Archive for 12 Dezembro, 2004
FC PORTO VENCE TAÇA INTERCONTINENTAL
Num jogo praticamente de “sentido único”, de conquista, em que – desde os primeiros minutos – assumiu uma atitude ofensiva (traduzida em 4 bolas na trave e 2 golos mal anulados), o FC Porto acaba de vencer, com inteira justiça, a última edição (25ª) da Taça Intercontinental, prova que opõe o Campeão da Europa ao vencedor da Taça Libertadores da América (“Campeão da América do Sul”), ao bater o Once Caldas, da Colômbia, embora apenas na conversão de pontapés da marca da grande penalidade (8-7, ao fim de 18 tentativas! – depois de 0-0 no final do tempo regulamentar e também após prolongamento).
É mais uma página de ouro no historial do FC Porto – repetindo a conquista de 1987 –, consagrando-se (oficiosamente) como “Campeão do Mundo”, num feito que engrandece também o futebol português, “desempatando” ainda, a favor da Europa, a disputa sobre a América do Sul (13 vitórias a 12).
Sinceros Parabéns!
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"BLOGOSFERA" EM 2004 (XII)
Ainda em Abril, a blogosfera volta a agitar-se com a história do despedimento de alegados jornalistas do “Primeiro de Janeiro”, pretensamente devido a expressarem, no “blogue” que mantinham (Diário de um jornalista), críticas à gestão interna do jornal.
A propósito, ver este texto no Diário de Notícias, que mereceu a seguinte resposta no referido “blogue”.
A ler também esta “entrada” no “blogue” A [Minha] Jornada (“Blogodespedimento” – 28.04.04).
Por fim, a 19 de Abril, António Granado escrevia no Ponto Media:
“Vai animada a discussão sobre o Diário de um Jornalista, um weblog assinado por algumas pessoas que se dizem jornalistas, mas que estão a executar tarefas que nada têm a ver com jornalismo, como já tive oportunidade de dizer. Pela minha parte, subscrevo o que o Luís Santos tem vindo repetidamente a escrever sobre o tema mas que, infelizmente, os autores do weblog fingem não perceber. Permito-me salientar uma das frases do Luís, que resume a questão: «O que é problemático é que as empresas jornalísticas não identifiquem claramente a situação (com suplementos autónomos, p.e.), que jornalistas com carteira profissional sejam coagidos a fazer esse tipo de trabalho promocional e – mais grave ainda – que jornalistas profissionais tenham tão má imagem de si e do seu trabalho a ponto de pensarem que não haverá grande problema, uma vez que será quase tudo a mesma coisa.»”
Há 1 ano no Memória Virtual – Solidariedade – Voluntariado – Ajuda Humanitária
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