Archive for Novembro, 2013

Suécia – Portugal – (Mundial-2014 – Play-off – 2ª mão)

Suécia Suécia – Andreas Isaksson, Mikael Lustig, Per Nilsson, Mikael Antonsson, Martin Olsson, Sebastian Larsson (90m – Alexander Gerndt), Rasmus Elm (45m – Anders Svensson), Kim Kallstrom, Alexander Kacaniklic (82m – Jimmy Durmaz), Johan Elmander e Zlatan Ibrahimovic

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão (52m – Antunes), Raul Meireles (73m – William Carvalho), Nani, João Moutinho, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (82m – Ricardo Costa)

0-1 – Cristiano Ronaldo – 50m
1-1 – Zlatan Ibrahimovic – 68m
2-1 – Zlatan Ibrahimovic – 72m
2-2 – Cristiano Ronaldo – 77m
2-3 – Cristiano Ronaldo – 79m

Cartões amarelos – Martin Olsson (54m), Anders Svensson (61m), Kim Kallstrom (69m) e Mikael Antonsson (84m); Nani (59m)

Árbitro – Howard Webb (Inglaterra)

Depois do desfecho da primeira mão, ambas as selecções encararam esta “segunda parte” da eliminatória com alguma cautela, dando a entender que “havia muito tempo” para as decisões. De facto, no primeiro tempo, e após alguma tomada de iniciativa dos suecos no arranque do jogo, rapidamente se passou a uma toada morna, com o jogo bem repartido, mas com a equipa portuguesa a manter a situação perfeitamente controlada.

Teria inclusivamente, por intermédio de Cristiano Ronaldo, aos 36 minutos, e Hugo Almeida, aos 39 minutos, duas soberanas ocasiões de golo, não aproveitadas. Só já na fase derradeira desta etapa inicial do jogo, a Suécia assustaria, em dois lances de bola parada, em particular num remate de Ibrahimovic, que, contudo, saiu bastante alto.

No recomeço, os suecos terão reconhecido que era chegada a altura de mudar a abordagem ao jogo, e de, finalmente arriscar; logo aos 4 minutos, a centro atrasado de Ibrahimovic, já na linha de fundo, surgiria Larsson a rematar à “queima-roupa”, com Rui Patrício, com excelente intervenção, positivamente a negar o que teria sido o primeiro golo da Suécia.

Só que, precisamente no lance imediato, Cristiano Ronaldo, lançado em profundidade, num passe “a rasgar”, para as costas da defesa sueca, embalaria em corrida, numa diagonal de algumas dezenas de metros, sempre perseguido pelos suecos, conseguindo isolar-se, rematando cruzado para a baliza do desamparado Isaksson, num golo à “matador”, que, pensava-se, proporcionava a Portugal uma confortável e decisiva vantagem de dois golos na eliminatória, até porque, no quarto de hora seguinte, a selecção portuguesa conseguiria gerir, de forma tranquila, essa situação de vantagem.

Chegaria então o momento em que o desafio sofreria uma brutal aceleração, numa fase da partida de enorme intensidade: no espaço de apenas quatro minutos, a Suécia, na sequência de dois lances de bola parada, operaria uma reviravolta no marcador, com dois tentos de Ibrahimovic: primeiro, dando a melhor finalização a um pontapé de canto, antecipando-se à defensiva portuguesa, com um cabeceamento cruzado, a desviar a bola do alcance do guardião português; logo de seguida, na conversão de um livre, com um remate forte, a “furar” a barreira (pelo chão), passando por baixo de Rui Patrício.

Temeu-se que a equipa portuguesa se pudesse de alguma forma descontrolar. Paulo Bento concretizaria então uma substituição, já planeada antes do segundo golo sueco, trocando Raul Meireles pelo estreante William Carvalho; uma opção de risco, no momento mais difícil do desafio e da eliminatória. Não haveria contudo tempo sequer para uma “ambientação” do novo recruta, pois, aos dois golos de Ibrahimovic em quatro minutos, responderia Cristiano Ronaldo, de imediato, com dois golos… num intervalo de apenas dois minutos! Fantástico!

Aproveitando o entusiasmo sueco e o balanceamento da equipa para o ataque, em busca do terceiro golo, que colocaria a Suécia em posição de apuramento, Cristiano Ronaldo conseguiria concretizar mais um rapidíssimo lance de contra-ataque, controlando a bola, na recepção, com um toque de joelho, acabando por rematar, já algo em desequilíbrio, sem hipóteses para Isaksson. E se o 2-2 voltava já a colocar Portugal no Mundial, Ronaldo não se ficaria por aí, consumando nova sensacional reviravolta, garantindo a vitória da equipa portuguesa, com um também fantástico terceiro golo, a contornar o guarda-redes adversário, desferindo um forte remate, já quase sem ângulo..

