"MANAGER" (III) – CRITICAR E GERIR CONFLITOS
Ter de formular críticas a colaboradores e assegurar um papel de mediador de conflitos são situações com que todos os responsáveis se deparam.
Emitir uma crítica a um colaborador não é necessariamente uma situação simples e fácil de gerir, tornando-se mesmo, muitas vezes, numa missão incómoda.
São de evitar expressões do tipo: “nunca”; “ainda”; “sempre”; “nada” – palavras que, tendencialmente, provocam um aumento de “adrenalina” da parte do colaborador.
Uma crítica eficaz não deve ter por alvo “encontrar um culpado”. Não deve ser nunca passada a mensagem de que o problema está na pessoa (em termos gerais e absolutos); trata-se apenas de referir uma situação concreta (determinada tarefa) que não foi realizada da forma pretendida.
Deve passar por uma descrição (tão objectiva quanto possível) de factos concretos, sugestão de soluções (transformando a crítica numa medida construtiva), sendo necessariamente convincente.
A função reguladora do Manager no que respeita a divergências de opiniões, diferenças nos métodos, rivalidades, no seio de uma equipa, é essencial, cabendo-lhe procurar transformar a “competição” em estímulo e gerir os desacordos.
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