Archive for Outubro, 2017

Liga dos Campeões – 4ª Jornada (Manchester United – Benfica)

Manchester UnitedManchester United – David de Gea, Matteo Darmian, Eric Bertrand Bailly, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (68m – Ander Herrera), Nemanja Matić, Scott McTominay, Anthony Martial (75m – Marcus Rashford), Jesse Lingard (45m – Henrikh Mkhitaryan) e Romelu Lukaku

BenficaBenfica – Mile Svilar, Douglas, Jardel, Rúben Dias, Álex Grimaldo (64m – Eliseu), Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio, Andreas Samaris, Pizzi (78m – Jonas), Diogo Gonçalves e Raúl Jiménez (74m – Haris Seferović)

1-0 – Mile Svilar (p.b.) – 45m
2-0 – Daley Blind (pen.) – 78m

Cartões amarelos – Eric Bertrand Bailly (24m) e Jesse Lingard (24m); Rúben Dias (6m), Eduardo Salvio (69m) e Andreas Samaris (77m)

Árbitro – Gediminas Mažeika (Lituânia)

Parecendo continuar a procurar “reinventar-se”, o Benfica voltou a apresentar “mexidas” no seu onze inicial, com as entradas de Jardel e Samaris, ficando Jonas, uma vez mais, no banco.

A estratégia de Rui Vitória começou por resultar, pelo menos a nível de controlo do jogo e posse de bola, com a equipa portuguesa pressionante, de alguma forma surpreendendo o Manchester United, no seu próprio reduto.

Mas, uma vez mais, cedo se perceberia que continuava a faltar profundidade ao futebol benfiquista, com bola sim, mas em zonas relativamente recuadas, longe da baliza adversária. Ao invés, era a turma inglesa a procurar avançar em transições rápidas.

Estava decorrido apenas o quarto de hora inicial e já o Manchester United beneficiava de uma grande penalidade, numa infantilidade de Douglas, que, depois de se embrulhar com um contrário, em plena grande área, ao cair no chão, tocou a bola com o braço. O jovem guardião do Benfica, Svilar, com excelente estirada, defenderia o remate de Martial, evitando o golo.

Mas o golo chegaria, mesmo ao findar o primeiro tempo, na sequência de um potente remate de meia distância de Matić, a embater no poste e a ressaltar, embatendo nas costas de Svilar… e anichando-se na baliza. Desta feita, um lance de extrema infelicidade para o guarda-redes benfiquista.

Na segunda metade, já em desvantagem no marcador, o Benfica sentiu-se de alguma forma “desarmado”, vendo o controlo do jogo passar para os pés do opositor, denotando alguma impotência para procurar alterar o rumo dos acontecimentos.

De facto, só depois do segundo golo, resultante de outra grande penalidade, desta feita a sancionar acção de Samaris, Rui Vitória faria entrar Jonas, por troca com Pizzi, uma substituição que não resultou qualquer efeito.

Em síntese, o Benfica apresentou melhorias exibicionais, chegou a impor respeito em Old Trafford, mas, para além da falta de acutilância patenteada, não teve a dose mínima de felicidade, com um árbitro extremamente rigoroso, a não hesitar em apontar a marca de grande penalidade por duas vezes, e, sobretudo, com o primeiro tento sofrido, que, inevitavelmente, fez “mossa” em termos anímicos.

Paradoxalmente, dada a conjugação de resultados desta ronda, o Benfica mantém hipóteses – meramente académicas – de qualificação, em caso de vencer os dois jogos que faltam (e num eventual cenário de igualdade pontual a seis pontos com Basel e CSKA Moscovo, entrando então em acção a “máquina de calcular”, relativamente às diferenças de golos). Ao invés, o triunfo do CSKA na Suíça veio ainda dificultar a possibilidade de o Benfica transitar para a Liga Europa. Por seu lado, o Manchester United, com vitórias em todas as quatro jornadas já disputadas, não garantiu ainda, matematicamente, o apuramento!