Um verdadeiro recital de Cristiano Ronaldo, que, com o “hat-trick” registado, igualou Pauleta como o melhor marcador de sempre da selecção de Portugal, podendo inclusivamente ter chegado ao quarto golo logo depois, com mais um remate cruzado, a sair a milímetros do poste (já nos derradeiros minutos, ainda ensaiaria mais um remate perigoso). Mas o resultado estava feito…

Não tendo conseguido evitar as “horas extras” do play-off, e, neste, acabando também por passar por alguns momentos de apuro e de sofrimento, durante cerca de dez minutos (entre os dois golos dos empates, a 1-1, e a 2-2), Portugal teve, na “Hora H”, de maior pressão, o discernimento que lhe permitiu ser feliz, respondendo de forma extraordinariamente afirmativa quando tal era requerido, deixando agora sem (segunda possibilidade de) reacção a Suécia, confirmando assim um justo apuramento para o Mundial, a oitava fase final de uma grande competição internacional em que marca presença, de forma consecutiva, desde 2000.

Nos outros duelos do “play-off” de apuramento na Europa, a Grécia confirmou o apuramento, empatando a um golo na Roménia; a Croácia eliminou a Islândia, vencendo por 2-0; por fim, a França conseguiria reverter a desvantagem da primeira mão, ganhando à Ucrânia por 3-0.

Estão já apurados 30 dos 32 finalistas do Mundial: Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Alemanha, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Croácia, Espanha, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia, Suíça, Costa Rica, EUA, Honduras, Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Ghana, Nigéria, Austrália, Coreia do Sul, Irão e Japão. Uruguai e México deverão completar amanhã o lote.

Um destaque final para a presença de três treinadores portugueses na fase final do Mundial, ao comando das selecções de Portugal (Paulo Bento), Grécia (Fernando Santos) e Irão (Carlos Queirós).

19 Novembro, 2013 at 10:33 pm Deixe um comentário

Portugal – Suécia (Mundial-2014 – Play-off – 1ª mão)

Portugal Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Pepe, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Raul Meireles (78m – Josué), Nani, João Moutinho, Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (66m – Hugo Almeida)

Suécia Suécia – Andreas Isaksson, Mikael Lustig, Per Nilsson, Mikael Antonsson, Martin Olsson, Sebastian Larsson, Rasmus Elm (72m – Pontus Wernbloom), Kim Kallstrom (77m – Anders Svensson), Alexander Kacaniklic, Johan Elmander (88m – Alexander Gerndt) e Zlatan Ibrahimovic

1-0 – Cristiano Ronaldo – 83m

Cartões amarelos – João Pereira (42m) e Cristiano Ronaldo (76m); Sebastian Larsson (71m); Johan Elmander (76m – Anders Svensson)

Árbitro – Nicola Rizolli (Itália)

Numa partida que se antevia equilibrada, decidida por detalhes, Portugal entraria em campo com excelente atitude, a todo o “gás”, com o primeiro lance de perigo a surgir logo aos cinco minutos, com João Moutinho a contornar o guarda-redes, mas alargando a trajectória, acabaria por perder o ângulo, rematando à malha lateral. Porém, no lance imediato, Elmander conseguiu soltar-se na zona de perigo da área portuguesa, rematando ligeiramente ao lado, provocando um susto à equipa portuguesa que, de imediato, como que se retrairia.

Seria então a Suécia a criar mais perigo: aos 20 minutos, Rui Patrício seria colocado à prova, respondendo de forma concentrada e segura, depois de Ibrahimovic ter iludido a defesa portuguesa, abrindo espaço para o remate de Larsson. Logo de seguida, os suecos provocariam “frisson” de novo, num livre directo,  por Kallstrom, com a bola a sair junto ao poste.

Aos 24 minutos, seria a vez do guardião Isaksson revelar também atenção, saindo a defender a soco, uma bola lançada para a área, à espera da entrada de Ronaldo…

Mas, efectivamente, numa primeira parte que acabaria por ser de fraco nível, dado a intensidade de jogo ter baixado muito depois dos minutos iniciais, o primeiro remate da selecção portuguesa à baliza contrária só surgiria aos 45 minutos, por Pepe.

