Leonel Vicente
del.icio.us | mvirtual @ gmail.com


RSS Feed | Jottit | Twitter | identi.ca

Memória Virtual via e-mail

adobe previews soundbooth cheap Adobe Fireworks CS5 adobe premiere pro trouble shooting 2 adobe keygen premiere pro cheap Adobe Fireworks CS5 for Mac adobe creative suite image editing adobe creative suite professional cheap Adobe InCopy CS5 adobe premiere pro books adobe premiere pro 1.5 serial warez cheap Adobe InCopy CS5 for Mac installing adobe premiere pro 2 adobe photoshop creative suite cheap Adobe SoundBooth CS5 for Mac adobe soundbooth distortion adobe premiere pro upgrade cheap Adobe SoundBooth CS5 adobe creative suite download hack version adobe creative suite premium full version cheap Adobe Premiere Pro CS5 for Mac adobe premiere pro trial adobe premiere 7.0 pro crack cheap Adobe Premiere Pro CS5 adobe premiere pro 7.0 serial number adobe premiere pro cs3 cheap Adobe Contribute CS5 adobe creative suite 3 torrent adobe creative suite cs3 free cheap Adobe Contribute CS5 for Mac adobe premiere pro design center adobe creative suite windows cheap Adobe Creative Suite 5 Design Premium adobe premiere pro avchd adobe creative suite premium 2.3 win cheap Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac add picks to adobe fireworks adobe creative suite 2 release cheap Adobe Creative Suite 5 Design Standard adobe premiere pro 7 torrent download adobe fireworks cheap Adobe Creative Suite 5 Production Premium adobe creative suite v 3 adobe creative suite web premium activate cheap Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac adobe creative suite 2 for sale adobe creative suite 3 keygen ssg cheap Adobe Creative Suite 5 Web Premium adobe creative suite production studio cracked adobe contribute cheap Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac total training adobe premiere pro 2

Archive for the ‘Tomar’


Evocação do Cerco de Tomar de 1190

Decorre no próximo dia 11 de Julho (domingo), entre as 10 e as 13 horas, no Turismo – Mata – Castelo Tomar, uma evocação do “Cerco de Tomar de 1190″.

Depois da conquista, e início da construção do Castelo de Tomar, por Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, os muçulmanos ripostariam, e, em 1190, sob o reinado de D. Sancho I, após terem começado por reconquistar o castelo de Silves e o Algarve, fariam mesmo recuar os portugueses até aos limites constituídos pelo Rio Tejo, conquistando sucessivamente os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada, cercando Santarém, destruindo Torres Novas e Abrantes.

A 13 de Julho de 1190, o Castelo de Tomar seria cercado por cerca de 900 guerreiros conduzidos pelo califa Almançor (Abu Yusuf Ya’qub al-Mansur), tendo os árabes chegado mesmo a transpor a porta de Almedina (que dá, actualmente, para a mata dos Sete Montes), a qual passaria a ser conhecida como Porta do Sangue.

Ao fim de 6 dias de ataques, sempre sob a defesa de Gualdim Pais (então já com a idade de 72 anos) e dos Templários – avisados do avanço muçulmano através das atalaias existentes entre o Castelo de Almourol e Tomar -, os cerca de 200 portugueses instalados no Castelo conseguiriam aí deter a ofensiva muçulmana, obrigando o rei de Marrocos a levantar o cerco a Tomar, dando oportunidade ao início de novo ciclo de expansão do domínio português sobre o território.

Homenagem aos Campeões Nacionais 1973-74

Na vida, há coisas que dinheiro nenhum do mundo pode comprar…

Como o dia cheio, repleto de emoções, como que um sonho irreal, que me foi proporcionado no Sábado – ao longo do dia dei por mim a interrogar-me, por várias vezes, se “aquilo” estava mesmo a acontecer; se era realmente eu que estava ali, ao lado de ídolos da minha meninice, de quem coleccionei os famosos cromos (alguns ainda do tempo das figurinhas enroladas em rebuçados!…) e cujos nomes ouvi em tantos relatos pela rádio.

