Archive for 24 Junho, 2004

EURO 2004 – A FESTA CONTINUA!

Ponte Vasco da Gama

PORTUGAL ESTÁ NAS 1/2 FINAIS!

[1474]

24 Junho, 2004 at 11:28 pm 1 comentário

EURO 2004 – 1/4 FINAL – 1/2 FINAIS – FINAL

     1/4 FINAL               1/2 FINAIS              FINAL

PortugalInglaterra2-2 PortugalVencedor do Suécia-Holanda--- SuéciaHolanda--- Vencedor do .............-.............-


FrançaGrécia--- Vencedor do .............-.............- Vencedor do França-GréciaVencedor do R. Checa-Dinamarca--- R. ChecaDinamarca---

[1473]

24 Junho, 2004 at 11:25 pm

EURO 2004 – 1/4 FINAL – PORTUGAL – INGLATERRA

PortugalInglaterra2-2 (6-5 g.p.)

Nota prévia: após um jogo tão intenso como este, com todas as incidências e cambiantes a nível de resultado, será de todo impossível uma “análise fria” dos acontecimentos; a excitação é imensa, o ritmo cardíaco “acelerado”, é preciso “respirar fundo” antes de começar a alinhar algumas ideias…

Num jogo “digno de uma final de Campeonato da Europa”, o nosso .fado. (desta vez, com um final feliz) surgiu logo de entrada, aos 2 minutos, a .oferecer avanço. à Inglaterra.

Este jogo teria talvez o primeiro quarto de hora mais repartido deste Campeonato; Portugal a procurar .emendar. o tremendo erro dos 2 minutos, reagindo bem, com uma boa dinâmica; a Inglaterra apostada em jogar para a frente.

A partir da meia hora de jogo, começou a .dar só Portugal., o que se acentuaria de forma inquestionável no início da segunda parte, traduzindo-se num domínio esmagador de Portugal, em termos de posse de bola: 61 % / 39 %.

À medida que o tempo avançava, nunca Portugal deixou de acreditar; ao invés, ia empurrando a Inglaterra para o seu meio campo.

Percebia-se que Eriksson tinha feito um bom .trabalho de casa.; os ingleses exerciam .marcações impiedosas. sobre os portugueses, não lhes dando espaços.

Até que, por fim, Portugal conseguiria repor alguma justiça no resultado, por intermédio de um magnífico golo de Hélder Postiga, dando perfeita sequência a um óptimo cruzamento de Simão Sabrosa.

E Portugal não ficaria satisfeito! Nos 8 minutos que faltavam ainda, foi a equipa portuguesa que sempre procurou chegar à vitória. Já não haveria tempo e chegava-se ao prolongamento.

Se o jogo já fora de alta tensão, o prolongamento seria completamente .eléctrico.; quando Rui Costa marcou o 2-1, num remate portentoso, dando sequência a uma magnífica jogada de futebol, de grande beleza “estética”, o sofrimento parecia ter acabado. mas não, as maiores emoções estavam ainda para vir. A Inglaterra conseguiria ainda forçar os penalties.

Aí, as coisas começaram bem, quando Beckam, desastradamente, .rematou para as nuvens.; infelizmente, Rui Costa não conseguiria transformar e, a partir daí, ficámos à mercê de uma eventual falha de um jogador português, que nos poderia, injustamente, levar à eliminação.

Os momentos que antecederam os penalties marcados por Maniche e Hélder Postiga (que .tranquilidade.! . a fazer lembrar Panenka, em 1976 – que “loucura”!) foram verdadeiramente angustiantes; pairava no ar a possibilidade de uma enorme injustiça.

Pudemos respirar um pouco melhor quando Ricardo defendeu o remate de Vassell. e daí até à explosão final, foram alguns segundos, com uma secreta confiança de que o mesmo Ricardo (assumindo corajosamente este momento de responsabilidade máxima) nos proporcionaria estes .pequenos momentos de felicidade..

