Archive for Novembro, 2013

«Petite histoire du format long»

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30 Novembro, 2013 at 10:45 pm Deixe um comentário

Liga Europa – 5ª Jornada – Resultados e Classificações

Depois de Valencia, Ludogorets, Salzburg, Esbjerg, Rubin Kazan, Fiorentina, Dnipro e Tottenham, também as equipas do E. Frankfurt, Genk, Sevilla, Lyon, Betis, Trabzonspor, Lazio, Anzhi, AZ e PAOK garantiram já o apuramento para os 1/16 Final da Liga Europa, subsistindo portanto apenas seis vagas por atribuir. As três equipas portuguesas estão já virtualmente eliminadas.

Grupo E
Dnipro – Pandurii – 4-1
Paços Ferreira – Fiorentina – 0-0

1º Fiorentina, 13; 2º Dnipro, 12; 3º Paços Ferreira, 2; 4º Pandurii, 1

Grupo H
Sevilla – Estoril – 1-1
Slovan Liberec – Freiburg – 1-2

1º  Sevilla, 9; 2º Freiburg e Slovan Liberec, 6; 4º Estoril, 3

Grupo I
Rijeka – Guimarães – 0-0
Lyon – Betis – 1-0

Lyon, 9; 2º Betis, 8; 3º Guimarães, 5; 4º Rijeka, 3

(mais…)

28 Novembro, 2013 at 8:27 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Shakthar Donetsk – Real Sociedad – 4-0
Bayer Leverkusen – Manchester United – 0-5

1º Manchester United, 11; 2º Shakthar Donetsk, 8; 3º Bayer Leverkusen, 7; 4º Real Sociedad, 1

Grupo B
Juventus – København – 3-1
Real Madrid – Galatasaray – 4-1

1º Real Madrid, 13; 2º Juventus, 6; 3º Galatasaray e København, 4

Grupo C
Paris St.-Germain – Olympiakos – 2-1
Anderlecht – Benfica – 2-3

1º Paris St.-Germain, 13, 2º Olympiakos e Benfica, 7; 4º Anderlecht, 1

Grupo D
Manchester City – Viktoria Plzeň – 4-2
CSKA Moskva – Bayern – 1-3

1º Bayern, 15; 2º Manchester City, 12; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0

Grupo E
Basel – Chelsea  – 1-0
Steaua – Schalke 04 – 0-0

Chelsea, 9; 2º Basel, 8; 3º Schalke 04, 7; 4º Steaua, 3

Grupo F
B. Dortmund – Napoli – 3-1
Arsenal – Marseille – 2-0

Arsenal, 12; 2º B. Dortmund e Napoli, 9; 4º Marseille, 0

Grupo G
Zenit – At. Madrid – 1-1
FC Porto – Austria Wien – 1-1

1º At. Madrid, 13; 2º Zenit, 6; 3º FC Porto, 5; 4º Austria Wien, 2

Grupo H
Ajax – Barcelona – 2-1
Celtic – AC Milan – 0-3

1º Barcelona, 10; 2º  AC Milan, 8; 3º Ajax, 7; 4º Celtic, 3

Depois de Bayern, Manchester City, Atlético de Madrid e Barcelona, também o Chelsea (mesmo tendo sido derrotado em Basileia), Manchester United, Real Madrid e Paris St.-Germain garantiram já o apuramento para os 1/8 Final da Liga dos Campeões.

