Archive for Maio, 2006
MUNDIAL 2006 (CXXIII) – 2002

8 anos depois de se ter sagrado Campeão do Mundo “no banco”, e 4 anos após a desilusão do Stade de France, um “regressado” Ronaldo conquistava o penta-campeonato do Brasil, desfeiteando Kahn, não obstante eleito melhor jogador da prova
TAÇA UEFA – RANKING PAÍSES
Quase replicando na perfeição os números da Taça dos Campeões Europeus, também na Taça UEFA, dominam os três “grandes” do futebol europeu: Itália, Inglaterra e Espanha (cada um com 10 vitórias), seguindo-se a Alemanha (6 triunfos – com um registo extraordinário, de 37 presenças em 1/2 finais, das quais 13 se traduziram pela participação na Final).
Portugal marcou presença em 3 finais: depois da derrota do Benfica em 1983 e da vitória do FC Porto em 2003, o Sporting perderia também, na época passada, a final. O Sporting (em 1991, frente ao vencedor da prova, o Inter) e o Boavista (em 2003, com o Celtic) haviam também já atingido as 1/2 finais da competição.
Pos. País Clubes Títulos Finalista Finais Semi-final. Pontos 1 Itália 12 10 8 18 15 61 2 Alemanha 16 6 7 13 24 56 3 Inglaterra 13 10 8 18 9 55 4 Espanha 11 10 6 16 10 52 5 Holanda 5 4 2 6 3 19 6 Bélgica 5 1 3 4 4 13 7 França 8 - 4 4 5 13 8 Hungria 4 1 3 4 3 12 9 Portugal 4 1 2 3 2 9 10 Escócia 5 - 2 2 4 8 11 Suécia 1 2 - 2 - 6 12 Croácia 2 1 1 2 1 6 13 Sérvia 3 - 1 1 3 5 14 Turquia 2 1 - 1 1 4 14 Rússia 2 1 - 1 1 4 16 Áustria 2 - 1 1 1 3 17 Suíça 3 - - - 3 3 18 R. Checa 2 - - - 2 2 18 Roménia 2 - - - 2 2 20 Bósnia 1 - - - 1 1 20 Dinamarca 1 - - - 1 1 20 Grécia 1 - - - 1 1
GUALDIM PAIS (II)
Como recompensa pelo apoio dos Templários na conquista de Santarém (em 1147), D. Afonso Henriques doaria ao seu Mestre, Gualdim Pais, no ano de 1959, o Castelo de Cera (actual Ceras).
Dado o seu mau estado de conservação, Gualdim Pais decidiu-se pela construção de um novo Castelo, iniciando-se, em 1160, a construção do Castelo de Tomar, onde seria estabelecida, dois anos depois, a sede da Ordem dos Templários.
Viria a fundar também os Castelos de Pombal (1161), Almourol, Idanha e Monsanto.
Entre 1169 e 1184, manteve-se ao serviço de D. Afonso Henriques, comandando diversos ataques aos Mouros, conquistando novas terras.
Em 1190, um rei Mouro atravessou o Tejo e tomou Torres Novas, cercando Tomar. Apesar de já com mais de 70 anos, Gualdim Pais teria ainda um papel predominante na defesa do Castelo e no rechaçar do adversário, que conseguira entretanto chegar até Pombal.
Desde Outubro de 1195, repousa na Igreja de Santa Maria do Olival, em Tomar.
Adaptado de: “Os 800 anos da Morte de Gualdim Pais”, de Albertino Ferreira, in “Correio de Pombal”
MUNDIAL 2006 (CXXII) – 2002
Numa parceria (organização conjunta de dois países) e num cenário (Ásia) inéditos, a Fase Final da 17ª edição do Campeonato do Mundo de Futebol, disputada em 2002 no Japão e na Coreia do Sul, acabou por traduzir-se numa final também inédita, entre os dois países com maior historial (Brasil e Alemanha)… num contexto em que, paradoxalmente, o seu favoritismo seria talvez (mais) reduzido.