Dando a melhor sequência ao “épico” jogo com a Espanha, em mais um episódio desta “epopeia” – tal como há 4 anos, eliminando essa “grande potência do futebol mundial” que é a Inglaterra -, Portugal atinge o objectivo .mínimo. que tinha definido (não obstante, um objectivo ambicioso!) e mostra uma dinâmica de vitória que pode continuar a dar-nos grandes alegrias.

Não havia necessidade de sofrer tanto, num jogo em que só houve uma equipa a procurar o golo de princípio a fim, remetendo a Inglaterra, durante a maior parte do tempo, para a sua defesa. Tanto trabalho, “esforço e dedicação”, deveriam ter permitido alcançar a “glória” nos 90 minutos. Plenamente merecido este apuramento!

Portugal Ricardo, Miguel (78m . Rui Costa), Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Nuno Valente, Costinha (62m . Simão Sabrosa), Figo (75m . Hélder Postiga), Maniche, Deco, Cristiano Ronaldo, Nuno Gomes

Inglaterra David James, Gary Neville, John Terry, Sol Campbell, Ashley Cole, David Beckam, Steven Gerrard (81m . Owen Hargreaves), Paul Scholes (56m . Phil Neville), Frank Lampard, Wayne Rooney (27m . Darius Vassell), Michael Owen

0-1 . Owen . 2m
1-1 . Hélder Postiga . 82m
2-1 – Rui Costa – 109m
2-2 – Lampard – 114m

Grandes Penalidades

Beckam “dispara para as nuvens”
1-0 – Deco
1-1 – Owen
2-1 – Simão
2-2 – Lampard
Rui Costa remata por cima
2-3 – Terry
3-3 – Cristiano Ronaldo
3-4 – Hargreaves
4-4 – Maniche
4-5 – Cole
5-5 – Hélder Postiga
Vassell remata e Ricardo defende
6-5 – Ricardo

“Melhor em campo” – Ricardo Carvalho (Portugal)

Amarelos – Costinha (56m), Deco (85m) e Ricardo Carvalho (119m); Gerrard (36m), Gary Neville (44m) e Phil Neville (92m)

Árbitro – Urs Meier (Suíça)

Estádio da Luz – Lisboa (19h45)


“Filme do jogo”:

1m . Primeiro ataque da Inglaterra: Owen .apanhado. em .fora-de-jogo.; um .aviso.

2m . Costinha faz um mau atraso de cabeça para Ricardo, que Owen interceptou, não perdoando e abrindo o marcador; mau começo para Portugal

5m . Portugal parece reagir bem; Figo, do lado esquerdo, a centrar, com Cristiano Ronaldo a desperdiçar a oportunidade do empate

7m . A Inglaterra, mais tranquila, cria alguns apuros ao meio-campo português

8m . Figo parece querer .pegar no jogo.; assiste Maniche que remata com perigo, originando o primeiro golo

9m . Maniche tenta de novo a sua sorte, remata contra a defesa inglesa. Na sequência, a equipa portuguesa a perder uma ocasião soberana de marcar; segundo canto para Portugal

11m . Rooney tentava penetrar na área, sendo travado em falta por Ricardo Carvalho; Beckam marca o livre, a bola embate na barreira, sobrando para os ingleses, obrigando Ricardo a ceder o canto

14m . Deco marca um livre junto à bandeirola de canto; ganha o terceiro canto, marcado directamente para fora

17m . Miguel remata de longe, por alto, para fora

18m . Jorge Andrade a .cortar. uma bola perigosa; na sequência, novamente muito perigo para a baliza portuguesa, com a bola a sair pouco por cima da trave

19m . Costinha, com .uma dívida para pagar., cabeceia ao lado da baliza inglesa

20m . Rooney a tentar cruzar para a área, com Nuno Valente a desviar para canto. Campbell a aparecer no centro da área, mas a cabecear por cima; o perigo espreita novamente