27 Novembro, 2013 at 9:42 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 5ª Jornada (Anderlecht – Benfica)

AnderlechtAnderlecht – Silvio Proto, Anthony Vanden Borre, Chancel Mbemba, Bram Nuytinck (73m – Ronald Vargas), Olivier Deschacht (55m – Frank Acheampong), Cheikhou Kouyaté, Massimo Bruno, Guillaume Gillet, Dennis Praet, Fabrice N’Sakala e Aleksandar Mitrović

BenficaBenfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, André Almeida, Nemanja Matić, Enzo Peréz (87m – Rodrigo), Lazar Marković (89m – Ivan Cavaleiro), Ljubomir Fejsa, Nico Gaitán (72m – Miralem Sulejmani) e Lima

1-0 – Chancel Mbemba – 18m
1-1 – Nemanja Matić – 34m
1-2 – Chancel Mbemba (p.b.) – 52m
2-2 – Massimo Bruno – 77m
2-3 – Rodrigo – 90m

Cartões amarelos – Massimo Bruno (29m), Bram Nuytinck (49m) e Aleksandar Mitrović (88m); André Almeida (78m) e Artur (90m)

Árbitro – Daniele Orsato (Itália)

Procurando remediar os danos do desaire sofrido em Atenas, o Benfica entrava neste jogo de “2 em 1” (a vitória podia valer a continuidade das aspirações à passagem à fase seguinte da Liga dos Campeões, sendo que, pelo menos o empate, garantia desde logo, no pior cenário, a passagem para a Liga Europa) sabendo que tinha – perante o actual potencial do adversário – a melhor oportunidade de sempre para vencer em Bruxelas.

Porém, denotando falta de clarividência no seu jogo, não só não conseguiria impor-se logo desde início, vindo, inclusivamente, num lance infeliz, na sequência de uma “carambola” entre o central do Anderlecht, Mbemba, e Luisão, a sofrer o primeiro golo. O Benfica reagiu então de forma positiva a este revés, não se descontrolando, mantendo a toada de jogo, necessariamente agora mais claramente estimulado pela necessidade de marcar.

E o golo do empate surgiria pouco depois, como corolário de uma melhor fase da equipa benfiquista. Já no segundo tempo, aproveitando a fragilidade do opositor, o Benfica chegaria, com alguma naturalidade, à vantagem. Durante um bom período, de cerca de vinte minutos, a equipa portuguesa deu a sensação de controlar o jogo, e de o triunfo não lhe escaparia.

Porém, quando se esperava que fosse o Benfica a explorar alguma situação de contra-ataque, aproveitando o adiantamento dos belgas, o Anderlecht restabeleceria o empate. A situação complicava-se bastante: já na fase derradeira do encontro – e tendo em consideração que o Olympiakos ia empatando também em Paris, a um golo -, até ao minuto noventa, o Benfica estava virtualmente afastado da Liga dos Campeões. E tinha de manter-se atento para que a própria eventual passagem para a Liga Europa não viesse a ficar também comprometida.

Depois de uma aparentemente estranha substituição, com a saída de Gaitán, Jorge Jesus, apostaria então na entrada em campo, já mesmo em cima do final do tempo de jogo,  de Rodrigo e Ivan Cavaleiro, alterações que pareciam ser feitas já em “desespero de causa”, e, sobretudo, demasiado tarde. Mas chegava então o momento de o Benfica ser feliz: aproveitando a velocidade de Rodrigo, muito bem desmarcado, a equipa portuguesa chegava, já no minuto noventa, ao terceiro golo, que lhe proporcionava enfim – sem que, contudo, tivesse feito uma exibição memorável – a primeira vitória no terreno do outrora bem poderoso Anderlecht (a Final da Taça UEFA de há trinta anos ainda perdura na memória…), uma equipa abnegada, lutadora, mas bem abaixo da qualidade que patenteou na Europa nas décadas de 70 e 80 do século passado.

Em paralelo, ligeiramente depois do golo benfiquista, o Paris St.-Germain marcava o segundo golo, que resultava na derrota do Olympiakos. No espaço de um minuto, um golo em Bruxelas e outro em Paris provocava uma reviravolta (parcial) na tendência pontual do Grupo: o Benfica passava de uma situação de eliminação, para uma posição de poder continuar ainda a agarrar-se ao “sonho” de prosseguir na Liga dos Campeões (embora bastante condicionado, uma vez que implica a necessidade de, na derradeira ronda, fazer melhor resultado ante o Paris St.-Germain do que o que o Olympiakos averbar frente ao Anderlecht…).

