Archive for Janeiro, 2004

"MEMÓRIA VIRTUAL" NO MUNDO

Porque hoje é Domingo, recorrendo ao “Mapa-Mundo”, o Memória Virtual é ou foi lido em 32 países (indicados a vermelho):


Pode desenhar o seu mapa aqui.

(Via Supertatas).

[940]

25 Janeiro, 2004 at 9:38 am

ANABELA MOTA RIBEIRO

De Anabela Mota Ribeiro tenho a imagem de uma excelente profissional que, sendo ainda jovem, tem já vários anos de “provas dadas”, em diversas áreas, desde os jornais, à televisão, passando pela rádio.

As suas entrevistas, regularmente publicadas no DNA (Suplemento do Diário de Notícias, agora editado à Sexta-Feira) são (na minha modesta opinião) das melhores peças escritas do jornalismo português.

Aquilo” não poderia ser dela…

Felizmente, o caso parece estar (finalmente) esclarecido.

Mesmo que se tratasse apenas de uma “inocente brincadeira”, acabou por revelar-se, mais uma vez, a faceta “perversa do poder da net” (contei – pelo menos – 10 “blogues” diferentes que se referiram ao tema); teremos, todos, de ser cada vez mais cuidadosos, perante estas “cartas anónimas” que continuam a vir à “luz do dia”: não podemos “dar crédito” a tudo o que se lê ou diz.

A Anabela Mota Ribeiro merece-nos essa prova de confiança.

[939]

24 Janeiro, 2004 at 9:49 am

QUANDO TUDO FALTAR RESTA A PALAVRA (V)

.No final violento e incerto de um século em que o estudo da palavra empenhou como nunca filológos, linguistas, semióticos, biólogos, filósofos . de Saussure a Derrida ., a crença no poder da palavra (ou do homem?) é tão forte como a descrença. A poesia de Rilke, Apollinaire, Pessoa, Arghezi, Pound, Eliot, Vallejo, Maiakovsi, Huidobro, Brecht, Drummond, Ritsos, João Cabral, Celan, Juarroz, parece veicular (e às vezes figurar) mais claramente do que a prosa os dois pontos de vista. Nas suas melhores expressões, a arte verbal das últimas décadas tornou-se cada vez mais enigmática porque se empenhou cada vez mais em decifrar os enigmas do mundo e do homem, dando conta de cisões, incompatibilidades, incertezas e limites que só nela e por ela parecem suspensos ou atenuados.

Por enquanto ainda poderemos continuar a dizer como António Machado, que, se nada mais tivermos de seguro, .nos queda la palabra…

“Quando tudo faltar resta a palavra (Arnaldo Saraiva) . Notícias do Milénio”

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23 Janeiro, 2004 at 6:03 pm

"O ANO DALI"

Completam-se hoje 15 anos do desaparecimento de Salvador Dali, neste que é o “Ano Dali” (em comemoração do seu centenário, que se cumpre a 11 de Maio de 2004).

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23 Janeiro, 2004 at 1:52 pm 1 comentário

DULCE PONTES – PRÉMIO "AMIGO"

Dulce Pontes foi distinguida ontem com o Prémio “Amigo” para Melhor Intérprete Latina pela Associação Fonográfica e Videográfica Espanhola, para o qual haviam também sido nomeadas Gloria Estefan e Celia Cruz.

Os “Tribalistas” ganharam também o prémio de “Melhor Álbum Latino”, para que Dulce Pontes fora igualmente nomeada, com “Focus”.

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23 Janeiro, 2004 at 8:03 am

QUANDO TUDO FALTAR RESTA A PALAVRA (IV)

.Se o romance atingira já no início do século XVII as alturas do .Dom Quixote., é no século XIX que, pela quantidade e pela qualidade, ele se impõe como uma espécie literária privilegiada, que ainda não deixou de ser, e se desdobrou em variantes que vão do romance histórico ao policial, do rural ao urbano, do psicológico ao de aventuras: Walter Scott, Dickens, Balzac, Eça, Machado de Assis, Flaubert, Dostoiewski, ou Knutt Hamsum, Proust, Kafka, Joyce, Guimarães Rosa, Bouhmil Hrabal, Beckett, Ítalo Calvino, Garcia Marquez, Kenzaburo Oe e Paul Auster..

