Archive for Maio, 2006
MUNDIAL 2006 (CXX) – 2002
Grupo 1
Suíça – Rússia – 0-1 / 0-4
Ilhas Faroé – Eslovénia – 2-2 / 0-3
Luxemburgo – Jugoslávia – 0-2 / 2-6
Suíça – Ilhas Faroé – 5-1 / 1-0
Luxemburgo – Eslovénia – 1-2 / 0-2
Rússia – Luxemburgo – 3-0 / 2-1
Eslovénia – Suíça – 2-2 / 1-0
Luxemburgo – Ilhas Faroé – 0-2 / 0-1
Rússia – Eslovénia – 1-1 / 1-2
Jugoslávia – Suíça – 1-1 / 2-1
Rússia – Ilhas Faroé – 1-0 / 3-0
Eslovénia – Jugoslávia – 1-1 / 1-1
Suíça – Luxemburgo – 5-0 / 3-0
Jugoslávia – Rússia – 0-1 / 1-1
Ilhas Faroé – Jugoslávia – 0-6 / 0-2
1º Rússia, 23 ; 2º Eslovénia, 20 ; 3º Jugoslávia, 19; 4º Suíça, 14; 5º Ilhas Faroé, 7; 6º Luxemburgo, 0
Grupo 2
Estónia – Andorra – 1-0 / 2-1
Andorra – Chipre – 2-3 / 0-5
Holanda – Irlanda – 2-2 / 0-1
Estónia – Portugal – 1-3 / 0-5
Chipre – Holanda – 0-4 / 0-4
Portugal – Irlanda – 1-1 / 1-1
Irlanda – Estónia – 2-0 / 2-0
Holanda – Portugal – 0-2 / 2-2
Portugal – Andorra – 3-0 / 7-1
Chipre – Irlanda – 0-4 / 0-4
Andorra – Holanda – 0-5 / 0-4
Andorra – Irlanda – 0-3 / 1-3
Chipre – Estónia – 2-2 / 2-2
Estónia – Holanda – 2-4 / 0-5
Portugal – Chipre – 6-0 / 3-1
1º Portugal, 24; 2º Irlanda, 24; 3º Holanda, 20; 4º Estónia, 8; 5º Chipre, 8; 6º Andorra, 0
Grupo 3
I. Norte – Malta – 1-0 / 1-0
Islândia – Dinamarca – 1-2 / 0-6
Bulgária – R. Checa – 0-1 / 0-6
I. Norte – Dinamarca – 1-1 / 1-1
R. Checa – Islândia – 4-0 / 1-3
Bulgária – Malta – 3-0 / 2-0
Malta – R. Checa – 0-0 / 2-3
Dinamarca – Bulgária – 1-1 / 2-0
Islândia – I. Norte – 1-0 / 0-3
I. Norte – R. Checa – 0-1 / 1-3
Bulgária – Islândia – 2-1 / 1-1
Malta – Dinamarca – 0-5 / 1-2
Bulgária – I. Norte – 4-3 / 1-0
R. Checa – Dinamarca – 0-0 / 1-2
Malta – Islândia – 1-4 / 0-3
1º Dinamarca, 22; 2º R. Checa, 20; 3º Bulgária, 17; 4º Islândia, 13; 5º I. Norte, 11; 6º Malta, 1
Grupo 4
Turquia – Moldávia – 2-0 / 3-0
Azerbaijão – Suécia – 0-1 / 0-3
Eslováquia – Macedónia – 2-0 / 5-0
Macedónia – Azerbaijão – 3-0 / 1-1
Suécia – Turquia – 1-1 / 2-1
Moldávia – Eslováquia – 0-1 / 2-4
Moldávia – Macedónia – 0-0 / 2-2
Azerbaijão – Turquia – 0-1 / 0-3
Eslováquia – Suécia – 0-0 / 0-2
Azerbaijão – Moldávia – 0-0 / 0-2
Suécia – Macedónia – 1-0 / 2-1
Turquia – Eslováquia – 1-1 / 1-0
Eslováquia – Azerbaijão – 3-1 / 0-2
Macedónia – Turquia – 1-2 / 3-3
Moldávia – Suécia – 0-2 / 0-6
1º Suécia, 26; 2º Turquia, 21; 3º Eslováquia, 17; 4º Macedónia, 7; 5º Moldávia, 6; 6º Azerbaijão, 5
Grupo 5
Noruega – Arménia – 0-0 / 4-1
Bielorussia – P. Gales – 2-1 / 0-1
Ucrânia – Polónia – 1-3 / 1-1
P. Gales – Noruega – 1-1 / 2-3
Arménia – Ucrânia – 2-3 / 0-3
Polónia – Bielorussia – 3-1 / 1-4
Bielorussia – Arménia – 2-1 / 0-0
Noruega – Ucrânia – 0-1 / 0-0
Polónia – P. Gales – 0-0 / 2-1
Noruega – Polónia – 2-3 / 0-3
Ucrânia – Bielorussia – 0-0 / 2-0
Arménia – P. Gales – 2-2 / 0-0
Polónia – Arménia – 4-0 / 1-1
P. Gales – Ucrânia – 1-1 / 1-1
Bielorussia – Noruega – 2-1 / 1-1