A continuidade na Europa ficou, não obstante, já garantida, quanto mais não seja via Liga Europa. Dada a impossibilidade de jogar em dois campos ao mesmo tempo (Lisboa e Atenas), ao Benfica só resta uma opção: a de tentar ganhar na última ronda, na recepção aos parisienses…

27 Novembro, 2013 at 9:37 pm Deixe um comentário

Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – 2013

Chegou ao seu termo o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2013, com o alemão Sebastien Vettel a sagrar-se pela quarta vez consecutiva Campeão do Mundo, estabelecendo também um record de nove vitórias consecutivas, em todas as provas da segunda metade da temporada, totalizando um total de 13 triunfos neste ano (em 19 Grandes Prémios disputados). Os outros vencedores do ano foram Fernando Alonso e Nico Rosberg (dois triunfos cada), Kimi Räikkönen e Lewis Hamilton.

Classificação Final do Mundial de Pilotos:

1º Sebastian Vettel (Alemanha) – Red Bull Racing-Renault – 397
2º Fernando Alonso (Espanha) – Ferrari – 242
3º Mark Webber (Austrália) – Red Bull Racing-Renault – 199
4º Lewis Hamilton (Grã-Bretanha) – Mercedes – 189
5º Kimi Räikkönen (Finlândia) – Lotus-Renault – 183
6º Nico Rosberg (Alemanha) – Mercedes – 171
7º Romain Grosjean (França) – Lotus-Renault – 132
8º Felipe Massa (Brasil) – Ferrari – 112
9 ºJenson Button (Grã-Bretanha) – McLaren-Mercedes – 73
10º Nico Hulkenberg (Alemanha) – Sauber-Ferrari – 51
11º Sergio Perez (México) – McLaren-Mercedes – 49
12º Paul di Resta (Grã-Bretanha) – Force India-Mercedes – 48
13º Adrian Sutil (Alemanha) – Force India-Mercedes – 29
14º Daniel Ricciardo (Austrália) – STR-Ferrari – 20
15º Jean-Eric Vergne (França) – STR-Ferrari – 13
16º Esteban Gutierrez (México) – Sauber-Ferrari – 6
17º Valtteri Bottas (Finlândia) – Williams-Renault – 4
18º Pastor Maldonado (Venezuela) – Williams-Renault – 1

Classificação do Mundial de Construtores:

1º Red Bull Racing-Renault – 596
2º Mercedes – 360
3º Ferrari – 354
4º Lotus-Renault – 315
5º McLaren-Mercedes – 122
6º Force India-Mercedes – 77
7º Sauber-Ferrari – 57
8º STR-Ferrari – 33
9º Williams-Renault – 5

24 Novembro, 2013 at 10:18 pm Deixe um comentário

U. Tomar – Centenário (VIII)

Centenario-08

(“O Templário”, 21.11.2013)

Após um período de hibernação de quase quatro anos, em que não praticara, a nível oficial, a modalidade de futebol, o União de Tomar regressaria à competição na temporada de 1955-56. Depois de sucessivos adiamentos, o jogo inaugural do Campeonato Distrital da II Divisão dessa época, tendo por adversário o Sporting de Abrantes, seria disputado a 26 de Fevereiro de 1956. Em mais um jogo histórico, num feliz regresso à actividade, o União venceria, em terreno alheio, por 3-2, resultado que não traduzia a superioridade evidenciada:

«Os rapazes de Tomar encheram-se de brios e conseguiram arrancar dois preciosos pontos, em campo alheio, que muito alento lhes podem dar nos jogos futuros. […]