21m . Rooney perde a bota e joga descalço; Urs Meier .esqueceu-se. do cartão…

24m . Miguel remata forte, James não segura à primeira, mas Cristiano Ronaldo não chega a tempo de empurrar para o golo

25m . Nuno Valente cruza, Nuno Gomes cabeceia com perigo; a bola sai pouco ao lado do poste

27m . A receber assistência desde os 23 minutos, Rooney não recupera da lesão, tendo de ser substituído por Vassell

28m . Cristiano Ronaldo dribla dois e ganha falta sobre a linha da área, descaído para o lado direito; Figo marca mal o livre, saindo a bola muito por cima

29m . Costinha repete a .oferta., com um atraso de cabeça para Ricardo, a .papel químico. do golo, Owen tentou repetir o golo, mas desta vez Ricardo conseguiu .salvar.

31m . Nuno Gomes faz muita cerimónia no remate e acaba por perder a bola

32m . Deco avança com a bola, aproxima-se da área, remata forte… ao lado

34m . Neville vai à linha, cruza para Owen, que ganha o canto; Vassell consegue antecipar-se à defesa, mas remata por cima

35m . Portugal ganha novo canto; Figo marca, Costinha de novo a cabecear para fora

36m . Deco isolava-se perigosamente, sendo travado em falta por Gerrard, que vê o cartão amarelo (finalmente!); o livre, apontado por Deco, sai muito por cima

41m . Deco .agarra-se. à bola, ganhando, ainda assim, a falta; Figo marca o livre procurando .a cabeça de Costinha.; Portugal ganha mais um canto

44m . Cristiano Ronaldo ganha uma falta em cima da área, depois de empurrão de Cristiano Ronaldo; Figo marca muito mal (mais uma vez…)

46m . Figo, do lado esquerdo, atrasa para Maniche, que, vindo de trás, remata à figura de James; no minuto seguinte, Figo repete a jogada, ensaiando desta vez o remate, para fora

50m . Nuno Valente, junto à linha de fundo, cruza sesgado à baliza, James não consegue agarrar à primeira, sendo depois tocado na pequena área por Nuno Gomes

54m . Owen entra na área, tenta passar por Ricardo Carvalho, mas perde a bola, que sobra para Ricardo

55m . Figo vai até à linha de fundo, mas cruza directo para as mãos de James

57m . Cruzamento perigoso para a área portuguesa, com Ricardo a segurar com dificuldade

58m . Figo ganha o canto; na sequência, Deco cruza para o segundo poste, Costinha amortece de cabeça, mas Cristiano Ronaldo não consegue o golo

62m . Boa jogada de combinação no ataque de Portugal, com Nuno Gomes a rematar fraco, à figura de James

65m . Simão, bem enquadrado com a baliza, remata forte, mas ligeiramente ao lado; boa oportunidade para Portugal

67m . Simão combina bem com Nuno Gomes, mas faltou-lhe o espaço para a rotação

68m . Cristiano Ronaldo ganha mais um canto, o nono; marcado directamente para as mãos de James

70m . Numa das poucas saídas da Inglaterra na segunda parte, ganha um canto, levando de novo o perigo à área portuguesa; na resposta, Simão tenta .ajeitar. a bola, perdendo tempo e acabando por rematar contra as pernas do adversário

73m . Ricardo tem de saír a soco, em resposta a um remate de Beckam

74m . Figo remata forte; James sustém com muita dificuldade, para canto, fazendo a defesa da noite; grande oportunidade para Portugal

80 . Deco lança a bola em profundidade para a área, com muita força, para as mãos de James

82m . Um cruzamento com .conta, peso e medida. de Simão para a cabeça de Hélder Postiga: GOLO!

