Archive for 19 Julho, 2004

TEORIA DA RELATIVIDADE (I)

É possível fazer o tempo parar, de forma a nunca mais envelhecermos?

Existe uma velocidade limite no universo?

Podemos contrair o espaço?

Estas (e outras) perguntas constituem o núcleo da Teoria da Relatividade, formulada por Einstein quando tinha apenas 26 anos.

A Teoria da Relatividade tem a “fama” de ser um assunto muito difícil, mas não é necessariamente a sua complexidade matemática que impede a sua compreensão; conhecendo o teorema de Pitágoras e uma simples equação de segundo grau, poderá ser percebida.

A grande dificuldade deriva do facto de a Relatividade nos obrigar a rever os nossos conceitos apercebidos de espaço e tempo.

O nosso maior problema, é temermos a aprendizagem do que nos parece “estranho”. Pela sua natureza, o ser humano tende a recear o que não entende…

Nos próximos dias, faremos uma fabulosa viagem por alguns dos conceitos da Teoria da Relatividade, procurando apresentar algo daquilo que pensamos não poder entender.

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19 Julho, 2004 at 7:15 pm

JOSÉ AZEVEDO

Estamos hoje no segundo e último dia de descanso do “Tour de France”, quando estão já decorridos 2/3 da prova.

Na véspera da chegada aos Alpes, aqui deixo uma breve nota sobre a forma como esta competição tem decorrido, com destaque para o papel assumido pelo português José Azevedo.

Porque, se Lance Armstrong – obviamente com grande mérito – se prepara para definitivamente entrar na “lenda do TOUR”, aproximando-se, dia a dia, de uma inédita 6ª vitória consecutiva, há que atribuir uma parcela dessa vitória à brilhante prestação do português.

Quem teve a oportunidade de acompanhar a “épica” etapa de Sábado, com a chegada ao Plateau de Beille, não pode ter deixado de se entusiasmar com o trabalho de José Azevedo, abrindo caminho ao seu “chefe-de-fila” para uma extraordinária vitória, “destroçando” toda a concorrência (resta o italiano Ivan Basso como último obstáculo para Armstrong).

…Como não pode ter deixado de se emocionar com o “drama” de Iban Mayo (à partida, um dos principais candidatos), a correr entre o “seu povo”, basco, a querer desistir e os companheiros “a obrigá-lo a continuar”, para chegar ao fim com mais de 37 minutos de atraso… ou com a tremenda “máscara de esforço” desse enorme lutador de “antes quebrar que torcer”, que é o grande campeão Jan Ullrich, dando “tudo o que tinha”, mas perdendo precioso tempo que o coloca já a 7 minutos de Armstrong; Ullrich era o perfeito rosto dos “forçados da estrada”, num misto de raiva, frustração, impotência, mas, ao mesmo tempo, querer e força de vontade.

Voltando a José Azevedo: poderia ter ido ainda mais longe, não fossem as “ordens” da equipa? É possível… contudo, dificilmente Azevedo poderia lutar por uma vitória final no “Tour”; seria porventura possível chegar ao pódio, mas o seu actual 7º lugar é já uma demonstração de grande classe, de nível mundial. Esperemos que consiga manter o mesmo nível até final da semana, na consagração em Paris… e, já agora, que – por via de Armstrong – experimente também o “doce sabor” da vitória, que será também um pouco sua.

P. S. Uma palavra de apreço e estímulo para o jovem nadador Tiago Venâncio, medalha de bronze no Campeonato da Europa de Juniores em Natação.

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19 Julho, 2004 at 6:03 pm 1 comentário

RELATÓRIO "DESENVOLVIMENTO HUMANO" (I)

Tal como há cerca de um ano, proponho-me apresentar, ao longo desta semana, um resumo dos principais aspectos do “Relatório de Desenvolvimento Humano”, publicado na passada semana pelo PNUD (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas).