Desde um Campeão do Mundo em título (França) eliminado na primeira fase, sem conseguir marcar um único golo (!), à eliminação (também nessa mesma fase inicial da prova) da Argentina, do Uruguai, Croácia, Rússia, Nigéria, Camarões… e Portugal; passando pela bem sucedida carreira de ambos os países organizadores, este foi um Mundial caracterizado pelo factor surpresa, que suscitou questões ao nível da sua calendarização e da necessidade de rever os formatos competitivos dos principais campeonatos europeus, dado o estado de desgaste físico e psicológico que algumas das principais vedetas denotaram.
O Campeonato começou por ter uma nota inicial de “espanto” logo no seu jogo inaugural, com o Campeão do Mundo (França) a ser derrotada pelo estreante Senegal, por 0-1. Nos dois jogos seguintes, os franceses não conseguiriam marcar sequer um golo, assim sendo afastados da prova, sem honra nem glória. Situação similar sucederia, no mesmo grupo, com o Uruguai, também prematuramente afastado, face à qualificação de Dinamarca e Senegal para os 1/8 Final.
O Brasil, treinado por Luís Filipe Scolari, começaria por sentir enormes dificuldades para se impor frente à Turquia, com um tangencial 2-1, obtendo não obstante o primeiro lugar no seu grupo de apuramento, após vitórias sobre China e Costa Rica.
No grupo de Portugal, a primeira surpresa foi a vitória da Coreia do Sul frente à Polónia, logo seguida de uma não menos surpreedente vitória dos EUA contra Portugal. A equipa lusa, em dia de Portugal, obteria uma concludente vitória (4-0) na partida com a Polónia, necessitando apenas de um empate no último jogo para se qualificar.
Contudo, ainda antes da meia-hora, começaria a cometer uma espécie de “hara-kiri” com a expulsão de João Pinto, por agressão ao árbitro; o empate subsistiria ainda durante 4 minutos após a selecção nacional se ver reduzida a 9 elementos, também por expulsão de Beto; quando, aos 70 minutos, os coreanos chegaram ao golo, tudo parecia perdido… e estava – não obstante o último assomo de inconformismo na derradeira fase do jogo, com 2 ou 3 oportunidades, em particular um remate de Sérgio Conceição, em cima dos 90 minutos, com a bola a passar a milímetros do que seria o golo “salvador” que nos teria permitido o “milagre” da qualificação.
Assim terminava uma decepcionante carreira de uma “geração de ouro” em que eram depositadas grandes esperanças. 16 anos depois, o “fantasma” do desastre da eliminação frente a Marrocos voltava a materializar-se de forma “dolorosa”. Coreia do Sul e EUA seguiam, inesperadamente, em frente, para os 1/8 Final.
No grupo E, a Alemanha, depois de uma goleada por 8-0 frente à Arábia Saudita e de um “insosso” empate com a Irlanda, bateria a selecção dos Camarões, que, assim, se via também afastada, suplantada pela Irlanda.
No grupo teoricamente mais forte, a Suécia e a Inglaterra impunham-se às poderosas equipas da Argentina (desta vez derrotada pelos ingleses, vingando o Mundial de 1986) e da Nigéria, com esta a decepcionar (apenas um empate frente aos ingleses).
México e Itália afastariam o 3º classificado do Mundial precedente, a Croácia.
Por fim, o outro organizador, Japão, impunha-se, também surpreendentemente, derrotando (e eliminando) a Rússia, acabando por vencer mesmo o seu grupo de apuramento, à frente da Bélgica.
Nos 1/8 Final, destaque para a clara vitória da Inglaterra contra a Dinamarca (3-0) e, em especial, para as inesperadas vitórias da Coreia do Sul (afastando a Itália), Senegal (eliminando a Suécia) e EUA (frente ao rival México, teoricamente mais poderoso). O Japão via o seu sonho abruptamente interrompido, perdendo com a Turquia. O Brasil conseguia um muito complexo apuramento frente à Bélgica, não isento de polémica.
