Archive for 26 Março, 2004

"BLOGOSFERA REGIONAL" (XX)

Permitir-me-ão que me demore um pouco mais em visita aos “blogues” do meu Distrito: Santarém; hoje e nos próximos 2 dias, do Ribatejo Norte até ao Ribatejo Sul, passaremos por Abrantes, Coruche, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal e, claro, por Tomar!

Abrantes
Mar de Abrantes
Conspirações da Vila de Coruche.
Coruche.

P. S. Novo agradecimento, ao Nuno Guerreiro, da Rua da Judiaria.

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26 Março, 2004 at 6:07 pm

"LEITURA COMENTADA" DE MACHADO DE ASSIS

A editora Candide resolveu colocar a juventude a ler de uma forma simples e eficaz: através da Internet.

Encontra-se disponível, desde segunda-feira, a página de Machado de Assis – “Leitura comentada”, com base no seguinte conceito: disponibilizar diariamente um novo capítulo de “Dom Casmurro”, promovendo desta forma uma leitura “comunitária” da obra-prima do realismo brasileiro, beneficiando ainda da interactividade (possibilidade de troca de impressões online entre os leitores).

Nos primeiros dias, mais de 10 mil pessoas acederam já à página; o sucesso da iniciativa levou a editora a planear já, depois da leitura de “D. Casmurro”, a apresentação de “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.

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26 Março, 2004 at 12:34 pm 1 comentário

PORTUGAL – NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO (X)

“Muitos autores têm procurado resposta para esta pergunta: a partir de que momento se deve considerar que Portugal foi um estado independente? A dificuldade que todos sentiram em encontrar uma solução resulta de que a independência portuguesa não se verificou, como acontece com os Estados modernos, num momento determinado e politicamente bem definido. Foi sendo forjada ao longo de um processo que se desdobra em várias etapas, das quais as mais importantes parecem ter sido a revolta de D. Afonso Henriques e a conquista do governo do condado, em 1128, a paz de Tui, de 1137, a conferência de Samora e a enfeudação ao papa, em 1143, o desaparecimento do título de imperador com a morte de Afonso VII, em 1157, e por último a bula papal de 1179, com o reconhecimento da nova monarquia pela Santa Sé.

A independência portuguesa não pode desligar-se do quadro geral da política dos reinos cristãos da Península. O rei Afonso VI tinha conseguido impor o seu poder a grande parte da Espanha.

Mas, quando, em 1109, morreu, desencadeou-se uma reacção forte e generalizada contra o crescente poder dos Leoneses. A herdeira do trono, rainha Urraca, disputou durante anos com o rei de Aragão a chefia política da Espanha cristã e discutiu também com o arcebispo de Compostela a autoridade sobre a Galiza. O conde das Astúrias revoltou-se e tratou com o imperador de igual para igual; vencido por fim, refugiou-se em Portugal.”

“História concisa de Portugal”, José Hermano Saraiva

P. S. Parabéns ao João Carvalho Fernandes pelo primeiro aniversário do Fumaças!

P. S. 2 – A visitar também, o “blogue” de Noam Chomsky (também já com uma página na net).

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26 Março, 2004 at 8:35 am


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