Archive for Março, 2006
UNIÃO DE TOMAR – PALMARÉS
– 6 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão (1968/69, 1969/70, 1971/72, 1972/73, 1974/75 e 1975/76: 10º / 14º / 12º / 16º / 12º / 14º)
– 34 presenças na Taça de Portugal (5 vezes nos 1/4 final; 1 vez nos 1/8 final; 1 vez nos 1/16 final; 11 vezes nos 1/32 final)

– Campeão Nacional de Futebol da II Divisão – 1973-74
– 16 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da II Divisão
– Campeão Nacional de Futebol da III Divisão – 1964-65
– 19 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da III Divisão
– Campeão Distrital de Futebol da A. F. Santarém – 1940-41, 1941-42, 1955-56, 1987-88 e 1997-98
– Campeão Distrital de Juniores – 1978-79, 1982-83, 1994-95 e 1998-99
– Campeão Distrital de Juvenis – 1978-79 e 1987-88
– Campeão Distrital de Iniciados – 1995-96 e 1998-99
TOMAR NA PÁGINA DO GOVERNO CIVIL DE SANTARÉM
“O concelho de Tomar está situado no centro do país, na região do Vale do Tejo, integrando a sub-região do Médio Tejo. Em termos de actividade turística pertence à Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras, cuja sede se encontra instalada na cidade de Tomar.
O território tem por limites a norte os concelhos de Ferreira do Zêzere e Ourém, a poente de novo Ourém e o concelho de Torres Novas, a sul os concelhos de Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, e a nascente o concelho de Abrantes.
Quanto a acessos, o concelho dispõe de trajectos fáceis a todas as regiões do país. É servido pelo IC 3, pelo IC 9, pelo IP 6 e pelas EN 110, EN 243, EN 113, EN 349-3, EN 358 e EN 358-1. Para além destas vias, o concelho é atravessado ainda em todos os sentidos por uma diversificada rede de estradas municipais com 460 km, que serve todas as suas freguesias e polos urbanos limítrofes. Possui, também, um ramal ferroviário que liga Tomar ao importante nó ferroviário do Entroncamento.
Os estabelecimentos escolares existentes no concelho cobrem os diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao superior (Tecnológico e Gestão).
Quanto ao sistema de saúde, este município está munido de um Hospital distrital, um Centro de Saúde e 31 extensões do Centro de Saúde.
Em termos económicos, o território do concelho de Tomar integra um dos vértices da principal zona industrial da região, tradicionalmente conhecida como o triângulo de Tomar, Torres Novas e Abrantes. A boa localização geográfica permitindo boas acessibilidades, a existência de um bom sistema escolar e de habitação, a oferta de uma mão de obra qualificada e a existência de bons equipamentos turísticos, têm constituído factores positivos e dinamizadores do desenvolvimento do concelho. Assim, apesar da estrutura económica ser dominada por actividades não agrícolas e da dimensão urbana da cidade de Tomar, o território do concelho apresenta características tipicamente rurais, com um povoamento assente em pequenos aglomerados. Contudo, é no sector industrial, sobretudo nas indústrias de papel e artes gráficas, de madeira e mobiliário e de produtos minerais não metálicos, que o concelho é tradicional e ancestralmente conhecido, apesar de o sector terciário empregar igualmente mais de metade dos activos da cidade de Tomar. Para tudo isso contribuiram, essencialmente, três factores: o desenvolvimento urbano e industrial; a inserção de Tomar numa rota de turismo religioso e monumental; e, por último, os inegáveis efeitos induzidos da desconcentração, a favor de Tomar, de alguns serviços de âmbito regional e nacional.”
