Archive for 15 Julho, 2018

Campeonato da Europa de Hóquei em Patins – 1ª jornada

Grupo A
15.07.18 – Suíça – Áustria – 5-1
15.07.18 – Andorra – Portugal – 0-11
16.07.18 – França – Andorra –
16.07.18 – Portugal – Suíça –
17.07.18 – Áustria – França –
17.07.18 – Suíça – Andorra –
18.07.18 – França – Suíça –
18.07.18 – Áustria – Portugal –
19.07.18 – Andorra – Áustria –
19.07.18 – Portugal – França –

1º Portugal e Suíça, 3; 3º França, 0; 4º Áustria e Andorra, 0

Grupo B
14.07.18 – Espanha – Inglaterra – 10-1
15.07.18 – Alemanha – Holanda – 5-1
15.07.18 – Bélgica – Itália – 0-24
16.07.18 – Bélgica – Alemanha –
16.07.18 – Itália – Inglaterra –
16.07.18 – Holanda – Espanha –
17.07.18 – Inglaterra – Bélgica –
17.07.18 – Espanha – Alemanha –
17.07.18 – Holanda – Itália –
18.07.18 – Inglaterra – Holanda –
18.07.18 – Itália – Alemanha –
18.07.18 – Bélgica – Espanha –
19.07.18 – Holanda – Bélgica –
19.07.18 – Alemanha – Inglaterra –
19.07.18 – Espanha – Itália –

1º Itália, Espanha e Alemanha, 3; 4º Holanda, Inglaterra e Bélgica, 0

15 Julho, 2018 at 10:25 pm Deixe um comentário

O que é a memória?

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15 Julho, 2018 at 10:00 pm Deixe um comentário

Desempate por grandes penalidades nos Mundiais e Europeus – 2004-2018

Mundiais e Europeus - GP - 2004-2018
(clicar na imagem para ampliar)

Num levantamento das situações de desempate da marca de grande penalidade verificadas nos Campeonatos da Europa de 2004, 2008, 2012 e 2016 e dos Campeonatos do Mundo de 20062010, 2014 e 2018, registaram-se, no total, 23 casos de empate no final do prolongamento: 2 em cada uma das competições de 2004, 2008, 2010 e 2012; 3 em 2016; 4 em 2006, 2014 e 2018.

Das 219 tentativas, 154 foram convertidas em golo (70,3%); 41 foram defendidas pelos guarda-redes (18,7%) – o que significa um total de 195 remates enquadrados com a baliza (89,0%) – apenas tendo 24 remates tido outra direcção: 6 a embater na trave e 4 no poste; 9 ao lado, e outros 5 por alto.

Nas sequências de remates – sendo que apenas por oito vezes se completaram as 10 tentativas previstas regulamentarmente -, o remate mais bem sucedido tem sido o 2.º (78% de eficácia), seguido de perto pelo 3.º e 5.º remates (74%).

Nos casos em que se completou a série de dez remates, esta 10.ª tentativa regista uma percentagem de sucesso de 75% (6 golos em 8 remates), praticamente a par do 9.º remate (este, com a particularidade de ter sido a tentativa decisiva em 11 dos casos, com 74% de aproveitamento, nas 19 situações em que ocorreu).

No pólo oposto, aquele em que se tem verificado maior propensão ao erro é, sobretudo, o 8.º (com apenas 52% de aproveitamento – 11 em 21 ocasiões -, surgindo os guarda-redes particularmente “inspirados”, com 38% de defesas!), seguido da 6.ª tentativa (convertida em golo apenas em 65% dos casos).

O que nos conduz a uma outra tendência, já antes constatada, pese embora agora bastante atenuada (em função dos desfechos dos desempates do EURO 2016 e do Mundial 2018): a de as equipas que iniciam a marcação parecerem ser de alguma forma beneficiadas (pelo efeito psicológico da tensão nervosa que se gera em que vai rematar em desvantagem, pelo menos momentânea); efectivamente, em 13 destes 23 casos, a equipa que marcou primeiro acabou por vencer.

Em termos aritméticos, o pior resultado foi o da Suíça, frente à Ucrânia, no Mundial 2006, perdendo por 0-3, tendo permitido, nas três tentativas de que dispôs, duas defesas do guarda-redes, e rematado uma vez à trave.

Os jogos em que os rematadores foram mais eficazes foram o Itália-França (Mundial 2006), o Paraguai-Japão (Mundial 2010), o Costa Rica-Grécia (Mundial 2014), o Portugal-Polónia (EURO 2016) e, principalmente, o Suíça-Polónia (EURO 2016), em todos os casos apenas com uma falha (sendo que o último deles foi o único em que se completaram as dez tentativas).

