EURO 2004 – A a Z (I)

Ibrahimovic . O avançado sueco revelar-se-ia como um dos melhores da prova, com um golo de antologia, que fica na retina. A infelicidade sueca no jogo com a Holanda impediria que pudesse .mostrar-se. mais.
Inglaterra . Uma selecção que viria a revelar-se bem mais compacta e perigosa do que poderia esperar-se, nomeadamente na sequência do jogo “frágil” que evidenciara perante a França. Apesar de Beckam não ter estado ao seu melhor nível, Ashley Cole, Scholes, Lampard, Owen e, sobretudo, a descoberta Rooney, conduziram a Inglaterra a um elevado nível. O jogo com Portugal foi de antologia (o mais empolgante do campeonato), com um prolongamento de alta tensão, absolutamente “electrizante”.
Itália . Fico com a ideia que seria talvez (em teoria) – e a par da R. Checa – a equipa mais forte deste Europeu (a seguir a Portugal!…). Seria vítima do seu sistema tradicional de jogo. Conseguiu grandes exibições com a Dinamarca (num excelente jogo, apesar do 0-0) e com a Suécia (num magnífico jogo de ataque. até chegar ao golo, recuando depois, acabando por permitir o empate, que viria a revelar-se-lhe “fatal”). Fez uma partida de grande sofrimento contra a Bulgária, suspensa do resultado do Dinamarca-Suécia; tendo chegado ao último jogo dependente de terceiros, acabaria por ser vítima do empate nórdico a dois golos (o resultado que apurava automaticamente as duas selecções), num jogo (e resultado), que, reforço a ideia, me pareceu absolutamente natural.
Há 1 ano no Memória Virtual – Oriente . Ou serviço público II
[1524]
Entry filed under: Euro-2004.