Já no segundo tempo, logo aos 48 minutos, seria Hélder Postiga a rematar, mas por cima da baliza. Apenas dois minutos depois, num lance em que Pepe surgiu isolado frente ao guarda-redes adversário, ligeiramente descaído sobre o lado direito, haveria uma espécie de carambola, com vários ressaltos, sem que ninguém conseguisse impelir a bola para dentro da baliza, acabando por sobrar para Cristiano Ronaldo, que remataria, de primeira, muito por alto.

Aos 62 minutos, a principal ocasião de golo esteve nos pés de João Moutinho, também descaído na direita, mas não conseguiria rematar para o fundo da baliza; na sequência do canto, um remate forte de Hélder Postiga levou também perigo, mas saiu por cima. No melhor período de Portugal no jogo, Nani, aos 69 minutos, conseguiu um drible, rematando com algum perigo, mas à figura do guardião sueco.

Até que, aos 82 minutos, dando perfeita sequência a um excelente cruzamento de Miguel Veloso, Cristiano Ronaldo, numa espécie de “salto de peixe”, de cabeça, a desviar a bola do alcance de Isaksson, marcaria enfim o tão ansiado golo. E, apenas, três minutos decorridos, Cristiano Ronaldo cabecearia de novo, com muito perigo, com a bola a embater na trave.

O jogo chegava ao fim, com um importante triunfo de Portugal, com a vantagem de não ter sofrido golos, o que lhe deixa boas opções para a 2.º mão, mas num desafio em que terá de aplicar-se a fundo para garantir o apuramento para o Mundial.

Nos outros jogos da 1.ª mão do play-off, a Islândia empatou a zero, em casa, com a Croácia; a Grécia venceu a Roménia por 3-1; e a Ucrânia bateu a França por 2-0.

15 Novembro, 2013 at 9:42 pm Deixe um comentário

U. Tomar – Centenário (VII)

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(“O Templário”, 07.11.2013)

Depois das conquistas da época de 1941-42, na temporada imediata o União de Tomar prosseguia a sua senda triunfal. A 20 de Dezembro de 1942, ainda a uma jornada do termo do Campeonato Distrital, o União garantia a revalidação do título regional (Campeão da Zona Norte), selando essa conquista da melhor forma, com a maior goleada de sempre da sua história, vencendo o Atlético Clube Alcanenense pela extraordinária marca de 13-1:

«Como se esperava, o Atlético não pôde resistir aos unionistas, e a curiosidade do desafio era de facto saber até quantos «go[a]ls» chegavam os avançados do «team» tomarense. E sob esse aspecto, o público, que ainda era em grande número, deve ter dado o seu tempo e dinheiro por bem empregados – pois viu e «saboreou» «goals» para todos os «paladares». […]

O desafio não tem história. Esta, é somente constituída pela enumeração dos «tentos». Domínio absoluto do União, cortado de longe em longe por uma reacção do adversário, a quem desde já deve fazer-se jus à tenacidade com que sempre se bateu, pois, ao contrário do que havia sucedido oito dias antes [derrota por 0-8 em Tomar, frente ao Sporting de Tomar], nunca se entregou batalhando sempre com a maior tenacidade, mau grado o avolumar constante do «score».»(1)

Ainda nesta mesma temporada, de 1942-43, a turma unionista, em mais uma presença na II Divisão Nacional, bisaria também o título de Campeão Distrital.

Na segunda mão da Final, disputada em Tomar, no dia 11 de Abril de 1943, frente ao Operário Vilafranquense – e depois de ter perdido, na 1.ª mão, em Vila Franca de Xira, por 0-1 –, ficaria vincada mais uma página indelével da história do União de Tomar; efectivamente, num desfecho absolutamente anormal para um desafio destas características (mas que confirmava as goleadas já anteriormente impostas a outros adversários, nomeadamente ao grande rival tomarense, Sporting de Tomar, frente ao qual ganhara por 10-2, a 24 de Janeiro), o União venceria pela fantástica margem de 8-0!

«Os visitantes poderão queixar-se dalguns deslizes da sua defesa, consentindo «goals» em jogadas aparentemente inofensivas, mas também têm de agradecer à sorte não terem sofrido alguns outros (sem procurarmos muito lembremo-nos daquelas três bolas na trave do extremo esquerdo unionista) que só admira não terem ido ao fundo da rede, porque não tinham apelo. […]

Pouco confiante com a margem conseguida no encontro anterior, e surpreendido com dois «goals» de rajada do União, logo nos primeiros 5 minutos da partida, o «team» deve ter sido abalado moralmente, para nunca mais se encontrar durante a partida.»(2)

Vencendo a Série Ribatejo do Campeonato Nacional da II Divisão, o U. Tomar sagrava-se, pela segunda vez consecutiva, Campeão Distrital de Santarém (ou, como então era designado, “Campeão Provincial do Ribatejo”)!