84m . Livre perigoso para Portugal, com a defesa inglesa a aliviar

86m . Portugal continua a atacar, mas com remate .disparatado., muito por alto

89m . Falta de Maniche ; Beckam marca o livre, com muito perigo, no centro da área, a surgir um remate à trave; na recarga, Ricardo é tocado; repõe a bola em jogo rapidamente, Simão isola-se mas não tem ninguém a quem dar a bola…

90 + 2m . Nuno Gomes na área, remata de cabeça, fraco e ao lado

90 + 3m . Nuno Valente avança no terreno e resolve rematar ainda de longe, para fora! Termina um jogo empolgante de esforço e sacrifício português, com um empate 1-1; segue-se o Prolongamento.

………………………………………………………………………………………………………..

92m . Cristiano Ronaldo dribla um, dribla dois e é travado em falta; amarelo para Phil Neville

96m . Portugal reclama penalty por mão do defesa, mas o árbitro só concede o canto; muito perigo na sua marcação; grande oportunidade para Portugal

98m . Nuno Gomes reclama penalty por .agarrão. do defesa (que não houve…)

101m . Beckam remata de cabeça, ao lado

102m . Rui Costa remata primeiro, contra a .muralha. inglesa; Hélder Postiga recarga, mas sem felicidade

103m . Livre marcado em profundidade, com muito perigo na área portuguesa

108m . Cristiano Ronaldo ganha o (12º!) canto, depois de uma boa iniciativa de Rui Costa; na sequência, Portugal marca o golo (???) . o árbitro considera que a bola não entra na baliza por completo!

109m . Rui Costa enche o pé e marca um GOLAÇO!!!

112m . Beckam remate de cabeça, em plena área, defesa fácil de Ricardo

113m . Simão remata cruzado, a rasar o poste!

114m . Canto para a Inglaterra; Beckam marca o canto e Lampard, junto à pequena área, recebe a bola, faz a rotação e empata

117m . Ricardo tem de sair da área e cortar a bola de cabeça

118m . Canto para Portugal, com Campbell a evitar a entrada de dois portugueses; Beckam alivia para longe

119m . Jogada confusa na área inglesa; Portugal podia ter marcado; na sequência, Ricardo Carvalho é obrigado a cometer falta perigosa, em cima da linha de área; Beckam remata cruzado, com perigo, a defesa portuguesa alivia para canto; Ricardo afasta com uma palmada… Vamos para os penalties!

[1472]

24 Junho, 2004 at 11:24 pm 3 comentários

EURO 2004 – "BALANÇO INTERCALAR"

PortugalConcluída que está a Fase de Grupos do Campeonato da Europa de Futebol, surge mais uma oportunidade para novo “Balanço”.

Primeira constatação: apenas metade das selecções já Campeãs da Europa (de que todas elas haviam marcado presença em Portugal) “seguem em frente”, para os 1/4 Final. Com alguma lógica (se assim se pode dizer…), ficaram pelo caminho os campeões “mais antigos” (Rússia – 1960, Espanha – 1964, Itália – 1968 e Alemanha – 1972, 1980 e 1996); continuam os campeões mais “recentes” (R. Checa – 1976, França – 1984 e 2000, Holanda – 1988 e Dinamarca – 1992). Continuam também em prova 4 candidatos a estreantes como Campeões da Europa: Portugal, Inglaterra, Suécia e Grécia.

Segunda constatação: pela terceira vez consecutiva (Europeus de 1996, 2000 e 2004), Portugal venceu o seu Grupo; a equipa portuguesa é a única da Europa a ter alcançado este registo!

Terceira constatação: a Alemanha – país com melhor palmarés histórico na competição (com os seus 6 lugares no pódio nas 8 presenças anteriores, já três vezes Campeã da Europa) – apesar da pobre campanha que fez em Portugal, consegue, ainda assim “melhorar um pouco” relativamente ao anterior Europeu (tinha sido 15ª – ou seja, penúltima classificada – em 2000); depois do título de 1996, os vice-Campeões Mundiais completam uma série de 6 jogos (todos os realizados em 2000 e 2004, sem conseguir qualquer vitória!).

