Archive for Outubro, 2012

O salto de Felix Baumgartner

14 Outubro, 2012 at 9:21 pm Deixe um comentário

Plano B que devia ter sido Plano A

A vedeta dos tempos de hoje: o Plano B. Nada mau para um povo acusado de só ter olhos para o passado. Mudámos, agora é: ai, o que vai ser a seguir… Aquele “ai” é que está a mais mas não se pode ter tudo. O futuro, pois. Pacheco Pereira, o pessimista lúcido, já disse, esta semana, na Quadratura do Círculo, que não gosta dos termos “Governo de Salvação Nacional”, nem de “Governo de Iniciativa Presidencial”, mas que lá vai ter de ser, vai. Como diria uma das suas expressões favoritas, “está escrito nas estrelas”. Por acaso também está escrito numa crónica minha, aqui, no dia seguinte às últimas legislativas. Ao governo que devia ser chamei, simplesmente, “Governo”. O programa era o assinado com a troika e a composição era o que tinha de ser: sob a liderança do PSD, o partido mais votado, a aliança com o PS e o CDS. Os três juntos permitiam convencer melhor os portugueses sobre os sacrifícios. E os três juntos permitiam que esses sacrifícios não fossem canalizados para experiências particulares (na altura eu não sabia mas hoje pode explicar-se melhor do que devíamos fugir: chamemos-lhe maluquices do Gaspar). O Plano B apresentei-o como Plano A. Mau analista político que eu sabia ser, refugiei-me no bom senso e escrevi a crónica a 6 de junho de 2011. Errei foi na última frase: “Pensem nisso, antes que os factos obriguem a pensá-lo daqui a seis meses.” Fui tolamente otimista. Precisámos de um ano e quatro meses.

(Ferreira Fernandes, Diário de Notícias)

14 Outubro, 2012 at 2:28 pm Deixe um comentário

O “caso Armstrong” e José Azevedo

Desde 2003, ano em que iniciei a publicação deste blogue, por várias vezes aqui tive a oportunidade de enaltecer as grandes proezas obtidas por Lance Armstrong, e, em particular, de vibrar intensa e orgulhosamente com os feitos do português José Azevedo:

