Leonel Vicente
del.icio.us | mvirtual @ gmail.com


RSS Feed | Jottit | Twitter | identi.ca

Memória Virtual via e-mail


Archive for the ‘Desporto’


Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                0-1    1-2   (1-3)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          1-2    1-1   (2-3)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          ---    1-0   (---)

No “regresso a casa”, José Mourinho apresentou hoje um Inter demasiado poderoso para o Chelsea, conseguindo uma vitória pela margem mínima, resultado lisonjeiro para a equipa inglesa, tal o número de oportunidades desperdiçadas pela equipa de Milão, que assim avança para os 1/4 Final da Liga dos Campeões.

Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)

Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, César Peixoto (77m – Fábio Coentrão), Javi García, Ramires, Pablo Aimar (65m – Carlos Martins), Di María, Saviola (88m – Eder Luís) e Óscar Cardozo

Marseille – Steve Mandanda, Laurent Bonnart, Souleymane Diawara, Stéphane Mbia, Taye Taiwo, Fabrice Abriel (70m – Mathieu Valbuena), Lucho González, Édouard Cissé, Benoît Cheyrou, Mamadou Niang (75m – Hatem Ben Arfa) e Brandão  

1-0 – Maxi Pereira – 76m
1-1 – Hatem Ben Arfa – 90m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (66m); Lucho González (48m) e Brandão (72m)

Árbitro – Felix Brych (Alemanha)

Frente a uma equipa consistente, o Benfica sentiu esta noite inusitadas dificuldades para exercer o domínio que tem caracterizado o seu jogo ao longo da presente época, com o habitual “empurrar” dos adversários para a sua zona defensiva.

Desde cedo o encontro seria bastante repartido, sem um claro controlo de nenhuma das equipas, sem uma superioridade de um meio-campo sobre o outro. O Benfica parecia aliás não conseguir assentar o seu jogo, com passes transviados, permitindo muitos espaços ao adversário, que, ainda no quarto de hora inicial, teve duas ocasiões de grande perigo junto da baliza benfiquista.

Gradualmente, o Benfica iria assumindo a iniciativa do jogo, criando também uma ou outra oportunidade, com uma soberana possibilidade de marcar à passagem dos 40 minutos, que contudo não aproveitaria.

No segundo período, o Marselha parecia satisfeito com o nulo (não me recordo de assistir a uma cena algo caricata, que sucedeu hoje pelo menos duas vezes: um livre e um canto a favor do Marselha, sem que, num primeiro momento, ninguém fizesse menção de se aproximar da bola para dar seguimento ao lance).

Como que num sistema de vasos comunicantes, à medida que a equipa francesa adoptava uma toada de maior contenção, o Benfica foi-se soltando e avançando no terreno.

Imprimindo alta velocidade ao seu jogo, o Benfica acabaria por conseguir chegar ao golo já no quarto de hora final, na sequência de uma jogada algo confusa, com Maxi Pereira a aproveitar da melhor forma uma perda de bola do guarda-redes, empurrando para a baliza; com a confiança reforçada, teria então a sua melhor fase no encontro, culminando com um potente remate de Ramires a esbarrar com estrondo na trave, um lance que poderia ter praticamente ditado o desfecho da eliminatória.

Algo temeroso durante a primeira parte – perante os “avisos” transmitidos pelas iniciativas adversárias – , o Benfica terá exagerado na auto-confiança, entusiasmado em busca do segundo golo, quando seria talvez altura de jogar mais pelo seguro.

Em contra-ciclo, o Marselha viria – com alguma dose de felicidade, já com o nonagésimo minuto a findar -, na sequência de mais um venenososo contra-ataque, a chegar ao golo, empatando o jogo, e colocando-se em vantagem na eliminatória… um final de partida com um “amargo de boca” que o Benfica poderá inverter em França, sabendo logo de entrada que terá necessidade de marcar.

Hamburg – Anderlecht – 3-1
Rubin Kazan – Wolfsburg – 1-1
At. Madrid – Sporting – 0-0
Benfica – Marseille – 1-1
Panathinaikos – Standard Liège – 1-3
Lille – Liverpool – 1-0
Juventus – Fulham – 3-1
Valencia – Werder Bremen – 1-1

Em Madrid, o Sporting, jogando uma hora com um jogador a menos - e os 3 minutos de descontos, no final da partida, com menos 2 elementos – devido a duas expulsões, arrancou um nulo. Um tão bom como perigoso resultado na perspectiva da 2ª mão, a disputar na próxima semana em Alvalade.

P. S. O meu agradecimento à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa e à Feel Green.

Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão) – Act.