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31 Outubro, 2017 at 10:39 pm Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – 4ª Jornada

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(“O Templário”, 26.10.2017)

Na retoma do campeonato distrital da I Divisão, com a disputa da sua 4.ª jornada, o Mação, mercê de um categórico triunfo no Cartaxo, mantendo assim o pleno de vitórias, isolou-se no comando da prova, beneficiando do pesado desaire sofrido pelo Amiense em Almeirim. Bastaram quatro rondas para que as posições do pódio passassem a ser ocupadas por três dos principais candidatos ao título: para além dos maçaenses, o U. Almeirim e o Samora Correia.

Destaques – O principal realce vai, precisamente, para a vitória (3-1) do Mação no Cartaxo, frente a um auto-anunciado candidato, mas que, rapidamente parece deixar de o ser (atendendo ao atraso de oito pontos que regista já, precisamente para o seu opositor nesta partida), pese embora este ter sido o jogo de estreia em casa dos cartaxeiros, mas, no qual, chegaram a ter uma desvantagem de três golos. Um desfecho tanto mais digno de nota, se recordarmos que, em seis encontros no Cartaxo, nos últimos sete anos, nunca os maçaenses haviam conseguido vencer.

Paralelamente, assinala-se a goleada imposta pelo U. Almeirim na recepção ao até então co-líder, Amiense, batido por 4-0, numa demonstração de força dos almeirinenses, face a um conjunto que, até agora, registava por triunfos os jogos disputados nesta edição do campeonato.

Igualmente a destacar o triunfo averbado pelo Samora Correia na sempre difícil visita a Ourém, por tangencial 1-0, o suficiente para catapultar os visitantes para o trio da dianteira. Os oureenses, com comportamento algo irregular, voltaram assim a ser desfeiteados, depois das duas derrotas registadas nos confrontos com o Mação, para o campeonato e para a Taça.

Por fim, é de notar ainda a vitória (igualmente por 3-1) alcançada pelo Torres Novas na deslocação a Abrantes, perante a U. Abrantina, que é agora “lanterna vermelha”, sendo a única equipa só com derrotas – tendo os seus outros quatro parceiros até agora pontuado nesta jornada. Tal proporciona aos torrejanos – para já com um único “passo em falso”, em casa, ante o At. Ouriense – repartir agora o 4.º posto com a turma de Amiais de Baixo.

Surpresa – A “meia” surpresa da jornada ocorreu na Moçarria, onde o União de Tomar não conseguiu melhor do que a repartição de pontos, voltando a atrasar-se face ao topo da tabela. Num terreno difícil, de reduzidas dimensões (em especial a sua largura, originando grandes aglomerações na zona intermédia do campo, com os jogadores em “choques” sistemáticos) e o facto de a bola saltar muito, a par de uma temperatura relativamente elevada para a época do ano, tais condicionantes beneficiariam quem, teoricamente, pretenderia defender.

Porém, contrariamente ao que seriam as expectativas, a formação do Moçarriense – que acumulara derrotas nas três rondas iniciais da prova, tendo entretanto deixado de contar com o seu treinador – surgiria em campo bastante aguerrida, com todos os jogadores a entregar-se à luta, com agressividade pela positiva, desde cedo surpreendendo os unionistas, que, ao longo de praticamente todo o encontro, denotariam uma flagrante incapacidade de construir jogo.

Ao invés, beneficiando da melhor adaptação às condições do terreno, assim como da atitude imprimida neste desafio, seria a turma da Moçarria quem mais procurou pôr a bola no chão, ensaiando algumas jogadas com pés e cabeça, assustando os tomarenses com um par de lances de perigo, antes de Wemerson, numa das suas rápidas incursões, apenas ser travado em falta, o que resultaria na grande penalidade que colocou o União de Tomar em vantagem.

Todavia, no segundo tempo, a exibição dos tomarenses seria ainda mais confrangedora, sobretudo após terem consentido o tento do empate, numa fase em que era também já muito difícil jogar com “cabeça”, dadas as constantes interrupções de jogo, com o árbitro a “apitar a tudo”. Em todos esse período, da parte dos visitantes, fica o registo para apenas dois lances de futebol trabalhado, um dos quais, por infelicidade, não resultou no 2-0, após excelente trabalho, num remate cruzado de Rui Pedro Lopes, a sair ligeiramente ao lado da baliza. Um candidato necessita demonstrar bem mais que aquilo que o União apresentou na Moçarria, a vários níveis.

