Archive for Maio, 2006
3 ANOS 100NADA
Obrigado Catarina, por estes três anos.
JÁCOME RATTON (V)
No parágrafo 45 das suas memórias, Jácome Ratton escreveu sobre a importância do reinado de D. José, e do governo do marquês de Pombal, para o estabelecimento das várias manufacturas existentes na época:
“§ 45. Meios gerais empregados no Governo do Senhor Rei D. José para promover a introdução das Artes fabril em Portugal, e seus bons efeitos.
Os grandes subsídios dados pelo Governo, para a introdução das artes fabris em Portugal, a isenção de direitos sobre as matérias primas vindas de fora, assim como também aqueles de exportação sobre tais Manufacturas, e suas entradas francas nos Domínios do Ultramar, a introdução proibida no Reino de correspondentes manufacturas estrangeiras, e a rigorosa observância das leis repressivas do contrabando têm sido os princípios políticos a que se deveu a diversidade, e multiplicidade de estabelecimentos úteis; por efeito dos quais ficaram no país enormes somas, que antes passavam a nações estrangeiras, com gravíssimo prejuízo de Portugal, de cujas somas se poderá formar juízo comparando a balança do comércio de uns anos com outros, cuja balança se principiou a formar no Reinado da Rainha N. S. Que Deus Guarda à custa do Cofre da Real Junta do Comércio, que seria de muita utilidade publicar-se pela imprensa, para ilustração da parte pensante e instruída da nação principalmente para aqueles que influem no Governo poderem descobrir em um golpe de vista objectos de tanta importância; e até calcular os desastrosos efeitos que poderá produzir o tratado de comércio de Fevereiro de 1810, se se não tomarem em séria consideração, quanto antes, para se lhes obstar por todos os meios possíveis.
O tratado feito por Methuen, e Roque Monteiro Paim, ainda que arruinou muitas artes fabris, que havia no Reino, principalmente aquelas de lanifícios, cujas manufacturas estrangeiras não eram admitidas antes deste tratado, que teve por objecto a admissão dos panos ingleses, em compensação dos vinhos de Portugal pagarem de entrada em Inglaterra uma terça parte menos do que aqueles de França, e isto sem especificar a proporção de direitos de entrada dos ditos lanifícios, nem de outro género algum, tem sido modificado pelo Governo regenerador do Sr. Rei D. José.”
MUNDIAL 2006 (CXXVII) – 2002

4-0
Vítor Baía; Frechaut (63 m – Beto), Jorge Costa, Fernando Couto e Rui Jorge; Sérgio Conceição (69 m – Capucho), Petit, Paulo Bento, João Pinto (60 m – Rui Costa) e Luís Figo; Pedro Pauleta
Jerzy Dudek; Michal Zewlakow (71 m – Tomasz Rzasa), Tomasz Hajto, Piotr Swierczewski, Pawel Kryszalowicz, Radoslaw Kaluzny (16 m – Arkadiusz Bak), Emmanuel Olisadebe, Tomasz Waldoch, Jacek Krzynowek, Maciej Zurawski (56 m – Marcin Zewlakow) e Marek Kozminski
1-0 – Pauleta – 14 m
2-0 – Pauleta – 65 m
3-0 – Pauleta – 77 m
4-0 – Rui Costa – 88 m
Cartões amarelos – Piotr Swierczewski (21 m), Frechaut (25 m), Jorge Costa (27 m), Rui Jorge (31 m) e Arkadiusz Bak (39 m)
Árbitro – Hugh Dallas (Escócia)
Jeonju – Coreia do Sul (10.06.2002)
RANKING TAÇA CAMPEÕES EUROPEUS – PAÍSES
A nível de países, Espanha (conseguindo “desempatar” a seu favor ontem), com 11 vitórias; Itália (somando um espantoso total de 24 presenças em Finais, ao ritmo médio de uma a cada dois anos) e Inglaterra, com 10 vitórias cada, são os grandes dominadores da mais importante competição europeia de clubes.
