Archive for 23 Março, 2004

"BLOGOSFERA REGIONAL" (XVII)

Nesta “rápida” viagem pelas regiões, passamos hoje por Leiria e por Lisboa:

Aldeia de Amor (Amor – Leiria)
Mais Alcobaça
Alenquer à letra…
Olissipo (Lisboa).

P. S. – Novos agradecimentos, ao Jumento, A Coluna Vertebral, Galo Verde, O Povo de Bahá e Sesimbra.

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23 Março, 2004 at 7:25 pm

PAÍSES RICOS / PAÍSES POBRES

Ainda em “período de reflexão” (Recebido via mail):

“A diferença entre países pobres e ricos não é a idade do país. Veja o caso de países como o Egipto e a Índia, que têm mais de 2000 anos e são pobres… e a Austrália, o Canadá e a Nova Zelândia, que há 150 anos quase não existiam e hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos não reside nos recursos naturais disponíveis. O Japão é a segunda economia do Mundo, com 80 % do território montanhoso e impróprio para a agricultura e a criação de gado. No entanto, o país é uma imensa fábrica flutuante, importando matérias-primas de todo o Mundo e exportando produtos manufacturados.

A Suíça, apesar do seu pequeno território, cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Fabrica lacticínios da melhor qualidade e produz o melhor chocolate do Mundo, importando cacau de África. Pequeno país, tem uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o transformou na caixa forte do Mundo.

Os executivos de países ricos em comparação com os seus pares dos países pobres, mostram que não há diferença intelectual significativa.

A raça ou a cor da pele também não são importantes. Imigrantes rotulados de preguiçosos nos seus países de origem, são a força produtiva dos países europeus ricos.

Então, qual é a diferença? A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura. Nos países ricos e desenvolvidos, a grande maioria das pessoas segue os seguintes princípios de vida:

1. A ética, como princípio básico
2. A integridade
3. A responsabilidade
4. O respeito pelas leis
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos
6. O amor ao trabalho
7. O esforço pela poupança e pelo investimento
8. A disciplina
9. A pontualidade.”

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23 Março, 2004 at 6:10 pm 3 comentários

"CULTIVAR O BLOGUE"

Para reflexão dos “blogólicos”, aqui deixo um excelente texto publicado no Ruminações Digitais (com a “devida vénia”):

“Fora aqueles que o fazem por motivos premeditados, manter um blog é uma actividade que oscila entre o prazer de um passatempo e a paciência de um cultivo.

Torna-se comum encontrarmo-nos a pensar num tema, a ler uma ideia ou a trabalhar uma frase para estas notas acumuladas semanalmente. Pára-se o resto para escrever as fugidias palavras que receamos perder, finge-se atenção enquanto se lapida mentalmente o post de amanhã. Outras vezes, simplesmente, falta o motivo para continuar.

Porque terminam metade dos blogs ao fim de um semestre?

Não sei, mas talvez seja consequência da tensão entre o acto narcísico de expor aquilo que achamos interessante, estético (e que nos espelha para os outros) e a autocrítica sobre essa exposição.

Uma prolonga (por vezes penosamente) o esforço enquanto outra questiona a validade do mesmo. Quando não há tensão ou o blog termina ou prossegue soterrando aquilo que merece a pena ser visto, lido, relembrado.

Neste aspecto suponho ser semelhante ao ser-se escritor, que como alguém disse não é por aprender palavras novas que estes se fazem, é por haver coisas a dizer.”

A quem, de entre os “bloguistas” mais activos, não “passou já pela mente”, num ou noutro momento, a “ideia” de acabar com o “blogue”?…

P. S. A partir de hoje, no Tomar, pode conhecer o inventário do património arquitectónico do concelho de Tomar.

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23 Março, 2004 at 12:38 pm

PORTUGAL – NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO (VII)

“Em 711, um exército formado principalmente por soldados berberes atravessou o estreito de Gibraltar e iniciou a conquista da Península.

Ao contrário do que sucede em relação aos Romanos, aos Suevos, aos Visigodos, não é possível fixar num determinado número de anos, ou mesmo de séculos, a duração do domínio muçulmano na Península, porque essa duração variou muito de região para região. Nunca se chegou a exercer nas terras mais setentrionais; todo o país ao norte do Ebro estava de novo sob o domínio cristão em 809. O Porto e Braga foram reconquistados cerca de 868. Coimbra voltou definitivamente à posse cristã em 1064 e Lisboa em 1147. Em Sevilha, Córdoba e Faro, os Mouros estiveram cerca de seis séculos (até aos meados do século XIII); de Granada só foram expulsos nos fins do século XV: a presença moura atinge perto de oito séculos.

Os seus vocábulos são especialmente numerosos para designar vegetais, e em especial produtos hortícolas: alfarroba, alface, alfazema, laranja, limão, açafrão, acelga, cenoura, cherivia. Alfobre, estragão, albarrã, maçaroca, azeitona e azeite, etc. São também muitos os termos relacionados com o aproveitamento da água para as regas: alvanel, albufeira, Alverca, almargem, almácega, algeroz, alcatruz, nora, chafariz, azenha.

Esta importação vocabular sugere uma certa renovação da economia e da técnica, que tinha decaído muito desde a época romana.”

“História concisa de Portugal”, José Hermano Saraiva

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23 Março, 2004 at 8:15 am


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