Ao invés, aqueles em que estiveram mais desastrados foram, para além do referido Ucrânia-Suíca (4 falhas em 7 tentativas), o Portugal-Inglaterra (5 falhas, em 9 – com destaque para as 3 defesas de Ricardo aos 4 remates ingleses, um record) e o Brasil-Chile e o Croácia-Dinamarca (ambos com 5 falhas em 10 remates, salientando-se também, neste último caso, as três defesas de Danijel Subašić… e duas de Kasper Schmeichel).

A Inglaterra vinha sendo a principal “vítima” deste sistema de desempate, derrotada por 3 vezes (nos Europeus de 2004 e 2012 e no Mundial de 2006) – sendo que duas dessas vezes foram frente a Portugal – tendo, agora, no Mundial 2018, superado a Colômbia. Com dois desempates perdidos, temos a Itália (também, outros dois, ganhos) e a Suíça.

Portugal tem três êxitos nesta fórmula de desempate (EURO 2004 e Mundial 2006, ambos frente à Inglaterra, e EURO 2016, ante a Polónia), tendo perdido uma vez, com a Espanha (EURO 2012).

A Alemanha, Croácia, Espanha, Holanda e Itália tiveram duas vitórias cada, sendo que os alemães são os únicos que nunca perderam no decurso deste período de 14 anos (em que se realizaram oito fases finais destas competições).

15 Julho, 2018 at 9:07 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Final

    1/8 FINAL              1/4 FINAL         1/2 FINAIS             FINAL

UruguaiPortugal2-1 UruguaiFrança0-2 FrançaArgentina4-3 FrançaBélgica1-0

BrasilMéxico2-0 França4 BrasilBélgica1-2 BélgicaJapão3-2 BélgicaInglaterra2-0


EspanhaRússia1-1 RússiaCroácia2-2 CroáciaDinamarca1-1 Croácia2

SuéciaSuíça1-0 CroáciaInglaterra2-1 SuéciaInglaterra0-2 ColômbiaInglaterra1-1

Marcadores (Final) – Mario Mandžukić (Croácia – p.b. – França); Ivan Perišić (Croácia); Antoine Griezmann, Paul Pogba e Kylian Mbappé (França); Mario Mandžukić (Croácia)

Marcadores (3.º/4.º lugar) – Thomas Meunier e Eden Hazard (Bélgica)

Melhores marcadores:

6 golos – Harry Kane (Inglaterra)

4 golos – Cristiano Ronaldo (Portugal), Romelu Lukaku (Bélgica), Denis Cheryshev (Rússia), Antoine Griezmann (França) e Kylian Mbappé (França)

3 golos – Diego Costa (Espanha), Edinson Cavani (Uruguai), Artem Dzyuba (Rússia), Yerry Mina (Colômbia), Eden Hazard (Bélgica), Ivan Perišić (Croácia) e Mario Mandžukić (Croácia)

2 golos – Mile Jedinak (Austrália), Luka Modrić (Croácia), Philippe Coutinho (Brasil), Ahmed Musa (Nigéria), John Stones (Inglaterra), Luis Suárez (Uruguai), Mohamed Salah (Egipto), Andreas Granqvist (Suécia), Heung-Min Son (Coreia Sul), Wahbi Khazri (Tunísia), Sergio Agüero (Argentina), Neymar (Brasil) e Takashi Inui (Japão)

Classificação Final do Mundial 2018:

(mais…)

15 Julho, 2018 at 5:54 pm Deixe um comentário

Mundial 2018 – Final – França – Croácia

França Croácia 4-2

França Hugo Lloris, Benjamin Pavard, Raphaël Varane, Samuel Umtiti, Lucas Hernández, Kylian Mbappé, Paul Pogba, N’Golo Kanté (55m – Steven Nzonzi), Blaise Matuidi (73m – Corentin Tolisso), Antoine Griezmann e Olivier Giroud (81m – Nabil Fékir)

Croácia Danijel Subašić, Šime Vrsaljko, Dejan Lovren, Domagoj Vida, Ivan Strinić (82m – Marko Pjaca), Ante Rebić (71m – Andrej Kramarić), Ivan Rakitić, Marcelo Brozović, Ivan Perišić, Luka Modrić e Mario Mandžukić

1-0 – Mario Mandžukić (p.b.) – 18m
1-1 – Ivan Perišić – 28m
2-1 – Antoine Griezmann (pen.) – 38m
3-1 – Paul Pogba – 59m
4-1 – Kylian Mbappé – 65m
4-2 – Mario Mandžukić – 69m

Cartões amarelos – N’Golo Kanté (27m) e Lucas Hernández (41m); Šime Vrsaljko (90m)

Árbitro – Néstor Pitana (Argentina)

Luzhniki Stadium – Moskva (16h00)

Confirmando a superioridade que – enquanto conjunto – foi evidenciando, jogo a jogo, ao longo da competição, a selecção da França sagrou-se, com justiça, Campeã do Mundo, batendo por números categóricos uma já exaurida formação da Croácia, uma digna vice-campeã.