                                        2ª mão 1ª mão Total

09.03.10 - Arsenal - FC Porto             5-0    1-2   (6-2)
09.03.10 - Fiorentina - Bayern            3-2    1-2   (4-4)
10.03.10 - Manchester United - AC Milan   4-0    3-2   (7-2)
10.03.10 - Real Madrid - Lyon             1-1    0-1   (1-2)
16.03.10 - Chelsea - Inter                ---    1-2   (---)
16.03.10 - Sevilla - CSKA Moskva          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Barcelona - Stuttgart          ---    1-1   (---)
17.03.10 - Bordeaux - Olympiakos          ---    1-0   (---)

Um FC Porto de “fim de estação”, mesmo em fim de ciclo, foi impotente para travar o “rolo compressor” que foi esta noite a equipa do Arsenal, sendo severamente castigado com uma goleada de 5-0 (igualando os seus piores resultados nas provas europeias, frente ao Hannover, em 1965-66, e PSV, em 1988-89, perdendo também por 5-0, e com o AEK Atenas, em 1978-79, em que foi derrotado por 6-1), saindo assim sem glória da Liga dos Campeões, nos 1/8 Final da prova.

O “todo poderoso” Real Madrid, com investimentos de cerca de 150 milhões de euros em apenas dois jogadores (Cristiano Ronaldo e Kaká) vê-se fora da Liga dos Campeões, quedando-se, uma vez mais (pelo 6º ano consecutivo), nos 1/8 Final… numa época em que a Final da competição será disputada no seu Estádio.

O Manchester United quase repetiu o resultado do Arsenal, goleando o AC Milan, superando mesmo a marca da equipa londrina no conjunto das duas mãos da eliminatória.

Pictogramas Olímpicos ao longo dos tempos


(The New York Times)

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

                                      2ª mão  1ª mão   Total

Happoel Tel-Aviv - Rubin Kazan          0-0     0-3    (0-3)
Anderlecht - Athletic Bilbao            4-0     1-1    (5-1)
Marseille - Kobenhavn                   3-1     3-1    (6-2)
Roma - Panathinaikos                    2-3     2-3    (4-6)
Galatasaray - At. Madrid                1-2     1-1    (2-3)
Juventus - Ajax                         0-0     2-1    (2-1)
Valencia - Brugge                  a.p. 3-0     0-1    (3-1)
Shakthar Donestsk - Fulham              1-1     1-2    (2-3)
Unirea Urziceni - Liverpool             1-3     0-1    (1-4)
PSV Eindhoven - Hamburg                 3-2     0-1    (3-3)
Wolfsburg - Villarreal                  4-1     2-2    (6-3)
Salzburg - Standard Liège               0-0     2-3    (2-3)
Werder Bremen - Twente                  4-1     0-1    (4-2)
Fenerbahce - Lille                      1-1     1-2    (2-3)
Sporting - Everton                      3-0     1-2    (4-2) 
Benfica - Hertha Berlin (23.02.2010)    4-0     1-1    (5-1)

Com uma boa exibição, o Sporting conseguiu regressar às vitórias no momento certo, goleando o Everton (também já goleado pelo Benfica na Fase de Grupos), com ambas as equipas de Lisboa a avançar para os 1/8 Final desta primeira edição da Liga Europa. 

Destacam-se as eliminações de Roma, Ajax, PSV Eindhoven, Twente, Galatasaray e Fenerbahce. Na fase seguinte da competição, a Alemanha mantém 3 equipas; Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Bélgica têm 2 representantes; com a Itália, Rússia e Grécia com apenas uma equipa ainda em prova.

O alinhamento dos jogos dos 1/8 Final – partidas a disputar nos próximos dias 11 e 18 de Março -, já previamente sorteado, é o seguinte:

Hamburg – Anderlecht
Rubin Kazan – Wolfsburg
At. Madrid – Sporting
Benfica – Marseille
Panathinaikos – Standard Liège
Lille – Liverpool
Juventus – Fulham
Valencia – Werder Bremen

Liga dos Campeões – 1/8 Final (1ª mão)

23.02.2010 – Stuttgart – Barcelona – 1-1
23.02.2010 – Olympiakos – Girondins Bordeaux – 0-1
24.02.2010 – Inter – Chelsea – 2-1
17.02.2010 – Bayern – Fiorentina – 2-1
24.02.2010 – CSKA Moskva – Sevilla – 1-1
16.02.2010 – Lyon – Real Madrid – 1-0
17.02.2010 – FC Porto – Arsenal – 2-1
16.02.2010 – AC Milan – Manchester United – 2-3

Liga Europa – 1/16 Final (2ª mão)

Benfica – Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Ruben Amorim, Pablo Aimar (66m – Carlos Martins), Di María (74m – Nuno Gomes), Saviola (69m – César Peixoto) e Óscar Cardozo