O grande jogo dos ¼ Final opunha o Brasil e a Inglaterra, com os brasileiros a fazerem valer a sua classe frente aos ingleses, que continuam, há 4 décadas, em busca da reedição do título de 1966. EUA e Senegal viam também a sua caminhada concluída, derrotados respectivamente pela Alemanha e Turquia. Por fim, a Coreia do Sul fazia história: depois de afastar Portugal e de eliminar a Itália, conseguiria garantir o apuramento (elevando a intensidade das polémicas, no que toca a actuações de árbitros nos seus jogos) frente à Espanha, na sequência de desempate da marca de grande penalidade!… O sonho viria a acabar aos pés da selecção da Alemanha.
Depois da difícil vitória inicial frente à Turquia, e de sofrer bastante nos jogos com a Bélgica e Inglaterra, o Brasil teria de vencer novamente os turcos para alcançar a Final.
E, por fim, num jogo sem grandes primores técnicos, entre duas equipas denotando sintomas de fadiga – com Ronaldo a destacar-se, afirmando-se com os 8 golos marcados na prova, a par de grandes figuras como Rivaldo, Roberto Carlos e um “emergente” Ronaldinho –, na primeira vez em que se defrontaram, o Brasil, vencendo a Alemanha, tornava-se penta-Campeão Mundial! O capitão Cafu, primeiro jogador a disputar 3 Finais consecutivas do Campeonato do Mundo, ergueria o troféu mais ambicionado.
TAÇA UEFA – RANKING CLUBES
Na sequência da vitória do Sevilla na Final da Taça UEFA, ontem realizada, esta prova passou a registar, no conjunto das 48 edições já disputadas, 31 vencedores diferentes, oriundos de 13 países.
Os grandes dominadores são os clubes dos países de maior potencial futebolístico na Europa (Itália, Espanha, Inglaterra e Alemanha), em particular a Juventus, o Inter, Barcelona, Valencia e Liverpool (todos com 3 vitórias); não obstante, foram 12 os clubes que já bisaram o triunfo na prova.
A Taça UEFA foi já conquistada pelo FC Porto (em 2003), tendo o Benfica perdido a final de 1983 (então disputada a “duas mãos”) e o Sporting, na época passada, também finalista vencido no seu próprio estádio, ante o CSKA Moscovo.
O ranking de clubes nesta prova passa a escalonar-se da seguinte forma (com base na atribuição de 3 pontos a cada vencedor, 2 pontos a cada finalista vencido e 1 ponto a cada semi-finalista):
