Archive for 12 Junho, 2004

EURO 2004 – RESULTADOS E CLASSIFICAÇÕES

GRUPO A           Jg  V  E  D   G  Pt   Portugal-Grécia....1-2
1 Grécia     Grécia   1  1  -  -  2-1  3   Espanha-Rússia.....1-0
2 Espanha    Espanha   1  1  -  -  1-0  3   Grécia-Espanha.....
3 Portugal   Portugal   1  -  -  1  1-2  -   Rússia-Portugal....
4 Rússia     Rússia   1  -  -  1  0-1  -   Espanha-Portugal...
                                        Rússia-Grécia......

GRUPO B           Jg  V  E  D   G  Pt   Suíça-Croácia......
1 França     França   -  -  -  -  ---  -   França-Inglaterra..
2 Inglaterra Inglaterra   -  -  -  -  ---  -   Inglaterra-Suíça...
3 Suíça      Suíça   -  -  -  -  ---  -   Croácia-França.....
4 Croácia    Croácia   -  -  -  -  ---  -   Croácia-Inglaterra.
                                        Suíça-França.......

GRUPO C           Jg  V  E  D   G  Pt   Dinamarca-Itália...
1 Suécia     Suécia   -  -  -  -  ---  -   Suécia-Bulgária....
2 Bulgária   Bulgária   -  -  -  -  ---  -   Bulgária-Dinamarca.
3 Dinamarca  Dinamarca   -  -  -  -  ---  -   Itália-Suécia......
4 Itália     Itália   -  -  -  -  ---  -   Itália-Bulgária....
                                        Dinamarca-Suécia...

GRUPO D           Jg  V  E  D   G  Pt   Alemanha-Holanda...
1 R. Checa   R. Checa   -  -  -  -  ---  -   R. Checa-Letónia...
2 Letónia    Letónia   -  -  -  -  ---  -   Letónia-Alemanha...
3 Alemanha   Alemanha   -  -  -  -  ---  -   Holanda-R. Checa...
4 Holanda    Holanda   -  -  -  -  ---  -   Holanda-Letónia....
                                        Alemanha-R. Checa..

[1410]

12 Junho, 2004 at 9:40 pm 2 comentários

EURO 2004 – GRUPO A – 1ª JORNADA

PortugalGrécia1-2

A Grécia surpreendeu a equipa portuguesa com a colocação de avançados de início e com uma entrada em campo a jogar ao ataque, o que provocou que Portugal andasse “perdido” durante o primeiro quarto de hora (uma entrada em prova idêntica às que realizara no Euro 2000, com a Inglaterra, e no Mundial 2002, com os EUA).

Os gregos marcaram cedo (aos 6 minutos), tendo ainda desperdiçado, pelo menos, mais duas boas oportunidades (uma delas logo no primeiro minuto).

Com o seu futebol simples, linear, directo e objectivo, a Grécia justificava plenamente a vantagem com que chegava ao intervalo.

Na segunda parte, Portugal teve de “correr atrás do prejuízo”, mas fê-lo sempre sem a tranquilidade necessária e, muitas vezes, sem nexo, cometendo inclusivamente erros infantis como o que originou o penalty que proporcionou o segundo golo da Grécia.

Uma equipa… pouco equipa, vivendo apenas de “rasgos individuais” de Figo (mais na primeira parte), Cristiano Ronaldo e Deco, pouco inspirados na finalização.

Nos últimos dez minutos, apesar da ansiedade, Portugal atacou bastante, “mais com o coração que com a cabeça”, ainda assim remetendo a equipa grega para a sua área, mas sem conseguir maior felicidade que o “golo de honra” (que poderá eventualmente vir a ser decisivo, lá mais para a frente…).

Portugal Ricardo, Paulo Ferreira, Fernando Couto, Jorge Andrade, Rui Jorge, Costinha (65m – Nuno Gomes), Maniche, Luis Figo, Rui Costa (45m – Deco), Simão Sabrosa (45m – Cristiano Ronaldo), Pauleta

Grécia Nikopolidis, Seitaridis, Dellas, Kapsis, Fyssas, Giannokopoulos (67m – Nikolaidis), Basinas, Zagorakis, Karagounis (45m – Katsouranis), Vryzas, Charisteas (74m – Lakis)

0-1 – Karagounis – 6m
0-2 – Basinas – 51m (P)
1-2 – Cristiano Ronaldo – 93m

“Melhor em campo” – Zagorakis

Amarelos – Costinha (20m) e Pauleta (58m); Karagounis (39m) e Seitaridis (76m)

Árbitro – Pierluigi Collina (Itália)

Estádio do Dragão – Porto (17h00)


EspanhaRússia1-0

“Sinal mais” inicial da Espanha nos primeiros 15 minutos, com a Rússia a conseguir reequilibrar o jogo a meio-campo, atingindo mesmo um forte final de primeira parte, quase a ameaçar o golo.

