Archive for 17 Março, 2004

"BLOGOSFERA REGIONAL" (XI)

E estamos já a terminar esta curta deslocação ao Algarve; concluindo com: NotaSoltas, SMS do Jornal do Algarve, Um Pouco Mais de Sul e Vialgarve.

P. S. Outros “blogues” algarvios ficaram concerteza por mencionar. Agradeço novas sugestões de referências…

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17 Março, 2004 at 6:30 pm 1 comentário

"A ARTE DE TER SEMPRE RAZÃO" – SCHOPENHAUER (III)

Começando, com o “Estratagema 1” – A extensão: “projectar” a afirmação do oponente para além dos seus limites naturais, interpretando-a da forma mais genérica possível, tomando-a no sentido mais lato possível ou exagerando-a; inversamente, reduzir a sua própria afirmação, da forma mais restrita possível (quanto mais uma afirmação se torna “geral”, mais ficará desprotegida face a ataques).

Exemplo – “A Inglaterra é a primeira nação em arte dramática”. Réplica: “É sabido que têm pouco valor em música e, portanto, também na ópera”. E a “contra-réplica”: “A música não integra a arte dramática, dado que esta respeita exclusivamente à tragédia e à comédia”.

A que se segue o “Estratagema 2” – Recorrer à homonímia para alargar o âmbito da afirmação a algo que, para além de uma palavra em comum, não tenha efectivamente nada a ver com o tema em debate. De seguida, refutar de forma “luminosa”, dando assim o ar de ter conseguido refutar por completo a afirmação do adversário.

Exemplo – “Você não se iniciou ainda nos mistérios da filosofia Kantiana”. Réplica: “Esse assunto dos mistérios não me interessa nada”.

“Estratagema 3” – Tomar a afirmação que fora colocada de uma forma relativa como se o tivesse sido de forma genérica, ou, pelo menos, concebê-la num contexto completamente diferente e refutá-la então nesse âmbito.

Exemplo – Num debate sobre filosofia, defendo a posição de uma dada corrente filósofa, ao mesmo tempo que, falando de Hegel, afirmo que o que ele escreveu não tem valor. O meu oponente não procura refutar a minha tese, limitando-se a dizer que também os filósofos que eu defendi escreveram muitas coisas sem valor. Embora reconhecendo tal, defenderia que a minha afirmação não tinha implícito um elogio às suas qualidades de escritores, mas enquanto homens, pelos seus actos, de um ponto de vista prático (enquanto que de Hegel apenas se podia falar de “qualidades” teóricas!).

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17 Março, 2004 at 12:39 pm 1 comentário

"WEBLOG AWARDS 2004"

Acabam de ser anunciados os “Weblog Awards 2004“, destacando-se alguns dos vencedores:

– “Blogue” do ano: BoingBoing.net

– Melhor anuário ou aplicação de actualização de “blogues”: Blogrolling.com

– Melhor aplicação para “blogues”: Movable Type (a utilizada pelo weblog.com.pt)

– Melhor “blogue” europeu: Textism

– Melhor “blogue” americano: BoingBoing.net

– Melhor “fotoblogue”: Shutterbug

– Melhor “blogue” de temática musical: Moby.

(via Mediatic)

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17 Março, 2004 at 8:18 am 3 comentários


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