1º Polónia, 21; 2º Ucrânia, 17; 3º Bielorussia, 15; 4º Noruega, 10; 5º P. Gales, 9; 6º Arménia, 5
"CASA FERNANDO PESSOA": FUTEBOL EM DEBATE
A “Casa Fernando Pessoa” promove em Maio um conjunto de debates sobre futebol, moderados por Joel Neto:
09.05.06 – 18h30 – A ESCRITA DO FUTEBOL. O futebol no meio dos livros: os escritores e a escrita sobre futebol.
Álvaro Magalhães, Ferreira Fernandes, Ivan Nunes, Ricardo Araújo Pereira e Torcato Sepúlveda.
16.05.06 – 18h30 – JORNALISMO DESPORTIVO. Qualidades do futebol e qualidades do jornalismo.
Afonso de Melo, António Tadeia, João Marcelino, Pedro Boucherie Mendes e Rui Zink.
23.05.06 – 18h30 – PATRIOTISMO E FUTEBOL. Que selecção vamos apoiar? Todos somos portugueses no futebol?
João Querido Manha, Jorge Madeira (“maradona”), Miguel Guedes, Pedro Mexia e Rui Tavares.
FERNANDO LOPES GRAÇA (II)
Em 1938, a Maison de la Culture de Paris encomenda-lhe uma obra: «La fiévre du temps» (ballet-revue). Em 1939, com a II Guerra Mundial, alista-se no corpo de voluntários dos Amis de la République Française, colaborando também com exilados da Guerra Civil espanhola.
Após 3 anos em Paris, regressará a Portugal, desenvolvendo a sua actividade como compositor.
Em 1940, ganha o prémio de Composição do Círculo de Cultura Musical com o 1º Concerto para Piano e Orquestra, iniciando, em 1941, a sua acção na Academia de Amadores de Música, a convite de Tomás Borba.
Em 1942, obtém o prémio do Círculo de Cultura Musical com a «História Trágico-Marítima» (poema de Miguel Torga).
No ano de 1944, venceria novamente o Prémio de Composição do CCM com a «Sinfonia». Em 1945, seria dirigente do MUD.
Havia criado também o coro denominado “Coro da Academia de Amadores de Música”, interpretando um vasto reportório de canções tradicionais portuguesas.
Entretanto colabora também, de 1946 a 1949, na Revista “Seara Nova”. Também em 1949, integra o júri do Concurso Internacional Béla Bartók em Budapeste, sendo contudo impedido de sair do país.
Em 1951, inicia-se a publicação mensal da “Gazeta Musical”. Em 1952, ganha novo prémio de composição do Círculo de Cultura Musical com a 3ª Sonata para Piano.
Defensor da música tradicional portuguesa, realizou intenso trabalho na sua recolha e divulgação; dedicar-se-ia a pesquisas folclóricas, começando a trabalhar estreitamente com o etnólogo francês Michel Giacometti, percorrendo o país de lés a lés, recolhendo canções cantadas pelos camponeses, transmitidas oralmente de pais para filhos.
A partir de 1960, passa a viver na Parede (onde a Escola Secundária viria a receber o seu nome). Em 1961, edita com Michel Giacometti o 1º volume da Antologia de Música Regional Portuguesa; viriam mais tarde a editar o Cancioneiro Popular Português. Inicia de seguida o In Memoriam Béla Bartók (8 suites progressivas para piano) que viria a completar em 1975.
