Archive for Fevereiro, 2006

BLOGOSFERA EM 2005 (XXIII)

Luís Santos (Atrium) faria referência aos principais aspectos analisados pelo grupo de trabalho “Weblogs e jornalismo“.

Começaria por referir que os blogues contribuem para ampliar / acrescentar informação à que está já normalmente disponível nos meios de comunicação tradicionais, mesmo que respeitante apenas a “micro-áreas” da sociedade.

Outro papel que os blogues vêm assumindo é o de acompanhar os meios tradicionais, como “watchdog” ou uma espécie de “provedor”.

Notaria a existência de blogues mantidos por jornalistas, sobre a sua actividade profissional, a par de outros blogues, mais orientados para a vertente de formação em jornalismo.

Como principais aspectos de evolução desta área da blogosfera, entre 2003 e 2005, apontou nomeadamente:

– o impacto do RSS, que se acentuará no futuro próximo

– a consolidação de “audiências” (apesar de preferencialmente frequentados por leitores de alguma forma relacionados com o jornalismo ou a aprendizagem do jornalismo)

– os comentários identificados (existindo até uma regra, de apenas responder a comentários não anónimos).

Seguiu-se Mónica André (B2OB), coordenadora do grupo de trabalho “Weblogs no contexto organizacional“, que começaria por notar que os blogues são uma ferramenta, à qual podem ser dadas distintas utilizações.

Destacou a possibilidade que proporcionam de estreitamento das distâncias, promovendo conversas a nível global.

Sobre a situação portuguesa, referiu que parece não ter ainda despertado o interesse pelos blogues no contexto organizacional, sendo a dimensão desta vertente dos blogues ainda muita diminuta em Portugal.

Apontou os blogues como instrumento para dar visibilidade às competências / projectos de cada colaborador de uma entidade ou organização.

Citaria dois casos conhecidos: a plataforma de blogues da Assembleia da República que, até à data, não vingou; e, por outro lado, o caso da TBWA, em que os trabalhos desta agência de publicidade são divulgados via blogue. Referiu, a nível internacional, os casos da IBM e da HP, como exemplos de entidades que adoptaram os blogues no contexto organizacional.

Concluiria afirmando que o tipo de utilização depende da missão de cada entidade ou instituição; que público se visa atingir (interno ou externo), lançando uma questão de relevo: “Quem, dentro da organização, deverá (man)ter blogues?”

28 Fevereiro, 2006 at 10:29 am Deixe um comentário

BLOGOSFERA EM 2005 (XXII)

O coordenador do grupo de trabalho “Weblogs e Política“, Pedro Mexia (Estado Civil), apresentaria, conjuntamente com Nuno Jerónimo (o “Statler”, do Blogue dos Marretas) as principais conclusões sobre esta área da blogosfera.

Pedro Mexia começou por referir não considerar que exista qualquer unidade global ou continuidade entre os blogues, para além da plataforma técnica, pelo que não será adequado proceder a generalizações.

Falando sobre as origens da blogosfera em Portugal, referiu que a Coluna Infame foi o primeiro blogue predominantemente político, cuja suspensão seria inclusivamente objecto de referência no Editorial do Público. Com o surgimento do Blogue de Esquerda, gerar-se-ia um intenso debate sobre a guerra do Iraque e as tendências pró ou anti-americanas. Em termos gerais, considera-se que a entrada de Pacheco Pereira (Abrupto) veio contribuir para credibilizar a blogosfera, o que Pedro Mexia questiona.

Parecendo que, com a queda do muro de Berlim, se esbatera a tradicional clivagem entre direita e esquerda, de repente, voltava a falar-se insistentemente nessa dicotomia, sobretudo no segmento de “Direita” (relativamente ao qual continuava a notar-se um certo receio de assumir a definição).

Pedro Mexia aponta o papel da blogosfera na desmultiplicação de pontos de vista, dado que, basicamente, os jornais exprimem as opiniões do “Bloco Central”; na realidade, não se limitando o espaço político ao PS e PPD/PSD, nos blogues, naturalmente, surgiram representantes de todo o espectro político, de todas as sensibilidades (inclusivamente com uma “sobre-representação” dos extremos, quer do Bloco de Esquerda, quer do CDS-PP), o que é algo muito enriquecedor em relação à comunicação social tradicional.

Um dos grandes interesses dos blogues é a criação de comunidades; “redescobrir” pessoas com os mesmos interesses, as mesmas ideias, que lêem os mesmos livros.

Em relação aos blogues políticos como instrumentos de polémica – a chamada “parada e resposta” – considerou que teve uma fase interessante (entusiasmante e mesmo lúdica, em termos de retórica) no início; hoje, já se torna tudo demasiado previsível (o factor surpresa esgota-se ao fim de um determinado número de “posts”).