Os mesmos cromos que Conhé conserva ainda na sua carteira, com uma mini-colecção de diversos exemplares retratando os seus tempos de glória e que, orgulhosamente, me mostrava.

Ao regressar 36 anos no tempo, foi também como se regressasse à minha infância, ao meu próprio passado, à época em que morava ali, a “dois passos” do Estádio onde tantas tardes de festa se viveram.

Ou, também, como a emoção e a extraordinária alegria do reencontro que, conforme pude testemunhar, vi estampada nos rostos daquelas estrelas do futebol dos anos 70: foi impossível não vibrar com as carinhosas saudações que, em especial, foram atribuídas – e largamente retribuídas – por um Camolas, feliz que nem um menino! E, também, por Bolota, viajando expressamente desde o Canadá, onde se encontra radicado.

Ainda outro, de muitos momentos de emoções fortes, também a partir do Canadá, com a intervenção em directo para o Cine-Teatro Paraíso, via telemóvel, do capitão João Carlos, saudando os seus colegas Campeões ali reunidos (no que seria seguido também por Fernandes, a partir de França).

Intervenções bem complementadas pelas palavras da Presidente da Assembleia Geral do União de Tomar, Graça Costa, assim como pela emocionada alocução de Maria Júlia Filipe, recordando o seu pai João Lopes da Costa, e dando o grito de alerta de que o União irá prosseguir, a caminho e para além do centenário, com vitalidade reforçada.

O dia começou cedo, pelas 10 horas, com a inauguração da Exposição “Os Campeões de 1974”, patente na Galeria Templários, onde, em plena Rua Serpa Pinto, se começaram a juntar os Campeões, com oportunidade para apreciar as fotos e outro material alusivo ao evento – com destaque para a taça de Campeão Nacional -, também com a passagem emécran de imagens disponibilizadas pela RTP referentes à Final disputada a 23 de Junho de 1974, no Estádio Municipal de Coimbra, entre o União de Tomar e o Sporting Clube de Espinho, com o triunfo tomarense por 4-3, com três golos de Bolota e um do capitão João Carlos.

Seguindo-se para o Estádio Municipal, iniciar-se-ia o torneio triangular de veteranos, entre as equipas do União, do Espinho e do Benfica (“Sport Lisboa e Saudade”), que esta última, dirigida por Artur Santos, treinador da equipa do União que se sagrou campeã em1974, viria a vencer.

A começar a tarde, a sessão especial comemorativa, de homenagem aos Campeões, no Cine-Teatro Paraíso, com a excelente apresentação de Paulo Pereira, que, como referi já, teve oportunidade de dialogar via telefone com João Carlos e Fernandes.

De regresso ao Estádio, tempo para animadas conversas, recordando os “bons velhos tempos”, com inúmeras e curiosas histórias, como as que o sempre esfusiante Kiki (um entusiasmo contagiante) me contava, também com a participação de Faustino, recordando o dia em que passou de “não ter carro nenhum a ter dois carros e meio!…”, ou como, na célebre “liguilla” de 1970-71, num jogo disputado com o Marinhense, após ser substituído, teve de “fugir” do campo, ainda equipado, dadas as intenções “pouco amistosas” da claque da equipa adversária…

Assim como a recordação do generoso Faustino, ainda a propósito do jogo da Final de 1974, em que – dado que apenas os jogadores que jogavam recebiam o prémio de jogo – e com o marcador em 4-1, favorável ao União, “simulou” uma lesão para ser substituído, de forma a possibilitar que Fernando fosse também premiado…

Ou as histórias de Manuel José, com um magnetismo especial, que lhe é conferido – não só pelo seu estatuto no futebol nacional e internacional – também, talvez principalmente, pelas suas origens algarvias, sempre congregando à sua volta um grupo ávido de ouvintes, também com tempo para recordar junto com a comitiva espinhense, os tempos passados naquele clube, como jogador e o seu início como treinador.