MUNDIAL 2006 (CXIX) – 2002
Na 17ª edição do Mundial, duas novidades: a primeira Fase Final a ser disputada no continente asiático e numa organização conjunta de dois países (Japão e Coreia do Sul).
Assim, com um novo record de inscritos (199), o número de vagas disponíveis na Fase de Qualificação reduziu-se a 29, disputadas em 777 jogos.
Outros records foram estabelecidos, com o jogador do Togo Souleymane Mamam a tornar-se no mais jovem de sempre a participar num jogo do Campeonato do Mundo (com a idade de 13 anos e 10 meses) e com duas marcas eventualmente imbatíveis (?), a da vitória da Austrália sobre a Samoa Americana por 31-0 (!), com 13 (!) golos de Archie Thompson (batendo as anteriores marcas detidas por iranianos; 17-0 e 7 golos num só jogo).
E ainda mais dois: nos 4 jogos da fase de apuramento da zona da Oceânia, a Austrália (conseguindo 4 vitórias), alcançou a estrondosa marca global de 66-0 (!) – para além dos 31-0 à Samoa Americana, 22-0 a Tonga, 11-0 à Samoa e 2-0 às Ilhas Fiji. Como reverso, pela negativa, a estreante Samoa Americana registou 4 derrotas, com um score global de 0-57: para além da referida goleada record, 0-13 com as Ilhas Fiji, 0-8 com a Samoa e 0-5 frente a Tonga.
Não obstante os resultados registados nesta fase de apuramento, ainda não seria desta feita que a Austrália conseguiria a qualificação… no play-off com o 5º classificado da América do Sul, seria derrotada pelo Uruguai.
Os restantes apurados na América do Sul seriam a Argentina (claro vencedor), seguindo-se o Paraguai, a surpreendente selecção do Equador e, com algumas dificuldades, o Brasil (4º classificado).
Na zona da América do Norte, Central e Caraíbas, Costa Rica e EUA acompanharam o México, desta vez com um difícil apuramento.
Na zona asiática, reduzida a apenas duas vagas (dado o apuramento automático de Japão e Coreia do Sul), seriam a China (uma estreia na Fase Final do Mundial) e a Arábia Saudita a conquistar a qualificação. O Irão (terceiro classificado) perderia o play-off frente à Irlanda.
Em África, os favoritos impuseram a sua “lei”, sendo apurados Nigéria, África do Sul, Camarões e Tunísia, a que se juntou a surpreendente equipa do Senegal (sendo, não obstante, afastadas selecções como a de Marrocos e do Egipto).
Por fim, na zona europeia, qualificações esperadas da Rússia, Dinamarca, Suécia, Turquia (após 48 anos e ausência), Polónia, Croácia, Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha (apenas no play-off, afastando a Ucrânia, depois da “humilhação” caseira de 1-5 inflingida pela Inglaterra) e Irlanda (necessitando de recorrer ao referido play-off com o Irão). Surpresa com o apuramento da Eslovénia e da Bélgica, afastando nos play-off, respectivamente, a Roménia e a R. Checa.
Destaque ainda para o afastamento das selecções da Holanda (eliminada por Portugal), Jugoslávia, Bulgária, Noruega, Áustria, para além das já referidas Roménia e R. Checa … e também da Grécia (4ª classificada no seu grupo de qualificação, apenas suplantando a Albânia… cerca de três anos anos de se sagrar Campeã da Europa).
Portugal, com uma campanha árdua (três empates, nos dois jogos com a Irlanda e em casa com a Holanda – depois de estar a perder por 0-2 –, e uma extraordinária vitória na Holanda, igualmente por 2-0, para além das “obrigatórias” duas vitórias frente à Estónia, Chipre e Andorra), asseguraria o primeiro lugar do seu grupo, garantindo, 16 anos depois, o regresso aos grandes palcos mundiais.
FERNANDO LOPES GRAÇA (I)
Fernando Lopes Graça nasceu em Tomar a 17 de Dezembro de 1906 (evocando-se este ano o centenário do seu nascimento), cidade sobre a qual escreveria que é onde «o monumento completa a paisagem; a paisagem é o quadro digno do monumento; e a luz é o elemento transfigurador e glorificador da união quase consubstancial da Natureza com a Arte.»
Apenas com 14 anos, começou a trabalhar como pianista no Cine-Teatro de Tomar, procedendo ele próprio aos “arranjos” dos trechos que interpretava, tocando peças de Debussy e de compositores russos contemporâneos. Na época, competiam em Tomar as duas bandas rivais: Gualdim Pais e a Nabantina.