O União de Tomar fez uma boa partida, mais precisamente: fez uma excelente primeira parte, ao fim da qual vencia por 3-1, depois de ter feito 2-0, e, na segunda parte, em que a falta de pernas foi manifesta […] aguentou perfeitamente a reacção do adversário, com mérito para o veterano José Marques, que ainda alinhou e organizou, excelentemente, a defensiva.»(1)

Culminando mais uma excelente temporada, a 6 de Maio de 1956, vencendo o Cartaxo por 3-0, o clube tomarense, celebrando da melhor forma o seu 42.º aniversário, sagrava-se, logo no ano de retoma da prática da modalidade – e ainda a duas jornadas do termo da prova, uma vez que somara triunfos em todos os seis jogos até então disputados –, Campeão Distrital da II Divisão!

«Os primeiros 45 minutos foram de relativo equilíbrio territorial, tendo os visitantes beneficiado e aproveitado do favor do vento. Todavia, as melhores ocasiões pertenceram aos locais […], mais perigosos e perfurantes sempre, que se acercavam da grande área contrária, ainda que fossem infelizes em determinadas ocasiões, mais infelizes que ineficazes.

PNa segunda parte, porém, como equipa só praticamente existiu o União, limitando-se o Sport Lisboa e Cartaxo a débeis contra ofensivas, que, em regra, morriam na defesa local.»(2)

Nesta partida decisiva, o União de Tomar apresentou a seguinte formação: Vítor; Teixeira e Lopes; Angelino (“Lino”), José Marques e Henrique; Martins, Chilrito, Carvalho Lopes, Gomes e Nelson.

____________

(1) Cf. “O Templário”, 4 de Março de 1956 – Crónica de X. (Raúl Pereira)
(2) Cf. “O Templário”, 13 de Maio de 1956 – Crónica de X. (Raúl Pereira)

24 Novembro, 2013 at 12:00 pm Deixe um comentário

O pulsar do campeonato – 7ª jornada

Pulsar-7aJornada

(“O Templário”, 21.11.2013)

Após um interregno de uma semana, em que foram disputados os desafios da fase zonal da Taça das Regiões da UEFA, promovida pela Federação Portuguesa de Futebol, tendo a selecção distrital representante da Associação de Futebol de Santarém defrontado as suas congéneres de Lisboa (empatando 2-2, tenho vencido no desempate da marca de grande penalidade) e Setúbal (frente à qual perdeu por 0-1), regressaram os campeonatos distritais.

Na I Divisão realizou-se a 7.ª jornada, uma ronda sem particulares surpresas a assinalar, tendo, na generalidade, as equipas teoricamente mais apetrechadas confirmado o seu favoritismo. É de realçar, não obstante, as margens dos triunfos, alcançados em terreno alheio, do At. Ouriense (4-1, em Assentiz) e do Fazendense (4-2, em Abrantes, face à U. Abrantina).

Por outro lado, merece também particular destaque a vitória obtida pelo União de Tomar, na recepção ao Coruchense (1-0), impondo assim ao grupo de Coruche o primeiro desaire na prova, e demonstrando que a equipa é também capaz de atingir bons níveis de concentração e segurança em funções defensivas. Situação idêntica se registou com o Amiense, perdendo pelo mesmo resultado em Torres Novas, num aliciante desafio entre dois dos principais candidatos aos lugares de topo da tabela.

A formação do Pontével, que, curiosamente, ainda não empatou no campeonato, prossegue a sua excelente carreira, tendo somado a sua quinta vitória, vencendo o Benavente por 2-1, alcandorando-se assim, novamente, ao 2.º lugar. O Mação venceu, também por 1-0, o decepcionante Cartaxo, única equipa que subsiste ainda sem qualquer triunfo. Por fim, U. Chamusca e Empregados do Comércio empataram a um golo.