Confirmações – Nas restantes partidas, confirmaram-se as dificuldades já antecipada para o Fazendense em Ferreira do Zêzere, empatando a duas bolas, por coincidência o mesmo desfecho que se registou em Riachos, entre Riachense e Empregados do Comércio, que, assim, se mantêm em posições na cauda da tabela, precisamente a par dos ferreirenses e do Moçarriense.

II Divisão Distrital – Na ronda de abertura da série mais a Norte, destaque para as goleadas obtidas pela U. Atalaiense (5-0) e pelo Aldeiense (5-2), ambos na condição de forasteiros, respectivamente ante o At. Pernes e o Alferrarede, que estreava o seu novo sintético. A Sul, o Benavente ganhou também por 5-2, no Porto Alto, repartindo o comando, após as duas jornadas iniciais, com o Glória do Ribatejo, vencedor do “derby”, em Marinhais, por 2-0.

Campeonato de Portugal – Na 7.ª jornada do Nacional, as três equipas do Distrito somaram outros tantos desaires, com o Coruchense e o Fátima a consentirem, ambos, a reviravolta no marcador, nas suas viagens aos Açores, perdendo, respectivamente ante o Guadalupe (2-1) e o Praiense (3-2), em duas comprometedoras derrotas, com os fatimenses já perante um fosso de seis pontos em relação à “linha de água”. Por seu lado, o Alcanenense foi surpreendido no seu reduto, perdendo (0-2) com o Sacavenense, tendo baixado ao lote dos 4.º a 6.º classificados.

Antevisão – Na I Divisão Distrital, prosseguem os duelos de grande cartaz, com um apetecido Mação-U. Almeirim, colocando frente a frente os actuais dois primeiros classificados. A merecer também honras de destaque, o U. Tomar-Cartaxo, com os unionistas “sem margem de erro”. De interesse será também, certamente, o Fazendense-At. Ouriense.

Na II Divisão, a Norte, teremos o “derby” Pego-Alferrarede, assim como o curioso confronto entre dois históricos, Tramagal-Rio Maior. A Sul, o jogo grande será o Glória-U. Santarém.

No Nacional, a anotar, em particular, o encontro entre Fátima e Alcanenense, quase já um “tudo ou nada” para os fatimenses, cabendo ao Coruchense receber o actual 3.º classificado, Loures.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 26 de Outubro de 2017)

29 Outubro, 2017 at 12:00 pm Deixe um comentário

Catalunha – Declaração de Independência

Catalunya
Declaração Unilateral de Independência e Proclamação da República da Catalunha – Propostas aprovadas no Parlamento da Catalunha em 27.10.2017 (70 votos a favor, 10 contra, 2 abstenções – num total de 135 deputados, dos quais os restantes se ausentaram da sala na altura da votação, realizada por voto secreto).

Apenas 45 minutos depois, era aprovada no Senado, em Madrid – por 214 votos a favor, 47 contra e 1 abstenção – a aplicação do artigo 155.º da Constituição espanhola, que suspende a autonomia da Catalunha, o que pressupõe automaticamente o cessar de funções do Governo Autonómico (“Generalitat”), cujas competências são assumidas pelo Governo central de Espanha, assim como a restrição dos poderes do Parlamento Catalão, para além da convocação de novas eleições na Região, agendadas para o próximo dia 21 de Dezembro:

Artículo 155

1. Si una Comunidad Autónoma no cumpliere las obligaciones que la Constitución u otras leyes le impongan, o actuare de forma que atente gravemente al interés general de España, el Gobierno, previo requerimiento al Presidente de la Comunidad Autónoma y, en el caso de no ser atendido, con la aprobación por mayoría absoluta del Senado, podrá adoptar las medidas necesarias para obligar a aquélla al cumplimiento forzoso de dichas obligaciones o para la protección del mencionado interés general.

2. Para la ejecución de las medidas previstas en el apartado anterior, el Gobierno podrá dar instrucciones a todas las autoridades de las Comunidades Autónomas.

