Archive for 30 Julho, 2003

1º MÊS (Parte III)

Para terminar, estes .primeiros passos. . numa caminhada que se pretende .longa. . não podiam ter sido feitos, primeiro que tudo, sem o apoio daqueles que nos são mais próximos; logo a seguir, por todos os que fazem o favor de nos ler (de nos dar o .privilégio. de os termos como .companheiros de viagem.); e, .last but not least., por quem tem compartilhado desta excitação do prazer da escrita e se me tem referido de forma simpática e incentivadora (cito por ordem cronológica de .entrada em cena.): 100nada; Carlos Vaz Marques (Outro, eu); César Valente (Carta Aberta); Terras do Nunca; Cristiano Dias (Cris Dias); Martin Pawley (Dias estranhos); Incongruências; Mata-mouros; Sixhat agridoce; Socio(b)logue; Janela para o Rio; Crítico Musical; Fumaças e O Carimbo.

.Um abraço de simpatia. também ao Retorta, Nuno Jerónimo (Blogue dos Marretas), Cristina Fernandes (Janela Indiscreta) e, novamente, ao João L. Nogueira (Socio(b)logue) e, por fim, ao Chryde Barrow (Heures creuses) pela atenção que demonstraram relativamente aos meus textos (não esquecendo também um agradecimento especial a quem me lê assiduamente na Universidade de Liverpool).

A fechar, a maior angústia de todas é a que decorre (tal como referia José Mário Silva) da absoluta falta de tempo, da pura impossibilidade de acompanharmos minimamente o que se está a passar ao nosso redor, neste fabuloso mundo da .blogosfera. (e da óbvia necessidade de compatibilizar isso com o .resto da nossa vida., já de si tão .ocupada.).

As férias estão quase a chegar.

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30 Julho, 2003 at 5:53 pm

1º MÊS (Parte II)

Voltando aos números, funciona um pouco o .materialismo do contador., qual .Tio Patinhas. (.quanto mais visitantes temos, mais queremos ter….); a fasquia vai sendo sempre elevada; o que provoca alguma .ansiedade. prospectiva: sendo agora o .objectivo imediato. o alcançar do .número mágico. de 1 000 visitantes, o que se seguirá? A .insatisfação. permanente?

É uma sensação de constante insaciabilidade. talvez possam responder aqueles que têm o privilégio (evidentemente merecido / conquistado) de ser mais visitados: depois de ultrapassar (por exemplo) os 5 000 visitantes, não .fixaram. eles um objectivo imediato seguinte? (Há dias, Pacheco Pereira, no Abrupto, escrevia sobre a sua .impaciente. espera pelo alcançar dos 100 000 visitantes. E a seguir? Satisfeita essa meta, qual o desafio seguinte? E com cada .novo alvo. a ser colocado, naturalmente, mais distante. nos 200 000?).

Ou seja, a verdade é que .size matters., .mesmo.! (Quem estiver imune a esta .febre. de procurar saber quantos visitantes tem, da necessidade de .feedback., que .atire a primeira pedra..) – o Aviz, pelo seu prestigiado estatuto, .não conta. para este efeito…

Mas há também o .reverso da medalha.: à medida que o número de visitantes vai aumentando (e que vamos sendo referenciados), são acrescidas proporcionalmente as .responsabilidades. do autor; há que procurar constantemente .elevar o nível., .descobrir. temas interessantes (tão difícil, se pensarmos que, muitos dos assuntos que são interessantes para nós, não têm qualquer interesse para o leitor.) . e ter a capacidade de os tratar de uma forma atractiva . ser capaz, no fundo, de .manter acesa a chama. (procurar manter os visitantes minimamente .entusiasmados.); no limite, ter uma .linha de orientação coerente..