Mercê das participações do Benfica e do FC Porto, Portugal ocupa uma meritória 6ª posição (5º lugar em número de finais disputadas, apenas superado pelas grandes potências do futebol europeu, Itália, Espanha, Inglaterra e Alemanha).
São apenas 10 os países da Europa que já conquistaram o título de Campeão Europeu de clubes; apenas alcançaram já a Final da prova clubes de 13 países.
Pos. País Clubes Títulos Finalista Finais Semi-final. Pontos 1 Espanha 6 11 9 20 17 99 2 Itália 6 10 14 24 7 99 3 Inglaterra 9 10 3 13 13 72 4 Alemanha 7 6 7 13 10 61 5 Holanda 3 6 2 8 5 41 6 Portugal 2 4 5 9 2 37 7 França 7 1 5 6 7 27 8 Escócia 4 1 1 2 7 15 9 Sérvia 2 1 1 2 3 11 10 Roménia 2 1 1 2 2 10 11 Bélgica 3 - 1 1 3 6 12 Suécia 2 - 1 1 2 5 13 Grécia 1 - 1 1 2 5 14 R. Checa 3 - - - 3 3 15 Hungria 2 - - - 3 3 15 Suíça 2 - - - 3 3 17 Ucrânia 1 - - - 3 3 18 Áustria 2 - - - 2 2 18 Polónia 2 - - - 2 2 20 Bulgária 1 - - - 2 2 21 Rússia 1 - - - 1 1 21 Turquia 1 - - - 1 1
RANKING TAÇA CAMPEÕES EUROPEUS – CLUBES
Em 51 edições da prova, sagraram-se Campeões Europeus 21 clubes (incluindo o Benfica e o FC Porto, cada um com 2 títulos, assim integrando a elite europeia, de apenas 11 equipas, que repetiu o triunfo), representando 10 países.
Em toda a história, são apenas 38 os clubes europeus que conseguiram marcar presença na Final da Taça dos Campeões Europeus / Liga dos Campeões.
Procurando estabelecer um “ranking”, atribuindo 5 pontos ao vencedor, 3 pontos ao finalista e 1 ponto aos semi-finalistas, sem grandes surpresas, temos um “Top 10” formado pelos “grandes colossos” do futebol europeu a nível histórico: R. Madrid, Milan, Bayern, Ajax, Liverpool (todos Campeões Europeus por 4 ou mais vezes!), Juventus, Benfica (apenas superado, em número de presenças na Final, pelo R. Madrid e Milan – ocupando a posição de “campeão de finais perdidas”, a par da Juventus), Inter, Barcelona e Manchester United… com o FC Porto a ocupar a 11ª posição!
Pos. Clube País Títulos Finalista Finais Semi-final. Pontos 1 Real Madrid Esp 9 3 12 9 63 2 AC Milan Itá 6 4 10 1 43 3 Bayern Ale 4 3 7 5 34 4 Liverpool Ing 5 1 6 1 29 5 Ajax Hol 4 2 6 2 28 6 Juventus Itá 2 5 7 3 28 7 Benfica Por 2 5 7 1 26 8 Barcelona Esp 2 3 5 4 23 9 Inter Itá 2 2 4 3 19 10 Manchester Utd. Ing 2 - 2 6 16 11 FC Porto Por 2 - 2 1 11 12 Nottingham Ing 2 - 2 - 10 13 Celtic Esc 1 1 2 2 10 14 Hamburger Ale 1 1 2 1 9 14 Marseille Fra 1 1 2 1 9 14 Steaua Rom 1 1 2 1 9 17 Crvena Zvezda Sér 1 - 1 3 8 18 B. Dortmund Ale 1 - 1 2 7 18 PSV Hol 1 - 1 2 7 20 Feyenoord Hol 1 - 1 1 6 21 Stade Reims Fra - 2 2 - 6 21 Valencia Esp - 2 2 - 6 23 Aston Villa Ing 1 - 1 - 5 24 At. Madrid Esp - 1 1 2 5 24 Leeds Ing - 1 1 2 5 24 Monaco Fra - 1 1 2 5 24 Panathinaikos Gré - 1 1 2 5 28 B. M’Gladbach Ale - 1 1 1 4 28 Saint-Etienne Fra - 1 1 1 4 30 B. Leverkusen Ale - 1 1 - 3 30 Brugge Bél - 1 1 - 3 30 E. Frankfurt Ale - 1 1 - 3 30 Fiorentina Itá - 1 1 - 3 30 Malmoe Sué - 1 1 - 3 30 Partizan Belg. Sér - 1 1 - 3 30 Roma Itá - 1 1 - 3 30 Sampdoria Itá - 1 1 - 3 30 Arsenal Ing - 1 1 - 3
"E SE EU FOSSE CEGO?"