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(1) Cf. “Cidade de Tomar”, 27 de Dezembro de 1942 – Crónica de X. (Raúl Pereira)
(2) Cf. “Cidade de Tomar”, 18 de Abril de 1943 – Crónica de X. (Raúl Pereira)

10 Novembro, 2013 at 12:00 pm Deixe um comentário

O pulsar do campeonato – 6ª jornada

UT-Pulsar-06

(“O Templário”, 07.11.2013)

O principal destaque da 6.ª jornada do Campeonato Distrital da I Divisão vai para a fantástica recuperação do União de Tomar em Ourém, frente ao At. Ouriense, que quase culminou numa reviravolta que teria sido absolutamente inaudita no centenário historial unionista: a um minuto do final do tempo regulamentar a formação nabantina perdia por 0-2; num ápice, marcando dois golos, conseguiu restabelecer a igualdade no marcador, antes de, aos 94 minutos, ter ainda desperdiçado uma grande penalidade, que lhe teria proporcionado o terceiro golo e consequente triunfo.

Nas circunstâncias em que foi obtido, o empate a dois trata-se de um resultado bem positivo, pese embora algum sabor agridoce que terá perdurado no final. Mas, o mais importante a reter deste desafio é que o grupo unionista demonstrou que, com confiança em si próprio, e com um pouco mais de tranquilidade e concentração, tem capacidade para se bater com qualquer equipa deste campeonato, e em qualquer terreno, pelo que, a partir deste ponto agora obtido, outros frutificarão.

Naturalmente há também que realçar, nesta ronda, os primeiros pontos perdidos pelo líder Torres Novas, empatando em Benavente (1-1) – embora seja de recordar que este foi apenas o segundo encontro que os torrejanos disputaram em terreno alheio (o outro tinha sido em Tomar…) –, desfecho que não impediu que mantenham o comando destacado da prova.

Mais inesperado foi o desaire caseiro cedido pelo Fazendense ante o Assentis, perdendo por 1-2, assim se atrasando na tabela classificativa, tendo sido ultrapassado por Amiense e Pontével, formações que, de forma segura, vão fazendo o seu caminho, tendo vencido, respectivamente, a U. Abrantina e o decepcionante Mação, com o marcador a registar os mesmos números em ambas as partidas (2-0 a favor dos visitados).

Nos restantes desafios, o também pendular Coruchense (a par do Torres Novas e Amiense, ainda sem qualquer derrota averbada, apesar de ter registado já quatro empates), derrotou o U. Chamusca por 2-1, assim obtendo o seu segundo triunfo na prova; enquanto o Empregados do Comércio obteve também uma vitória por margem confortável (3-0) sobre o “lanterna vermelha” Cartaxo, equipa até agora com a prestação a constituir porventura maior desilusão.

O guia Torres Novas, passando a somar 16 pontos, dispõe agora de uma vantagem de quatro pontos sobre o duo formado por Amiense e Pontével, com o Fazendense a cinco pontos, Coruchense a seis, e o At. Ouriense, já a sete pontos. De entre este sexteto deverá sair o futuro Campeão, disputa de que eventualmente teremos talvez de vir, mais adiante, a retirar o Pontével e Coruchense, e na qual o Mação muito teria de porfiar para voltar a reentrar.

Daí para baixo, temos um total de oito equipas ainda relativamente niveladas, com destaque para os bons desempenhos dos recém-promovidos Assentiz (7.º classificado, com oito pontos) e Empregados do Comércio (que reparte a posição imediata na pauta classificativa com o Mação, apenas um ponto abaixo); segue-se outro par, constituído por U. Tomar e Benavente (contando apenas cinco pontos), um degrau acima de U. Chamusca e U. Abrantina, com o Cartaxo a ser a única equipa ainda sem qualquer vitória (os três empates alcançados não lhe permitem melhor posição que a de último classificado).