Em 1923, frequenta o Curso Superior do Conservatório de Lisboa, tendo como professores: Adriano Meira (Curso Superior de Piano), Tomás Borba (Composição) e Luís de Freitas Branco (Ciências Musicais); em 1927, frequenta a Classe de Virtuosidade, onde tem como professor o maior pianista português de todos os tempos: Mestre Viana da Motta (antigo aluno de Liszt).
Em 1928, frequentaria também o curso de Ciências Históricas e Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, que viria a abandonar em 1931, em protesto contra a repressão a uma greve académica.
Entretanto, funda em Tomar o semanário republicano “A Acção”.
Em 1931, conclui o Curso Superior de Composição com a mais alta classificação, concorrendo de seguida a professor do Conservatório, em piano e solfejo, o que lhe viria a ser vedado devido à sua oposição ao regime político, sendo inclusivamente preso e desterrado para Alpiarça.
Leccionaria na Academia de Música de Coimbra, vindo a colaborar na Revista “Presença”, um dos esteios da poesia em Portugal.
Em 1937 ganha uma bolsa de estudo para Paris, a qual contudo lhe seria igualmente recusada por motivos políticos. Não obstante, decide partir para França por conta própria, aproveitando para ampliar os seus conhecimentos musicais, estudando Composição e Orquestração com Koechlin.
MAR SALGADO – 3 ANOS
Parabéns ao Mar Salgado pelo 3º aniversário!
Repetindo-me, agradeço o excelente trabalho que diariamente nos é oferecido por uma equipa plural, no que continua a ser um dos melhores “blogues” portugueses.
LIGA 2005-06 – CLASSIFICAÇÃO FINAL
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 FC Porto 34 24 7 3 54-16 79 13 3 1 32- 7 11 4 2 22- 9
2 Sporting CP 34 22 6 6 50-24 72 12 2 3 23- 7 10 4 3 27-17
3 SL Benfica 34 20 7 7 51-29 67 11 4 2 27-10 9 3 5 24-19
4 SC Braga 34 17 7 10 38-22 58 12 3 2 27-10 5 4 8 11-12
5 CD Nacional 34 14 10 10 40-32 52 8 6 3 27-18 6 4 7 13-14
6 Boavista FC 34 12 14 8 37-29 50 8 6 3 24-17 4 8 5 13-12
7 U. D. Leiria 34 13 8 13 44-42 47 6 6 5 22-17 7 2 8 22-25
8 VFC Setúbal 34 14 4 16 28-33 46 8 1 8 15-13 6 3 8 13-20
9 CF E. Amadora 34 12 9 13 31-33 45 7 6 4 18-15 5 3 9 13-18
10 CS Marítimo 34 10 14 10 38-37 44 7 7 3 21-14 3 7 7 17-23
11 FC P. Ferreira 34 11 9 14 38-49 42 8 4 5 24-17 3 5 9 14-32
12 Gil Vicente FC 34 11 7 16 37-42 40 8 4 5 26-18 3 3 11 11-24
13 A. Naval 1º Maio 34 11 6 17 35-48 39 7 3 7 21-22 4 3 10 14-26
14 A. Académica C. 34 10 9 15 37-48 39 5 5 7 15-20 5 4 8 22-28
15 CF Os Belenenses 34 11 6 17 40-42 39 7 2 8 24-19 4 4 9 16-23
16 Rio Ave FC 34 8 10 16 34-53 34 6 4 7 20-23 2 6 9 14-30
17 VSC Guimarães 34 8 10 16 28-41 34 5 5 7 17-19 3 5 9 11-22
18 FC Penafiel 34 2 9 23 21-61 15 2 5 10 10-22 - 4 13 11-39
Liga dos Campeões – FC Porto e Sporting CP
Liga dos Campeões (3ª Pré-Eliminatória) – SL Benfica
Taça UEFA – SC Braga, CD Nacional e VFC Setúbal
Despromovidos à II Liga – CF Belenenses, Rio Ave FC, VSC Guimarães e FC Penafiel
Promovidos à I Liga – SC Beira-Mar e CD Aves
– O FC Porto somou o seu 21º título de Campeão Nacional em 72 edições da prova; foi vice-campeão por 24 vezes; 10 3º lugares; 11 4ª lugares; 3 5º lugares; 1 6º; 1 7º; e 1 9º lugar
– O Sporting conquistou já 18 títulos de Campeão; sendo vice-campeão pela 16ª vez; 24 vezes 3º; 10 4º lugares; e 4 5º lugares.
