LÍNGUAS MINORITÁRIAS NA EUROPA (XV)

18 Março, 2005 at 8:56 am

Situacion legala de l’occitan

La situacion de reconeissença legala de la lenga occitana es pas la meteissa dins los tres païses que s’i parla. Se nòta que dins sa part màger (francesa), l’occitan es essencialament ignorat per las autoritats quand de situacions plan mai interessantas se tròban delà las frontièras.

En Espanha (Val d’Aran), l’occitan es lenga oficiala, a egalitat amb lo catalan e l’espanhòu. Es lo parlar aranés, dau dialècte gascon que fan servir. Los documents oficiaus, la senhalizacion i son en occitan. La lenga es ensenhada dins las escòlas coma lenga d’ensenhament. Las autoritats publicas sostenon la lenga en favorizant la premsa e l’edicion.

En Itàlia, l’occitan a obtengut dins l’annada 1999 un estatut que programa una normalizacion similària a çò desvolopat dins la Val d’Aran espanhòla. Mas cau encara esperar las leis que se metan en plaça.

En França, l’occitan es considerat coma “lenga regionala”. Amb aqueste estatut, pòt (mas deu pas) èsser ensenhat dins los establiments escolaris. Mas cau saber que l’administracion es sovent ostila, e que de mai las lei son ambigüas e contradictòrias – notadament l’article 2 de la constitucion modificat en 1992 per i apondre que sol lo francés es la lenga de la republica francesa. Tot çò mai es desvolopat sus de basis associativas o privadas (rare).”

Transcrição em provençal (grafia clássica ou occitana) dos artigos 1, 3, 4 e 5 da Declaração Universal dos Direitos do Homem:

“1. Totei leis umans nàisson libres. Son egaus per la dignitat e lei drechs. An totei una reson e una consciència. Se dèvon tenir freirenaus leis uns ‘mé leis autres.

3. Cada persona a drech a la vida, a la libertat, e a la seguretat.

4. Degun sarà sotmés a l’esclavituda ò a la servituda. Es enebit en plen de tenir d’esclaus ò de n’en faire comèrci.

5. Degun sarà sotmés a la tortura ni mai a de penas ò de tractaments crudèus, inumans ò desgradants.”

(Artigo 1°
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 3°
Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4°
Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão e o tráfico de escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Artigo 5°
Ninguém será submetido a tortura nem a pena de morte ou a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.)

[2150]

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