“Narrativas Silenciadas da Deficiência”, por Bruno Sena Martins – apresentação hoje, pelas 18h30, em Coimbra.
JÁCOME RATTON (IV)
Escreveria no exílio (em 1813) o que se tornaria uma das principais fontes documentais sobre a história económico-social de Portugal na Segunda metade do séc. XVIII: “Recordacoens de Jacome Ratton, fidalgo cavalleiro da Caza Real, cavalleiro da ordem de Christo, ex-negociante da praça de Lisboa, e deputado do tribunal supremo da Real Junta do Commercio, Agricultura, Fabricas e Navegação. Sobre occurrencias do seu tempo, em Portugal, durante o lapso de sessenta e tres annos e meio, aliás de maio de 1747 a setembro de 1810, que rezidio em Lisboa: acompanhadas de algumas subsequentes reflexoens suas, para informaçoens de seus proprios filhos. Com documentos no fim. Londres. Impresso por H. Bryer, Bridge Street, Blackfriars, 1813”.
Ainda em 1816, publicaria no “Investigador portuguez” um artigo “Pensamentos patrioticos. Imperio luso”.
Industrial e negociante da praça de Lisboa; deputado do tribunal supremo da Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação; fidalgo cavaleiro da Casa Real e cavaleiro da ordem de Cristo, Jácome Ratton terminaria a vida em Lisboa cerca de 1821 ou 1822.
Em 1884, seria fundada em Tomar a Escola Jácome Ratton, a qual passaria a designar-se, em 1925, “Escola Industrial e Comercial de Jácome Ratton” (funcionando na Av. Cândido Madureira, actuais instalações do Instituto Politécnico de Tomar); em 1958, passaria para as actuais instalações na Av. Maria II.
Em 1979, adoptaria a denominação de “Escola Secundária Jácome Ratton”, tendo comemorado ontem 122 anos.
Dispõe de cerca de 850 alunos, com cursos gerais vocacionados para a continuação dos estudos, mas também cursos tecnológicos, orientados para a integração na vida activa.
TAÇA DOS CAMPEÕES EUROPEUS – PALMARÉS
O Barcelona sagrou-se hoje Campeão Europeu pela segunda vez na sua história, ao vencer na Final da Liga dos Campeões Europeus (disputada em Paris) a equipa inglesa do Arsenal, por 2-1, numa vitória sofrida, em que teve de lutar praticamente até ao final da partida para conseguir a “reviravolta” no marcador.
A partida iniciou-se com Henry a dar os primeiros avisos, obrigando Valdez, logo aos 2 minutos e meio e aos 3 minutos, a difíceis intervenções.
Apenas aos 8 minutos o Barcelona conseguiria levar a cabo uma acção ofensiva, com Lehmann a “dizer presente”. Aos 16 minutos, Deco rematava de longe, procurando tirar partido do adiantamento do guarda-redes alemão do Arsenal, mas este mostrar-se-ia atento.