Pos. Clube País Títulos Finalista Finais Semi-final. Pontos 1 Juventus Itá 3 3 6 1 16 2 Inter Itá 3 1 4 5 16 3 Barcelona Esp 3 1 4 4 15 4 Valencia Esp 3 1 4 - 11 5 B. M’Gladbach Ale 2 2 4 1 11 6 Liverpool Ing 3 - 3 1 10 7 Leeds Ing 2 1 3 2 10 8 Tottenham Ing 2 1 3 1 9 9 Parma Itá 2 - 2 1 7 9 Real Madrid Esp 2 - 2 1 7 11 Anderlecht Bel 1 2 3 - 7 12 Ferencvaros Hun 1 1 2 2 7 13 Koln Ale - 1 1 5 7 14 Feyenoord Hol 2 - 2 - 6 14 Goteborg Sue 2 - 2 - 6 16 Roma Itá 1 1 2 1 6 17 Arsenal Ing 1 1 2 - 5 17 D. Zagreb Cro 1 1 2 - 5 17 Zaragoza Esp 1 1 2 - 5 20 Bayern Ale 1 - 1 2 5 21 B. Dortmund Ale - 2 2 1 5 21 Birmingham Ing - 2 2 1 5 23 Ajax Hol 1 - 1 1 4 23 B. Leverkusen Ale 1 - 1 1 4 23 E. Frankfurt Ale 1 - 1 1 4 23 Newcastle Ing 1 - 1 1 4 23 Schalke 04 Ale 1 - 1 1 4 28 Marseille Fra - 2 2 - 4 29 Stuttgart Ale - 1 1 2 4 30 FC Porto Por 1 - 1 - 3 30 Galatasaray Tur 1 - 1 - 3 30 Ipswich Town Ing 1 - 1 - 3 30 Napoli Itá 1 - 1 - 3 30 PSV Hol 1 - 1 - 3 30 CSKA Moscovo Rús 1 - 1 - 3 30 Sevilla Esp 1 - 1 - 3 37 AZ Alkmaar Hol - 1 1 1 3 37 Brugge Bel - 1 1 1 3 37 Crvena Zvezda Sér - 1 1 1 3 37 Dundee United Esc - 1 1 1 3 37 Hamburger Ale - 1 1 1 3 37 Lazio Itá - 1 1 1 3 37 Sporting Por - 1 1 1 3 37 Twente Hol - 1 1 1 3 45 At. Madrid Esp - - - 3 3 46 Alavés Esp - 1 1 - 2 46 Athlet. Bilbao Esp - 1 1 - 2 46 Bastia Fra - 1 1 - 2 46 Benfica Por - 1 1 - 2 46 Bordeaux Fra - 1 1 - 2 46 Celtic Esc - 1 1 - 2 46 Espanyol Esp - 1 1 - 2 46 Fiorentina Itá - 1 1 - 2 46 London XI Ing - 1 1 - 2 46 Salzburg Áus - 1 1 - 2 46 Torino Itá - 1 1 - 2 46 Ujpest Dosza Hun - 1 1 - 2 46 Videoton Hun - 1 1 - 2 46 Wolverhampton Ing - 1 1 - 2 46 Middlesbrough Ing - 1 1 - 2
GUALDIM PAIS (I)
Gualdim Pais foi o quarto Mestre dos Templários em Portugal. Nasceu provavelmente em Amares, nos arredores de Braga, em 1118, filho de Paio Ramires, um cavaleiro nobre do Condado Portucalense, que apoiaria D. Afonso Henriques na rebelião contra a sua mãe, D. Teresa, em 1128.
Cresceu na companhia de D. Afonso Henriques, que o ordenou cavaleiro na Batalha de Ourique em 1139.
Seguiu depois em cruzada à Palestina, onde permaneceu 5 anos, distinguindo-se no cerco a Gaza.
Após o regresso, aparentemente já como Templário, combateu nas lutas pela reconquista do território entre Coimbra e Leiria, então a fronteira com as terras sob domínio Mouro.
Por volta de 1152, D. Afonso Henriques nomeou-o Comandante ou Mestre da casa da Ordem em Braga (primeiro quartel-general dos Templários).
Assumiria, quatro anos depois, em 1156, o cargo de Grande Mestre da Ordem do Templo, com a missão de defender a região entre Soure e a fronteira do Rio Tejo.
TAÇA UEFA – PALMARÉS
Disputou-se hoje a Final da Taça UEFA, opondo a equipa espanhola do Sevilla ao Middlesbrough, de Inglaterra. No ano do seu centenário, o Sevilla conquista o primeiro troféu europeu, vencendo a Final por 4-0, com golos de Luís Fabiano (27 min.), Enzo Maresca (78 min. e 84 min.) e Kanouté (89 min.).