  • 05.12.2003 – José Azevedo, o ciclista português com melhor palmarés depois do mítico Joaquim Agostinho (5º no “Giro de Itália” e 6º no “Tour de France”), acaba de ser contratado pela equipa norte-americana “US Postal”, que tem por “chefe-de-fila” Lance Armstrong, o penta-vencedor da maior prova mundial de ciclismo (“Tour”). Esta contratação insere-se no âmbito de uma estratégia da equipa de proporcionar a Armstrong a 6ª vitória consecutiva na prova, o que constituiria um “record” inédito, devendo Azevedo assumir o principal papel no apoio ao norte-americano, sendo esta selecção uma prova de confiança nas capacidades do português e uma inegável honra desportiva.
  • 03.07.2004 – Lance Armstrong tem perante si um (último?) grande desafio: o de, vencendo pela sexta vez consecutiva, se tornar no maior campeão de sempre.
  • 19.07.2004 – Porque, se Lance Armstrong – obviamente com grande mérito – se prepara para definitivamente entrar na “lenda do TOUR”, aproximando-se, dia a dia, de uma inédita 6ª vitória consecutiva, há que atribuir uma parcela dessa vitória à brilhante prestação do português. Quem teve a oportunidade de acompanhar a “épica” etapa de Sábado, com a chegada ao Plateau de Beille, não pode ter deixado de se entusiasmar com o trabalho de José Azevedo, abrindo caminho ao seu “chefe-de-fila” para uma extraordinária vitória, “destroçando” toda a concorrência (resta o italiano Ivan Basso como último obstáculo para Armstrong).
  • 21.07.2004 – Aproveitando a oportunidade, para destacar (mais uma vez) o magnífico desempenho de José Azevedo, hoje no “Tour de France”, em contra-relógio individual com o final no cume do Alpe d’Huez, “etapa-rainha” da maior prova de ciclismo do mundo. José Azevedo foi 4º classificado, logo após as maiores figuras do ciclismo mundial da actualidade: Lance Armstrong, Jan Ullrich, Andreas Kloden – uma proeza ao nível das realizadas por Joaquim Agostinho! – tendo ascendido ao 5º lugar da classificação geral. Brilhante!
  • 24.07.2004 – O norte-americano Lance Armstrong, alcançando a sua 6ª vitória consecutiva no “Tour de France” – maior prova de ciclismo do mundo – converte-se no maior campeão de sempre, superando as grandes “lendas” Eddy Merckx, Miguel Indurain, Bernard Hinault e Jacques Anquetil. Uma proeza histórica, porventura irrepetível. Desde 1999, ano após ano, mostrando sucessivamente ser o ciclista mais completo do pelotão, tornou-se praticamente imbatível em contra-relógios e muitas vezes vencedor de etapas de montanha (onde nunca denotou sintomas de que pudesse “fraquejar”), uma combinação perfeita para o sucesso. […] Por fim, o “nosso grande campeão”, José Azevedo. Uma prova magnífica, de esforço, trabalho, dedicação e glória. Não só deu todo o apoio que Armstrong necessitou para vencer esta prova – ganhando direito a “saborear” um pouco da magnífica proeza de Armstrong – , como conseguiu ainda marcar presença de destaque entre os melhores (com um magnífico 4º lugar no mítico Alpe d’Huez), finalizando num brilhante 5º lugar na classificação geral, imediatamente após Jan Ullrich. Uma proeza ao nível de Joaquim Agostinho; a melhor classificação de sempre de um português, desde o 3ºlugar de Agostinho de há 25 anos atrás. A propósito, leiam-se as palavras do Director da Equipa: “Le directeur sportif de l’US.Postal Johan Bruynel ne tarit pas d’éloges sur son équipe. Hincapie d’abord, Beltran ensuite, Landis hier qui a fournit un travail considérable pour Lance Armstrong, notamment ont contribué à son sixième sacre. Mais surtout Bruynel salue les performances de José Azevedo, le Portugais, omniprésent aux côtés du patron dans toutes les ascensions des Pyrénées et des Alpes, et par ailleurs cinquième au classement général. « S’il était leader dans une autre équipe, Azevedo aurait les moyens de jouer le podium” explique-t-il.”
  • 24.07.2005 – 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7! Nasce o mito Armstrong. Hoje, Lance Armstrong encerrou a sua carreira de ciclista com “chave de ouro”, conquistando a 7ª vitória consecutiva na Volta a França em Bicicleta, assim entrando na lenda do desporto. Imbatível desde 1999, Armstrong fez, neste seu “Tour de despedida”, uma prova confiante, serena, tranquila, convicto de que, mais uma vez, a vitória não lhe escaparia.
  • 01.07.2006 – Tem início hoje na “Capital da Europa”, Strasbourg, o “Tour de France“, este ano com a particularidade de o ciclista que envergará a camisola com o nº 1 ser o português José Azevedo, sucessor do “campioníssimo” Lance Armstrong (hepta-vencedor da prova – de 1999 a 2005 -, entretanto retirado da competição) como “chefe-de-fila” da equipa “Discovery Channel”.
  • 23.07.2006 – José Azevedo efectuou uma boa prova, embora sem deslumbrar, terminando no 19º lugar. Poderia ter feito melhor… ainda assim finalizaria como o melhor ciclista da Discovery, a equipa que, tendo ficado sem o hepta-vencedor Lance Armstrong, procura ainda o seu “herdeiro”.

Hoje, conhecido o relatório da USADA – United States Anti-Doping Agency sobre a investigação do caso Lance Armstrong, é impossível deixar de me colocar a interrogação sobre qual o envolvimento que terá tido José Azevedo no âmbito deste processo? Para reflexão, aqui transcrevo alguns excertos de tal relatório, relativamente ao ano de 2004, em que o ciclista português, não só obteve a sua melhor classificação no “Tour de France”, como foi preponderante na conquista da vitória na prova por parte do seu “chefe-de-fila” na equipa US Postal:

Floyd Landis reported that Ferrari attended the training camp in Puigcerdà to monitor the team members’ blood values and that Ferrari “administered EPO and testosterone as needed to ensure the team was ready for the Tour de France.” […]

By this time, the use of testosterone patches was quite prevalent on the U.S. Postal Service cycling team. Michele Ferrari and Johan Bruyneel both advised that testosterone patches could be used for short periods with little risk of detection.

Landis testified that, “[o]n or about July 12, 2004, blood was transfused into me and a few other members of the team,” including, Lance Armstrong and George Hincapie. […]

Floyd Landis also testified regarding a second transfusion received by Armstrong, Landis and other members of the team. Landis testified that this transfusion occurred on the team bus between the finish of a stage and the hotel and that the driver had pretended to have engine trouble and stopped on a mountain road for an hour so that the team could have blood infused.