No minuto seguinte, Eto’o preparava-se para, à entrada da área, driblar o guarda-redes que, vendo-se “obrigado” a derrubar em falta o avançado do Barcelona, foi expulso… isto, depois de, na sequência do ressalto, a equipa espanhola ter introduzido a bola na baliza. Uma decisão não isenta de polémica, pela não validação do golo, e pelo eventual rigor na sanção disciplinar do árbitro, o norueguês Terje Hauge.
Um desconsolado Robert Pires, na sua despedida do Arsenal, seria o sacrificado, para a entrada do guarda-redes suplente, o espanhol Almunia.
O livre, marcado por Ronaldinho, praticamente em cima da linha da grande-área, passou perigosamente junto à baliza.
Aos 22 minutos, com o Arsenal a acusar nervosismo e alguma falta de controlo, Eboué teve uma entrada perigosa que lhe poderia ter valido a expulsão, não fora o árbitro ter sido, desta feita, mais “contemplativo”.
Com o jogo a ganhar então um cariz de “sentido único”, Almunia seria chamado a intervir aos 33 e 34 minutos, para deter a ofensiva do Barcelona.
… Até que, aos 37 minutos, numa decisão incorrecta do árbitro, foi assinalada falta a Puyol. Na sequência do livre (um cruzamento tenso para a área), surgiu Campbell a antecipar-se a toda a defesa do Barcelona, num potente desvio de cabeça, com a bola a entrar junto ao poste, sem hipótese para Valdez, “pregado” ao chão, sobre a linha de golo. De forma surpreendente, não obstante a inferioridade numérica, o Arsenal colocava-se em vantagem.
A primeira parte terminaria com Eto’o a rematar ao poste, desperdiçando o empate.
No início do segundo tempo, o Barcelona arriscava, fazendo entrar Iniesta para o lugar de Van Bommel. Almunia seria chamado a intervir novamente aos 53 e 58 minutos.
A história final do jogo começaria contudo a ser escrita ao minuto 69, quando Henry, isolado frente a Valdez, falhou o que seria o 2-0, que poderia constituir-se numa vantagem decisiva, numa altura em que o Barcelona dava já sinais de alguma intranquilidade, nomeadamente por via dos rápidos contra-ataques protagonizados por Ljungberg e Henry.
Aos 75 minutos, Eto’o numa arrancada pelo flanco esquerdo, na sequência de uma excelente combinação, com Larsson a tocar subtilmente a bola, para o camaronês a fazer passar entre Almunia e o poste, chegando finalmente ao tão ansiado empate, numa altura em que alguma descrença parecia começar a assolar o espírito dos adeptos espanhóis.
Poucos minutos depois, aos 80, o Barcelona dava então o “golpe de misericórdia”, num golo semelhante ao primeiro, mas do lado oposto, com o brasileiro Belletti (que entrara na partida apenas 10 minutos antes) a rematar e Almunia a não ficar isento de responsabilidades.
Deco – mesmo sem conseguir uma exibição brilhante – conquista, com 2 anos de intervalo, o seu segundo título de Campeão Europeu, depois da vitória do FC Porto em 2004.
Quanto a Ronaldinho, acabou por ficar aquém das expectativas, revelando alguns sintomas de individualismo.
Actualizando o que aqui apresentei há cerca de um ano, recupero de novo a memória dos finalistas – e, procurando ir um pouco mais além – também dos semi-finalistas na história da Taça dos Campeões Europeus (actual “Liga dos Campeões”), com a indicação de “semi-finalista 1” como a equipa derrotada nas 1/2 finais pelo que viria a ser o vencedor da prova (e indicação do respectivo resultado agregado das 1/2 finais) – sendo, naturalmente, o “semi-finalista 2”, o perdedor da eliminatória com o finalista vencido.