28 Outubro, 2017 at 10:14 am Deixe um comentário

160.º aniversário do mais antigo clube do Mundo – Sheffield Foot-ball Club

SheffieldFCCompletam-se hoje 160 anos da fundação do primeiro clube de futebol do Mundo, o Sheffield Foot-ball Club (actualmente no 8.º escalão inglês), criado por Nathaniel Creswick e William Prest (autores das primeiras regras do novo jogo), ainda antes da unificação das diferentes regras, decorrente da fundação, em 26 de Outubro de 1863, da “FA – Football Association“.

24 Outubro, 2017 at 10:52 am Deixe um comentário

O Pulsar do Campeonato – Taça do Ribatejo – 2ª Jornada

Pulsar-TRibatejo-2

(“O Templário”, 19.10.2017)

Da 2.ª jornada da fase de grupos da Taça do Ribatejo resulta já o apuramento de sete dos 16 clubes que avançarão para os 1/8 de final da competição, tendo, todos eles, somado dois triunfos nas duas partidas disputadas: os primodivisionários Mação, U. Abrantina, Ferreira do Zêzere e Fazendense, a que se juntam, do escalão secundário, U. Atalaiense, Alferrarede e U. Santarém.

Destaques – O primeiro destaque vai para o jogo grande da jornada, disputado em Mação, no qual os maçaenses confirmaram a sua senda triunfal, depois de três vitórias no campeonato, da conquista da Supertaça e de terem ganho também o jogo de abertura desta Taça.

Desta feita, recebendo o União de Tomar, numa partida que colocou frente a frente dois dos principais candidatos aos títulos nas provas distritais, a equipa de Mação começou por ser surpreendida com uma entrada forte dos tomarenses, a assumir o domínio do jogo desde início, cedo se colocando em vantagem, na sequência de uma grande penalidade, a sancionar derrube a Wemerson, que surgira isolado frente ao guardião. Ainda não estavam decorridos dez minutos, mas, até final do primeiro tempo, a toada de jogo manter-se-ia a favor dos unionistas, que, por mais de uma vez, poderiam ter ampliado o marcador.

Porém, o rumo dos acontecimentos alterar-se-ia, também antes dos dez minutos da segunda parte, e igualmente na conversão de uma grande penalidade, bastante controversa, que proporcionou à turma da casa igualar o marcador. Para, pouco mais de cinco minutos volvidos, à passagem da hora de jogo, se concretizar a reviravolta no marcador, num lance de contra-ataque. Mesmo em inferioridade numérica no quarto de hora final, o resultado não se alteraria, fixando-se em 2-1 a favor do Mação, um desfecho penalizador para o labor dos unionistas.

Merece também sublinhado a grandiosa goleada aplicada pela U. Abrantina ao At. Pernes (9-0)!

Na mesma série, realce ainda para os sete golos do Alferrarede-Ortiga, com triunfo tangencial do grupo de Alferrarede (4-3), que, tal como referido, lhes proporciona, desde já, a qualificação.

O Riachense, pretendendo rectificar a má imagem da estreia, obteve também uma goleada, por 5-0, na recepção ao Porto Alto, que, ainda assim, dificilmente lhe permitirá manter aspirações a prosseguir na competição, dado o excelente desempenho do Glória do Ribatejo.

O mesmo desfecho foi obtido também pelo U. Santarém, na recepção ao Vale da Pedra, o que, neste caso, resultou, desde já, no apuramento dos escalabitanos.

Menção ainda aos categóricos triunfos (ambos por margem de 3-0), da U. Atalaiense sobre o Caxarias e do Ferreira do Zêzere sobre o Pego, com os “donos da casa”, em ambos os casos, a “carimbar” também a passagem à fase a eliminar.

Por fim, anota-se igualmente o triunfo “fora de portas” do Pontével, frente ao Forense (3-2).

Surpresas – Depois da surpresa provocada na jornada inicial, a turma da Glória do Ribatejo foi, desta feita, arrancar um nulo na deslocação a Almeirim, frente ao União local, em mais um resultado de pasmo, colocando-se em situação privilegiada para chegar aos 1/8 de final.

Outra surpresa da ronda aconteceu em Marinhais, onde a equipa da casa impôs também um nulo ao favorito Cartaxo. Não obstante, os cartaxeiros mantêm ainda forte opção de apuramento, bastando-lhes, para tal, ganhar ao Salvaterrense por margem superior a um golo.