Consciente das suas condicionantes – especialmente a nível físico, após três prolongamentos disputados -, a equipa croata entrou em campo com uma postura ofensiva, assumindo a iniciativa, procurando talvez o golo que pudesse, uma vez mais, fazer com que a força da mente se sobrepusesse à fatiga.

No quarto de hora inicial, a Croácia não permitiu à França dispor de espaços para atacar, sendo aliás remetida ao seu meio-campo defensivo.

Mas – sem que tivesse, efectivamente, passado por séria ameaça -, a turma gaulesa, sempre pragmática, muito segura, e de grande eficácia, viria a inaugurar o marcador: Griezmann marcou um livre, “bombeado” para a molhada da grande área, onde surgiu, mais alto que todos, Mandžukić, a “pentear” a bola, mas, com tal infelicidade, que a impeliu na direcção da sua própria baliza, traindo Subašić. Seria o primeiro grande erro de várias falhas que se registariam nesta final.

Ainda antes de ter construído qualquer lance de ataque, a França via-se, desde logo, a ganhar. No imediato, a Croácia manteria uma atitude positiva, com boa reacção, não abdicando da sua estratégia, prosseguindo em busca do golo. Apenas dez minutos decorridos, veria mesmo os seus esforços premiados, culminando uma excelente execução de Perišić, restabelendo o empate, num lance que tivera também início num livre.

Apesar de assumir predomínio a nível da posse de bola, tal não parecia incomodar os franceses, que mantinham a sua toada paciente, aguardando pelo erro adversário, para, no momento certo, dar a “estocada”. E o erro, ainda que involuntário, surgiria, quando, pouco depois, na sequência de um canto, no meio da aglomeração que se verificava junto da pequena área, a bola embateu na mão do mesmo Perišić, contacto sancionado com grande penalidade, que Griezmann não perdoaria, recolocando a sua equipa em vantagem.

No início da segunda parte, a Croácia procurou, então, o “tudo por tudo”, queimando os seus últimos “cartuchos”… Podia ainda ter igualado novamente a contenda, não fora a oportuna defesa de Lloris a remate de Rebić. Seria como que o “canto do cisne”.

Ainda antes de completado o primeiro quarto de hora, a França sentenciaria a partida e, consequentemente, esta final, com um exemplo típico do seu pragmatismo: um contra-ataque iniciado por Pogba, com um lançamento em profundidade para Mbappé, a bola a chegar a Griezmann, que deixou para Pogba, o qual, a dois tempos – depois de um primeiro remate contra um defesa croata, “fuzilou” as redes contrárias.

Ao rarear de disponibilidade física, somava-se a quebra anímica, o que resultaria num inevitável “baixar de braços”, consumado, apenas seis minutos depois, com o quarto tento francês – dando, então, ao marcador uma expressão excessivamente penalizadora -, num remate de meia distância de Mbappé, perante um Subašić já sem os melhores reflexos.

A falha monumental do guardião francês, ao tentar “fintar” Mandžukić, mas levando a bola a embater no pé do avançado croata, fazendo ricochete para a sua baliza, que fixaria o resultado no 4-2 final, não seria já o suficiente para dar alento a uma esgotada e algo conformada equipa croata – à qual, em boa verdade, não era legítimo “exigir” mais -, impotente para contrariar a organização francesa, que, uma vez mais se impôs.

Foi uma final não muito bem jogada, com demasiados erros graves, sem um fio de jogo definido nem lances de futebol apoiado, e até, paradoxalmente – dado o resultado – sem muitas oportunidades de golo (se atentarmos que houve um auto-golo, uma grande penalidade e um “brinde” oferecido por Lloris), em que a estratégia francesa uma vez mais saiu vencedora, face a um “plano de jogo” croata que “não dava” para 90 minutos.

Num balanço final, embora sem apresentar o futebol mais atractivo da prova, a França demonstrou ser a equipa mais solidamente organizada deste Mundial, controlando todos os desafios, nunca concedendo “espaços” aos seus adversários, não “deixando jogar” – ninguém conseguiu encontrar o “antídoto” que pudesse superá-la -, e, em termos ofensivos, de extrema eficácia; em suma, a mais forte em termos colectivos, justificando a meritória conquista do título.

15 Julho, 2018 at 5:53 pm Deixe um comentário


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