Tendo vindo também à baila algumas das brincadeiras que, no fundo, contribuíram para uma grande união de grupo, factor chave nas conquistas do União, como o dia em que Raul Águas descobriu que tinha um gafanhoto dentro da camisola, a passear pelas costas…

Tal como, passando na rua, a caminho do Cine-Teatro, um tomarense se dirigir de forma espontânea a Nascimento, questionando-o se tinha vindo visitar a “sua baliza”…

Ocasião ainda para assinalar a simpatia com que fui tratado por Alexandre (proveniente da velhinha CUF) ou por José Jorge, grande unionista, árbitro do torneio.

Com o jantar de encerramento e entrega de troféus, no Hotel dos Templários, ficou reforçado o espírito de sã convivência que se viveu durante todo o dia, com a glória aos vencedores e a honra aos vencidos, os convidados espinhenses, também a caminho do centenário em 2014, curiosamente tal como o União de Tomar, quais “equipas-gémeas”.

Depois das intervenções dos Presidentes da Câmara Municipal de Tomar e de Espinho e dos vereadores da Câmara Municipal de Tomar, assim como dos representantes das equipas de veteranos do Espinho e do Benfica (Artur Santos), a derradeira intervenção ficaria a cargo de Raul Águas que manifestou a sua alegria pela ocasião – a par da tristeza em ver o Estádio sem bancada -, lembrando os que partiram já (Quim Pereira, João Lopes da Costa, Florival e Pavão) e deixando um apelo às autoridades no sentido de continuarem a apoiar o União de Tomar.

“Last but not least”, endereço os meus Parabéns à magnífica organização, da responsabilidade dos veteranos do União de Tomar, superiormente coordenados pelo incansável José Martins, com a excelente colaboração de outras figuras do clube, como Paulo Moura ou Ferreira, entre muitos outros, traduzindo um verdadeiro espírito de equipa.

Pessoalmente, é com imenso gosto que expresso o meu sentido agradecimento por esta inolvidável experiência que me foi proporcionada, grato pelo tratamento que me foi dispensado, que a todos apresento, nas pessoas do José Martins (a quem reitero o obrigado pelo amável convite) e do José Tapadas.

U. Tomar – Homenagem aos Campeões Nacionais II Divisão – 1973-74


Apenas para “abrir o apetite” (seguir-se-ão mais fotos, aqui), uma foto de grupo dos Campeões Nacionais da II Divisão de 1973-74.

Constam do grupo: Manuel José, Carlos Pereira (ambos convidados), Caetano, Silva Morais, Kiki, Bolota, Barnabé, Alexandre e o árbitro da Final de 1974, Adelino Antunes (atrás), Cardoso, Aldino, Teixeira (massagista), Leonardo, Fernando, Camolas, Faustino, Maria Júlia Filipe (em representação do seu pai, o dirigente João Lopes da Costa), Raul e Raul Águas (ao meio), e, em primeiro plano, Machado

6 anos de “Tomar”

Tomar

Há precisamente 6 anos (no dia 1 de Março de 2004, coincidindo com a comemoração do dia da cidade), nascia este blogue, que venho mantendo sobre Tomar.

Ao longo deste período, o prazer de escrever e divulgar a minha terra, traduziram-se em alguns “dossiers temáticos” de maior destaque, os quais – mais um ano decorrido – agora aqui recupero de novo:

- A Lenda de Santa Iria, “Viagens Na Minha Terra”, Almeida Garret (8 a 12.03.04)

- “Viagem pela blogosfera regional”, com indicação de 100 “blogues” de cariz regional (10.03.04 a 01.04.04)

- “Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos” Michel Lamy (15 a 19.03.04)

- U. Tomar – Palmarés, Presenças na I Divisão, Classificações e Resultados (aos Domingos, entre 21.03.04 e 20.06.04)

- Quinta do Bill – História e Discografia (22 a 28.03.04)

- Inventário do Património Arquitectónico, com destaque individualizado a 40 monumentos e construções de Tomar, com base em página da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (23.03.04 a 01.05.04)

