2003 – ANO DOS "BLOGUES" (XXI)

20 Dezembro, 2003 at 2:58 pm

Em 29 de Junho, o Correio da Manhã aborda também o tema “blogues”: “Blogue, A Nova Moda Cibernética” (ver texto completo em “entrada estendida”).

A 4 de Julho, Paulo Gorjão iniciava o Bloguitica Internacional, a que se seguiria o Bloguitica Nacional (posteriormente “fusionados” no Bloguitica, em 27 de Outubro), vindo a tornar-se talvez no “blogger” mais activo da blogosfera, com permanentes actualizações remetendo para artigos a ler (publicados na imprensa ou nos “blogues”) e lançando diariamente novos e pertinentes temas para debate, essencialmente numa vertente de análise política.

A 17 de Julho, escrevia Pacheco Pereira no “Público” (ver texto completo em “entrada estendida”):

«Os blogues, enquanto formas individualizadas de expressão, originais e únicas, são uma voz imprescindível para se compreender o país em 2003. Eles expressam um mundo etário, social, comunicacional, cultural, político que, sendo uma continuação do mundo exterior, tem elementos “sui generis”. Nenhum retrato da direita portuguesa em 2003 pode prescindir dos blogues da UBL (http://blogues-livres.mirrorz.com/), nem um da esquerda do Blog de Esquerda (http:// blog-de-esquerda.blogspot.com/); nenhum retrato dos consumos culturais lisboetas de vários blogues “culturais” como O Crítico (http://criticomusical.blogspot.com/), ou a Janela Indiscreta (http://janelaindiscreta.blogspot.com/); nenhum retrato do jornalismo sem os blogues de jornalistas; nem nenhuma história da obscenidade nacional (uma velha tradição portuguesa de Bocage a Vilhena) pode prescindir de O Meu Pipi (http://omeupipi.blogspot.com/). Mil e um pequenos eventos, concertos de música, sessões literárias, jantares de jovens intelectuais, crónicas sociais de outro tipo de “sociedade”, que nunca chegam aos jornais, encontram aí relatos testemunhais complementares dos do jornalismo tradicional. É um bocado como a correspondência no século XVIII e XIX, uma rara fonte para um reverso da história institucional oficial ou dos seus avatares».

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BLOGUE, A NOVA MODA CIBERNÉTICA

Imagine que pode ter uma espécie de diário em que “despeja” o que lhe vai na alma para que outros saibam. Isso é possível e tem um nome: blogue. A última mania a bordo da “Net”.

Só no domínio Blogs em .pt, que compila os “weblogs” criados por portugueses ou em Portugal, já estão indexados mais de 700 “blogues”, um número que aumenta diariamente. Personagens tão distintas como os escritores Pedro Mexia ou Miguel Esteves Cardoso, os políticos Pacheco Pereira e Pedro Adão e Silva ou os jornalistas Francisco José Viegas, Miguel Souto e José Mário Silva já aderiram à nova moda cibernética, que tem motivado os mais variados artigos de análise e também críticas na Imprensa mundial. Nos “blogues” fala-se, discute-se, disserta-se, partilham-se sentimentos, paixões, opiniões, visões do Mundo, ideias políticas, cria-se polémica, contam-se histórias mais ou menos íntimas mas, acima de tudo, tem-se a liberdade de exprimir tudo o que vai na alma. Serão os “blogues”, os “Tamagochis” virtuais? Ou apenas mais uma “moda” que veio para ficar? Mas afinal, o que é que são os “blogues”? E, na realidade, para que serve ter uma página “blogue”?

Uma página “blogue” não é mais que uma “webpage” pessoal, com actualização constante, similar a um “diário electrónico”, ordenada cronologicamente e onde o(s) autor(es) colocam qualquer tipo de conteúdos, sem censura. A liberdade de expressão e o imediatismo são a tónica da comunidade “blogue”. «O facto de ser imediato é o que distingue o “blogue” dos outros meios de comunicação escrita», refere Pedro Adão e Silva, um dos criadores do “blogue” “País Relativo”. A falta de controlo, de editores ou de obrigações para com os patrões ou leitores são aliciantes destes diários electrónicos. «São textos curtos, incisivos e muito conclusivos e, por isso, consegue-se criar quase sempre polémica», refere este socialista. «É um espaço de maior liberdade, não há limites de temas, espaço, conteúdos», diz o escritor Possidónio Cachapa, criador do “blogue”, “prazer_inculto.blogspot.com”.