Para além da Alemanha, as outras grandes decepções da prova são a Espanha (“vítima” do empate com a Grécia e da derrota com Portugal) e a Itália (“vítima” dos empates nos jogos com os nórdicos).

A Bulgária, Letónia e Suíça (sem qualquer vitória) denotaram “estar um pouco à margem” da disputa da competição, a alguma “distância competitiva” dos restantes (a Croácia também não ganhou… mas, esteve lá perto, fazendo nomeadamente um bom jogo contra os Campeões da Europa, França).

Pela positiva, destaca-se a prova da R. Checa que, no Grupo “teoricamente” mais difícil, se impôs categoricamente, com 3 vitórias em 3 jogos (o que Portugal, Itália e Holanda haviam também alcançado no EURO 2000, mas que, antes, apenas havia sido conseguido pela França em 1984).

Com duas vitórias na competição, na Fase de Grupos, apenas Portugal, França e Inglaterra.

Para além da R. Checa, também ainda não perderam na prova, a França, a Suécia e a Dinamarca (havendo essa “curiosidade” de a Itália ter sido entretanto eliminada, igualmente sem sofrer qualquer derrota).

A maior surpresa dos 1/4 final será portanto a presença da Grécia que, em anteriores participações em Fases Finais de grandes provas, nunca vencera um jogo.

Em termos de estatísticas, de realçar o “poderio atacante” da Inglaterra e Suécia (melhor ataque, ambas com 8 golos), seguidas da França e R. Checa, com 7 golos.

As melhores defesas pertencem a Portugal e Dinamarca, apenas com 2 golos sofridos.

Em termos individuais, realce para as prestações “goleadoras” de Rooney e van Nistelrooy (cada um já com 4 golos) e Zidane (3 golos). Destaque especial ainda para Nedved e Baros (R. Checa), Ballack (Alemanha), Sorensen (guarda-redes dinamarquês) e Ibrahimovic (Suécia). Na equipa portuguesa, “destaque para todos”…

As equipas que, em minha opinião apresentaram melhor futebol nesta primeira fase foram a R. Checa, a Holanda e a Dinamarca… e Portugal, no jogo com a Espanha (para além da eliminada Itália).

Em termos de “aposta” para os 1/4 final, a França parece claramente favorita contra a Grécia; aposto também na Holanda e na R. Checa, embora o jogo com a Dinamarca não deva ser “nada fácil”. Por fim, no Portugal – Inglaterra, em minha opinião, se Portugal conseguir jogar o que sabe, será favorito, uma vez que me parece ter uma equipa mais sólida e consistente que a Inglaterra, com bons jogadores em todos os sectores.

Para contribuir para o desejado apuramento português para as 1/2 finais, será necessário, logo ao final da tarde, um apoio “incansável” dos adeptos portugueses, provavelmente em minoria face aos ingleses.

Por fim, é possível alinhar já (“oficiosamente” – em função das suas classificações e prestações relativas na primeira fase da prova) a posição das 8 selecções eliminadas:

9º Itália
10º Espanha
11º Alemanha
12º Croácia
13º Rússia
14º Letónia
15º Suíça
16º Bulgária

Como escrevi aquando do Portugal – Espanha, um jogo de futebol é isso mesmo: “um jogo”, que deve ser “uma festa”; o Portugal – Inglaterra de mais logo é mais uma oportunidade para vibrarmos com as nossas emoções (a vida também é feita destes “pequenos momentos de felicidade”), de voltarmos a fazer uma “grande festa”. Oxalá!

[1471]

24 Junho, 2004 at 12:25 pm 1 comentário

"OUTRO, EU" / ABA DE HEISENBERG

Faria hoje um ano, o “Outro, eu”, de Carlos Vaz Marques…

Que começou aqui (“com música e tudo”)… acabando aqui.