- Fatias de Cá – História e espectáculos (30.03.04, 3, 10, 17, 24 e 31.07.04 e 31.10.04)

- Fernando Lopes Graça – Vida e obra (31.03.04 a 02.04.04)

- Gualdim Pais (5 e 06.04.04)

- “O Pêndulo de Foucault”, Umberto Eco (19.04.04 a 14.05.04)

- Viagem pelas Freguesias (16 semanas dedicadas, cada uma delas, a uma freguesia do concelho de Tomar, de 03.05.04 a 17.09.04)

- Museus de Tomar (17 a 21.05.04)

- Reforma Administrativa do Território (14 a 18.06.04)

- Sp. Tomar – Palmarés, Classificações na I Divisão e Presenças na Taça CERS (27.06.04 e aos Sábados e Domingos, entre 10.07.04 e 31.10.04)

- Jácome Ratton (28.06.04 a 02.07.04)

- Inês Pedrosa (16.07.04)

- “Crónica para Tomar”, António Lobo Antunes (13.09.04)

- Resultados das eleições para Assembleia da República, no concelho de Tomar e no distrito de Santarém (12.01.05 a 21.02.05)

- “O Segredo dos Templários” (03.03.05 a 10.03.05)

- Tuna Templária (05.04.05 a 06.04.05)

- Jogos Sem Fronteiras em Tomar (25.04.05 a 29.04.05)

- U. Tomar – “Crónicas da História” (10.06.05 a 31.07.05)

- “Tomar”, de José-Augusto França (20.06.05 a 01.07.05)

- Campeões Distritais de Futebol (25.07.05 a 03.08.05)

- Taça Ribatejo Futebol (04.08.05 a 07.08.05)

- Eleições Autárquicas (13.09.05 a 11.10.05)

Aqui reitero o meu OBRIGADO aos cerca de 200 000 visitantes desta página. Espero que possam continuar a dar-me o prazer da vossa visita!

Um OBRIGADO também a todos os que contribuiram para a divulgação deste blogue, em particular com menção muito especial às referências, que muito me honram, dos jornais “Cidade de Tomar” e “O Templário“, assim como ao convite de Pedro Rolo Duarte para falar um pouco (também) sobre Tomar, no seu programa na Antena 1.

Tomar – 850 anos

Bandeira

Celebrando a data de início da edificação do Castelo Templário pelo mestre dos cavaleiros portugueses do Templo, D. Gualdim Pais, a 1 de Março de 1160, Tomar comemora hoje os 850 anos da sua fundação.

Tomar foi elevada à categoria de cidade por alvará de D. Maria II, de 13 de Fevereiro de 1844.

No programa comemorativo, destaca-se nomeadamente a sessão solene evocativa do dia do município, a partir das 15h30, na Biblioteca Municipal, com Lurdes Craveiro apresentando Maria José Bento, na sua conferência sobre o Infante D. Henrique em Tomar.

Por seu lado, a Sociedade de Geografia, em Lisboa, organiza também uma sessão comemorativa dos 850 anos da Fundação do Castelo Templário de Tomar, com abertura por Aires Barros, e intervenções de Fernando Larcher (“Fundação Templária de Tomar”), Pereira Brandão (“O tempo e a formação da nacionalidade”) e Humberto Baquero (“Portugal e a Ordem dos Templários”).

A (não) descentralização do futebol português-2

Num ano em que o Distrito de Santarém perdera já um representante nos Campeonatos Nacionais de futebol (com a desistência do Abrantes do Campeonato da II Divisão), e em que Cartaxo e Torres Novas foram despromovidos da III Divisão para os Distritais, a aplicação de uma regra geral a uma situação específica, especial e de cariz algo excepcional como a da renúncia do Riachense à promoção aos Nacionais, faz com que a região passe a dispor de um único representante no Campeonato Nacional da III Divisão, o Rio Maior…

Sim, esse mesmo clube que viu todos os seus jogadores seniores rescindir o contrato por atrasos salariais de vários meses, e que – recorrendo aos juniores para as três últimas jornadas da prova, de forma a evitar a desclassificação – se viu mimoseado com desfechos de 16-1 (em casa, frente ao Sintrense) e 17-0 (com o Portosantense)!