Na próxima semana os campeonatos terão um breve hiato, para disputa de mais uma eliminatória da Taça de Portugal (competição em que, contudo, já não resiste qualquer representante dos Distritais…), pelo que a próxima ronda apenas será realizada a 17 de Novembro, com o grande realce a ser atribuído ao Torres Novas – Amiense, um aliciante duelo de candidatos ao título. Mas do alinhamento da jornada fazem parte outros encontros de interesse, principalmente o Pontével – Benavente, U. Abrantina – Fazendense ou Assentiz – At. Ouriense. Por seu lado, o União de Tomar recebe a visita do Coruchense, visando quebrar a invencibilidade do seu opositor, em busca dos pontos que lhe permitam subir algumas posições. Por fim, teremos ainda o U. Chamusca – Empregados do Comércio e o encontro das duas principais decepções desta fase inicial do campeonato, Mação – Cartaxo.

Na II Divisão Distrital, em que se assiste para já a uma situação de grande equilíbrio, dos anteriores líderes – Tramagal, U. Almeirim e Porto Alto –, apenas este último venceu, isolando-se assim no comando da série que agrupa os clubes mais a Sul, beneficiando do desaire dos almerinenses na Barrosa, equipas que se seguem de imediato, respectivamente a um ponto e a dois pontos do guia; a Norte, os tramagalenses (que empataram) partilham agora a liderança com o surpreendente At. Pernes, com o Caxarias somente um ponto abaixo.

Por fim, no Campeonato Nacional de Seniores, a oitava jornada foi bem positiva para as formações do Distrito, com saliência para o triunfo obtido pelo Alcanenense em Leiria, ante o União local (2-1), tendo o Fátima goleado o Carregado (4-0), enquanto o Riachense, empatando a uma bola com o Torreense, cedeu a “lanterna vermelha”, de forma isolada, ao Portomosense. As equipas do Alcanenense e do Fátima mantêm posições no topo da tabela, em 3.º e 4.º lugares, respectivamente a dois e a três pontos do 2.º classificado, U. Leiria, e já com confortável avanço sobre a parte baixa da classificação (11 e 10 pontos a mais que o Torreense, antepenúltimo classificado).

Na próxima ronda (última da primeira volta, também a disputar apenas no dia 17 de Novembro), o líder Mafra (que mantém o pleno, somando vitórias em todos os oito desafios realizados) recebe o U. Leiria; enquanto duas das agremiações do Distrito, Alcanenense e Riachense se encontram em Alcanena, deslocando-se o Fátima à Lourinhã.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 7 de Novembro de 2013)

10 Novembro, 2013 at 10:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Valencia, Ludogorets, Salzburg, Esbjerg, Rubin Kazan, Fiorentina, Dnipro e Tottenham são as primeiras oito equipas que garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da Liga Europa.

Grupo E
Dnipro – Paços Ferreira – 2-0
Pandurii – Fiorentina – 1-2

1º Fiorentina, 12; 2º Dnipro, 9; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1

Grupo H
Sevilla – Slovan Liberec – 1-1
Estoril – Freiburg – 0-0

1º  Sevilla, 8; 2º Slovan Liberec, 6; 3º Freiburg, 3; 4º Estoril, 2

Grupo I
Rijeka – Lyon – 1-1
Guimarães – Betis – 0-1

1º Betis, 8; 2º Lyon, 6; 3º Guimarães, 4; 4º Rijeka, 2

(mais…)

7 Novembro, 2013 at 10:12 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Real Sociedad – Manchester United – 0-0
Shakhtar Donetsk – Bayer Leverkusen – 0-0

1º Manchester United, 8; 2º Bayer Leverkusen, 7; 3º Shakhtar Donetsk, 5; 4º Real Sociedad, 1

Grupo B
København – Galatasaray – 1-0
Juventus – Real Madrid – 2-2

1º Real Madrid, 10; 2º Galatasaray e København, 4; 4º Juventus, 3

Grupo C
Olympiakos – Benfica – 1-0
Paris St.-Germain – Anderlecht – 1-1

1º Paris St.-Germain, 10, 2º Olympiakos, 7; 3º Benfica, 4; 4º Anderlecht, 1

Grupo D
Viktoria Plzeň – Bayern – 0-1
Manchester City – CSKA Moskva – 5-2

1º Bayern, 12; 2º Manchester City, 9; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0

Grupo E
Chelsea  – Schalke 04 – 3-0
Basel – Steaua – 1-1

Chelsea, 9; 2º Schalke 04, 6; 3º Basel, 5; 4º Steaua, 2

Grupo F
Napoli – Marseille – 3-2
B. Dortmund – Arsenal – 0-1

Arsenal e Napoli, 9; 3º B. Dortmund, 6; 4º Marseille, 0

Grupo G
At. Madrid – Austria Wien – 4-0
Zenit – FC Porto – 1-1

1º At. Madrid, 12; 2º Zenit, 5; 3º FC Porto, 4; 4º Austria Wien, 1

Grupo H
Barcelona – AC Milan – 3-1
Ajax – Celtic – 1-0

1º Barcelona, 10; 2º  AC Milan, 5; 3º Ajax, 4; 4º Celtic, 3

Bayern (actual detentor do título), Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona são as primeiras quatro equipas que garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.

