Archive for 22 Junho, 2014

Mundial 2014 – Resultados e Classificações – 2ª jornada

GRUPO A        Jg  V  E  D   G  Pt  Brasil-Croácia........3-1
Brasil     Brasil  2  1  1  -  3-1  4  México-Camarões.......1-0
México     México  2  1  1  -  1-0  4  Brasil-México.........0-0
Croácia    Croácia  2  1  -  1  5-3  3  Camarões-Croácia......0-4
Camarões   Camarões  2  -  -  2  0-5  -  Camarões-Brasil.......---
                                    Croácia-México........---

GRUPO B        Jg  V  E  D   G  Pt  Espanha-Holanda.......1-5
Holanda    Holanda  2  2  -  -  8-3  6  Chile-Austrália.......3-1
Chile      Chile  2  2  -  -  5-1  6  Austrália-Holanda.....2-3
Austrália  Austrália  2  -  -  2  3-6  -  Espanha-Chile.........0-2
Espanha    Espanha  2  -  -  2  1-7  -  Austrália-Espanha.....---
                                    Holanda-Chile.........---

GRUPO C        Jg  V  E  D   G  Pt  Colômbia-Grécia.......3-0
Colômbia   Colômbia  2  2  -  -  5-1  6  C. Marfim-Japão.......2-1
C. Marfim  Costa do Marfim  2  1  -  1  3-3  3  Colômbia-C. Marfim....2-1
Japão      Japão  2  -  1  1  1-2  1  Japão-Grécia..........0-0
Grécia     Grécia  2  -  1  1  0-3  1  Japão-Colômbia........---
                                    Grécia-C. Marfim......---

GRUPO D        Jg  V  E  D   G  Pt  Uruguai-Costa Rica....1-3
Costa Rica Costa Rica  2  2  -  -  4-1  6  Inglaterra-Itália.....1-2
Itália     Itália  2  1  -  1  2-2  3  Uruguai-Inglaterra....2-1
Uruguai    Uruguai  2  1  -  1  3-4  3  Itália-Costa Rica.....0-1
Inglaterra Inglaterra  2  -  -  2  2-4  -  Itália-Uruguai........---
                                    Costa Rica-Inglaterra.---

GRUPO E        Jg  V  E  D   G  Pt  Suíça-Equador.........2-1
França     França  2  2  -  -  8-2  6  França-Honduras.......3-0
Equador    Equador  2  1  -  1  3-3  3  Suíça-França..........2-5
Suíça      Suíça  2  1  -  1  4-6  3  Honduras-Equador......1-2
Honduras   Honduras  2  -  -  2  1-5  -  Honduras-Suíça........---
                                    Equador-França........---

GRUPO F        Jg  V  E  D   G  Pt  Argentina-Bósnia-Herz.2-1
Argentina  Argentina  2  2  -  -  3-1  6  Irão-Nigéria..........0-0
Nigéria    Nigéria  2  1  1  -  1-0  4  Argentina-Irão........1-0
Irão       Irão  2  -  1  1  0-1  1  Nigéria-Bósnia-Herz...1-0
Bósnia-HerzBósnia-Herzegovina  2  -  -  2  1-3  -  Nigéria-Argentina.....---
                                    Bósnia-Herz.-Irão.....---

GRUPO G        Jg  V  E  D   G  Pt  Alemanha-Portugal.....4-0
Alemanha   Alemanha  2  1  1  -  6-2  4  Gana-EUA..............1-2
EUA        EUA  2  1  1  -  4-3  4  Alemanha-Gana.........2-2
Gana       Gana  2  -  1  1  3-4  1  EUA-Portugal..........2-2
Portugal   Portugal  2  -  1  1  2-6  1  EUA-Alemanha..........---
                                    Portugal-Gana.........---