Ou seja, a Associação de Futebol de Santarém – é verdade que, essencialmente, por responsabilidades imputáveis a clubes (os dirigentes do Rio Maior, em ultimato que fizeram aos jogadores imediatamente antes das rescisões fizera saber que, se as mesmas se concretizassem, o clube abandonaria a prática do futebol senior)  - corre o risco de na próxima época, de 2009-10, não ter qualquer representação no Campeonato Nacional da III Divisão… situação curiosa para uma prova que se denomina “Nacional”!

A aplicação de uma regra como a que está em causa, que privilegia as associações distritais mais poderosas, mais não faz que contribuir para o acentuar e mesmo perpetuar as já vincadas assimetrias entre litoral e interior do país. Estou convicto de que será de entendimento generalizado que tal não será o caminho mais adequado para o desenvolvimento harmonioso das regiões, nas suas várias componentes, económica, sócio-cultural, e, no caso concreto, desportiva.

Não sendo especialista em Direito, sei, não obstante, que as leis devem ter um carácter genérico e abstracto. Mas quando a interpretação da lei é cega a tal ponto que se proporciona a aplicações indevidas e injustas, não será altura de questionar tal aplicação?

A (não) descentralização do futebol português

A história conta-se em poucas palavras: tudo começou no passado dia 3 de Junho quando o Riachense (Campeão Distrital da Associação de Futebol de Santarém) declarou (nomeadamente por razões financeiras) renunciar ao direito a ser promovido à III Divisão Nacional; com naturalidade, a A. F. Santarém contactou o clube vice-campeão distrital (União de Tomar) para inquirir sobre a sua disponibilidade para uma eventual promoção, em substituição do Riachense, a que os responsáveis da equipa de Tomar – depois de avaliarem os riscos inerentes a tal opção, nomeadamente de índole económico-financeira – se mostraram receptivos.

A partir desse momento a decisão deste caso estava “nas mãos” da Federação Portuguesa de Futebol. Quanto me foi possível apurar, tratar-se-á de uma situação não especificamente regulamentada, pelo que se recorrerá ao critério geral de preenchimento de vagas: em lugar do Campeão distrital de Santarém será promovido o 2º classificado do campeonato da associação com mais clubes inscritos (sendo as principais a de Braga, Porto e Lisboa…).

Uma lógica que não deixa de ter subjacente algo de contraditório com o desenvolvimento do país em geral, na medida em que privilegia as associações mais poderosas.

Subsiste uma questão, que por esta via endereço aos responsáveis da Federação Portuguesa de Futebol e da Associação de Futebol de Santarém: O que acontecerá no final da época 2009-10 caso o Riachense (ou outro qualquer clube) se sagre Campeão Distrital e renuncie (novamente…) à promoção à III Divisão Nacional?

União de Tomar – 1000 resultados

Quando – há precisamente 3 semanas – dei início a estas páginas de recolha de dados históricos sobre o União Futebol Comércio e Indústria de Tomar, não poderia antecipar que, tão pouco tempo depois, teria já ultrapassado a barreira dos 1.000 resultados do clube, referentes a 44 épocas (!), que tenho vindo a compilar em página específica.

União de Tomar

Tal não teria sido possível sem a preciosa contribuição de João Lima, um tomarense e unionista que, tal como eu, tem vibrado com esta redescoberta das memórias do clube da nossa terra, e a quem aqui expresso publicamente o meu agradecimento.

Subsistem ainda, não obstante, muitas lacunas; o caminho (da colecta de resultados) está ainda, sensivelmente, a meio… e, tal como numa colecção ou caderneta de cromos, à medida que vamos avançando, mais os exemplares em falta parecem tornar-se difíceis.

Continuo a contar com todos os que me possam apoiar nestas pesquisas, por via da indicação de dados em falta, a quem, desde já, agradeço antecipadamente.