A segunda parte iniciou-se, novamente, com uma tentativa de ataque mais continuado por parte da Espanha, mas com a Rússia “sempre à espreita” do contra-ataque.

Aos 58 minutos, a Espanha troca Morientes por Valerón, que, trinta segundos depois, na primeira intervenção no jogo, marca o golo da vitória!

Aos 77 minutos, Fernando Torres substitui Raul… e quase marca também no primeiro lance que disputa.

Depois do golo da Espanha, a Rússia não voltou a mostrar capacidade para chegar ao golo, excepto no último minuto (quando se encontrava já reduzida a 10).

Em suma, vitória justa da Espanha, que pecará até por algo escassa… e “dois ossos duros de roer” ainda no caminho de Portugal.

Espanha Casillas, Raul Bravo, Helguera, Marchena, Puyol, Baraja (58m – Xabi Alonso), Albelda, Etxeberria, Vicente, Morientes (58m – Valerón), Raul (77m – Fernando Torres)

Rússia Ovchinnikov, Evseev, Gusev (45m – Radimov), Sharonov, Sennikov, Smertin, Aldonin (67m – Sychev), Izmailov (73m – Karyaka), Alenitchev, Mostovoi, Bulykin

1-0 – Valerón – 59m

“Melhor em campo” – Vicente

Amarelos – Baraja (43m), Marchena (65m) e Albelda (83m); Gusev (12m), Sharonov (20m), Smertin (28m), Aldonin (31m) e Radimov (93m)

Vermelho – Sharonov (88m – acumulação amarelos)

Árbitro – Urs Meier (Suíça)

Estádio Algarve – Faro-Loulé (19h45)

[1409]

12 Junho, 2004 at 9:39 pm

EURO 2004 – A "FESTA" VAI COMEÇAR!

É claro que é importante que Portugal tenha sucesso desportivo nesta prova (embora seja difícil definir com absoluta precisão o que se poderá entender por sucesso – necessariamente o atingir das ½ finais…), até porque a continuidade da nossa selecção em prova manterá acesa a chama da dinâmica da prova, contribuindo para o seu “êxito global”.

Porém, há que “ter os pés assentes no chão”: Portugal entra na prova na 11ª posição do ranking entre os 16 finalistas (no actual ranking da FIFA; sendo o 10º em termos de história da competição), não tendo conseguido nunca melhor do que a meta mínima a que agora se propõe (e ainda, assim, de alguma forma, com carácter “excepcional”, em 1966, 1984 e 2000); numa competição deste cariz, a eliminar, são muitas as contingências (o penalty falhado, a bola no poste, o “desacerto” de um árbitro…); objectivamente, nenhuma equipa do mundo pode garantir antecipadamente que irá ter sucesso.

PortugalGréciaEspanhaRússia

É também verdade que, numa perspectiva “minimalista”, uma selecção poderá ser campeã com apenas 1 vitória e 4 empates (o PSV Eindhoven assim conquistou uma Taça dos Campeões Europeus contra o Benfica em 1988!), podendo mesmo “dar-se ao luxo” de perder um dos jogos da primeira fase; e, portanto, beneficiando do “factor casa”, poderia “bastar-nos” não perder.

FrançaInglaterraSuíçaCroácia

Mas, acima de tudo, devemos consciencializar-nos que, mais importante do que a vertente desportiva (embora não completamente dissociável), a prova que “somos obrigados a vencer” é a de mostrar ao mundo a capacidade de organização de um torneio desta dimensão, com centenas de milhares de visitantes, dando sequência a uma “gigantesca empreitada” de construção de 10 estádios e restantes infra-estruturas (acessibilidades, hotéis, aeroportos). E que, mesmo que à “boa maneira portuguesa”, com atrasos e derrapagens orçamentais, fomos capazes de fazer (bem)!

SuéciaBulgáriaDinamarcaItália

Havendo sempre um “velho do Restelo” (todos sabemos que não eram necessários 10 estádios! – assim como conhecemos as carências que a população portuguesa experimenta nas mais variadas vertentes), nada adiantará agora contestar as opções tomadas e definitivamente assumidas, porque irreversíveis; a verdade é que, tal como com a Expo’98 ou com o Centro Cultural de Belém, as obras feitas aí estão e permanecerão para o futuro; e, por todo o mundo, o nome de Portugal será ouvido e “visto” por milhões de pessoas… e por bons motivos.