Após o jogo de hoje, o palmarés da prova (nas suas 48 edições, incluindo aquelas disputadas, até 1971, sob a antiga designação de Taça das Cidades com Feiras) passou a ser o seguinte:
Edição Época Vencedor Finalista Res. Semi-final.1 Res. Semi-final.2 Res. XLVIII 2005-06 Sevilla Middlesbrough 4-0 Schalke 04 0-1 Steaua 3-4 XLVII 2004-05 CSKA Mosc. Sporting 3-1 AZ Alkmaar 4-4 Parma 0-3 XLVI 2003-04 Valencia Marseille 2-0 Villarreal 0-1 Newcastle 0-2 XLV 2002-03 FC Porto Celtic 3-2 Lazio 1-4 Boavista 1-2 XLIV 2001-02 Feyenoord B. Dortmund 3-2 Inter 2-3 AC Milan 3-5 XLIII 2000-01 Liverpool Alavés 5-4 Barcelona 0-1 Kaiserslautern 2-9 XLII 1999-00 Galatasaray Arsenal 0-0 Leeds 2-4 Lens 1-3 XLI 1998-99 Parma Marseille 3-0 At. Madrid 2-5 Bologna 1-1 XL 1997-98 Inter Lazio 3-0 Sp. Moscovo 2-4 At. Madrid 0-1 XXXIX 1996-97 Schalke 04 Inter 1-1 Tenerife 1-2 Monaco 2-3 XXXVIII 1995-96 Bayern Bordeaux 5-1 Barcelona 3-4 Slavia Praha 0-2 XXXVII 1994-95 Parma Juventus 2-1 B. Leverkusen 1-5 B. Dortmund 3-4 XXXVI 1993-94 Inter Salzburg 2-0 Cagliari 3-5 Karlsruhe 1-1 XXXV 1992-93 Juventus B. Dortmund 6-1 P. St.-Germain 1-3 Auxerre 2-2 XXXIV 1991-92 Ajax Torino 2-2 Genoa 3-4 Real Madrid 2-3 XXXIII 1990-91 Inter Roma 2-1 Sporting 0-2 Brondby 1-2 XXXII 1989-90 Juventus Fiorentina 3-1 Koln 2-3 Werder Bremen 1-1 XXXI 1988-89 Napoli Stuttgart 5-4 Bayern 2-4 D. Dresden 1-2 XXX 1987-88 B. Leverkusen Espanyol 3-3 Werder Bremen 0-1 Brugge 2-3 XXIX 1986-87 Goteborg Dundee United 2-1 Admira Wacker 1-5 B. M’Gladbach 0-2 XXVIII 1985-86 Real Madrid Koln 5-3 Inter 4-6 Waregem 3-7 XXVII 1984-85 Real Madrid Videoton 3-1 Inter 2-3 Zeljeznicar 3-4 XXVI 1983-84 Tottenham Anderlecht 2-2 Hajduk Split 2-2 Nottingham 2-3 XXV 1982-83 Anderlecht Benfica 2-1 Bohemians Praha 1-4 Univ. Craiova 1-1 XXIV 1981-82 Goteborg Hamburger 4-0 Kaiserslautern 2-3 Radnicki Nis 3-6 XXIII 1980-81 Ipswich Town AZ Alkmaar 5-4 Koln 0-2 Sochaux 3-4 XXII 1979-80 E. Frankfurt B. M’Gladbach 3-3 Bayern 3-5 Stuttgart 2-3 XXI 1978-79 B. M’Gladbach Crvena Zvezda 2-1 Duisburg 3-6 Hertha Berlim 2-2 XX 1977-78 PSV Bastia 3-0 Barcelona 3-4 Grasshoppers 3-3 XIX 1976-77 Juventus Athl. Bilbao 2-2 AEK 1-5 RWDMolenbeek 1-1 XVIII 1975-76 Liverpool Brugge 4-3 Barcelona 1-2 Hamburger 1-2 XVII 1974-75 B. M’Gladbach Twente 5-1 Koln 1-4 Juventus 1-4 XVI 1973-74 Feyenoord Tottenham 4-2 Stuttgart 3-4 Lok. Leipzig 1-4 XV 1972-73 Liverpool B. M’Gladbach 3-2 Tottenham 2-2 Twente 1-5 XIV 1971-72 Tottenham Wolverhampton 3-2 AC Milan 2-3 Ferencvaros 3-4 XIII 1970-71 Leeds Juventus 3-3 Liverpool 0-1 Koln 1-3 XII 1969-70 Arsenal Anderlecht 4-3 Ajax 1-3 Inter 1-2 XI 1968-69 Newcastle Ujpest Dosza 6-2 Gl. Rangers 0-2 Goztepe 1-8 X 1967-68 Leeds Ferencvaros 1-0 Dundee United 1-2 Bologna 4-5 IX 1966-67 D. Zagreb Leeds 2-0 E. Frankfurt 3-4 Kilmarnock 2-4 VIII 