6 Novembro, 2013 at 9:38 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada – Olympiakos – Benfica

OlympiakosOlympiakos – Roberto Jiménez; Leandro Salino, Kostas Manolas, Dimitris Siovas, José Holebas, Giannis Maniatis, Andreas Samaris, Sambou Yatabaré (56m – Delvin N’Dinga), Javier Saviola (45m – Alejandro Domínguez), David Fuster (74m – Bong) e Kostas Mitroglou

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Sílvio, Nemanja Matić, Enzo Pérez, Lazar Marković (74m – Filip Đjuričić), Ruben Amorim (78m – Ivan Cavaleiro), Nico Gaitán  e Óscar Cardozo (71m – Lima)

1-0 – Kostas Manolas – 13m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (33m), Nemanja Matić (37m) e Ruben Amorim (42m); Sambou Yatabaré (38m), Roberto (85m), Delvin N’Dinga (89m) e Alejandro Domínguez (90m)

Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)

Num grande paradoxo em que o futebol é por vezes fértil, o Benfica, com uma excelente exibição, em que denotou flagrante superioridade face ao seu adversário, acabando por perder o jogo, vê praticamente esfumarem-se as suas possibilidades de apuramento para os 1/8 Final da competição.

A equipa benfiquista, sabendo do cariz determinante desta partida, bastante personalizada, teve muito boa entrada neste jogo, com duas ocasiões de perigo, logo aos cinco e aos sete minutos, respectivamente por Cardozo e Marković, a obrigarem Roberto a duas defesas apertadas, em que revelou grande concentração. Só que, na primeira investida do Olympiakos, aos 13 minutos, na sequência de um canto, Manolas surgiu completamente liberto de marcação, fulgurante, numa entrada de rompante, a cabecear para o fundo da baliza.

Depois, aos 27 minutos, também na marcação de um canto, Luisão procurou dar a melhor resposta, de cabeça, mas falhou por pouco a baliza adversária.

Na segunda parte o domínio benfiquista intensificou-se, tendo chegado a ser avassalador. Logo no primeiro minuto deste segundo tempo, Roberto faria uma “defesa impossível”, ao estilo de guarda-redes de andebol, a remate quase “à queima roupa” de Marković.

E, novamente aos 54 minutos, Roberto a estirar-se todo para evitar o golo, a remate cruzado de Sílvio. Aos 58 minutos, foi Enzo Pérez a colocar o guardião espanhol uma vez mais à prova.

À medida que o tempo avançava, o Benfica ia perdendo serenidade, tendo deixado de criar tantas situações de perigo. Só já na parte derradeira, aos 89 minutos, voltaria a criar outra flagrante situação de golo, com Đjuričić, na cara de Roberto, mas pressionado pelo defesa, que o desequilibrou, a acabar por atrapalhar-se, não conseguindo desviar a bola do alcance do guarda-redes.

O Olympiakos, que foi mero espectador durante todo o jogo, só no 93º minuto teria nova oportunidade, com Leandro Salino a surgir isolado, mas a atrapalhar-se também, acabando por perder a bola para a defesa contrária.

O Benfica acaba por ser penalizado pela sua desconcentração defensiva, e, também, pela falta de eficácia na concretização, possibilitando a Roberto, com uma magnífica exibição, redimir-se do jogo da primeira volta.

Agora só um “milagre” poderia ainda permitir ao Benfica apurar-se: necessita vencer os dois jogos (em Bruxelas, com o Anderlecht, e, em casa, com o Paris St.-Germain) e esperar que o Olympiakos não consiga melhor que o empate nos dois jogos finais, com esses mesmos adversários; ou, em alternativa, se o Benfica somar quatro pontos (uma vitória e um empate), os gregos teriam de perder esses dois desafios.