Também algo imprevisto foi o empate (1-1) concedido pelo Moçarriense, na recepção ao Barrosense. Por fim, uma “meia-surpresa” ocorreu na Ribeira de Santarém, com a vitória dos Caixeiros sobre o Samora Correia, pese embora mercê de um solitário tento.

Confirmações – Nas restantes partidas, os favoritos confirmaram o seu teoricamente superior poderio. Assim sucedeu no Aldeiense-At. Ouriense (1-4), no retomar do clássico Torres Novas-Tramagal (4-0) e no Fazendense-Benfica do Ribatejo (com um tangencial 2-1).

Taça de Portugal – Após a disputa da eliminatória correspondente aos 1/32 de final, não subsiste já qualquer equipa do distrito de Santarém em prova, entretanto afastadas por formações de escalão superior, as quais confirmaram o favoritismo que lhes era atribuído, ganhando pela mesma marca (3-0, em ambos os casos). Em relação ao Fátima, actuando no seu reduto, face ao Chaves, da I Liga, o desfecho da partida cedo ficou decidido. Já o Coruchense, defrontando, fora de casa, o Arouca (despromovido da I Liga no final da época anterior), causou surpresa durante mais de uma hora, período durante o qual conseguiu manter o nulo, apenas nos derradeiros cinco minutos se tendo avolumado o marcador, com dois tentos sofridos.

Antevisão – Estão de regresso os campeonatos, pontificando especialmente, na divisão principal, os confrontos Cartaxo-Mação e U. Almeirim-Amiense, com os dois actuais líderes a serem colocados perante fortes desafios. Também de interesse será a partida que coloca frente a frente o At.Ouriense e o Samora Correia, a qual se apresenta de prognóstico imprevisível.

Numa jornada em que os favoritos actuam quase todos em terreno alheio, o Fazendense desloca-se a Ferreira do Zêzere, enquanto o União de Tomar vai de viagem até à Moçarria, encontrando portanto, em ambos os casos, equipas só com derrotas no campeonato, pese embora com comportamentos diferenciados na Taça do Ribatejo.

No escalão secundário, o destaque vai para o “derby” Marinhais-Glória do Ribatejo.

No Campeonato de Portugal, o Fátima, muito necessitado de pontos, viaja até aos Açores, para defrontar o Praiense (ilha Terceira), tal como sucede aliás com o Coruchense, que visita o Guadalupe (ilha Graciosa), actualmente penúltimo classificado da série. Por seu lado, o Alcanenense, mais confortável na tabela (partilha o 2.º posto), recebe o Sacavenense.

(Artigo publicado no jornal “O Templário”, de 19 de Outubro de 2017)

22 Outubro, 2017 at 11:00 am Deixe um comentário

Liga Europa – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo C
Hoffenheim – Başakşehir – 3-1
Sp. Braga – Ludogorets – 0-2

1º Ludogorets, 7; 2º Sp. Braga, 6; 3º Hoffenheim, 3; 4º Başakşehir, 1

Grupo I
Olympique Marseille – V. Guimarães – 2-1
Konyaspor – Salzburg – 0-2

1º Salzburg, 7; 2º Marseille, 6; 3º Konyaspor, 3; 4º V. Guimarães, 1

(mais…)

