Regressado a Portugal, iniciou uma colaboração com António Ferro, que o convidou para desenhar para a “Ilustração Portuguesa”; em 1923, desenharia a capa do livro de Ferro (“A Arte de Bem Morrer”).
Continuaria a escrever peças (“Pierrot e Arlequim”, 1924), romances (“Nome de Guerra”, em 1925) e ensaios (“Questão dos Painéis”, 1926).
Partiria depois para Espanha, onde viveu de 1927 a 1932, casando em 1934 com a pintora Sarah Afonso.
Começou depois a trabalhar para o Estado, com um selo comemorativo da 1ª Exposição Colonial, um cartaz para o álbum “Portugal 1934”. Desenvolve também os estudos para os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, concluídos em 1938.
Em 1942, depois da exposição “Almada – Trinta Anos de Desenho”, ganha o “Prémio Columbano”. Nos anos de 1943 a 1948, ocupou-se com os frescos das Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos, ganhando, em 1946, o Prémio Domingos Sequeira.
Em 1951, realizou também os vitrais da Igreja do Santo Condestável em Lisboa e os da Capela de S. Gabriel, em Vendas Novas. Em 1954, pinta o “Retrato de Fernando Pessoa”.
No final da década de 50, participaria na decoração de obras de arquitectura, nomeadamente painéis para o Edifício das Águas livres, decoração das fachadas dos edifícios da Cidade Universitária.
Realizaria os seus últimos trabalhos em 1969, com o painel “Começar”, do átrio da Fundação Calouste Gulbenkian. Almada Negreiros deixou-nos a 15 de Junho de 1970 (tal como Fernando Pessoa, no Hospital de São Luís dos Franceses).
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RT @atadeia: Mesmo sem golos, o SC Braga-FC Porto foi um jogo muito intenso e agradável. E uma lição para os fanáticos da intensidade. Porq… 51 minutes ago
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