5 Novembro, 2013 at 11:55 pm Deixe um comentário

U. Tomar – Centenário (VI)

UT-Centenario-06

(“O Templário”, 31.10.2013)

A 28 de Dezembro de 1941, dando sequência a uma progressão gradual encetada nos anos mais recentes, o União, pela primeira vez na sua história, conquistava o título de vencedor da sua zona (Norte) do Distrital, da época de 1941-42, no termo de um muito disputado campeonato, com uma espécie de final, na derradeira ronda, entre os dois grandes rivais tomarenses:

«O Estád[i]o Municipal, vulgarmente conhecido pelo «Campo do Sporting» registou no passado domingo uma considerável assistência, talvez a maior da presente época. O União e o Sporting, velhos rivais, poderiam ganhar o título máximo da prova e em qualquer deles ficava bem, visto que são, sem contestação, os melhores «teams» da região.

Ganhou o União por 4-0. Resultado que não traduz fielmente o desenrolar da partida, pois ela decorreu, de uma maneira geral, equilibrada, demonstrando o União mais conjunto. […]

Os grupos alinharam:

União – Aníbal; Marques e Alberto; Cardoso, Machado e César; Inácio, Terras, Victor Hugo, Tôrres e Firmo.

Sporting – Carlos Lanceiro; Souto e Basso; Armando, António Silva e Elísio; Henriques, Rui Silva, Apleton, Fernandes e Silvestre.»(1)

Culminando uma temporada a todos os títulos notáveis, a 26 de Abril de 1942, goleando o U. Entroncamento pela categórica marca de 6-0, na última jornada da prova, o União de Tomar sagrar-se-ia também vencedor da sua série (“Província do Ribatejo”) do Campeonato Nacional da II Divisão – apenas na sua segunda participação na competição, após a estreia no ano anterior – assim obtendo o seu primeiro título de Campeão Provincial do Ribatejo:

«Sob a arbitragem do Sr. Carlos Mariano da A. F. S. os «teams» alinharam da seguinte forma: União do Entroncamento – Fernando; Cipriano e Calado; Afonso, Madeira e Carreiro; Tavares, Américo, Louro, Varandas e Lacueva. União de Tomar – Aníbal; Marques e C. Alberto; Mário, Cardoso e César; Sousa, Terras, Vitor, Tôrres e Firmo.

O jogo foi disputado quási sempre debaixo de chuva tendo na primeira parte caído duas fortes bátegas que transformaram por completo o rectângulo numa lamaçal onde os jogadores se moviam com visível dificuldade

O jogo foi disputado quási sempre debaixo de chuva tendo na primeira parte caído duas fortes bátegas que transformaram por completo o rectângulo numa lamaçal onde os jogadores se moviam com visível dificuldade.»(2)

O União faria ainda mais nesta brilhante época de 1941-42, vencendo os três Campeonatos em disputa: o Regional (Zona Norte do Distrital), o Provincial (II Divisão Nacional) e o Distrital da II Divisão.

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(1) Cf. “Cidade de Tomar”, 4 de Janeiro de 1942 – Crónica de Vasco Jacob
(2) Cf. “Cidade de Tomar”, 3 de Maio de 1942 – Crónica de X. (Raúl Pereira)

3 Novembro, 2013 at 12:00 pm Deixe um comentário

O pulsar do campeonato – 5ª jornada

Templario-31-10-2013

(“O Templário”, 31.10.2013)

Num campeonato (I Divisão Distrital) este ano com maior extensão (26 jornadas) do que vinha sendo habitual nos últimos anos (considerando apenas a primeira fase das épocas anteriores), pode dizer-se que “ainda a procissão vai no adro”… mas, também, continuando nos provérbios, que “a candeia que vai à frente alumia duas vezes”.

E a verdade é que, pelo menos até agora, a formação do Torres Novas – e não obstante aproveitar do facto de ter disputado já quatro partidas em casa, o que poderá não ser despiciendo – tem revelado plena eficácia, somando cinco triunfos noutros tantos encontros realizados, liderando destacada, com 15 pontos, tendo, nesta última ronda, vencido pela categórica marca de 3-0 o até então 3.º classificado, Pontével – contando também com o ataque mais concretizador (13 golos) e a defesa menos batida (apenas 2 golos sofridos).

Pelo que começou a cavar um fosso face à concorrência mais directa, com o Fazendense agora já a quatro pontos, Amiense e Pontével ambos a seis, At. Ouriense a sete, e Coruchense e Mação já a oito longínquos pontos!