O Carlos Vaz Marques é um excelente profissional, “multifacetado”, mas que faz da arte de entrevistar a sua “marca distintiva”.

Ao ouvir as suas entrevistas, é possível perceber o seu imenso “trabalho de casa” (de preparação das entrevistas), que fazem com que se transformem em agradáveis “conversas” (intimistas), em que os entrevistados são colocados perfeitamente “à vontade”, permitindo deles extrair o “máximo”.

Podemos encontrá-lo diariamente, na TSF, no “Pessoal… e transmissível” (que chegou a ser também um “blogue” sobre o programa – e que também já tem edição escrita publicada), a seguir às 19 horas e, na escrita, também com excelentes entrevistas, “por aí” (“DNa”, “Visão”, …).

Mas, claro que sentimos muito a sua falta neste “admirável mundo novo” da blogosfera. Será possível um regresso?

Parabéns, também pelo “1º aniversário”, ao Aba de Heisenberg.

[1470]

24 Junho, 2004 at 8:55 am 1 comentário

"TRATADO CONSTITUCIONAL EUROPEU" (IV)

A Comissão Europeia passará, no imediato, a ter um Comissário de cada país; no futuro, a partir de 2014, deverá ter um número de Comissários igual a 2/3 do número de países-membros: ou seja, numa União alargada a 28 países (com Bulgária, Roménia e Croácia), a Comissão passaria a ser formada por 18 Comissários. Esta regra apenas poderá ser alterada por votação unânime no Conselho Europeu.

Os países-membros serão representados numa base rotativa, a cada novo mandato da Comissão Europeia. O Presidente da Comissão Europeia será eleito por maioria no Parlamento Europeu, na sequência de proposta do Conselho Europeu.

O Parlamento Europeu passará a ter um número máximo de 750 deputados, com uma representação mínima (para o país mais pequeno), de 6 membros, sendo a representação máxima de 99 euro-deputados.

Tem entre as suas competências a possibilidade de “censurar”, de forma colectiva, a Comissão Europeia. Adquire também um papel de maior relevo em termos da co-decisão no processo legislativo, nomeadamente no domínio da justiça. Partilhará com o Conselho Europeu o controlo orçamental da União.

P. S. Novo agradecimento, ao Abre-latas.

[1469]

24 Junho, 2004 at 8:04 am


Autor – Contacto

Destaques

Benfica - Quadro global de resultados - Printscreen Tableau
Literatura de Viagens e os Descobrimentos Tomar - História e Actualidade União de Tomar - Recolha de dados históricos

Calendário

Arquivos

Pulsar dos Diários Virtuais

O Pulsar dos Diários Virtuais em Portugal

O que é a memória?

Memória - TagCloud

Jogos Olímpicos

Eleições EUA 2008

Twitter

Categorias

Notas importantes

1. Este “blogue" tem por objectivo prioritário a divulgação do que de melhor vai acontecendo em Portugal e no mundo, compreendendo nomeadamente a apresentação de algumas imagens, textos, compilações / resumos com origem ou preparados com base em diversas fontes, em particular páginas na Internet e motores de busca, publicações literárias ou de órgãos de comunicação social, que nem sempre será viável citar ou referenciar.

Convicto da compreensão da inexistência de intenção de prejudicar terceiros, não obstante, agradeço antecipadamente a qualquer entidade que se sinta lesada pela apresentação de algum conteúdo o favor de me contactar via e-mail (ver no topo desta coluna), na sequência do que procederei à sua imediata remoção.

2. Os comentários expressos neste "blogue" vinculam exclusivamente os seus autores, não reflectindo necessariamente a opinião nem a concordância face aos mesmos do autor deste "blogue", pelo que publicamente aqui declino qualquer responsabilidade sobre o respectivo conteúdo.

Reservo-me também o direito de eliminar comentários que possa considerar difamatórios, ofensivos, caluniosos ou prejudiciais a terceiros; textos de carácter promocional poderão ser também excluídos.