Archive for Março, 2006
MUNDIAL 2006 (XCIII) – 1990
Na fase de apuramento para a XIV edição do Campeonato do mundo, disputado em Itália em 1990, foram 116 as selecções inscritas, tendo 103 disputado os 22 lugares de acesso à Fase Final, com a Argentina e Itália qualificadas automaticamente.
Destaque para o apuramento dos Emiratos Árabes Unidos, após 4 empates e uma vitória (frente à China), sendo acompanhados (na zona Asiática) pela Coreia do Sul.
Após 40 anos de ausência, os EUA regressavam a uma Fase Final do Mundial, secundados pela Costa Rica (com o México excluído pela FIFA, na sequência de um processo de falsificação de idade de jogadores em competições de juniores).
Na zona Europeia, as maiores surpresas seriam a eliminação da França (treinada por Platini – classificada após a Jugoslávia e Escócia) e da Dinamarca (dois anos antes de – após ser repescada – se sagrar Campeã da Europa), afastada pela Roménia. A Alemanha e Inglaterra, classificadas em 2º lugar nos respectivos grupos garantiam o apuramento.
Portugal, não obstante não ter feito uma má campanha, terminaria o seu Grupo no 3º lugar, após a Checoslováquia e Bélgica, sendo – mais uma vez – eliminado da Fase Final de um Campeonato do Mundo. As 2 vitórias frente ao Luxemburgo e à Suíça (em casa e fora) não seriam suficientes, perante os empates caseiros e derrotas forasteiras com a Checoslováquia e Bélgica.
Na América do Sul, no jogo Brasil-Chile, o guarda-redes chileno simulara que fora atingido por um foguete, quando a sua equipa vencia por 1-0, tendo-se recusado a prosseguir o jogo. Descoberto o estratagema, o Chile viria a ser também excluído pela FIFA do Mundial seguinte. Juntamente com o “eterno” Brasil, seriam o Uruguai e Colômbia (depois de eliminar Israel, que, por sua vez, afastara anteriormente a Austrália e N. Zelândia) a qualificar-se, juntando-se aos campeões do mundo, Argentina.
Na zona Africa, o Egipto regressava aos grandes palcos mundiais, 56 anos depois, sendo acompanhado pelos Camarões, que muito viriam a dar que falar…
BENFICA NOS 1/4 FINAL… E COM O BARCELONA
1ª mão 2ª mão Total 1960-61 TCE Benfica – Aahrus (Din.) 3-1 4-1 7-2 1961-62 TCE Nuremberga (RFA) – Benfica 3-1 0-6 3-7 1962-63 TCE Benfica – Dukla Praga (Che.) 2-1 0-0 2-1 1964-65 TCE Benfica – Real Madrid (Esp.) 5-1 1-2 6-3 1965-66 TCE M. United (Ing.) – Benfica 3-2 5-1 8-3 1967-68 TCE Vasas Budapeste (Hun.) – Benfica 0-0 0-3 0-3 1968-69 TCE Ajax (Hol.) – Benfica 1-3 3-1 4-4 3-0 (a.p.) 1971-72 TCE Feyenoord (Hol.) – Benfica 1-0 1-5 2-5 1974-75 TVT PSV Eindhoven (Hol.) – Benfica 0-0 2-1 2-1 1975-76 TCE Benfica – Bayern Munchen (Ale.) 0-0 1-5 1-5 1977-78 TCE Benfica – Liverpool (Ing.) 1-2 1-4 2-6 1980-81 TVT F. Dusseldorf (Ale.) – Benfica 2-2 0-1 2-3 1982-83 UEFA Roma (Itá.) – Benfica 1-2 1-1 2-3 1983-84 TCE Liverpool (Ing.) – Benfica 1-0 4-1 5-1 1985-86 TVT Dukla Praga (Che.) – Benfica 1-0 1-2 2-2 1987-88 TCE Benfica – Anderlecht (Bél.) 2-0 0-1 2-1 1989-90 TCE Benfica – Dniepr (URSS) 1-0 3-0 4-0 1992-93 UEFA Benfica – Juventus (Itá.) 2-1 0-3 2-4 1993-94 TVT Benfica – B. Leverkusen (Ale.) 1-1 4-4 5-5 1994-95 TCE AC Milan (Itá.) – Benfica 2-0 0-0 2-0 1996-97 TVT Benfica – Fiorentina (Itá.) 0-2 1-0 1-2 2005-06 TCE Benfica – Barcelona (Esp.)
1960-61 TCE Benfica – Barcelona (Esp.) 3-2 (Final) 1991-92 TCE Benfica – Barcelona (Esp.) 0-0 1-2 1-2 (Fase Grupos)
O jogo de hoje com o Barcelona assinala a 22ª presença do Benfica nos 1/4 final das competições europeias (15ª na Taça / Liga dos Campeões Europeus); nas 21 eliminatórias anteriores, o Benfica seguiu em frente para as 1/2 finais por 11 vezes.