1965-66 Barcelona Zaragoza 4-3 Chelsea 2-7 Leeds 3-5 VII 1964-65 Ferencvaros Juventus 1-0 Manchester Utd. 4-5 At. Madrid 5-7 VI 1963-64 Zaragoza Valencia 2-1 Liègeois 2-4 Koln 3-4 V 1962-63 Valencia D. Zagreb 4-1 Roma 1-3 Ferencvaros 1-3 IV 1961-62 Valencia Barcelona 7-3 MTK Budapeste 3-10 Crvena Zvezda 1-6 III 1960-61 Roma Birmingham 4-2 Hibernian 5-11 Inter 2-4 II 1958-60 Barcelona Birmingham 4-1 Belgrade XI 2-4 U. St.-Gilloise 4-8 I 1955-58 Barcelona London XI 8-2 Birmingham 5-6 Lausanne 2-3
MUNDIAL 2006 (CXXI) – 2002
Grupo 6
Letónia – Escócia – 0-1 / 1-2
Bélgica – Croácia – 0-0 / 0-1
S. Marino – Escócia – 0-2 / 0-4
Letónia – Bélgica – 0-4 / 1-3
Croácia – Escócia – 1-1 / 0-0
S. Marino – Letónia – 0-1 / 1-1
Bélgica – S. Marino – 10-1 / 4-1
Escócia – Bélgica – 2-2 / 0-2
Croácia – Letónia – 4-1 / 1-0
Croácia – S. Marino – 4-0 / 4-0
1º Croácia, 18; 2º Bélgica, 17; 3º Escócia, 15; 4º Letónia, 4; 5º S. Marino, 1
Grupo 7
Bósnia Herzegovina – Espanha – 1-2 / 1-4
Israel – Liechtenstein – 2-0 / 3-0
Liechtenstein – Áustria – 0-1 / 0-2
Espanha – Israel – 2-0 / 1-1
Israel – Bósnia Herzegovina – 3-1 / 0-0
Áustria – Espanha – 1-1 / 0-4
Bósnia Herzegovina – Áustria – 1-1 / 0-2
Espanha – Liechtenstein – 5-0 / 2-0
Liechtenstein – Bósnia Herzegovina – 0-3 / 0-5
Áustria – Israel – 2-1 / 1-1
1º Espanha, 20; 2º Áustria, 15; 3º Israel, 12; 4º Bósnia Herzegovina, 8; 5º Liechtenstein, 0
Grupo 8
Roménia – Lituânia – 1-0 / 2-1
Hungria – Itália – 2-2 / 0-1
Lituânia – Geórgia – 0-4 / 0-2
Itália – Roménia – 3-0 / 2-0
Lituânia – Hungria – 1-6 / 1-1
Itália – Geórgia – 2-0 / 2-1
Geórgia – Roménia – 0-2 / 1-1
Itália – Lituânia – 4-0 / 0-0
Roménia – Hungria – 2-0 / 2-0
Hungria – Geórgia – 4-1 / 1-3
1º Itália, 20; 2º Roménia, 16; 3º Geórgia, 10; 4º Hungria, 8; 5º Lituânia, 2
Grupo 9
Finlândia – Albânia – 2-1 / 2-0
Alemanha – Grécia – 2-0 / 4-2
Inglaterra – Alemanha – 0-1 / 5-1
Grécia – Finlândia – 1-0 / 1-5
Albânia – Grécia – 2-0 / 0-1
Finlândia – Inglaterra – 0-0 / 1-2
Alemanha – Albânia – 2-1 / 2-0
Albânia – Inglaterra – 1-3 / 0-2
Finlândia – Alemanha – 2-2 / 0-0
Grécia – Inglaterra – 0-2 / 2-2
1º Inglaterra, 17; 2º Alemanha, 17; 3º Finlândia, 12; 4º Grécia, 7; 5º Albânia, 3
Play-off
Ucrânia – Alemanha – 1-1 / 1-4
Eslovénia – Roménia – 2-1 / 1-1
Bélgica – R. Checa – 1-0 / 1-0
Áustria – Turquia – 0-1 / 0-5
SPORTING – JOGOS NAS PROVAS EUROPEIAS
No dia em que se disputa a Final da Taça UEFA (entre os espanhóis do Sevilla e os ingleses do Middlesbrough, em partida a disputar na Holanda, em Eindhoven), a partir de hoje (e até final da próxima semana) aqui recupero as participações nas provas europeias, de Sporting, FC Porto e Benfica, assim como os rankings da Taça UEFA (incluindo as edições da antiga Taça das Cidades com Feiras, até 1971) e Taça dos Campeões Europeus, por clubes e países.
