Einstein publicaria cinco trabalhos científicos no Anuário Alemão de Física, abordando nomeadamente os temas: do efeito fotoeléctrico; do movimento browniano; e da velocidade da luz, formulando a Teoria da Relatividade Restrita.

Surge a sua fórmula .mágica.: E = mc2 (Energia = Massa x Velocidade da luz elevada ao quadrado); toda a energia (E), quer esteja presente num corpo ou seja transportada por radiação, possui inércia, que é medida pelo quociente do valor dessa energia pelo quadrado da velocidade da luz (c2) e, reciprocamente, a toda a massa (m), deve atribuir-se energia própria, igual ao produto da massa pelo quadrado da velocidade da luz, independentemente e além da energia potencial que o corpo possua num campo de forças.

P. S. Novos agradecimentos, ao Sobre Tudo e Sobre Nada e ao Intimista.

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13 Julho, 2004 at 7:02 pm

PABLO NERUDA – 100 ANOS (II)

” …. Deixa que o vento corra, coroado de espuma, que me chame e me busque galopando na sombra, enquanto eu, mergulhado nos teus imensos olhos, nesta noite imensa, descansarei, meu amor…”
Pablo Neruda

Obras principais: Crepusculário (1923), Vinte poemas de amor e uma canção desesperada (1924), Tentativa do homem infinito (1926), Residência na terra (vol. I, 1931; vol.II, 1935; vol.III,1939), Ode a Stalingrado (1942), Terceira residência (1947), Canto geral (1950), Odes elementares (1954), Estravagario (1958), Navegações e retornos (1959), Canção de gesta (1960), Cem sonetos de amor, ensaios (Memorial da ilha negra, 1964) e a peça teatral Esplendor e morte de Joaquín Murieta (1967). Em 1974, foi publicado o volume autobiográfico Confesso que vivi.

Há 1 ano no Memória Virtual – A Trilogia de Nova Iorque

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13 Julho, 2004 at 8:15 am 1 comentário


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