Archive for 21 Abril, 2005

INDEPENDÊNCIAS SUL-AMERICANAS (III)

As invasões francesas aceleraram a decadência da Coroa Espanhola. A crise monárquica de 1808, provocada pela abdicação de Fernando VII e Carlos IV a favor do irmão de Napoleão (José Bonaparte), cuja reacção foi o movimento “Juntista”, quer em Espanha, quer na América – tornando-se a América espanhola, por lei de 1809, parte integrante da Coroa –, levaria a que, de uma atitude inicial de fidelidade, se derivasse gradualmente até à autonomia separatista, por via das influências dos ideais revolucionários.

Os combates agudizavam-se, em particular nas zonas de grande implantação de forças espanholas, como o México e o Vice-Reino de Nova Granada (Venezuela, Colômbia, Equador e Panamá).

Ao invés, o Paraguai, com o golpe de José Gaspar Francia, declarava a independência em 1811, sem que chegasse a haver um conflito aberto.

À excepção do Vice-Reino da Prata (Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia), os realistas espanhóis conservariam uma posição dominante até 1814.

Em Maio de 1814, em manifesto dirigido aos americanos, estes eram intimados a depor a sua atitude de rebeldia e a submeter-se ao Rei – pretendendo retornar-se à situação de 1810, ignorando o ocorrido durante o período de ausência do trono do monarca -, apoiando-se em contingentes militares enviados para o México e Venezuela.

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21 Abril, 2005 at 6:29 pm

TUNAS UNIVERSITÁRIAS (XIV)

Em 1993, um grupo de estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tomava a iniciativa de formar uma Tuna; a VicenTuna – Tuna da Faculdade de Ciências de Lisboa seria fundada a 12 de Janeiro de 1994, que se estrearia em público a 15 de Julho do mesmo ano.

Desde então, sucederam-se diversas actuações para todo o tipo de público e em todo o País, incluindo Regiões Autónomas.

A VicenTuna organiza também, durante o mês de Maio, o “S. Vicente – Festival Lusitano de Tunas Universitárias”.

É também com orgulho e “alguma teimosia” que mantém o “rótulo” de “Tuna Mista”, o que lhe confere uma musicalidade muito própria.

Do seu repertório fazem parte, nomeadamente: Venha Vinho (popular), Tanto Mar (Chico Buarque de Holanda), Senhora do Almortão (tradicional da Beira Baixa), Feiticeira do Tejo, Canon in D, Pomar das Laranjeiras (Pedro Ayres Magalhães), Ladrão (tradicional de Porto Santo), Só tu e eu, Fado à Despedida, Valsa do Nocturno, Leitaria Garrett, Sozinho e Balada/Maracaibo.

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21 Abril, 2005 at 8:33 am 1 comentário


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