“Quando tudo faltar resta a palavra” (Arnaldo Saraiva) . “Notícias do Milénio”

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22 Janeiro, 2004 at 6:45 pm

"LOST IN TRANSLATION"

Scarlett Johansson Lost in Translation / O Amor é um lugar estranho – Foi já a sensação do Festival de Veneza, nomeado para 5 Globos de Ouro; o ansiado regresso de Sofia Copolla, num filme com Bill Murray e o esplendor de Scarlett Johansson, candidatos às nomeações aos Óscares (no próximo dia 27). Estreia hoje. A não perder!

Pode ver, desde já, o “trailer” e algumas sequências.

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22 Janeiro, 2004 at 8:05 am 1 comentário

ENCONTROS CASUAIS

De repente, dei comigo a pensar na casualidade de muitos encontros / desencontros que vêm depois a assumir uma importância decisiva na nossa vida.

Dada a actual escassez de tempo, será um tema para desenvolver mais tarde; mas, será que temos noção de quanto somos “victims of circunstances” – ou, numa perspectiva positiva: se, por acaso, tivéssemos estudado noutra escola qualquer ou trabalhado noutro emprego qualquer, provavelmente nunca teríamos conhecido alguns dos “nossos melhores amigos” (teríamos conhecido outros, portanto…).

P. S. Bom, o importante a reter hoje é que o Carlos Vaz Marques voltou, numa “nova casa” (depois de ter “perdido a chave da casa inicial”).

[933]

21 Janeiro, 2004 at 7:48 pm

QUANDO TUDO FALTAR RESTA A PALAVRA (III)

.É com o Renascimento, já depois da invenção da imprensa ou do livro por Gutenberg (1434), e quando se multiplicam gramáticos, filológos, dicionaristas e até tradutores, como Fernão de Oliveira, António de Nebrija e Lutero, que a prosa das línguas românicas atinge a perfeição, visível na ficção de Rabelais (1494-1553) ou de Bernardim Ribeiro (c.1480-?) e de Trancoso (c.1520-antes de 1596), mas visível também nos muitos livros de viagem que, à semelhança do pioneiro .Livro de Marco Polo” (1254-1324), dão conta de partes do planeta até então desconhecidas; Carminha, Fernão Mendes Pinto, Vespucci, Bartolomé de las Casas, etc.
.
O Renascimento e o Barroco favorecem também o aparecimento de obras teatrais como talvez não se escrevessem desde os gregos: Gil Vicente (1465-1536?), Lope de Vega (1562-1635), Shakespeare (1564-1616), Caldéron de la Barca (1600-1681), Molière (1622-1673) produzem autos, tragédias, comédias insuperáveis..

“Quando tudo faltar resta a palavra” (Arnaldo Saraiva) . “Notícias do Milénio”

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21 Janeiro, 2004 at 8:02 am

QUANDO TUDO FALTAR RESTA A PALAVRA (II)

.. Entre estes numerosos poemas narrativos e de fôlego, incidindo sobre lutas e figuras típicas do Império Romano ou do carolíngio, dos tempos das cruzadas e dos tempos feudais, sobressaíram a .Chanson de Roland., escrita no fim do século XI, o .Cantar de Mio Cid., composto em 1140, e o .Cantar dos Nibelungos., do início do século XIII.

No século XVI as canções de gesta repercutiriam em poemas como .Orlando Furioso. de Ludovico Ariosto (1474-1533) . 46 cantos celebrando as lutas de Carlos Magno com Agramante ou os amores de Orlando e Angélica . ou como .Jerusalém Libertada. de Torquato Tasso (1544-1595) . 20 cantos à volta dos sucessos da primeira cruzada. Este poema apareceu no ano da morte de Camões, que em 1572 publicara o mais típico e mais original poema épico do Renascimento, .Os Lusíadas..

Mas a Idade Média também nos legou um .moderno. e complexo poema épico . a .Divina Comédia. de Dante (1265-1321); como nos legou as baladas e os .Testamentos. de Villon (1431-depois de 1463), onde o sentimento do tempo e o sentimento de culpa têm uma intensidade e uma expressão afins das modernas ..

“Quando tudo faltar resta a palavra” (Arnaldo Saraiva) . “Notícias do Milénio”

[931]

20 Janeiro, 2004 at 1:43 pm

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