XVI Congresso da Sopa – Tomar

U. Tomar – 95 anos

O União de Tomar completa hoje o seu 95º aniversário. A propósito desta efeméride, dou também hoje início a uma nova página, especificamente dedicada à recolha de dados históricos sobre o União Futebol Comércio e Indústria de Tomar, instituição de utilidade pública (medalha de bons serviços desportivos).

Durante o dia – com actualizações a cada 10 minutos, a partir deste momento – ali serão publicados alguns dos elementos que tive já oportunidade de recolher, numa pesquisa que pretendo prosseguir, no horizonte do centenário do clube, a celebrar no dia 4 de Maio de 2014. Aqui deixo o convite à visita deste novo espaço, aproveitando a oportunidade para agradecer antecipadamente a todos, os contributos que possam vir a dispensar-me neste âmbito.

Na imagem, algumas das ilustres figuras que marcaram a história do União de Tomar: Eusébio, Simões, Raul Águas, Manuel José, Faustino e Camolas.

4 anos de “Tomar”

Janela CapítuloHá precisamente 4 anos (no dia 1 de Março de 2004, coincidindo com a comemoração do dia da cidade), nascia o blogue que venho mantendo sobre Tomar. Convido-o a passar por lá…

Imagine

Colégio Nun'Álvares - TomarImagine os “melhores anos da sua vida” (também apelidados de “idade da inocência”), passados num Colégio…

Imagine que passaram – o calendário é inclemente! – 20 ou, talvez até, 30 anos desde o último dia de aulas (já?!).

Imagine que poderá ter entretanto casado, ter tido filhos, quem sabe emigrado… porventura, já algo esquecido de como escrever (até mesmo falar?) português.

Imagine que, desde aquele longínquo dia, não voltou a contactar os seus colegas de tropelias…

Imagine que há um blogue sobre Tomar, que escreve a propósito do aniversário do Colégio Nun’Álvares.

Imagine que, por um desses imponderáveis acasos ou coincidências em que a vida é fértil, é surpreendido com a descoberta desse blogue… e, mais incrivelmente ainda, desse preciso texto.

Imagine que – mais de um ano decorrido sobre a publicação desse artigo –, qual mensagem numa garrafa lançada ao mar, se decide a escrever um comentário a esse texto… e, na sequência desse primeiro escrito, logo se passa a 2, a 3… depois a 100, até chegar a cerca de 140 comentários, propiciando finalmente o reencontro entre dezenas desses amigos a quem as vicissitudes do tempo fizera perder o contacto.

Já pode deixar de imaginar, porque foi uma gratificante realidade. Aconteceu aqui!

P. S. Texto escrito a convite de Paulo Querido, também hoje publicado no Mas Certamente Que Sim!, para colmatar uma “grave” omissão minha no programa de Pedro Rolo Duarte, na Antena 1, em que não tive oportunidade de – a propósito do blogue que mantenho sobre Tomar – referir esta gratificante experiência.

“Tomar” novamente online

Janela CapítuloConcluído um período de manutenção forçada, o Tomar está novamente disponível online.

Nascido a 1 de Março de 2004 (coincidindo com a comemoração do dia da cidade), o “blogue” que venho mantendo sobre Tomar tem-me facultado o prazer de escrever e divulgar a minha terra, traduzido nomeadamente em alguns “dossiers temáticos“, de que aqui aproveito agora a oportunidade para renovar o convite a conhecer.

700 anos do mandado de prisão dos Templários

A 13 de Outubro de 1307, por mandado papal, Filipe, “o Belo” (Rei de França) ordenava a prisão de todos os templários franceses.

Evocando esta data, a Zéfiro e a Delegação Estatal «Gualdim Pais» da Templespaña organizam um fim-de-semana dedicado a homenagear os Cavaleiros do Templo, evento que terá lugar na cidade templária de Tomar e no Castelo de Almourol, nos dias 13 e 14 de Outubro.