Prova Particip. Jogos Vitórias Empates Derrotas Golos P TCE 13 46 12 10 24 60-80 46 TVT 8 40 18 9 13 82-49 63 UEFA 23 101 49 21 31 164-111 168 TCF 4 19 8 5 6 34-25 29 46 206 87 45 74 340-265 306
TAÇA CAMPEÕES EUROPEUS
Época Jogo Fase 1ª 2ª Total Épocas anteriores 2005-06 203/204 3ªPré-El. Sporting Udinese 0-1 2-3 2-4
TAÇA UEFA
Época Jogo Fase 1º 2º Total Épocas anteriores 2004-05 202 Final Sporting CSKA Moscovo 1-32 005-06 205/206 1ª Elim. Halmstad Sporting 1-2 3-2 4-4
TAÇA VENCEDORES TAÇAS
Épocas anteriores
FERNANDO LOPES GRAÇA (III)
A par da sua vastíssima e extremamente diversificada produção vocal, escreveu música para piano e outros instrumentos, tais como guitarra e violino, música de câmara e música sinfónica.
Entre as mais valiosas, destacam-se: 11 Glosas; Para uma Criança que Vai Nascer; Bosquejos (para orquestra de arcos); o ciclo de canções As mãos e os Frutos; Canto de Amor e de Morte (para conjunto instrumental); Cantata Melodrama D. Duardos e Flérida; Concerto de Violoncelo, escrito a pedido do célebre violoncelista soviético Rostropovitch (por este interpretado em 1969); o Quarteto de Cordas, com o qual ganharia o Prémio Rainier III de Mónaco.
Em 1973, inicia a publicação das «Obras Literárias» (Editora Cosmos) em 18 volumes.
Em 1974, assumiria a presidência da Comissão para a Reforma do Ensino Musical criada pelo Governo Provisório da Revolução de Abril.
Em 1980, recebe do Presidente da República Mário Soares o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago de Espada.
Em 1981, é convidado pelo governo húngaro para as Comemorações do Centenário do nascimento de Béla Bartók.
Ao longo da sua carreira, dedicaria também muitas páginas às crianças, por exemplo: Álbum do Jovem Pianista; Presente de Natal para as Crianças, sob textos tradicionais; Canções e Rondas Infantis; As Cançõezinhas da Tila, com texto de Matilde Rosa Araújo; A Menina do Mar, texto de Sophia de Mello Breyner e, ainda, belas canções de embalar.
Em 1993, na homenagem ao seu 87º aniversário, decorreria a audição integral das sonatas e sonatinas para piano (Matosinhos).
Viria a falecer a 27 de Novembro de 1994, na sua casa na Parede. Em 1995, seria editado pela Câmara de Cascais / Museu da Música Portuguesa o Catálogo do Espólio Musical de Lopes Graça, um dos mais importantes compositores da história da Música Portuguesa. Nas palavras de José Jorge Letria «A Obra de Fernando Lopes-Graça ascendeu ao patamar da eternidade, onde permanecem as grandes obras do espírito e as realizações de trabalho criador».