Desta forma, a turma de Torres Novas – com um desempenho quase perfeito, apenas tendo cedido, até esta altura, um empate, sendo agora a única equipa a manter a invencibilidade – reforça a liderança, apesar de manter a vantagem face ao mais directo perseguidor (o já referido Pontével) em quatro pontos, tendo o Fazendense a cinco pontos; cavou-se entretanto já um fosso relevante, de sete pontos, para o duo que partilha agora o 4.º posto, formado por At. Ouriense e Amiense.

No miolo da pauta classificativa, regista-se agora um compactar de posições, com somente quatro pontos a separarem o 4.º do 10.º lugar: Coruchense e Mação estão apenas a dois pontos dos dois clubes anteriormente referidos, seguindo-se um trio, constituído por Empregados do Comércio, U. Tomar e Assentis, dois pontos mais abaixo.

Por fim, na cauda da tabela, um quarteto, formado por Benavente e U. Chamusca, contando cinco pontos; U. Abrantina, com um ponto a menos; e, ainda na incómoda posição de “lanterna vermelha”, o Cartaxo, que regista apenas três empates.

Ainda uma palavra de apreço para a prova que o União de Tomar vem realizando, com uma série de três jogos sem perder, tendo conseguido, por agora, superar de forma positiva o muito difícil encadeamento de encontros que o sorteio lhe destinara nesta fase inicial da época, em que defrontou já – nas sete jornadas decorridas – os seis primeiros classificados (tendo perdido com os dois primeiros, e em Amiais, perante o actual 5.º, mas tendo imposto empates ao 3.º e 4.º, vencendo nesta ronda o 6.º classificado). Isto dito, numa espécie de balanço preliminar à parte já decorrida da temporada, e projectando-o no futuro próximo, espera-se que a turma unionista possa dar o melhor seguimento ao desempenho até agora registado, traduzindo-o em vitórias nas partidas que, de ora em diante, enfrentará face a adversários mais “do seu campeonato”.

Começando já, na próxima ronda, por um ainda difícil compromisso perante os Empregados do Comércio, em terreno alheio. Numa jornada com outros aliciantes, como os confrontos entre Fazendense e Torres Novas – um sério teste às pretensões de ambos os contendores –, assim como entre Amiense e Pontével. As formações de Benavente e Mação disputarão também um desafio de prognóstico incerto; enquanto as equipas do At. Ouriense e Coruchense serão favoritas nos desafios que as opõem, respectivamente, à U. Abrantina e Assentis. Por fim, o Cartaxo, recebendo a U. Chamusca, terá uma oportunidade de quebrar o “enguiço” e alcançar enfim a sua primeira vitória; caso contrário, poderá começar a ficar em situação delicada.

Na II Divisão Distrital, em que se disputou a 6.ª jornada, tudo ficou bastante mais “embrulhado”: na série mais a Norte, há agora somente dois pontos de diferença entre o 1.º e o 8.º lugar, com o comando partilhado por Pego, Atalaiense e Goleganense; a Sul, o surpreendente Barrosense ascendeu à liderança (beneficiando do empate entre outros dois candidatos, U. Almeirim e Porto Alto), que reparte precisamente com esta última formação.

Finalmente, no Campeonato Nacional de Seniores, realizou-se a 9.ª ronda, última da primeira volta, com o Mafra a ver interrompida a sua carreira triunfal, cedendo o primeiro empate na recepção ao 2.º classificado, U. Leiria, mantendo-se os cinco pontos de diferença entre ambos. Num “derby” regional, o sensacional Alcanenense, recebendo, “à porta fechada”, o Riachense, goleou por 4-0, tendo assim igualado a formação leiriense no 2.º posto da classificação. Por seu turno, o Fátima, derrotado na Lourinhã (0-2) baixou ao 4.º lugar, já a quatro pontos do duo que o precede. Ambas estas equipas do Distrito registam já confortável vantagem sobre os lugares da parte baixa da classificação (respectivamente 14 e dez pontos, face ao antepenúltimo classificado), ao invés do que sucede com o Riachense, que se afundou no último lugar.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 21 de Novembro de 2013)