Efectivamente, a turma de Fazendas de Almeirim, que apenas registara um empate nas quatro jornadas iniciais, cedeu nova igualdade na deslocação a Tomar, numa partida em que chegou a dispor de vantagem no marcador, mas na qual, o União de Tomar, denotando uma boa capacidade de reacção – tal como revelara já no desafio contra o Benavente – conseguiria restabelecer a igualdade a uma bola. Para os tomarenses foi um pequeno passo, um simples ponto, mas que poderá ter reflexos positivos bem mais amplos, a nível da confiança que poderá proporcionar ao grupo.

Também o Amiense não conseguiu fazer melhor na visita a Assentiz, empatando, igualmente a um tento, somando já o terceiro empate na competição, contando apenas duas vitórias em cinco jogos. De entre os candidatos ao título, pior está o Mação, que, contrariando a lógica, cedeu um imprevisto desaire caseiro (e logo por 0-2) ante o conjunto dos Empregados do Comércio, de Santarém.

Depois da goleada da pretérita semana, frente ao U. Chamusca (5-0, em encontro da Taça do Ribatejo), o Cartaxo, principal decepção da prova até ao momento (recorde-se que militava, na época transacta, no Nacional da III Divisão, onde, porém, teve desempenho bastante fraco), não foi além do nulo na recepção a um seguro Coruchense; os cartaxenses são os únicos ainda sem ganhar, tendo-se isolado na posição de “lanterna vermelha”, contando apenas três pontos; ao invés, a equipa de Coruche (apenas com três golos sofridos, segunda melhor defesa, a par do Fazendense), continua invicta (à semelhança de Torres Novas, Fazendense e Amiense), apesar de apenas por uma vez ter ganho.

Falando do U. Chamusca, voltou a registar um mau resultado, perdendo em casa ante o At. Ouriense (equipa sempre a disputar os lugares da frente) por 0-2; pior indício: em cinco jornadas marcou apenas um golo. Por fim, numa partida entre duas agremiações que, até agora, têm estado algo aquém das expectativas, a U. Abrantina conseguiu obter a primeira vitória, derrotando o Benavente por 3-2.

Diversamente do que se verifica nos lugares de topo da tabela, na metade de baixo da pauta classificativa assiste-se a um grande equilíbrio, com o primeiro e o último destes sete concorrentes separados por apenas dois pontos, cabendo ao Assentiz (com cinco pontos) liderar este “mini-pelotão”, que, curiosamente, agrega nada menos de cinco equipas com desempenho idêntico – todas com uma vitória e um empate, e três derrotas: Benavente, Empregados do Comércio, U. Tomar, U. Abrantina e U. Chamusca.

Na próxima ronda, o guia, Torres Novas, terá um “teste” mais sério à efectividade da supremacia que vem evidenciando, deslocando-se a Benavente. Outro desafio de interesse será o Pontével-Mação, com os maçaenses já com margem de erro muito estreita, na perspectiva de encetar uma recuperação que os possa conduzir até aos primeiros lugares.

No Coruchense-U. Chamusca, a expectativa, pelo menos em teoria, será a de um prélio com poucos golos, porventura a tender para a igualdade. Também o Empregados do Comércio-Cartaxo deverá permitir aquilatar melhor sobre a real valia destes dois grupos.

Por fim, no Fazendense-Assentiz, Amiense-U. Abrantina e At. Ouriense-U. Tomar, as formações da casa gozam de amplo favoritismo. Assim tal possa ser desmentido em Ourém, como foi, na última jornada, em Mação…

Na II Divisão Distrital, os anteriores líderes a Norte, Atalaiense e Pernes foram ambos derrotados (respectivamente por Caxarias e Pego), tendo o Tramagal aproveitado para se guindar ao comando isolado da série, agora seguido pelo Pego, a um ponto. A Sul, nada de novo: U. Almeirim e Porto Alto continuam a ganhar, somando quatro triunfos consecutivos, dispondo já de quatro pontos de vantagem sobre o mais imediato perseguidor, Barrosense.

No Campeonato Nacional de Seniores, uma ronda positiva para as equipas do Distrito, com os triunfos do Alcanenense sobre o Portomosense, e do Fátima perante o Caldas (ambos por 1-0) – ocupando agora tranquilos 3.º e 4.º lugar, respectivamente; por seu lado, o Riachense continua com dificuldade em adaptar-se ao ritmo competitivo desta prova, tendo somado mais uma derrota (1-4) na Lourinhã, pelo que continua no último posto, a par da equipa de Porto de Mós.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 31 de Outubro de 2013)

3 Novembro, 2013 at 10:00 am Deixe um comentário

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