Na “blogosfera” nacional é abrangente. Uma rápida visita a “blogo.no.sapo.pt” e eis que chegamos ao directório dos “blogues” portugueses ou feitos em Portugal. Desde os desportivos, aos menos decentes e mais viperinos, aos construídos sob a forma de diário, aos humorísticos, artísticos, literários ou de discussão filosófico-política, na “blogosfera” portuguesa encontra-se um pouco de tudo. Na maior parte dos “blogues”, pode-se comentar os textos colocados em rede, muitos deles com actualização quase minuto a minuto. «A primeira coisa que faço de manhã é dar uma vista de olhos pelos jornais e colocar um ou dois textos no “blogue”», confessa Pedro Adão e Silva.

POLÍTICOS É QUE ESTÃO A DAR

Iniciado em 22 de Fevereiro, o “País Relativo” é o exemplo claro de um “blogue” dedicado à discussão política, mas que também abrange outras áreas da actualidade. Mantido por pessoas de esquerda, nem todos têm actividade política, até porque não é esse o seu objectivo. «Os “blogues” que têm mais audiências acabam por ser os políticos, embora ache que não devam ser órgãos dos partidos», afirma Adão e Silva, que define os “blogues” com espaços «interessantes e estimulantes de debate e polémica». Possidónio Cachapa considera que «a “blogosfera” portuguesa é bastante mais abrangente do que se julga» e que até há uma grande selectividade da parte de quem a consulta. «Acaba por se criar uma tribo de “bloguistas”, que se dedicam mais a uns do que a outros», especifica.

Uma das últimas polémicas na comunidade “blogue” foi um artigo publicado por Pedro Rolo Duarte no “DNA”, suplemento de sábado do “Diário de Notícias”. As ferozes críticas à existência de “blogues” motivaram reacções mais ou menos acérrimas no espaço cibernético. «Quem alimenta os “blogues” exibe naquela “passerelle” electrónica o que não tem a lata ou a coragem, ou a vontade de “vender” nos jornais onde podem e devem publicar o que pensam», escreveu na altura o jornalista. Pedro Adão e Silva discorda desta visão, até porque «não há uma dicotomia entre “blogues” e imprensa tradicional, pois são espaços e meios diferentes». Aliás, para o dirigente socialista, os “blogues” recuperaram uma tradição perdida no jornalismo português: a existência de espaços de polémica e debate. «Uma componente nova e moderna vem recuperar uma tradição antiga, em que o espírito de polémica e de tertúlia surge novamente, onde se pode discutir tudo, sem entraves», afirma.

No entanto, Possidónio Cachapa admite a existência de alguns “blogues” que “são exercícios à volta do umbigo”. «Um dos grande aliciantes é ter um espaço de comentários, porque assim acaba por ser um verdadeiro fórum onde se exerce a democracia, algo que está desaparecido em Portugal», afirma o escritor de “Materna Doçura”.

Autênticos “cogumelos cibernéticos, todos os dias aparecem on-line novos “blogues”. No espaço de uma semana, o Domingo Magazine assinalou pelo menos o nascimento de uma vintena, só de origem lusa. Uma tendência que deverá estabilizar. «Vai haver uma selecção natural e o Verão vai ser um teste para perceber se vai continuar a crescer», acredita o criador do “País Relativo”.

Finalmente, a dica fundamental: ligue-se em http://www.blogger.com, registe-se e em poucos minutos terá o seu próprio “blogue” e poderá “blogar” à vontade, lançar para o espaço cibernético tudo aquilo que lhe vai na alma.

ESPREITADELA ÀS “BLOGOPÉROLAS”

– “«entre nós, na ausência de Vasco Pulido Valente, os melhores textos sobre portugueses que tenho lido foram publicados em “blogs”» – Pedro Mexia, escritor, “dicionariodiabo.blogspot.com”

– «Estive nos Açores. Nas ilhas, o Expresso só chega sábado à tarde. Tenho inveja dos açorianos: não se deixam enganar. A essa hora, as notícias já foram todas desmentidas. – Zé Diogo Quintela, “gatofedorento.blogspot.com”

– «Na “blogosfera”, metade parece estar deprimida porque ainda não foi para férias, outra metade porque já está em férias e uma pequeníssima minoria não consegue ficar deprimida. A mera existência desta minoria subversiva exige que se chame a Polícia do Pensamento. – Pacheco Pereira, eurodeputado, “abrupto.blogspot.com”

– «Peço encarecidamente a quem perceba do assunto que inaugure rapidamente a “silly season” para que a forma se adapte à substância. Já não suporto a fantochada em torno do Código do Trabalho, como se a decisão do Tribunal Constitucional tivesse sancionado o chorrilho de parvoíces que lá consta e Dr. Bagão Feliz (desculpem a aliteração à la Contra-Informação) nos quer fazer crer. – Domingos Farinho “www.paisrelativo.blogspot.com”

