Archive for 10 Setembro, 2004

BEETHOVEN – OBRA (I)

Beethoven é reconhecido como o grande elemento de transição entre o Classicismo e o Romantismo. Toda a sua obra é fruto da sua personalidade sonhadora e melancólica, um tanto épica, e verdadeiramente romântica.

Não abandonou contudo as formas clássicas herdadas de Mozart e do seu “mestre” Haydn. Não obstante, foi capaz de alargar as fronteiras da arte, inovando através de um processo gradual, que acabaria por culminar em obras como os últimos Quartetos de cordas, radicalmente distantes dos de Mozart.

O estilo de Beethoven tem características marcantes: grandes contrastes de dinâmica (pianíssimo vs. fortíssimo) e de registo (grave vs. agudo), acordes densos, alterações de compasso, temas curtos e incisivos, vitalidade rítmica.

Os especialistas costumam dividir a sua obra em três fases, seguindo a linha definida pelo musicólogo Wilhelm von Lenz.

P. S. Naturalmente, estas notas (como todas as restantes relativas às várias personalidades que por aqui vão “passando”) foram preparadas a partir de pesquisa de um vasto conjunto de bibliografia escrita e páginas na Internet. Não tenho portanto qualquer problema em referenciar os créditos respectivos no caso em que a informação decorra especificamente de uma determinada fonte em concreto; no presente caso, apesar de não me recordar de ter recolhido informações nesta página – este texto foi inicialmente escrito em Dezembro de 2003, e este P. S. é escrito no final de Outubro de 2004 -, é com prazer que faço referência à página da “Allegro“, uma interessante página sobre música.

[1709]

10 Setembro, 2004 at 7:06 pm 1 comentário

BARNABÉ

Há precisamente um ano, nascia o Barnabé!

Parabéns pelo 1º aniversário. Continuação de bom trabalho no segundo ano que hoje se inicia.

[1708]

10 Setembro, 2004 at 1:50 pm

MITOLOGIA GRECO-ROMANA (V)

Hermes (Mercúrio), divindade de tudo o que exigisse habilidade e astúcia, mensageiro de Zeus, de quem era filho, resultante da sua relação com Maia, ficou conhecido como deus dos comerciantes e dos viajantes… mas também dos ladrões. Voava com a rapidez de um raio, com as suas sandálias e chapéu alados.

Deméter (Ceres) – filha de Cronos e de Réia, deusa da agricultura, das colheitas e da fertilidade, nomeadamente dos cereais (era a deusa da cabeça de cavalo, na sequência do disfarce de égua que adoptara para escapar às investidas de Poséidon), encarnando o ciclo da vegetação, ensinou os homens a arte de cultivar a terra.

Poséidon (Neptuno), deus das águas e dos mares, era também (tal como Zeus e Hades) filho de Cronos; da partilha do mundo entre os três irmãos, caberia a Zeus ser o deus supremo, e a Hades (Plutão, para os Romanos), ser o deus dos mortos ou dos infernos, enquanto que a Poséidon coube o reino das águas, com um palácio de ouro situado no fundo do Mar Egeu, tendo por arma o tridente, o qual utilizava para provocar tempestades, maremotos e terramotos, como forma de punição dos homens, tendo também o poder de acalmar a fúria das águas. Tendo por esposa Anfitrite, seria o pai de Pégaso, o cavalo alado gerado por Medusa. O seu lugar de culto mais importante era o istmo de Corinto, onde, em sua honra, se disputaram os Jogos Ístmicos.

Dionísio, deus da natureza, em particular, deus do vinho (Baco, para os Romanos) e da vegetação, é considerado como o pai do teatro, sendo organizados festivais em sua homenagem (Bacanais ou festas de Baco), que degenerariam, no tempo dos Romanos, em excessos sexuais. Era filho de Zeus e de Semele (uma mortal), nascido da coxa de Hefesto (onde completou a sua gestação), que o resgatara do ventre da mãe quando ela morreu, vítima de incêndio no palácio onde vivia. Decidiu aproveitar a sua descoberta da produção do vinho a partir das uvas para ser aceite como deus. Teve apenas dois amores: Afrodite (de quem tece o filho Príapo) e Ariadne.

Sobre a mitologia greco-romana, a visitar, esta página.

[1707]

10 Setembro, 2004 at 12:38 pm 1 comentário

PALÁCIO DE CNOSSOS (II)

Ariadne, filha de Minos, apaixonar-se-ia por Teseu e, com a colaboração de Dédalo, ajudou-o a penetrar no Labirinto e a matar o Minotauro, colocando assim termo ao tributo de sangue.

O ciclo mítico encerra-se com a dramática fuga de Dédalo e do seu filho Ícaro, com asas de cera que haviam fabricado. Ícaro acabaria por cair no mar (que tem agora o seu nome), enquanto que Dédalo se refugiaria na Sicília, onde seria perseguido por Minos, o qual, contudo, acabaria por aí ser assassinado, no local onde seria fundada em sua honra, a cidade de Minoa.

E, se os mitos, não passam disso mesmo, não deixarão porém de ter alguma relação com a história: o “Labirinto” poderia ser o próprio Palácio de Cnossos, em toda a sua complexidade; a personalidade de Dédalo simbolizaria toda a evolução técnica e o progresso minóico. O sacrifício dos jovens atenienses traduz a influência dos famosos “jogos de touros”; a deusa Europa (que daria o nome ao nosso continente) era a mãe do “divino” Minos, o qual daria o nome à primeira grande civilização europeia!… Isto, apesar de “Minos” poder ser, de alguma forma, o equivalente a “Faraó” no Egipto, ou seja, de poder ter eventualmente havido vários (reis) “Minos”…

Há 1 ano no Memória Virtual – Vale tudo (?)

[1706]

10 Setembro, 2004 at 8:15 am 1 comentário


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