Edição Época Vencedor Finalista Res. Semi-final.1 Res. Semi-final.2 Res. LI 05-06 Barcelona Arsenal 2-1 AC Milan 0-1 Villarreal 0-1 L 04-05 Liverpool AC Milan 3-3 PSV 3-3 Chelsea 0-1 XLIX 03-04 FC Porto Monaco 3-0 Dep. Coruña 0-1 Chelsea 3-5 XLVIII 02-03 AC Milan Juventus 0-0 Inter 1-1 Real Madrid 3-4 XLVII 01-02 Real Madrid B. Leverkusen 2-1 Barcelona 1-3 Manchester Utd. 3-3 XLVI 00-01 Bayern Valencia 1-1 Real Madrid 1-3 Leeds 0-3 XLV 99-00 Real Madrid Valencia 3-0 Bayern 2-3 Barcelona 3-5 XLIV 98-99 M. United Bayern 2-1 Juventus 3-4 D. Kiev 3-4 XLIII 97-98 Real Madrid Juventus 1-0 B. Dortmund 0-2 Monaco 4-6 XLII 96-97 B. Dortmund Juventus 3-1 Manchester Utd. 0-2 Ajax 2-6 XLI 95-96 Juventus Ajax 1-1 Nantes 3-4 Panathinaikos 1-3 XL 94-95 Ajax AC Milan 1-0 Bayern 2-5 P. St.-Germain 0-3 XXXIX 93-94 AC Milan Barcelona 4-0 Monaco 0-3 FC Porto 0-3 XXXVIII 92-93 Marseille AC Milan 1-0 Gl. Rangers n.a Goteborg n.a XXXVII 91-92 Barcelona Sampdoria 1-0 Sparta Praha n.a Crvena Zvezda n.a XXXVI 90-91 Crvena Zvezda Marseille 0-0 Bayern 3-4 Sp. Moscovo 2-5 XXXV 89-90 AC Milan Benfica 1-0 Bayern 2-2 Marseille 2-2 XXXIV 88-89 AC Milan Steaua 4-0 Real Madrid 1-6 Galatasaray 1-5 XXXIII 87-88 PSV Benfica 0-0 Real Madrid 1-1 Steaua 0-2 XXXII 86-87 FC Porto Bayern 2-1 D. Kiev 2-4 Real Madrid 2-4 XXXI 85-86 Steaua Barcelona 0-0 Anderlecht 1-3 Goteborg 3-3 XXX 84-85 Juventus Liverpool 1-0 Bordeaux 2-3 Panathinaikos 0-5 XXIX 83-84 Liverpool Roma 1-1 D. Bucuresti 1-3 Dundee United 2-3 XXVIII 82-83 Hamburger Juventus 1-0 R. Sociedad 2-3 Widzew Lodz 2-4 XXVII 81-82 Aston Villa Bayern 1-0 Anderlecht 0-1 CSKA Sofia 4-7 XXVI 80-81 Liverpool Real Madrid 1-0 Bayern 1-1 Inter 1-2 XXV 79-80 Nottingham Hamburger 1-0 Ajax 1-2 Real Madrid 3-5 XXIV 78-79 Nottingham Malmoe 1-0 Koln 3-4 Austria Wien 0-1 XXIII 77-78 Liverpool Brugge 1-0 B. M’Gladbach 2-4 Juventus 1-2 XXII 76-77 Liverpool B. M’Gladbach 3-1 Zurich 1-6 D. Kiev 1-2 XXI 75-76 Bayern Saint-Etienne 1-0 Real Madrid 1-3 PSV 0-1 XX 74-75 Bayern Leeds 2-0 Saint-Etienne 0-2 Barcelona 2-3 XIX 73-74 Bayern At. Madrid 4-0 Ujpest Dosza 1-4 Celtic 0-2 XVIII 72-73 Ajax Juventus 1-0 Real Madrid 1-3 Derby County 1-3 XVII 71-72 Ajax Inter 2-0 Benfica 0-1 Celtic 0-0 XVI 70-71 Ajax Panathinaikos 2-0 At. Madrid 0-1 Crvena Zvezda 4-4 XV 69-70 Feyenoord Celtic 2-1 Legia Warsaw 0-2 Leeds 1-3 XIV 68-69 AC Milan Ajax 4-1 Manchester Utd. 1-2 Sp. Trnava 2-3 XIII 67-68 Manchester Utd. Benfica 4-1 Real Madrid 3-4 Juventus 0-3 XII 66-67 Celtic Inter 2-1 Pribram 1-3 CSKA Sofia 2-2 XI 65-66 Real Madrid Partizan Belg. 2-1 Inter 1-2 Manchester Utd. 1-2 X 64-65 Inter Benfica 1-0 Liverpool 3-4 Vasas Budap. 