– «Ontem à noite, na televisão, vi pela primeira vez (juro) uma coisa chamada Paula Bobone. Ficou confirmada a intuição de que é sempre possível bater recordes (a expressão é de Woody Allen e aplica-se a outra matéria). Herman José perguntou-lhe se o anel que trazia era criação da própria: que não. Que não era capaz de criar uma coisa daquelas. Que, se fosse capaz, deixava a literatura e dedicava-se àquilo. – Francisco José Viegas, jornalista, “aviz.blogspot.com”

BREVIÁRIO DOS “BLOGOTUGAS”

Alguns links de “blogues” portugueses:

contra-a-corrente.blogspot.com (do jornalista/escritor Miguel Esteves Cardoso)

blog-de-esquerda.blogspot.com (feitos por elementos do Bloco de Esquerda)

blogo.no.sapo.pt (directório de weblogs portugueses)

http://www.webjornal.blogspot.com (“apanhados” de notícias dos outros “blogues”)

desblogueadordeconversa.blogspot.com/ (ideias sobre tudo e sobre nada)

cruzescanhoto.blogspot.com/ (esquerda desalinhada e aspirante a espirituosa)

republicadasbananas.blogspot.com/ (análise televisiva)

conversasdecafe.blogspot.com/ (tertúlia virtual)

postodeescuta.blogspot.com/ (ecos da blogosfera)

http://www.omeupipi.blogspot.com/ (se tiver coragem e indecência para visitar…)

http://ciberscopio.blogspot.com/ (do deputado José Magalhães)

AS “BLOGOAPRESENTAÇÕES”

Uma das características dos blogues é a “apresentação” das páginas e dos autores. Uma frase, uma expressão e a forma de contactar o(s) autor(es) é o mais comum. Cada frase pretende descrever o que é que a página versa. Eis alguns exemplos:

– «Historiografia, narrativas e estatísticas de figuras e episódios lendários da bola, essa arte geométrica»,  “caderneta-da-bola.blogspot.com”

– «O homem torna-se Rei (senhor de si mesmo) quando é capaz de libertar a Espada (a sua mente) da Pedra (as suas pulsões instintivas)», “portucale.blogspot.com”

– «Estados d’alma, bom senso político e económico, espreitador literário… ferros curtos», “almocrevedaspetas.blogspot.com”

– «Monteiros de escabeche, soares em vinha de alhos, e santanas na brasa», “thomazcunhal.blogspot.com”

Edgar Nascimento, “Correio da Manhã”, 29 de Junho de 2003

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“”Depósito Obrigatório da Internet Portuguesa.

“Uma parte muito significativa do retrato do Portugal contemporâneo perde-se todos os dias sem apelo nem agravo: a Internet portuguesa. Se bem que eu seja suspeito de querer fazer e guardar o mapa com o tamanho do país que representa, ou seja tudo, nem por isso deixo de me preocupar com essa evaporação invisível dos “bits”, assim como de outras formas de “efémera”, onde uma parte muito especial do nosso país devia ficar para a memória colectiva.

Guardamos e bem os jornais de paróquia, perdemos e mal as páginas pessoais, os fanzines obscuros, as revistas electrónicas, os blogues apagados, os “sites” de futebol, os locais de raiva e paixão, “hobbies” curiosos, páginas que duram a brevidade de uma campanha eleitoral, elogios e insultos (mais os insultos) nos “newsgroups”, “chats” estudantis com linguagens únicas, grafismos de “pastiche”, mas reveladores de um gosto ou de escolhas de imitação, músicas experimentais, primícias literárias, obsessões, cultos, etc., etc. Deixo de parte outro aspecto, mais de arquivo do que de “biblioteca”, do registo permanente de muita da actividade institucional, governo em particular, e que já se faz usando correio electrónico, que se apaga para sempre, sem o registo mais durável do papel. Nos EUA esta é uma questão controversa, mas para a qual já se avançou com legislação cobrindo o correio electrónico e as mensagens.

O Portugal que fala na Internet é apenas uma parte do Portugal contemporâneo, uma parte muito reduzida, com acesso ao computador, socialmente muito definida, em grande parte urbana e juvenil. Mas a sua voz mostra-se na Internet como em nenhum outro lado, numa altura em que cada vez há menos cada uma destas coisas em papel. E, se não se pode conhecer a vida de uma aldeia ou vila pequena sem o jornal local, mesmo que se fique pelas notícias de formaturas (em desuso a não ser nos jornais de emigrantes), casamentos ou necrologias, também será difícil perceber os nossos dias sem a Internet portuguesa.

