MEGA FERREIRA E LISBOA

19 Abril, 2004 at 6:10 pm 2 comentários

Não tive ainda oportunidade de ver referência na blogosfera à crónica / artigo de opinião de António Mega Ferreira, na revista .Visão. (edição de 15 a 21 de Abril), sob o título .Lisboa, minguante..

Escreve Mega Ferreira: .Ciclicamente (quando saem os resultados de um novo censo), erguem-se vozes de alarme perante aquilo que é o decréscimo continuado da população do concelho de Lisboa. Quando eu era adolescente, Lisboa tinha «cerca de um milhão de habitantes», dizia-se, para arredondar o prestígio da metrópole; hoje, são pouco mais de 650 mil os que ainda residem no perímetro do concelho..

E, na sequência de uma análise em que diagnostica os problemas que afectam Lisboa, Mega Ferreira conclui: .E, no entanto, nunca se fez sentir tanto a falta de uma política de promoção que seja capaz de devolver à cidade a sua atractividade como lugar de residência, de trabalho e de lazer. Também é para isso que se elege uma gestão autárquica. Esta ou outra..

Estará Mega Ferreira exclusivamente numa posição de .observador. / comentador? Poderão os últimos dois períodos do texto ser apercebidos como uma forma de posicionamento para uma .intervenção mais activa. do autor? Depois dos .sucessos. que teve na acção que desenvolveu ao serviço da Parque Expo na requalificação urbana da zona oriental da cidade de Lisboa, poderá / quererá Mega Ferreira .abalançar-se. a uma tarefa de índole .mais abrangente., ao nível dos Paços do Concelho?

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UMBERTO ECO – O PÊNDULO DE FOUCAULT (I) EURO 2004 (XVI) – 1976

2 comentários

  • 1. Nilson  |  19 Abril, 2004 às 6:43 pm

    É uma boa pergunta mas ele, provavelmente, não irá responder…
    Li a crónica e fiquei com a ideia que ele critica opções tomadas (ou a ausência delas) nas últimas décadas.
    A “devolução” do centro aos habitantes é uma tarefa (já foi tentada por mais que um governo mas sem força evidente) que levará décadas igualmente, ainda que com uma política consistente e continuada.
    Não será, por isso, obra para uma só pessoa.
    Para além disso há problemas associados, tal como a segurança dos edifícios face a eventuais tremores de terra, que deveriam também ser equacionados.

  • 2. Rui MCB  |  20 Abril, 2004 às 12:21 am

    650 mil? Tinha ideia de sermos ainda menos (meio milhão) mas pode ser uma falha de memória.

    Eu voto já nele. Adeusinha Zé Maria Carrilho!


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