Leonel Vicente
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Archive for the ‘Música’


Luar na Lubre distinguido com prémio de Melhor Álbum de Música Tradicional

O grupo “Luar na Lubre“, cuja vocalista é a portuguesa Sara Vidal, foi distinguido pela “Academia de las Artes y las Ciencias de la Música” (Espanha) com o prémio de Melhor Álbum de Música Tradicional, pelo seu disco duplo “Ao Vivo”, revisitando 25 anos de carreira da banda.

The Sines Photo Report

A ver e a ler, a cobertura fotográfica do Festival Músicas do Mundo de Sines (1, 2, 3, 4 e 5), por Mário Pires.

Prémio Goya para Carlos do Carmo

O fadista português Carlos do Carmo foi distinguido pela Academia Espanhola das Artes Cinematográficas com o Prémio Goya na categoria de “Melhor Canção Original”, com “Fado da Saudade”, do filme Fados. Este tema tem letra de Fernando Pinto do Amaral.

Adriano Correia de Oliveira – 25 anos

(“Trova do Vento que Passa” – via Longra.blogspot.com)

- “Cantar de Emigração”

(Ver também o blogue “Cantaremos Adriano“)

ANNIE’S SONG – JOHN DENVER

“ENCOSTA-TE A MIM”

IX FMM SINES – FESTIVAL MÚSICAS DO MUNDO

Na sua nona edição, tem hoje início o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, a mais universal festa da música realizada em Portugal, apresentando 33 concertos de artistas dos cinco continentes, a realizar diariamente até ao próximo dia 28 de Julho de 2007, distribuídos entre Sines e Porto Covo.

Os primeiros nove espectáculos do festival, com a Europa de Leste e a estreia mundial de um novo projecto de Rão Kyao em destaque, decorrem já neste fim-de-semana (20 a 22 de Julho) em Porto Covo.

“CANTO DE INTERVENÇÃO”

Uma interessante análise, por Miguel Cardina, a consultar no Passado/Presente.

No caleidoscópio dos oposicionismos político-culturais que procuraram perturbar a ideologia e a prática do Estado Novo, o chamado «canto de intervenção» assumiu uma visibilidade que o singulariza. Configurado nos inícios da década de sessenta, através de trabalhos como os de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira e Luís Cília, este domínio particular da música portuguesa sofreu uma importante renovação na entrada do decénio seguinte, patente na edição, no Outono de 1971, de obras como Cantigas do Maio (José Afonso), Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (José Mário Branco), Romance de um dia na estrada (Sérgio Godinho) e Gente de Aqui e de Agora (Adriano Correia de Oliveira).”