R. ChecaLetóniaAlemanhaHolanda

É também assim que os países conquistam o respeito e a admiração internacional; é também por aqui que passa um pouco do “desenvolvimento” do país.

Trata-se de uma oportunidade singular que, provavelmente, não se repetirá no espaço de uma geração (25/30 anos). Temos portanto de “agarrá-la”!

PORTUGAL precisa de sentir orgulho de “si próprio” e de voltar a “ser feliz”. Vamos mobilizar-nos (todos!) e fazer do EURO 2004 uma “grande festa”!

[1408]

12 Junho, 2004 at 1:38 pm

GANHÁMOS!

Logo Euro(Exercício de “futurismo optimista”)…

Fez-se história!

A partir de hoje, o dia 4 de Julho não assinala apenas a independência dos EUA. Para nós, 4 de Julho passará a ser sinónimo da maior proeza desportiva portuguesa de sempre, da glória de uma consagração como melhor equipa do .Velho Continente..

O que, apenas há 3 meses, parecia impossível, aconteceu!

Quem não se recorda da contestação a que Scolari foi sujeito após a derrota com a Itália a 31 de Março? (numa altura, em que, ao contrário, Mourinho fazia furor com a qualificação do FC Porto para a final da Liga dos Campeões, depois de eliminar o Manchester United, o Lyon e o Deportivo da Coruña.).

Entretando, Scolari . numa inversão que pode ter constituído um contributo decisivo para a união em torno da selecção, criando um forte espírito de grupo até então algo arredado ., .arrepiara. caminho, ao aceder às solicitações do FC Porto de não convocar jogadores do clube para o jogo particular com a Suécia, a 28 de Abril (nas vésperas do decisivo jogo da meia-final da Liga dos Campeões, na Corunha).

A partir do estágio da selecção em Óbidos, fora possível perceber o ressurgimento de uma “comunhão” entre os portugueses e a sua selecção, de que o “episódio das bandeiras” (dando um novo colorido às cidades portuguesas) foi um excelente exemplo.

Agora, e depois do título Mundial, o campeão Scolari consegue novo .milagre. e, suportado no apoio incondicional dos adeptos portugueses (que foi conquistando, jogo a jogo), conduz Portugal ao título de Campeão Europeu!

Não sendo o sentimento bonito, é inegável que não deixou de dar um certo prazer especial esta sensação de .revanche. perante a França, bi-campeã europeia, que, nas suas anteriores conquistas nos deixara . de forma particularmente .cruel. (quer em 1984, quer em 2000) . .pelo caminho..

Quando Rui Costa (que já marcara a grande penalidade decisiva no desempate do Campeonato do Mundo de Juniores de 1991) partiu para a bola, tinha 10 milhões de portugueses a transmitir-lhe uma energia positiva que fez de todos nós .Campeões..

Mas, para além disso, fica a imagem de uma selecção convincente, personalizada, .esmagadora. mesmo: 6 jogos; 6 vitórias (em absoluto contraste com os 7 jogos sem vitória na fase de preparação!…), com um futebol .total., à semelhança da famosa .laranja mecânica. holandesa de 1974 . outra selecção que, mais uma vez, teve de se .vergar. perante o poderio luso.

É a consagração de uma geração, que soube aproveitar da melhor forma a última oportunidade para a glória.

PORTUGAL é CAMPEÃO DA EUROPA!

E, como dizia a canção, .Quero mais!….
O Mundo espera por nós.

(Agora resta esperar para ver qual das duas versões será mais adaptada à realidade… Boa sorte Portugal!).

Deixem-nos sonhar!…

[1407]

12 Junho, 2004 at 10:26 am

PERDERAM.

Logo Euro(Exercício de “futurismo pessimista”)…

Ao fim de apenas 8 dias, o .sonho. transformou-se em pesadelo!

A pobre campanha de preparação (7 jogos contra finalistas do EURO sem uma única vitória!…) já o deixara antever.

O .caso Gondomar., despoletado a pouco mais de mês e meio do início da prova, .colocando a nu algumas situações dúbias. do nosso futebol, não era um bom .augúrio..

A própria selecção evidenciava sucessivos sintomas de desunião: as críticas de Scolari a Jorge Andrade (pela expulsão no jogo FC Porto-Coruña) e a Cristiano Ronaldo (por não .render. na selecção); as observações de Figo sobre a dispensa de jogadores do FC Porto no jogo de preparação contra a Suécia; a “novela” da contratação de Scolari pelo Benfica; a publicação com apreciações “menos positivas” sobre o desempenho dos jogadores na época em curso . um acumular de incontáveis .tiros nos pés..