Sobre a vertente humorística, irónica e de sarcasmo, Pedro Mexia considera que os blogues que inicialmente adoptaram esse registo, “contaminaram” o resto da blogosfera; em consequência, a tendência é para que, num debate entre uma pessoa tecnicamente muito preparada e um blogger irónico, a primeiro “perca esse debate”.

Concluindo a sua intervenção, referindo o papel dos blogues como espaço de intervenção pública, sublinhou que isso implica a necessidade de respeitar princípios ou regras deontológicas. Finalizaria, referindo que, para além de as pessoas “comuns” terem adquirido um espaço de intervenção, assiste-se paralelamente a uma multiplicação do espaço de intervenção de jornalistas e outros actores políticos, que dispunham já de outras tribunas.

Nuno Jerónimo retomaria a vertente das comunidades de interesses, organizadas em blogues colectivos, facilitando assim o acompanhamento da actividade política, o que, curiosamente, acabaria por, nas questões mais polémicas, levar inclusivamente a discussões internas entre os membros de um mesmo blogue.

Para além dos blogues colectivos, referiu ainda o caso de “A Mão Invisível“, que opera como uma “plataforma conjunta” de pessoas que escrevem em vários outros blogues, referindo-se-lhe mesmo como uma “espécie de revista online ou coluna de opinião”.

Concluiria fazendo referência às questões clássicas no debate político blogosférico: “O que é o liberalismo? O que é ser conservador? O que é ser de direita e/ou de esquerda? A que direita / esquerda é que pertencem?”

27 Fevereiro, 2006 at 8:58 am 2 comentários

BENFICA, 1 – PORTO, 0

Num jogo que não constituiu um bom espectáculo de futebol, o Benfica conquistou mais uma inquestionável vitória (a segunda da época, frente ao FC Porto), conseguindo, no espaço de 5 dias, derrotar os dois últimos Campeões Europeus.

Na partida de hoje, mais uma vez (tal como acontecera com o Sporting na época passada, ou o Liverpool, na Terça-feira), uma das equipas (no caso, o FC Porto) abdicou de jogar o jogo “pelo jogo”; os portistas pareciam apenas pretender evitar a derrota, tendo o Benfica assumido, logo a partir do primeiro quarto de hora, o controlo do encontro.

Tal como no jogo de Terça-feira, o Benfica teve a felicidade de chegar ao golo (estavam decorridos 40 minutos), desta vez num livre de “muito longe”, marcado pelo francês Robert, com grande responsabilidade de Vítor Baía.

Na segunda parte, o FC Porto pareceu então querer “entrar no jogo”, mas o Benfica – com uma defesa sólida, com Luisão “imperial”, uma muito boa exibição de Anderson e, Léo, mais uma vez, pleno de confiança, a vencer claramente o duelo com Quaresma – não permitiu que a equipa adversária construísse qualquer jogada de perigo; pelo contrário, no último quarto de hora, o Benfica, em contra-ataque, disporia de duas ou três oportunidades para ampliar a vantagem. Destaque ainda para as exibições de Petit e Manuel Fernandes, assegurando o domínio da zona nevrálgica do meio-campo.

Uma palavra final para a má exibição do árbitro, com um comportamento errático a nível disciplinar (procurando evitar mostrar cartões no início do jogo; acabando por ter de a eles recorrer com frequência); Quaresma devia ter sido expulso por duas vezes; McCarthy podia ter sido também expulso; Léo cometeu falta que poderia também originar a sua expulsão; muitas faltas assinaladas, a interromper a fluidez do jogo (ignorando mesmo a “lei da vantagem”, numa jogada em que o Benfica partia para a baliza adversária); alguns foras-de-jogo mal assinalados; uma grande penalidade por assinalar (Petit foi impedido de chegar à bola, quando se aprestava para fazer o segundo golo, a 5 minutos do final); João Ferreira conseguiu, escusadamente, enervar os 55 000 benfiquistas presentes.

Na disputa do campeonato, o Benfica reduz a diferença para o FC Porto para 5 pontos (agora perseguido de perto pelo Sporting, a apenas 2 pontos), mas continua bastante longe da perspectiva de poder revalidar o título; surpreendentemente, é o Sporting que se perfila agora como principal candidato, pelo menos se extrapolarmos os resultados realizados na época passada por FC Porto, Sporting e Benfica frente aos adversários das 10 jornadas que falta disputar: a repetirem-se os resultados da época passada, o Sporting seria Campeão (com 68 pontos); o Braga seria segundo (com 67 pontos); o Benfica e FC Porto (com 66 pontos) seriam, respectivamente, terceiro e quarto classificados. Tudo estará portanto ainda por decidir; têm a palavra os 4 (5, com o Boavista?…) candidatos.