Não me refiro sequer às revistas mais estruturadas como a Zona Non (http://zonanon.com/), o Ciberkiosk (http://www.ciberkiosk.pt/) (já falecido), a Storm (http://www.storm-magazine.com/), ou ao excelente “site” sobre o pensamento político no Portugal contemporâneo que José Adelino Maltez tinha e que também parece já ter morrido. Refiro-me ao mais precário, às páginas que um descendente moderno dos autores de monografias locais mantém sobre a sua aldeia, ou ao álbum de fotografias de uma família, ou a uma página de um pequeno clube de futebol ou xadrez.

Veja-se o caso da blogosfera. A blogosfera devia ter um “depósito obrigatório” imediato. Os blogues, enquanto formas individualizadas de expressão, originais e únicas, são uma voz imprescindível para se compreender o país em 2003. Eles expressam um mundo etário, social, comunicacional, cultural, político que, sendo uma continuação do mundo exterior, tem elementos “sui generis”. Nenhum retrato da direita portuguesa em 2003 pode prescindir dos blogues da UBL (http://blogues- livres.mirrorz.com/), nem um da esquerda do Blog de Esquerda (http:// blog-de-esquerda.blogspot.com/); nenhum retrato dos consumos culturais lisboetas de vários blogues “culturais” como O Crítico (http:// criticomusical.blogspot.com/), ou a Janela Indiscreta (http://blog-de-esquerda.blogspot.com/); nenhum retrato do jornalismo sem os blogues de jornalistas; nem nenhuma história da obscenidade nacional (uma velha tradição portuguesa de Bocage a Vilhena) pode prescindir de O Meu Pipi (http://omeupipi.blogspot.com/). Mil e um pequenos eventos, concertos de música, sessões literárias, jantares de jovens intelectuais, crónicas sociais de outro tipo de “sociedade”, que nunca chegam aos jornais, encontram aí relatos testemunhais complementares dos do jornalismo tradicional. É um bocado como a correspondência no século XVIII e XIX, uma rara fonte para um reverso da história institucional oficial ou dos seus avatares.

Esta é uma tarefa patrimonial importante e é sabido que penso ser o património a essência das tarefas que cabem ao Ministério da Cultura. A lei que obriga ao depósito obrigatório está completamente desactualizada, e uma nova lei está a ser discutida há tempo demais, sem andar para a frente. Algumas tentativas sem continuidade foram feitas na Biblioteca Nacional, incluindo um estudo em colaboração com o ISCTE sobre o “arquivamento” da Internet, já em 2001. Depois disso o que é que se fez?

Quem é responsável, quem manda e não está a cumprir com as suas obrigações? Alguém há-de ser. Entretanto, continua a canalizar-se milhares de livros para instituições que não tem hoje qualquer sentido funcionarem com “depósito obrigatório”. O anacronismo da lei aumenta as pilhas de livros e periódicos inúteis porque impossíveis de classificar, catalogar ou disponibilizar, desbaratando esforços que seriam mais úteis noutras actividades. Conheço pelo menos um caso em que vão para o lixo discretamente. Também tenho a certeza de que se lhes quiserem tirar o “depósito obrigatório” vão gritar por todos os lados.

O anacronismo mais prejudicial da lei é a sua dominação pelo papel, por guardar tudo o que é de papel e feito numa tipografia – exceptuando cartões de visita, facturas e impressos… – e ignorar ou deixar num limbo perigoso todos os outros suportes de informação, ou mesmo espécies em papel que surgiram nas últimas décadas com a facilitação dos meios de impressão.

A lei ainda pensa nas tipografias de chumbo, e não nas impressoras a laser. Eu conheço nalgumas livrarias “alternativas” (e tenho na minha colecção) centenas de espécies que não estão na Biblioteca Nacional. Que tal é a vossa colecção de “O Berro – Arauto da Tertúlia Académica de Direito”, do “Laranjinha”, boletim do PSD de Torres Novas, do “Mais por Sintra – Jornal de Campanha da Candidatura de Edite Estrela” ou da “Voz do Povo – Boletim Informativo dos Grupos de Estudo Che Guevara” ? Pode ser que tenha acertado em algum que exista nos catálogos, mas não me parece. Quem guarda os CD-ROM, quem guarda os discos alternativos, quem guarda os fanzines, quem guarda os panfletos políticos e a parafernália dos objectos de campanha, quem guarda os arquivos digitais, quem guarda a Internet portuguesa?

Ninguém, diz o romeiro.”

José Pacheco Pereira, “Público”, 17 de Julho de 2003

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1º "POST" – AVATARES DE DESEJO – 22.06.2003 1992 – GUERRA DA BÓSNIA


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