Em relação ao Barcelona, um empate absoluto, com 1 vitória, 1 empate e 1 derrota, 4-4 em golos… com a vitória do Benfica na Final de Berna em 1961, conquistando o primeiro título de Campeão Europeu.
QUINTA DO BILL – SEM RUMO
Produção de Carlos Moisés
Arranjos: Qbill
Gravado nos estúdios Tcha-Tcha-Tcha entre Março e Junho 91 por Rui Dias, Paulo Jorge e Vasco
Misturado por Rui Dias e Carlos Moisés
Capa de Gil Sampaio
Fotografia da capa de Maurício Abreu/The image bank
– Aljubarrota
– Até quando
– Solidão a dois
– Passo a passo
– Sonho
– Alcácer quibir
– Verdes anos de mentira
– Sem rumo
– Besanas bar
– Rua da Rosa
QUINTA DO BILL
Os Quinta do Bill “nasceram” em Setembro de 1987, na sequência de uma ideia de um grupo de amigos de Tomar, tendo como ponto de encontro e, ao mesmo tempo, “sala de ensaios”, a Quinta do Sr. Guilherme (Bill).
A formação inicial era composta por Carlos Moisés (voz, guitarra, flauta e composição), Rui Dias (guitarra) e Paulo Bizarro (baixo), a que se juntaram, de seguida, João Coelho (bateria), Pedro Ferreira (teclas) e Fernando Paulo (guitarra) – que viria a abandonar o grupo poucos meses depois.
Em 1989, João Portela passa a assinar as letras do grupo, começando a afirmar-se a identidade musical da banda, na tradição folk-rock. Em 1990, Pedro Ferreira é substituído nas teclas por Alfredo Fonseca.
Depois de terem atingido as “meias-finais” do 5º Concurso do “Rock Rendez Vous” (e tendo atingido igual fase no concurso Rock Pepsi-RFM), venceriam o concurso Aqui D’el Rock, promovido pela RTP, que lhes “abriria as portas” à gravação do primeiro disco: “Sem Rumo”, editado em 1992.
Rui Dias abandonaria o grupo, sendo substituído por Paulo Jorge que, para além de tocar guitarra, também tocava banjo, instrumento que viria a tornar-se fulcral na sonoridade folk da banda. Nuno Flores (violino e viola d’arco) e Pedro Pimentel (teclas e acordeão) entrariam para o grupo em 1993.
Em 1994, é editado o álbum “Os Filhos de Nação” – que viria a ser disco de ouro – incluindo temas como “Os Filhos da Nação” (agora adaptado pelo FC Porto nos jogos no seu Estádio, como “Os Filhos do Dragão”!…), “Menino” e “Senhora Maria do Olival”, com o qual atingem a consagração nacional, realizando concertos por todo o país, incluindo a primeira parte do concerto de Bryan Adams no Estádio de Alvalade.
Em 1995, Carlos Calado (ex-Mártir) entrava, para o lugar de Paulo Jorge (na guitarra e banjo).
Em 1996, era editado o álbum “No Trilho do Sol”, com os grandes sucessos “No Trilho do Sol” e “Se Te Amo”. Actuam na “Festa do Avante”, como cabeça de cartaz, para cerca de 40 000 pessoas.
Em 1997, Pedro Pimentel foi substituído por Miguel Urbano, nas teclas e acordeão, reforçando as sonoridades “pop” da banda.
No ano de 1998, foi editado o álbum “Dias de Cumplicidade”, com destaque para o primeiro “single”, “Voa”.
Em 1999, os Quinta do Bill participam na compilação de homenagem aos Xutos & Pontapés com uma versão do tema “Homem do Leme”.
Em 2000, seria editada a compilação “Best of”, a qual, para além dos maiores êxitos da banda, incluía os inéditos “Ao Pé de Mim (Vem Repousar)” e “Fim do Mundo”.
De seguida, entrou para a banda o baterista Jorge Costa.
Em Outubro de 2001, foi editado “Nómadas”, disco que reflecte novas sonoridades, do Norte de África, música étnica de inspiração indo-muçulmana, com a colaboração, nos temas “Diz-me Lá” e “Poeta sem Paz”, da cantora marroquina Amina Alaoui, para além de Bijan Chemirani.
(com base na página do grupo na net, assim como na página da Rádio Cidade de Tomar)
P. S. A visitar também o “fotolog” dos Quinta do Bill!
DISCOGRAFIA
– Sem Rumo (CD, Dansa do Som,1992)
– Os Filhos da Nação (CD, Polygram, 1994)
– No Trilho do Sol (CD, Polygram, 1996)
– Dias de Cumplicidade (CD, Polygram, 1998)
– Best Of: O Melhor da Quinta do Bill (CD, Universal, 2000)
– Nómadas (CD, Universal, 2001)
"MAS CERTAMENTE QUE SIM"
Desde há 3 anos, Paulo Querido, um dos principais dinamizadores da blogosfera portuguesa, mantém um dos blogues “fundadores”, actualmente sob a denominação “Mas Certamente Que Sim!“.
Parabéns Paulo, com votos de boa continuação!