26 Fevereiro, 2006 at 10:36 pm 3 comentários

BLOGOSFERA EM 2005 (XXI)

Rogério Santos (Indústrias Culturais) assumiu a coordenação do grupo de trabalho “Weblogs no ensino“, tendo apresentado as principais conclusões, com referência a exemplos de blogues ligados a esta área, desde logo referindo o blogue de António Granado (Ponto Media), nomeadamente como forma de contacto com os seus alunos de “ciberjornalismo”, passando também pelo Jornalismo Digital, Jornalismo e Comunicação, Aula de Jornalismo e Jornalismo Porto Net.

Referiria ainda o Irreal TV (de Francisco Rui Cádima) e o Net FM (de Paula Cordeiro), fechando com o Geografismos (“cadernos diários electrónicos”, administrados directamente pelos alunos).

Destacou o papel de suporte de apoio não presencial no ensino, assim como as suas potencialidades de interactividade / trabalho colaborativo, em ambos os sentidos (professor – aluno), contribuindo também, de alguma forma, para reduzir as “barreiras hierárquicas”.

Apontaria como conclusão final do grupo de trabalho que os blogues no ensino constituem uma alternativa válida, a nível da gestão de conhecimento em comunidade, consubstanciando-se numa ferramenta para a alfabetização digital.

Jorge Bacelar (Blogue dos Marretas), coordenador do grupo de trabalho “Weblogs e cultura” destacaria também alguns exemplos de blogues da área cultural, começando pelo incontornável Janela Indiscreta, referindo também o Escrever para o boneco, na área da ilustração.

Algumas das questões suscitadas no debate entre o painel de bloguistas integrante do grupo de trabalho prendem-se com a autoria e os “direitos de autor”, realçando a questão ética da citação / referência (nomeadamente por via de links) das fontes.

Foi também referido o aspecto da “censura” / auto-regulação, com o exemplo do caso chinês, com o Estado a monitorizar os conteúdos, mas também com os casos Muito Mentiroso e Do Portugal Profundo, em que, em Portugal, de alguma forma se pretendeu controlar os conteúdos.

Uma das conclusões referidas foi a de que os blogues culturais são pontos de encontro de micro-comunidades que partilham interesses, chegando mesmo a aspectos muito específicos (como, por exemplo, ser fã de uma banda de garagem que mais ninguém conhece!…).

Encerraria a sua intervenção recuperando a questão da necessidade de criação de um arquivo / “memória” – os blogues como um acervo documental que permitisse aos estudiosos do futuro dispor de documentação que permitisse caracterizar os tempos de hoje (criar uma espécie de “Torre do Tombo virtual”).

26 Fevereiro, 2006 at 10:32 am Deixe um comentário

BLOGOSFERA EM 2005 (XX)

Antes da apresentação das conclusões dos diversos grupos de trabalho constituídos, respectivamente: “Weblogs e Cultura” (coordenado por Jorge Bacelar – Blogue dos Marretas), “Weblogs e Política” (Pedro Mexia – Estado Civil), “Weblogs no Ensino” (Rogério Santos – Indústrias Culturais), “Weblogs e Jornalismo” (Luís Santos – Atrium), “Weblogs no Contexto Organizacional” (Mónica André – B2OB) e “Weblogs e Imagem” (José Carlos Abrantes – As Imagens e Nós), tive a oportunidade de apresentar referência a algumas das principais datas-chave da cronologia da blogosfera.

O Encontro encerraria com “chave-de-ouro” com as comunicações de Paulo Querido (Mas certamente que sim! ) e de José Luis Orihuela (E-cuaderno – apresentando 10 pontos-chave para a compreensão do impacto dos blogues e lançando 5 pistas de evolução futura do fenómeno).

Aqui recuperarei de seguida um resumo dos principais aspectos destacados por cada um dos intervenientes neste Encontro, que proporcionou, para além dos debates “em sala”, oportunidade para profícuas conversas informais e convívio entre bloguistas, no “Beers & Blogs” e no jantar de encerramento.

25 Fevereiro, 2006 at 9:56 am Deixe um comentário

BLOGOSFERA EM 2005 (XIX)

Entre 14 e 16 de Outubro decorreu na Covilhã, numa organização da Universidade da Beira Interior, a cargo de João Canavilhas (“Waldorf”, do Blogue dos Marretas), o II Encontro de Weblogs.