Hoje, 20 de Junho, confirmou-se o fracasso.

Como (fraca) consolação, fica o facto de Portugal ter praticamente .replicado. a carreira da França (então campeão do mundo em título) no Mundial da Coreia-Japão, em 2002: derrota no primeiro jogo com a Grécia, por 0-1; empate com a Rússia, 0-0; e, finalmente, outro .descolorido. empate com a Espanha, também a zero, que nem um duvidoso penalty assinalado . no último minuto . por um árbitro .caseiro. permitiu desfazer: sob o peso da responsabilidade, parecendo .atemorizado. perante o seu colega de equipa Casillas, o último pontapé de Figo na sua carreira na Selecção saiu desastrado, em .direcção às nuvens..

Foi sob uma ensurdecedora vaia de assobios dos 65 000 espectadores que presenciaram este último jogo que a selecção portuguesa se despediu da prova.

Zero vitórias; zero golos; a completa nulidade e falência de uma concepção de futebol.

Com Scolari, ganha força a ideia de que .a história não se repete.; os portugueses confiavam num .milagre. ou em qualquer género de .força oculta. que o brasileiro pudesse transmitir a uma envelhecida e cansada selecção portuguesa.

Resta recomeçar, partindo do .zero., preparando e estruturando uma nova equipa que possa .limpar a face. na fase de qualificação para o Mundial 2006 que se aproxima a passos largos.

O EURO 2004 continua, mas para os outros. resta-nos continuar a assistir, .do lado de fora., às exibições das melhores equipas da Europa.

[1406]

12 Junho, 2004 at 10:22 am

EURO 2004 (LX) – PALMARÉS CAMPEONATOS EUROPA

A prova “portuguesa” agrupa (todos os) 8 países já Campeões da Europa (apenas dois deles por mais de uma vez) – ou seja, metade dos participantes já conquistaram o título máximo europeu!

Aliás, dos 16 finalistas, apenas 5 não atingiram nunca as meias-finais da competição: a Croácia apenas alcançou os 1/4 final (não consideradas as participações da Jugoslávia, duas vezes 2ª e uma vez 4ª); a Grécia foi última classificada do grupo na única presença na fase final; a Bulgária e a Suíça quedaram-se também pela fase de grupos nas suas únicas presenças até à data; a Letónia é estreante em fases finais.

Candidatos ao título serão (quase) todos!… Hierarquizando uma “aposta”, colocaria, num primeiro patamar, a França, Itália, Holanda e Alemanha; num segundo nível de candidatos, Portugal, Espanha, R. Checa e Inglaterra. Uma eventual vitória de um dos restantes concorrentes não deixaria de constituir uma (grande) surpresa.

          '60 '64 '68 '72 '76 '80 '84 '88 '92 '96 '00  1º 2º 3º
Alemanha/RFA-   -   -   1º  2º  1º  5º  3º  2º  1º 15º 3  2  1
França      4º  -   -   -   -   -   1º  -   6º  3º  1º 2  -  1
Rússia/URSS 1º  2º  4º  2º  -   -   -   2º  8º  14º -  1  3  -
R.Checa/Chec3º  -   -   -   1º  3º  -   -   -   2º 10º 1  1  2
Itália      -   -   1º  -   -   4º  -   3º  -   10º 2º 1  1  1
Espanha     -   1º  -   -   -   7º  2º  6º  -   6º  5º 1  1  -
Holanda     -   -   -   -   3º  5º  -   1º  3º  8º  3º 1  -  3
Dinamarca   -   4º  -   -   -   -   3º  8º  1º  9º 16º 1  -  2
Inglaterra  -   -   3º  -   -   6º  -   7º  7º  3º 11º -  -  2
Portugal    -   -   -   -   -   -   3º  -   -   5º  3º -  -  2
Suécia      -   -   -   -   -   -   -   -   3º  -  14º -  -  1
Croácia     -   -   -   -   -   -   -   -   -   7º  -  -  -  -
Grécia      -   -   -   -   -   8º  -   -   -   -   -  -  -  -
Bulgária    -   -   -   -   -   -   -   -   -   11º -  -  -  -
Suíça       -   -   -   -   -   -   -   -   -   13º -  -  -  -
Letónia     -   -   -   -   -   -   -   -   -   -   -  -  -  -

[1405]

12 Junho, 2004 at 9:27 am


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