Câmara Municipal
Presidente: António Paulino da Silva Paiva
Paços do Concelho: Praça da República 2300-550 Tomar
Tel: 249 329 800 Fax: 249 329 809
E-Mail: cmtomar@mail.telepac.pt
MUNDIAL 2006 (XCII) – 1986

1-3
Damas; Álvaro (54′ – Rui Águas), Frederico, Oliveira, Inácio; Jaime Pacheco, Jaime Magalhães, Sousa (68′ – Diamantino), Carlos Manuel; Gomes, Futre
Zaki; Khalifa, El Biyaz, Bouyahyaoui, Lamris (69′ – Amanallah); Dolmy, El Haddaoui (71′ – Soulaimani), Timoumi, Khairi; Bouderbala, Krimau
0-1 – Khairi – 18m
0-2 – Khairi – 27m
0-3 – Krimau – 61m
1-3 – Diamantino – 79m
Árbitro – Alan Snoddy (I. Norte)
Estádio Jalisco – Guadalajara (11.06.1986)
TEMPLÁRIOS (V)
“Do mesmo modo, foi criada em Portugal a Ordem Militar da Milícia de Cristo e os cavaleiros conservaram até o manto branco e a cruz vermelha do Templo. em 1321, a Ordem de Cristo contava mais de cento e sessenta comendas e todos os seus membros eram Templários portugueses ou franceses. Trinta e cinco anos mais tarde, a sede da nova ordem, primeiro fixada em Castro Marim, foi transferida para Tomar, na antiga comenda provincial portuguesa da Ordem do Templo.
[…]
Outros herdeiros oficiais: as ordens da Península Ibérica. Em Portugal, os Templários foram absolvidos e o rei D. Dinis, o Lavrador, enviou ao papa João XXII, sucessor de Clemente V, dois emissários para negociarem o renascimento da Ordem do Templo. Obteve ganho de causa e a Ordem ressuscitou ou, pelo menos, os Templários puderam entrar para uma nova ordem criada para eles, a dos cavaleiros de Cristo. Recuperaram todos os seus bens e, daí em diante, obedeceram à mesma regra monástica que os cavaleiros da Ordem de Calatrava. Continuaram a usar o manto branco com uma cruz vermelha.
[…]
Retomaram a luta contra os Mouros e, nessa actividade, conquistaram importantes territórios em África. Em breve dominaram as águas de Portugal e até mais além. Não esqueçamos que foi sob o seu pavilhão que D. Henrique, o Navegador, iniciou os Descobrimentos.”
“Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos”, Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 248 e 262
MUNDIAL 2006 (XCI) – 1986

0-1
Damas; Álvaro, Frederico, Oliveira, Inácio; Diamantino, Jaime Pacheco, André (72′ – Jaime Magalhães), Sousa; Carlos Manuel, Gomes (46′ – Futre)
Młynarczyk; Pawlak, Wójcicki, Majewski, Ostrowski; Matysik, Komornicki (57′ – Karaś), Boniek; Smolarek (74′ – Zgutczyński), Dziekanowski, Urban
0-1 – Smolarek – 67m
Árbitro – Ali Bennaceur (Tunísia)
Estádio Universitario – Monterrey (08.06.1986)
"ESTRATÉGIA DE LISBOA"
A 23 de Março de 2000, eram lançadas, na “Cimeira de Lisboa” da União Europeia, as bases da estratégia de desenvolvimento, conhecidas por “Estratégia de Lisboa”, visando tornar a União Europeia, até 2010, na economia baseada no conhecimento mais dinâmica e competitiva do mundo, capaz de garantir um crescimento económico sustentável, com mais e melhores empregos, e com maior coesão social.
Tais bases estratégicas passavam pela dinamização do mercado interno, pela sociedade da informação, investigação, educação, reformas estruturais da economia, uma moeda estável e uma combinação de políticas macroeconómicas em prol do crescimento e de finanças públicas sustentáveis.
Seis anos passados, sendo as ideias pertinentes (em cuja estruturação Portugal teve então uma acção importante), os objectivos estão ainda longe de ser atingidos, parecendo actualmente a possibilidade de a União Europeia assumir um papel de liderança da economia mundial até 2010 uma “miragem”.
TEMPLÁRIOS (IV)
“Convém também referir Tomar. Infelizmente, foram efectuados melhoramentos depois da extinção da Ordem, mas os que se dedicaram às diferentes obras eram verdadeiramente «descendentes» dos Templários, dado que se tratava da Ordem dos Cavaleiros de Cristo.