Na ocasião (dia 13, pelas 17h30, no Convento de Cristo) será também lançado o livro “Codex Templi - Os Mistérios Templários à Luz da História e da Tradição”, que tem por objectivo tornar-se uma obra de referência nesta matéria, transmitindo ao leitor “uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo”, num projecto da Delegação Estatal «Gualdim Pais» da Templespaña, reunindo um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária.

Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda…

O programa tem início no Sábado, dia 13, pelas 10 horas, com encontro no cais de Tancos, para embarque para a visita ao Castelo de Almourol. A partir das 15 horas, decorre uma visita guiada à cidade de Tomar, partindo da Igreja de São João Baptista (custo de 6 €, a pagar no Convento de Cristo).

No Domingo, dia 14, será realizada – a partir das 10 horas, também com um custo de 6 € – uma visita ao Convento de Cristo e (a partir das 15 horas) à Mata dos Sete Montes.

Para saber mais sobre os Templários, pode consultar algumas séries de textos que aqui fui publicando, nomeadamente a partir de excertos de obras:

- “O Segredo dos Templários – O Destino de Cristo“, Lynn Picknett e Clive Prince

- “Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos“, Michel Lamy

- “O Pêndulo de Foucault“, Umberto Eco

P. S. E ler também os artigos a que o Pedro Fonseca faz referência em comentário a esta entrada:

- After 700 years, Vatican comes clean on history’s good knights

- Vatican reveals Templar secrets

- Vatican paper set to clear Knights Templar

FESTA DOS TABULEIROS – 2007

Cartaz 2007

(via http://www.tabuleiros.org/)


Programa para 08.07.07

- Procissão das Coroas e Pendões do Espírito Santo – Cidade, 9h15
- Cortejo dos Tabuleiros – Cidade, 16h00
- “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
- Jantar com Mozart – Antónus – Convento de Cristo
- Quim Barreiros – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00
- Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00
- Espectáculo Piromusical – Zona Desportiva / Junto ao rio, 24h00


Programa para 09.07.07

- Distribuição do Bodo – Cidade, 10h00
- Espectáculo de encerramento – Quinta do Bill – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00

FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 2007

Cartaz 2007

(via http://www.tabuleiros.org/)


Programa para 07.07.07

- Cortejos parciais dos Tabuleiros – 10h00
- Abertura da Exposição dos Tabuleiros – Mata Nacional Sete Montes, 13h00
- Cortejo dos Jogos Populares – Cidade, 14h30
- Final dos Jogos Populares – Parque de Campismo, 15h00
- Banda de Ourém – Cine-Teatro Paraíso, 17h00
- Banda de Sopros Holandeses – Canto Firme – Praça da República, 22h00
- Da Weasel – Praça junto ao Estádio Municipal, 22h00
- Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00
- Espectáculo Pirotécnico – Zona Desportiva / Junto ao rio, 24h00

FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 2003

Cartaz 2003

(via http://www.tabuleiros.org/)


Programa para 06.07.07

- Cortejos do Mordomo – 18h00
- Concertos de fim de tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
- Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
- Inauguração das Ruas Populares Ornamentadas, 20h30
- Tuna Templária – Cidade, 20h30
- “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 21h30
- Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 22h00

FESTA DOS TABULEIROS – CARTAZ 1956

Cartaz 1956

(via http://www.tabuleiros.org/)


Programa para 05.07.07

- Fórum do Espírito Santo – GACC – Casa dos Cubos, manhã e tarde
- Concertos de fim de tarde – Canto Firme – Salão Cine-Teatro Paraíso, 18h30
- Sonho de Uma Noite de Verão – Fatias de Cá – Mata Nacional Sete Montes, 19h19
- Tomar a Dançar – Grupo de Danças de Salão da Nabantina – Salão da Nabantina, 21h00
- “Enfim a Festa – evocação a Nini Ferreira” – Canto Firme – Cine-Teatro Paraíso, 21h30
- Banda de Sopros Holandesa – Canto Firme – Praça da República, 22h00
- Arraial popular – Jardim da Várzea Pequena, 20h00