No dia 14, a sessão de abertura teve a presença de Ricardo Araújo Pereira (Gato Fedorento).

O dia de Sábado teve início com a comunicação de Manuel Pinto (Provedor do leitor do “Jornal de Notícias” e membro da equipa do blogue Jornalismo e Comunicação), apresentando as principais conclusões de um inquérito a autores de blogues, procurando estabelecer um termo de comparação da situação actual face ao ano de 2003.

Começou por destacar o significativo peso de pessoas com formação superior entre os frequentadores da blogosfera (em termos de autoria), a par de uma tendência de maior paridade a nível de sexos (face a 2003), constatando-se uma importante afectação diária de tempo ao fenómeno (que pode chegar mesmo a 3 horas/dia).

Conforme referido em artigo no “Jornal de Notícias” no dia seguinte, a blogosfera, sendo uma nova fonte para os jornalistas, parece assumir, conforme indicado por Manuel Pinto, um papel de complemento aos meios de comunicação tradicionais.

Manuel Pinto apontou ainda a natural perda do efeito de novidade que se verificava em 2003, com a blogosfera a entrar actualmente no que se poderá definir de “velocidade cruzeiro”.

Concluiria a sua intervenção com o elencar de um vasto conjunto de pertinentes questões sobre a evolução da blogosfera, nomeadamente:

– A blogosfera agrega uma pluralidade de vozes? Que proporcionam um efectivo debate público? Ou uma “Babel”?

– Como evoluirá a relação entre a mediasfera e a blogosfera?

– Como se preserva a memória da blogosfera? Deveria haver um depósito obrigatório, público?

24 Fevereiro, 2006 at 8:47 am 3 comentários

ZECA AFONSO

Já 19 anos…

23 Fevereiro, 2006 at 1:58 pm Deixe um comentário

BLOGOSFERA EM 2005 (XVIII)

O início de Setembro marcava também o nascimento do “Sound + Vision”, dos jornalistas Nuno Galopim e João Lopes, para escrever sobre “a música, o cinema, o som e a imagem; e também a fotografia, a pintura, a rádio, a televisão, os livros, o que nos entusiasme e estimule“, que esclareciam ainda: “Porque se juntam dois jornalistas para escrever além dos seus espaços profissionais? Para complementar, para debater, para ir além do que o espaço finito das edições em papel e das emissões de rádio e televisão nos permitem“.

A 15 de Setembro era anunciado o novíssimo serviço de pesquisa de blogues… o Google Blog Search.

Com a aproximação das eleições autárquicas, surgiria, em particular, no mês de Setembro, uma nova vaga de “blogues de campanha”.

Depois d’A Coluna Infame, do Dicionário do Diabo e do Fora do Mundo, Pedro Mexia regressava à blogosfera, no final de Setembro, com o Estado Civil.

Por seu lado, Alexandre Borges, Domingos Miguel, Luis Filipe Borges, Paulo Narigão Reis e Rui Branco reuniam-se na Noite Americana, para falar/escrever sobre cinema.

No início de Outubro, nascia o Idade Média, novo blogue, reunindo Alberto Magalhães, Luís Carmelo, Carlos do Carmo Carapinha e Samuel Rego… inactivo desde Novembro.

Para, a 3 de Outubro, ser lançada por Paulo Gorjão no Bloguitica mais uma “micro-causa”: “Pode o jornal “Público” sff esclarecer com quem é que Fátima Felgueiras manteve contactos no Secretariado Nacional do PS? Quando é que esses contactos tiveram lugar? Quem é que informou Jaime Gama previamente da libertação de Fátima Felgueiras?”, culminando com o Director do jornal – em programa na televisão, no canal 2: – a remeter mais informações para uma oportunidade futura.

23 Fevereiro, 2006 at 10:03 am Deixe um comentário

3 ANOS DE "MARRETAS"

Já 3 anos de convívio diário com o Statler, Waldorf e Animal.

Um abraço de Parabéns aos três!

Obrigado João, Jorge e Nuno.

23 Fevereiro, 2006 at 8:32 am 1 comentário

LIGA DOS CAMPEÕES – 1/8 FINAL

Terça, 21.02.2006

BENFICA – LIVERPOOL – 1-0
REAL MADRID – ARSENAL – 0-1
BAYERN – AC MILAN – 1-1
PSV EINDHOVEN – LYON – 0-1

Quarta, 22.02.2006
CHELSEA – BARCELONA – 1-2
WERDER BREMEN – JUVENTUS – 3-2
AJAX – INTER – 2-2
GL. RANGERS – VILLARREAL – 2-2

22 Fevereiro, 2006 at 10:44 pm Deixe um comentário

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