0-5 IX 63-64 Inter Real Madrid 3-1 B. Dortmund 2-4 Zurich 1-8 VIII 62-63 AC Milan Benfica 2-1 Dundee United 2-5 Feyenoord 1-3 VII 61-62 Benfica Real Madrid 5-3 Tottenham 3-4 Standard Liège 0-6 VI 60-61 Benfica Barcelona 3-2 Rapid Wien 1-4 Hamburger 2-2 V 59-60 Real Madrid E. Frankfurt 7-3 Barcelona 2-6 Gl. Rangers 4-12 IV 58-59 Real Madrid Stade Reims 2-0 At. Madrid 2-2 Young Boys 1-3 III 57-58 Real Madrid AC Milan 3-2 Vasas Budap. 2-4 Manchester Utd. 2-5 II 56-57 Real Madrid Fiorentina 2-0 Manchester Utd. 3-5 Crvena Zvezda 0-1 I 55-56 Real Madrid Stade Reims 4-3 AC Milan 4-5 Hibernian 0-3
MUNDIAL 2006 (CXXVI) – 2002

3-2
Brad Friedel; Frankie Hejduk, Pablo Mastroeni, John O’Brien, Earnie Stewart (46 m – Cobi Jones) , Jeff Agoos, Marcus Beasley, Brian McBride, Landon Donovan (75 m – Joe-Max Moore), Anthony Sanneh e Eddie Pope (80 m – Carlos Llamosa)
Vítor Baía; Beto, Jorge Costa (74 m – Jorge Andrade), Fernando Couto e Rui Jorge (69 m – Paulo Bento); Sérgio Conceição, Petit, Rui Costa (80 m – Nuno Gomes), João Pinto e Luís Figo; Pedro Pauleta
1-0 – John O’Brien – 4 m
2-0 – Jorge Costa (p.b.) – 30 m
3-0 – Brian McBride – 36 m
3-1 – Beto – 39 m
3-2 – Jeff Agoos (p.b.) – 71 m
Cartões amarelos – Beto (34 m), Petit (52 m) e Marcus Beasley (90 m)
Árbitro – Byron Moreno (Equador)
Suwon – Coreia do Sul (05.06.2002)
BENFICA – JOGOS NAS PROVAS EUROPEIAS
Prova Particip. Jogos Vitórias Empates Derrotas Golos P TCE 27 163 78 38 47 301-173 272 TVT 7 42 21 12 9 67-34 75 UEFA 11 64 30 16 18 97-72 106 TCF 1 4 2 1 1 7-5 7 45 273 131 67 75 472-284 460
TAÇA CAMPEÕES EUROPEUS
Época Jogo Fase 1ª 2ª Total Épocas anteriores 2005-06 264/268 Grupos Benfica Lille 1-0 0-0 1-0 2005-06 265/269 Grupos M. United Benfica 2-1 1-2 3-3 2005-06 266/267 Grupos Villarreal Benfica 1-1 1-0 2-1 2005-06 270/271 1/8 Benfica Liverpool 1-0 2-0 3-0 2005-06 272/273 Grupos Benfica Barcelona 0-0 0-2 0-2
TAÇA UEFA
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TAÇA VENCEDORES TAÇAS
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