GRUPO H        Jg  V  E  D   G  Pt  Bélgica-Argélia.......2-1
Bélgica    Bélgica  2  2  -  -  3-1  6  Rússia-Coreia Sul.....1-1
Argélia     Argélia 2  1  -  1  5-4  3  Bélgica-Rússia........1-0
Rússia     Rússia  2  -  1  1  1-2  1  Coreia Sul-Argélia....2-4
Coreia Sul Coreia Sul  2  -  1  1  3-5  1  Coreia Sul-Bélgica....---
                                    Argélia-Rússia........---

Melhores marcadores

3 golos – Thomas Müller (Alemanha), Arjen Robben (Holanda), Robin van Persie (Holanda), Karim Benzema (França) e Enner Valencia (Equador)

2 golos – Neymar (Brasil), Tim Cahill (Austrália), Mario Mandžukić (Croácia), James Rodriguez (Colômbia), Gervinho (Costa do Marfim), Luis Suárez (Uruguai), Lionel Messi (Argentina), André Ayew (Gana) e Clint Dempsey (EUA)

Marcadores (2.ª jornada) – Arjen Robben (Holanda), Tim Cahill (Austrália), Mile Jedinak (Austrália), Robin van Persie (Holanda), Memphis Depay (Holanda), Eduardo Vargas (Chile), Charles Aránguiz (Chile), Ivica Olic (Croácia), Ivan Perišić (Croácia), Mario Mandžukić (Croácia) – 2, James Rodriguez (Colômbia), Juan Quintero (Colômbia), Gervinho (Costa do Marfim), Luis Suárez (Uruguai) – 2, Wayne Rooney (Inglaterra), Bryan Ruiz (Costa Rica), Olivier Giroud (França), Blaise Matuidi (França), Mathieu Valbuena (França), Karim Benzema (França), Moussa Sissoko (França), Blerim Dzemaili (Suíça), Granit Xhaka (Suiça), Carlos Costly (Honduras), Enner Valencia (Equador) – 2, Lionel Messi (Argentina), Mario Götze. André Ayew (Gana), Asamoah Gyan (Gana), Miroslav Klose (Alemanha), Peter Odemwingie (Nigéria), Divock Origi (Bélgica), Islam Slimani (Argélia), Rafik Halliche (Argélia), Abdelmoumene Djabou (Argélia), Heung-Min Son (Coreia do Sul), Yacine Brahimi (Argélia), Koo Ja-Cheol (Coreia do Sul), Nani (Portugal), Jermaine Jones (EUA), Clint Dempsey (EUA) e Silvestre Varela (Portugal)

22 Junho, 2014 at 11:57 pm Deixe um comentário

Mundial 2014 – EUA – Portugal

EUA Portugal 2-2

EUA Tim Howard; Fabian Johnson, Geoff Cameron, Matt Besler, DaMarcus Beasley, Alejandro Bedoya (72m – DeAndre Yedlin), Kyle Beckerman, Michael Bradley, Jermaine Jones, Graham Zusi (90m – Omar Gonzalez) e Clint Dempsey (87m – Chris Wondolowski)

Portugal Beto; João Pereira, Bruno Alves, Ricardo Costa e André Almeida (45m – William Carvalho); Miguel Veloso, João Moutinho e Raul Meireles (69m – Silvestre Varela); Nani, Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (16m – Éder)

0-1 – Nani – 5m
1-1 – Jermaine Jones – 64m
2-1 – Clint Dempsey – 81m
2-2 – Silvestre Varela – 90m

Se o jogo inaugural da selecção portuguesa neste Mundial dera já claros indícios – mesmo mitigados ou, noutra perspectiva, porventura mascarados, pelas características especiais dessa partida, e a forma como a mesma se desenrolou, com diversas incidências desfavoráveis, desde o penalty muito cedo, a expulsão e as lesões, logo de seguida – de que algo não estava bem, este segundo desafio veio efectivamente confirmar, agora já sem margem para o “benefício da dúvida”, que há, aliás, muitas coisas que não estão bem.