19 Outubro, 2017 at 10:01 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada – Resultados e Classificações

Grupo A
Benfica – Manchester United – 0-1
CSKA Moskva – Basel – 0-2

1º Manchester United, 9; 2º Basel, 6; 3º CSKA Moskva, 3; 4º Benfica, 0

Grupo B
Bayern – Celtic – 3-0
Anderlecht – Paris St.-Germain – 0-4

1º Paris St.-Germain, 9; 2º Bayern, 6; 3º Celtic, 3; 4º Anderlecht, 0

Grupo C
Chelsea – Roma – 3-3
Qarabağ – At. Madrid – 0-0

1º Chelsea, 7; 2º Roma, 5; 3º At. Madrid, 2; 4º Qarabağ, 1

Grupo D
Barcelona – Olympiakos – 3-1
Juventus – Sporting – 2-1

1º Barcelona, 9; 2º Juventus, 6; 3º Sporting, 3; 4º Olympiakos, 0

Grupo E
Maribor – Liverpool – 0-7
Spartak Moskva – Sevilla – 5-1

1º Liverpool e Spartak Moskva, 5; 3º Sevilla, 4; 4º Maribor, 1

Grupo F
Feyenoord – Shakthar Donetsk – 1-2
Manchester City – Napoli – 2-1

1º Manchester City, 9, 2º Shakthar Donetsk, 6; 3º Napoli, 3; 4º Feyenoord, 0

Grupo G
RB Leipzig – FC Porto – 3-2
Monaco – Beşiktaş – 1-2

1º Beşiktaş, 9; 2º RB Leipzig, 4; 3º FC Porto, 3; 4º Monaco, 1

Grupo H
Real Madrid – Tottenham – 1-1
APOEL – B. Dortmund – 1-1

1º Real Madrid e Tottenham, 7; 3º B. Dortmund e APOEL, 1

18 Outubro, 2017 at 9:40 pm Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 3ª Jornada (Benfica – Manchester United)

 

BenficaBenfica – Mile Svilar, Douglas, Luisão, Rúben Dias, Álex Grimaldo, Ljubomir Fejsa, Eduardo Salvio (83m – Franco Cervi), Pizzi (59m – Andrija Živković), Filipe Augusto, Diogo Gonçalves (69m – Jonas) e Raúl Jiménez

Manchester UnitedManchester United – David de Gea, Antonio Valencia, Victor Lindelöf, Chris Smalling, Daley Blind, Juan Mata (83m – Jesse Lingard), Ander Herrera, Nemanja Matić, Marcus Rashford (76m – Anthony Martial), Henrikh Mkhitaryan (90m – Scott McTominay) e Romelu Lukaku

0-1 – Marcus Rashford – 64m

Cartões amarelos – Luisão (5m) e Diogo Gonçalves (54m); Antonio Valencia (41m) e Jesse Lingard (90m)

Cartão vermelho – Luisão (90m)

Árbitro – Felix Zwayer (Alemanha)

Uma equipa do Benfica distante da sua melhor forma, ainda à procura dos melhores “acertos tácticos”, mas sobretudo carenciada de confiança, que só as vitórias podem proporcionar, enfrentava hoje uma difícil missão, atendendo à conjuntura – duas derrotas das duas rondas iniciais da prova – e ao adversário.

Rui Vitória praticamente operou uma “revolução” no onze inicial, confiando a baliza a um jovem guarda-redes, acabado de fazer 18 anos, que se estreava ao mais alto nível (o guardião mais jovem de sempre em jogos da Liga dos Campeões), para além de ter apostado também em Douglas (que ainda não jogara no campeonato) e nos jovens Rúben Dias e Diogo Gonçalves.

A estratégia adoptada foi a de reforçar o meio-campo (com Filipe Augusto junto a Fejsa), procurando ganhar em segurança defensiva, o que, porém, teria contraponto, na enorme dificuldade patenteada em estender o jogo, o que, no final da partida, se saldaria por nenhum remate enquadrado com a baliza adversária!

Para além disso, depois de uma meia-hora inicial em que o Benfica ainda procurou repartir a iniciativa, viria a baixar as linhas, cedendo o controlo do jogo ao Manchester United, começando, nos últimos dez minutos, a sofrer uma intensa pressão na sua zona defensiva.

Na segunda metade os contornos do jogo não se alterariam muito, com a turma inglesa confiante que o golo acabaria por surgir, mais tarde ou mais cedo.

E acabaria mesmo por chegar, da forma porventura mais inesperada, pelo caricato da situação: depois de ter já ensaiado dois cantos directos, Rashford, na sequência de um livre, rematou em profundidade, aproveitando o adiantamento de Svilar, que, inadvertidamente, ao recuar para conseguir segurar a bola, entraria notoriamente pela baliza dentro, numa infantilidade incrível, própria de um guarda-redes sem qualquer experiência…

Até final, o marcador não se alteraria, dado que o Manchester United estava satisfeito com o resultado.

A derrota benfiquista ficava indelevelmente associada ao erro de Svilar, mas, a verdade, é que, ao longo dos noventa minutos, a ideia que prevaleceu sempre foi de que, em qualquer outra oportunidade, os ingleses acabariam por marcar.

18 Outubro, 2017 at 9:39 pm Deixe um comentário

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