Hertha Berlin – Jaroslav Drobný, Łukasz Piszczek (72m – Nemanja Pejčinović), Arne Friedrich, Steve Von Bergen, Florian Kringe, Patrick Ebert, Christoph Janker, Cícero, Maximilian Nicu, Raffael (63m – Artur Wichniarek) e Adrián Ramos (63m – Theofanis Gekas)

1-0 – Pablo Aimar – 25m
2-0 - Óscar Cardozo – 48m
3-0 - Javi García – 59m
4-0 - Óscar Cardozo – 62m

Cartões amarelos – Arne Friedrich (14m) e Steve Von Bergen (75m)

Árbitro – Pieter Vink (Holanda)

Depois de uma 1ª mão em que o Benfica ficara a dever a si próprio ter antecipadamente decidido a eliminatória, a equipa portuguesa adoptou desde início uma toada determinada, em busca da vitória, desfrutando de vários lances de ataque com algum perigo; a vantagem mínima ao intervalo era lisonjeira para o conjunto alemão.

No segundo tempo, marcando cedo, o Benfica praticamente sentenciou o desfecho da eliminatória; em pouco mais de um quarto de hora, o marcador subiria com naturalidade – dada a débil oposição do Hertha de Berlin - até aos 4-0, possibilitando assinalar da melhor forma a 150ª vitória benfiquista nas provas da UEFA.

Na meia hora final, ambas as equipas se revelaram conformadas com o resultado, tendo aproveitado para poupar alguns jogadores.

Liga Europa – 1/16 Final (1ª mão)

Hertha Berlin – Jaroslav Drobný, Łukasz Piszczek, Arne Friedrich, Steve Von Bergen, Levan Kobiashvili, Patrick Ebert, Christoph Janker, Cícero, Maximilian Nicu (61m – Florian Kringe), Raffael (88m – Theofanis Gekas) e Adrián Ramos

Benfica – Júlio César, Ruben Amorim, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Ramires (63m – Felipe Menezes), Carlos Martins (63m – Pablo Aimar), Javi García, Di María, Saviola (83m – Miguel Vítor) e Óscar Cardozo

0-1 – Di María – 4m
1-1 – Javi García (p.b.) – 33m

Cartões amarelos – César Peixoto (24m), Ramires (43m) e Júlio César (75m)

Árbitro – Terje Hauge (Noruega)

Afrontando o fantasma de não ter conseguido nunca uma vitória na Alemanha, em paralelo com a circunstância de defrontar o último classificado do campeonato germânico, a felicidade de ter marcado um golo praticamente a abrir o jogo – com Di María, com uma execução perfeita, a dar a melhor sequência a um excelente lançamento em profundidade, para as costas da defensiva contrária – não terá sido, porventura, o que melhor poderia ter acontecido ao Benfica. 

A equipa portuguesa terá interiorizado algumas facilidades para o restante da partida, relaxou em demasia, não aproveitando a dinâmica que aquele golo poderia potenciar.

Ao contrário, o Hertha foi-se tranquilizando, começando a ganhar confiança, que aumentaria substancialmente no decurso da segunda parte, já depois da infelicidade de um auto-golo de Javi García (desviando a bola na direcção da sua baliza, para onde estava virado, na sequência de um cruzamento), chegando mesmo, à passagem da hora de jogo, em dois lances consecutivos – perante a passividade benfiquista -, a rematar ao poste e, quase de imediato, a obrigar Júlio César a intervenção difícil.

Algo paradoxalmente, quando o Benfica, já no último quarto de hora, parecia voltar a assumir o controlo do jogo, e eventualmente procurar a vitória, Jorge Jesus daria, com a substituição de Saviola por Miguel Vítor, um sinal contrário, privilegiando a segurança do empate (com golos) - que confere ao Benfica a vantagem mínima para a 2ª mão; mas que,  conjugado com o sinal de sentido oposto dado pelo treinador da equipa alemã, ao fazer entrar Gekas a dois minutos do termo do tempo regulamentar, culminaria num final algo sufocante para a equipa portuguesa, com a bola a rondar com perigo a sua baliza.

Rubin Kazan – Happoel Tel-Aviv – 3-0
Athletic Bilbao – Anderlecht – 1-1
Kobenhavn – Marseille – 1-3
Panathinaikos – Roma – 3-2
At. Madrid – Galatasaray – 1-1
Ajax – Juventus – 1-2
Brugge – Valencia – 1-0
Fulham – Shakthar Donestsk – 2-1
Liverpool – Unirea Urziceni – 1-0
Hamburg – PSV Eindhoven – 1-0
Villarreal – Wolfsburg – 2-2
Standard Liège – Salzburg – 3-2
Twente – Werder Bremen – 1-0
Lille – Fenerbahce – 2-1
Everton – Sporting – 2-1 (16.02.2010)
Hertha Berlin – Benfica – 1-1