24 Novembro, 2013 at 10:00 am Deixe um comentário

JFK-50

JFK-50
(ver também uma excelente selecção de fotos, em The Big Picture)

22 Novembro, 2013 at 9:13 pm 10 comentários

«Hoje, derrubo grades, amanhã defendo-as»

Não gostei de ver os polícias a subir, como invasores, as escadarias da Assembleia da República. Não gosto de ver invasões da Assembleia da República, mesmo que só sob a forma de ameaça. As forças de segurança têm razões de protesto como a maioria dos outros portugueses. Mas não têm as mesmas possibilidades de exercer o direito a esse protesto. Há coisas que uns têm e outros não têm, e isso é assim não só por causa da injustiça com que o mundo está desorganizado; é também assim por causa de como o mundo tem, e tem mesmo, de ser organizado. Já é altura de todos entendermos esse relativismo. Os homens do lixo podem fazer uma greve total durante dois dias; já os médicos e os enfermeiros não podem. Os camionistas, na estrada, podem combinar parar em todo o País às 15.35 de um determinado dia; já os pilotos de avião, no ar, não podem. Se calhar já todos entendemos esse relativismo, sem que nenhum grupo social se sinta desapossado dos seus direitos. Ora os polícias, além de não poderem, como os restantes portugueses, derrubar as grades e galgar as escadarias como se fossem tomar São Bento, têm uma razão suplementar para não o fazer. É que, fazendo, permitem-se aquilo que não permitiriam aos outros cidadãos fazer, quando eles, polícias, estão a exercer a sua função profissional. Claro que deixo toda esta conversa no pressuposto de que o Estado de direito continua vigente. Mas se estamos em insurreição, já não está aqui quem falou.

(Ferreira Fernandes – Diário de Notícias)

22 Novembro, 2013 at 8:14 pm Deixe um comentário

«50 maneiras de deixar o seu amor»

Um jornal não se faz por quem o escreve, mas por quem o lê. Um jornal não é uma colagem de factos, mas um chaveiro para o entendimento. Um jornal tem poder – o poder que o leitor lhe endossa. Para que o jornalismo seja a celebração diária da liberdade. Para que o jornalismo garanta a liberdade do dia seguinte. Quase sete anos depois do primeiro, escrevo hoje o último editorial como director do Negócios. Nós passamos, o Jornal fica. É assim que está certo. […]

Estes anos não foram quaisquer. Foram anos de ruína na economia, de desgraça na política, de devastação na sociedade. Conto hoje o que me foi sempre mais difícil: assistir à inconsequência da denúncia antes do início da intervenção externa; e continuar a transmitir esperança depois dela. A destruição dos sonhos dos mais novos, a pobreza entre os mais velhos, os cortes, os impostos, os resultados falhados, as políticas sem comando, a austeridade desembestada, a regeneração fracassada, a sucessão arrogante e desatinada de medidas tortas e a direito, a preservação dos instalados, a supremacia dos mais fortes sobre os mais fracos foram – são – testes diários à capacidade de não desistir, de não perecer à derrota, de encontrar dentro de nós mesmos força e amor para continuar a lutar – contra eles se necessário; por nós, por sobrevivência . Para não perder a esperança. Para não espalhar miséria. Perdemos quando sucumbimos ao cinismo, doença que ensombra a luz e come os sonhos por dentro. Ganhamos quando vivemos cada dia ingénuos como se fosse o primeiro e desprendidos como se fosse o último.

O Negócios é um jornal com vida, com esta alegria, esta inconformação, esta liberdade de pensamento, esta esperança em Portugal, esta dedicação aos leitores. Eu serei doravante um deles. Um de vós. Um de nós. E é uma alegria. E é uma alegria!

Por tudo, por todas as vezes, obrigado.

(Pedro Santos Guerreiro)

22 Novembro, 2013 at 12:08 am 1 comentário

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