A fortaleza de Tomar foi edificada por ordem de Gualdim Pais, Grão-Mestre da Ordem em Portugal. Facto curioso, depois da sua morte, em 1195, não foi enterrado na rotunda de Tomar, mas numa igreja da cidade baixa: Santa Maria do Olival.
A entrada e a saída são marcadas por poços, infelizmente aterrados em grande parte, hoje em dia. Uma outra igreja, com torre octogonal, tem o nome de São João Baptista. Na fachada, um baixo-relevo, que uma esfinge nos convida a observar atentamente, representa um cão que designa a constelação cuja estrela principal é Sirius, ou Sothys, para os orientais. Vemos também um leão que lembra a constelação e a sua estrela, Régulos. No centro, um «Graal», deverá ser relacionado com a constelação «a Taça». Estas figuras determinam um ângulo de 34 graus.
Ora, a constelação de Leão forma com a Taça e a estrela Sirius do Grande Cão um ângulo de 34 grau, à meia-noite verdadeira, a 20 de Janeiro.
Trata-se do dia em que se festeja S. Sebastião, aquele miliciano romano que foi trespassado com setas antes de ser… decapitado. Mais uma cabeça cortada. Ora, São Sebastião era um dos santos preferidos dos Templários.”
“Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos”, Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 197 e 198
MUNDIAL 2006 (XC) – 1986

1-0
Bento; Álvaro, Frederico, Oliveira, Inácio; Diamantino (82′ – José António), Jaime Pacheco, André, Sousa; Carlos Manuel e Gomes (73′ – Futre)
Peter Shilton; Gary Stevens, Fenwick, Butcher, Sansom; Glenn Hoddle, Bryan Robson (79′ – Hodge), Willkins, Waddle (79′ – Beardsley); Hateley, Lineker
1-0 – Carlos Manuel – 75m
Árbitro – Volker Roth (RFA)
Estádio Tecnologico – Monterrey (03.06.1986)
TRIUNFOS E ADEUS
Como se poderá depreender, o tempo tem escasseado para “blogar”, numa época em que as obrigações profissionais “falam mais alto”.
Ainda assim, não queria deixar de assinalar (não obstante algum atraso), as proezas de duas grandes campeãs, a par de dois “Adeus”.
Os Parabéns a Naide Gomes – 3ª classificada no Campeonato do Mundo de Pista Coberta em Atletismo, no salto em comprimento (com novo record nacional, 6,76 metros), confirmando a sua classe mundial – e a “Ticha” Penicheiro, a basquetebolista portuguesa que, depois de conquistar o título de Campeã nos Estados Unidos (WNBA – pela equipa Sacramento Monarchs), acaba de se sagrar também Campeã Europeia de clubes, na equipa russa do Spartak de Moscovo.
Os dois “Adeus”, a figuras que, em áreas bastante distintas, se notabilizaram: o filósofo Fernando Gil, um dos grandes pensadores portugueses; o locutor de rádio e televisão José Ramos, com a sua voz única, um dos mais conhecidos comunicadores em Portugal (em particular como “voz da SIC”).
TEMPLÁRIOS (III)
“A esfera armilar, na famosa Janela do Capítulo, lá está para nos lembrar o papel dos Cavaleiros nas Descobertas, assim como o ângulo de 34º que encontramos nos vértices das fachadas das capelas góticas, que será o ângulo que a constelação de Cão Maior faz com a Taça (Graal) e com Leão, conforme representado no baixo-relevo da Igreja de S. João Baptista.
[…]
Mas parece inegável que os Templários e a Ordem de Cristo desempenharam um papel fundamental nos Descobrimentos Portugueses. Diz-se de D. Dinis, o grande defensor da continuação da Ordem, que estaria «iniciado» nos segredos templários…
[…]
O grande impulsionador das Descobertas foi D. João, mestre de Aviz, e sabemos que a Ordem de Aviz estava intimamente ligada a Calatrava e, portanto, ao Templo. Assim, também as primeiras caravelas ostentavam o pavilhão da Cruz de Cristo, e o Infante D. Henrique, se não era Mestre, era pelo menos governador da Ordem de Cristo.”
“Os Templários – Esses grandes senhores de mantos brancos”, Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 6 e 7 (Nota do Editor português)