George Hincapie confirms that, “[a]fter a stage during the 2004 Tour de France blood transfusions were given on the team bus to most of the riders on the team.” […]

The administration of EPO in small doses to stimulate the production of immature red blood cells known as reticulocytes in order to mask the transfusion was standard practice on the USPS/Discovery Channel Team as Tom Danielson has indicated.

P.S. Um retrato, tão triste, como fiel, do que foi o ciclismo de competição ao mais alto nível, desde 1996, é expresso neste quadro, com as ligações ao doping dos 3 primeiros classificados de cada edição do “Tour”. Arrepiante!

13 Outubro, 2012 at 2:11 pm 2 comentários

A “viragem” de orientação no FMI

FMI ensaia mudança de pele em 4 actos

É cedo para concluir se a teoria dos “austeristas” foi derrotada pela “revelação” espetacular feita por Olivier Blanchard no “World Economic Outlook” – um dos mais importantes documentos anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) – sobre o erro do multiplicador orçamental. […]

Acto I – FMI reconhece o erro no cálculo do “multiplicador” da austeridade

Acto II – Investigadores do FMI recomendam terapia diferente da troika

Acto III – World Economic Outlook de outubro de 2012 diz que depressão mundial depende de Bruxelas, Berlim e Washington

Acto IV — “É preciso deitar a crise para trás das costas”, diz Christine Lagarde

(artigo de Jorge Nascimento Rodrigues, de leitura obrigatória).

13 Outubro, 2012 at 11:34 am Deixe um comentário

«A governação de cabotagem»

De novo, insisto, o espectáculo desta governação é penoso de se ver. […]

O resultado é a mais absurda governação à vista que é possível imaginar. […]

Nota actual: o que se está a passar com o Orçamento de Estado nunca foi visto em democracia: um Orçamento feito na rua e nos jornais, com fugas, umas deliberadas, outras não, com “balões de ensaio” para ver no que dá, com anúncios absurdos e irresponsáveis  de violentos, seguidos de pequenas moderações para enganar, com alvos genéricos e, quando a coisa corre mal, mais pancada na função pública.  Se é deliberado, tipo pau seguido de cenoura para esconder o pau que fica, coloca o governo ao nível de um mau assessor de comunicação, a fazer truques de marketing. Para isso há melhores profissionais fora de Portugal que podem ser contratados.

Só este triste espectáculo devia levar o Presidente a pôr alguma ordem nesta trapalhada ambulante, ridícula e perigosa ao mesmo tempo.

(José Pacheco Pereira, Abrupto)

13 Outubro, 2012 at 11:29 am Deixe um comentário

Fim do Euro ou maior integração?

Há coisas que parecem tão evidentes, que custa a crer como é possível tanta cegueira… Luciano Amaral (em debate na SIC Notícias) acaba de definir, numa frase singela, as alternativas para a saída da actual crise europeia:

  • Ou acaba o euro (no seu modelo actual);
  • Ou terá de haver maior integração (particularmente em termos orçamentais e políticos) a nível da União Europeia.

Custa assim tanto a perceber?

12 Outubro, 2012 at 11:32 pm Deixe um comentário

«Tributar o pai, a mãe, o avô, a avó, o gato e o periquito»

O risco de tudo isto está mais do que diagnosticado: o aumento da economia paralela; e a espiral recessiva, em que se aumenta cada vez mais os impostos para uma receita cada vez menor numa economia progressivamente recessiva e repleta de desempregados. Até porque, se o Governo mantiver a sua previsão de quebra do PIB em 1% para o próximo ano, estará provavelmente a ser optimista.

É assim que, em Lisboa, se trabalha no problema financeiro e se dissimula o problema político. Mesmo sabendo que a solução está fora daqui. Está em Berlim, em Bruxelas, em Frankfurt, em Washington, está até em Tóquio, onde decorre a reunião anual do FMI. Sim, FMI, o tal que diz que se enganou, afinal a sua prescrição falha… E vai fazer o quê? Brincar com o periquito?

(Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios)

12 Outubro, 2012 at 11:27 pm Deixe um comentário

«Gente talentosa»

1. Os explicadores profissionais das tolices que o governo faz já esclareceram que a opção de aumentar a taxação directa em lugar da indirecta no próximo ano pretende evitar a quebra das receitas agora verificada, dado que as pessoas podem contrair o consumo mas não reduzem o seu rendimento. Assim sendo, a execução orçamental estará mais controlada para o ano e o objectivo de redução do défice será confortavelmente cumprido.

Custa-me a crer que alguém acredite nesta fábula. O cataclismo em preparação estrangulará o mercado interno, arruinará muitas empresas e multiplicará o desemprego. Muitas pessoas ficarão sem meios de subsistência, logo deixarão de pagar impostos sobre o rendimento.

O resultado será, pois, similar àquele que experimentámos em 2012: miséria crescente para nada, pois que, no final, quer o défice quer o endividamento acabarão por aumentar.

(João Pinto e Castro, Jugular)

12 Outubro, 2012 at 10:58 pm Deixe um comentário

Rússia – Portugal (Mundial-2014 – Qualif.)

Rússia Rússia – Igor Akinfeev, Alexander Anyukov, Sergei Ignashevich, Igor Denisov, Alexander Kokorin, Alexander Kerzhakov (65m – Andrey Eshchenko), Vasili Berezutskiy, Roman Shirokov, Vladimir Bystrov (83m – Alexander Samedov), Victor Faizulin (45m – Denis Glushakov) e Dmitry Kombarov

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Fábio Coentrão (20m – Miguel Lopes), Ruben Micael (67m – Silvestre Varela), Cristiano Ronaldo, João Moutinho, Miguel Veloso, Nani e Hélder Postiga (75m – Eder)

1-0 – Alexander Kerzhakov – 6m

Cartões amarelos – Roman Shirokov (89m) e Alexander Kokorin (90m); Miguel Veloso (43m)

Árbitro – Viktor Kassai (Hungria)

Defrontando o mais sério (único) rival na disputa da vitória no grupo de apuramento e consequente apuramento directo para o Mundial 2014, a selecção portuguesa estava bem avisada da importância de que se revestia esta partida.

Porém, uma falha individual, logo nos primeiros minutos de jogo, com um passe errado quando a equipa portuguesa se balanceava para o ataque, permitindo um rápido contra-ataque russo, desde logo decidiria o desfecho do encontro.

A partir daí, com praticamente todo o tempo para procurar inverter a situação, naturalmente Portugal assumiria o controlo do jogo (domínio também consentido pela Rússia), concluindo o desafio com estatísticas esmagadoras a nível de posse de bola (mais de 75%). Mas seria um domínio mais quantitativo, que qualitativo, improfícuo, esbarrando sempre na bem organizada teia defensiva da selecção russa.

Na segunda parte, e com o decorrer do tempo, a equipa nacional foi ficando mais intranquila, e acabaria por não criar efectivo perigo, nem ocasiões de golo.

A inevitável sensação de injustiça do resultado tem necessariamente de ser mitigada pela falta de eficácia do futebol ofensivo da selecção de Portugal.

À terceira jornada, começamos já a ter de fazer as habituais “contas de cabeça”: na eventualidade de um empate pontual no final da fase de qualificação, o primeiro critério de desempate é o da diferença de golos… para já (para além dos 3 pontos de desvantagem), o défice atinge 4 golos.

GRUPO F                Jg   V   E   D     G     Pt
1º Rússia               3   3   -   -    7- 0    9
2º Portugal             3   2   -   1    5- 2    6
3º Israel               3   1   1   1    7- 5    4
4º I. Norte             3   -   2   1    2- 4    2
5º Azerbaijão           3   -   2   1    2- 5    2
6º Luxemburgo           3   -   1   2    2- 9    1

3ª jornada
12.10.12 – Rússia – Portugal – 1-0
12.10.12 – Luxemburgo – Israel – 0-6
14.11.12 – I. Norte – Azerbaijão – 1-1
(mais…)

12 Outubro, 2012 at 10:03 pm Deixe um comentário

Prémio Nobel da Paz – 2012

O prémio Nobel da Paz 2012 foi hoje atribuído, em Oslo, à União Europeia, «por mais de seis décadas contribuindo para o avanço da paz e reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa».

Também, necessariamente, um forte sinal de alerta para a intervenção presente – no actual contexto, de grande complexidade e delicadeza e em que a solidariedade entre Estados parece um conceito esquecido – e futura que esperamos da União Europeia…

12 Outubro, 2012 at 10:03 am Deixe um comentário

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