– O Benfica, já Campeão por 31 vezes; conta ainda 24 vice-campeonatos; tendo obtido pela 13ª vez o 3º lugar; 3 4º lugares; e 1 6º lugar.
LIGA – CENÁRIOS DE DESPROMOÇÃO
Chega hoje ao termo o campeonato da Liga de Futebol, ainda com 7 equipas ameaçadas pelo espectro da despromoção, das quais 3 se juntarão ao Penafiel, na descida à Liga de Honra.
O P. Ferreira é a equipa menos “ameaçada”, com apenas cerca de 2 % de probabilidades de despromoção (apenas em 18 das 729 combinações de resultados possíveis nos 6 encontros em que participarão as 7 equipas ainda em risco) – apenas desceria de divisão se, perdendo com o Benfica: o Gil Vicente vencer o Belenenses; a Naval vencer em Penafiel; e a Académica não perder o jogo com o Marítimo. Empatando ou vencendo, terá a manutenção assegurada.
A Académica apenas seria despromovida em 27 dos cenários possíveis (probabilidade de 4 %), se, perdendo frente ao Marítimo: o Gil Vicente ganhar ao Belenenses; e a Naval derrotar o Penafiel; e independentemente do resultado do P. Ferreira com o Benfica. Empatando ou vencendo, terá também a manutenção assegurada.
Enquanto que o Belenenses regista uma probabilidade de apenas cerca de 5 % (36 em 729); tal ocorreria se, perdendo com o Gil Vicente: a Académica não perder com o Marítimo; e a Naval vencer em Penafiel; e o P. Ferreira não seja derrotado pelo Benfica. Empatando ou vencendo, terá igualmente a manutenção assegurada.
O Gil Vicente antevê a possibilidade de despromoção em 189 das 729 combinações (risco “teórico” de 26 %): será despromovido se, empatando com o Belenenses, a Naval ganhar (independentemente dos restantes resultados). Igual sorte se, perdendo o seu jogo: a Naval vencer; ou se o Guimarães vencer e se (vencendo os vimaranenses o seu jogo), o Rio Ave ganhar também; ou se, empatando a Naval, o Rio Ave vencer e o Guimarães não ganhar.
Por sua vez, a Naval, com 67 % de cenários conduzindo à despromoção (486 em 729), dela escapará se, “simplesmente”, vencer em Penafiel, dependendo, portanto, exclusivamente de si; é a aliás a única equipa que, em nenhum dos cenários, está dependente dos resultados das diversas outras partidas; o único “se” que impende sobre si é o da vitória no seu jogo: se ganhar, mantém-se na Liga; se não ganhar, desce de Divisão.
Os principais candidatos à despromoção são, não obstante, o Guimarães (98 % de probabilidades de descida, uma vez que apenas se “salvaria” em 18 dos 729 cenários possíveis) e o Rio Ave (99 % de probabilidade de despromoção, com apenas 9 cenários favoráveis!).
Para que o Guimarães conseguisse materializar o “milagre” da manutenção teria de, ganhando o seu jogo, e esperando que o Gil Vicente perca frente ao Belenenses: a Naval ser derrotada e o Rio Ave não vencer… demasiados “ses”?
Por fim, no caso do Rio Ave, a esperança é pouco mais do que meramente “matemática”: o único cenário em que se salvaria seria o de, vencendo o seu jogo em Leiria, Gil Vicente e Naval perdessem… e isto, desde que, por outro lado, o Guimarães vencesse também.
ABRUPTO / PONTO MEDIA / LUGAR COMUM
Parabéns a José Pacheco Pereira, um dos “fundadores” e grandes impulsionadores da blogosfera portuguesa, pelo 3º aniversário do Abrupto, uma referência, que ultrapassou já os 2,5 milhões de “visitantes”.
Ainda mais antigo (tendo superado já a barreira dos 5 anos), o Ponto Media, de António Granado passou a integrar uma rede de blogues convidados do Público.
Acaba de nascer o “Lugar Comum“, de Susana Bês, Afonso Bivar, Lutz Brückelmann e Luis M. Jorge, em mais uma prometedora prova da capacidade de renovação da blogosfera.