Neste relatório, são analisados, para um “universo” de 177 países (mais 2 que no ano anterior), um vasto conjunto de indicadores de desenvolvimento humano.

E, começando pelo princípio, a “classificação” mundial surge assim ordenada (indicando também a itálico, para efeitos comparativos, o índice do ano anterior e correspondente posição na tabela geral):

1. Noruega – 95,6 / 94,4 (1)
2. Suécia – 94,6 / 94,1 (3)
3. Austrália – 94,6 / 93,9 (4)
4. Canadá – 94,3 / 93,7 (8)
5. Holanda – 94,2 / 93,8 (5)
6. Bélgica – 94,2 / 93,7 (6)
7. Islândia – 94,1 / 94,2 (2)
8. EUA – 93,9 / 93,7 (7)
9. Japão – 93,8 / 93,2 (9)
10. Irlanda – 93,6 / 93,0 (12)

26. Portugal – 89,7 / 89,6 (23)

55. Antigua e Barbuda – 80,0 / 79,8 (56)
56. Bulgária – 79,6 / 79,5 (57)

141. Camarões – 50,1 / 49,9 (142)
142. Paquistão – 49,7 / 49,9 (144)

177. Serra Leoa – 27,3 / 27,5 (175)

Os países classificados até à 55ª posição, são considerados de “Elevado Desenvolvimento Humano”; os posicionados até ao 141º lugar, são apresentados como de “Médio Desenvolvimento Humano”; os restantes 36 países são indicados como de “Reduzido Desenvolvimento Humano”.

Não obstante a ligeira progressão percentual (de 89,6 para 89,7)- havendo quem defenda que se tratou na realidade de um caso de “estagnação” -, Portugal cai 3 posições na tabela geral, de 23º para 26º.

Pode ter acesso ao conteúdo do Relatório aqui.

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19 Julho, 2004 at 1:40 pm 1 comentário

“COPA AMÉRICA” – 1/4 FINAL – 1/2 FINAIS – FINAL

     1/4 FINAL               1/2 FINAIS              FINAL


PeruArgentina0-1 ArgentinaColômbia--- ColômbiaC. Rica2-0 Argentina ou Colômbia -


ParaguaiUruguai1-3 Uruguai ou Brasil - UruguaiBrasil--- MéxicoBrasil0-4

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19 Julho, 2004 at 12:30 pm

…25 DIAS – EGIPTO (ABU SIMBEL)


O Faraó Ramsés II – com um dos reinados mais notáveis da história do Egipto – mandou construir algumas das maiores construções para além das Pirâmides, destacando-se o Grande Templo de Abu Simbel (no Sul do Egipto, na fronteira com a Núbia, actual Sudão), onde foram esculpidas, no Templo principal, quatro colossais estátuas suas, escavadas na própria rocha do local (montes de arenito ao longo do Nilo), uma delas com 19 metros de altura.

A imagem do próprio Faraó é repetida mais 8 vezes no interior da montanha, cujas salas e câmaras chegam a atingir cerca de 60 metros.

Outras três gigantescas estátuas, de 10 metros de altura, do Faraó e da sua esposa Nefertiti, adornam a fachada do templo menor.

Filho do Faraó Seti I, fundador da XIX Dinastia, completou também, nos primeiros anos do seu reinado, a grande sala hipóstila no templo de Karnak (Tebas), tendo continuado os trabalhos no templo funerário do pai, em Abydos.
Quando se decidiu que a Barragem do Nilo viria a inundar os templos, a UNESCO dirigiu-se a todas as nações com um grito de socorro: “Os deuses afogam-se”… O projecto escolhido foi o de cortar da rocha, peça por peça, as estátuas e as salas interiores, transportando-as para uma altura segura, onde seriam reconstruídas.

É evidente que, no Egipto, para além do grandioso templo de Abu Simbel, há inúmeras maravilhas a descobrir

Há 1 ano no Memória Virtual – Arquivo da Internet

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19 Julho, 2004 at 8:25 am 2 comentários


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