Archive for 2 Agosto, 2004

VAN GOGH (III)

VanGogh-Boulevard de ClichyAinda em 1881, o pintor Anton Mauve (1838-1888) introduz-lhe a técnica da aguarela, começando a pintar as primeiras naturezas-mortas a óleo e aguarela.

No ano seguinte, muda-se para Haia, passando a morar perto de Mauve, que lhe dá aulas de pintura e lhe empresta dinheiro. Conhece Clasina Maria Hoornik (conhecida como Sien), uma prostituta, com uma filha de 5 anos, com as quais passa a morar.

Continua os estudos e pinta com alguns conhecidos pintores (Jan Hendrik Weissenbruch e George Hendrik Breitner), mas o seu estado físico vai-se deteriorando, sendo hospitalizado durante três semanas por causa de uma gonorreia. Quando sai do hospital, Vincent começa a experimentar a técnica de pintura a óleo, pintando muito a natureza. Utiliza-se de Sien e de uma outra criança recém-nascida como modelos.

Depois de mais de um ano juntos, termina a sua relação com Sien, o que o leva a procurar uma vida dedicada exclusivamente ao trabalho. Viaja para Drenthe (Holanda) e pinta as paisagens desertas, assim como os camponeses. Mais tarde, vai para Nuenen, morando com os pais; monta um pequeno estúdio para trabalhar, continuando sempre a contar com o apoio financeiro do irmão Theo.

Em 1884, inicia uma relação com a filha de um vizinho, Margot Begemann, contudo ambas as famílias são contrárias ao casamento, o que leva Margot a tentar envenenar-se.

[1636]

2 Agosto, 2004 at 6:18 pm

JOGOS OLÍMPICOS – 1964 – TÓQUIO

Tóquio - 1964
Pela primeira vez, os Jogos Olímpicos foram disputados na Ásia, envolvendo 5 151 atletas, de 93 países, disputando 163 provas, entre 10 e 24 de Outubro de 1964, premiando o processo de reconstrução do Japão, devastado na sequência da II Guerra Mundial.

Nesta Olimpíada, foram introduzidas as modalidades de Judo e Voleibol (sendo esta a primeira modalidade com equipas femininas).

Um dos grandes heróis seria Bob Hayes, ao vencer a prova de 100 metros, com 10 segundos exactos, um record mundial. O também norte-americano Don Scholander conquistaria 4 medalhas de ouro em natação.

O etíope Abebe Bikila tornou-se no primeiro atleta a sagrar-se bi-Campeão Olímpico da Maratona, repetindo a vitória alcançada em Roma.

A ucraniana Larysa Latynina, conquistando medalhas atrás de medalhas, fixava a sua marca em 18 medalhas, das quais 9 (!) de ouro, um record olímpico.

O remador russo Vyacheslav Ivanov, o norte-americano Al Oerter (Lançamento do Disco) e a nadadora australiana Dawn Fraser tornavam-se tri-Campeões Olímpicos, em sucessivas Olimpíadas (elevando a última o número de medalhas conquistadas para 8, 4 de ouro e 4 de prata).

O húngaro Dezso Gyarmati, jogador de polo aquático, conseguiria conquistar a sua 5ª medalha concecutiva. O também húngaro Imre Polyak (Luta greco-romana), depois de três medalhas de prata nas Olimpíadas anteriores (desde 1952), sagrou-se finalmente Campeão Olímpico.

Portugal fez-se representar por uma pequena comitiva de 20 atletas, destacando-se o 4º lugar alcançado por Manuel Oliveira na prova dos 3 000 metros obstáculos.

No quadro de medalhas, os primeiros países foram:
(mais…)

2 Agosto, 2004 at 12:30 pm

…11 DIAS – LHASA – TIBETE

O Tibete, “Tecto do mundo”, protegido pela colossal barreira natural dos Himalaias, com uma ancestral civilização de singular riqueza cultural e religiosa, foi contudo ocupado pela China em 1959.

O 14º (actual) Dalai Lama foi forçado a exilar-se, conquistando não obstante o seu povo para a sua causa.

A cidade sagrada de Lhasa (“O lugar dos Deuses”) – proibida aos estrangeiros até há poucas décadas – foi fundada no século VII, em torno do Templo de Jokhang, a construção mais antiga da região. Nessa época, os vários clãs que habitavam a zona uniram-se, consolidando um vasto império que chegou a incluir o Nepal, Cachemira, Butão e norte da Birmânia, que reinaria até ao século IX.

No século XIII, Gengis Khan dominou o território, convertendo-se o seu filho Kublai Khan, Imperador da China, ao budismo tibetano, entregando o controlo do Tibete aos grandes Lamas.

A intensa actividade espiritual teria como consequência uma estagnação da economia e do progresso num estado primitivo, até meados do século XX, quando metade da população era ainda nómada.

O Palácio de Potala (antiga residência de Inverno do Dalai Dama), construído em 1645, sobreviveu a vários ataques militares, continuando a impor-se em Lhasa.

Também no vale de Lhasa, locais de visita obrigatória são o Palácio de Verão do Dalai Lama, os mosteiros Será e Drepung.

Há 1 ano no Memória Virtual – “O dossier da vida”

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2 Agosto, 2004 at 8:25 am


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