Porque, embora, em primeira análise, escrevamos para nós próprios, a partir do momento em que sabemos que temos “leitores” que seguem o que vamos escrevendo, não podemos obviamente deixar de levar também isso em consideração…

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30 Julho, 2003 at 12:35 pm 3 comentários

1º MÊS (Parte I)

Este .blogue. completou (na segunda-feira, 28) um mês de existência, que sintetizo, numa .fria linguagem. numérica, da seguinte forma: 100 .posts.; 800 visitantes; 2 000 .páginas visitadas..

A análise nesta perspectiva .aritmética. torna-se bastante redutora, não contemplando outros factores de índole qualitativa; o (meu) entusiasmo com as potencialidades e virtualidades deste meio tem vindo a ser reforçado; há ainda tanto caminho por explorar.

Este é, também, um .texto longo. (vidé, na página referenciada, o dia 18 de Julho), pelo que será .servido em mais de que uma dose..

Ao longo deste mês, escrevi alguns .posts. de uma forma bastante entusiasta (de que o melhor exemplo será precisamente o nº 1, dedicado ao .EQUADOR., de Miguel Sousa Tavares, mas também, entre outros, a referência aos discos de Sérgio Godinho e Carla Bruni, para além da minha admiração por Maria Ana Bobone, passando pelo desejo de que Carlos Queirós seja bem sucedido no Real Madrid, terminando nos extractos de .O Meu Pé de Laranja Lima”); apresentei um conjunto relativamente alargado de sugestões de eventos diversos (nomeadamente culturais e desportivos).

Acabei, por razões absolutamente excepcionais, por abordar algumas .questões pessoais. (achei que, tendo este meio ao meu dispôr, não poderia deixar de o utilizar para prestar homenagem a quem já não está entre nós).

Visando a .abertura de novas janelas a este admirável mundo novo., fiz uma breve incursão por outros horizontes da .blogosfera.: do Brasil a Itália, passando por Espanha, Galiza e França . onde ganhei já alguns .amigos. (destaque especial para o Martin Pawley, do Dias estranhos, um .blogue. em galego, para além do brasileiro César Valente, do Carta Aberta).

Não deixa de ser curioso (seria talvez inevitável) que o .post. de .maior sucesso. fosse o relativo ao debate televisivo na NTV (nº 75, de 23 de Julho), em que procurei fazer um resumo dos pontos de maior relevância, por via de .citações. das .frases-chave. de cada um dos participantes (logo seguido pelos .posts. sobre o .Índice de Desenvolvimento Humano. e de “apreciação comparativa” entre “blogues” no Brasil e em Portugal – nº 74).

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30 Julho, 2003 at 7:53 am 2 comentários

FUTUROS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA – CHIPRE (III)

Em 1950, cerca de 95 % da população votara a favor da união com a Grécia. 

No final de 1951, foi fundada uma organização anti-grega no sector turco, que viria a dar origem à “TMT” (Organização de Resistência Turca), na qual participava o líder dos turcos de Chipre, Rauf Denktash. 

Em 1958, a Grã-Bretanha chamou a Turquia à mesa das negociações, tendo-se estabelecido a possibilidade de divisão da ilha num sector para a Grécia e outro para a Turquia (no “pós-independência”). 

Na sequência desta evolução, a Grécia abandonou os seus planos de anexação e aceitou, em 1959, a independência da ilha (assinada também pela Grã-Bretanha e Turquia). 

Em Julho de 1974, um golpe de estado organizado pela Junta Militar que governava a Grécia derrubou o presidente Makarios, com intenção de anexar a ilha; consequentemente, a Turquia lançou também uma invasão, ocupando cerca de 1/3 da ilha, com o pretexto de protecção à minoria turca, tendo provocado milhares de baixas, muitas delas de civis. 

Em Fevereiro de 1975, a Turquia declarou o norte de Chipre como estado federado turco; por fim, em 1983, a comunidade turca proclamou, unilateralmente, a sua independência, adoptando a designação de República Turca do Norte de Chipre, não reconhecida pela ONU (estado apenas reconhecido pela Turquia).

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30 Julho, 2003 at 7:47 am


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