Começando por beneficiar, logo nos minutos iniciais, de um golo feliz, fruto de uma deficiente intervenção do defesa-central estado-unidense, que, ao procurar afastar a bola, a colocou de “bandeja” nos pés de Nani, que não se fez rogado, com frieza e eficácia, dando a melhor sequência ao lance, marcando o primeiro golo português – Portugal praticamente entrou em campo a ganhar.

O “mais difícil” parecia estar feito: um golo que pudesse dar confiança e serenidade ao grupo, e que o motivasse para a necessária vitória. Eis senão quando, de forma surpreendente, a equipa nacional rapidamente perdeu o controlo do jogo, não só cedendo a iniciativa ao adversário, como, mais, vendo-se mesmo empurrada para a sua zona defensiva, perante as sucessivas investidas americanas.

Durante meia hora, não conseguindo nunca acertar as marcações, dando sempre a sensação de estar em inferioridade na zona nevrálgica do meio-campo, a selecção portuguesa esteve à mercê do adversário, que, muito rematador, ameaçava o tento do empate, que Beto, atento e concentrado, por algumas vezes teve de negar.

Curiosamente, seria depois de uma inédita paragem do jogo, determinada pelo árbitro, cerca dos 37 minutos – para que os jogadores se pudessem refrescar e recuperar do ambiente sufocante de Manaus, em plena floresta da Amazónia, hidratando-se -, que os portugueses se conseguiriam libertar também da pressão contrária, criando duas flagrantes ocasiões de golo, desperdiçando o que seria o 2-0, praticamente a findar a primeira parte, primeiro com o guardião Howard a defender um bom remate de Nani, e, de seguida, depois de um remate, também de Nani, ao poste, na recarga, de Éder (que substituíra mais um jogador lesionado, Hélder Postiga), novamente o guarda-redes contrário, com uma soberba intervenção, a desviar miraculosamente para canto – dois lances que poderiam ter ditado uma história completamente diferente para este encontro.

Ao intervalo, André Almeida, que denotara já, ao longo da primeira parte, grandes dificuldades físicas, seria também substituído. E, no segundo tempo, a toada do jogo não teria grandes alterações, sempre com os EUA em superioridade, a ameaçar o golo, que Ricardo Costa, providencialmente, em cima da linha de baliza, ainda conseguiria salvar, a remate de Bradley. Mas o tento do empate acabaria mesmo por surgir, com um potente e colocado remate de fora da área de Jermaine Jones, a desviar a bola do alcance de Beto.

Consciente de que a igualdade era um resultado comprometedor, Portugal tentaria ainda reagir, com Raul Meireles a ver um remate perigoso travado por Howard. Até que, já nos derradeiros dez minutos, os estado-unidenses chegariam à posição de vantagem, com Dempsey a aproveitar da melhor forma a lentidão de Bruno Alves, que, depois de uma tentativa de corte, caindo no terreno, demoraria a erguer-se, possibilitando assim que o marcador do golo (obtido com um encostar da barriga à bola, completamente desmarcado, à boca da baliza) estivesse em posição regular.

Culminando uma péssima actuação, denotando grandes carências, Portugal estava virtualmente eliminado. Teria ainda um lance bem ilustrativo do estado de descrença e de desnorte, com cinco (!)  jogadores portugueses a serem apanhados em situação de fora de jogo, num único lance.

O segundo golo português, obtido ao minuto 95, cairia literalmente “do céu”, com Silvestre Varela a finalizar na perfeição  a melhor jogada de Cristiano Ronaldo em todo o desafio, com um cruzamento longo, pelo ar, da extrema direita, para o lado contrário da área americana. Um golo que – não obstante poder vir eventualmente a comprometer o apuramento dos EUA – mais não será que um paliativo para Portugal…

No final deste jogo, impunha-se como inevitável a sensação de amadorismo que toda a presença de Portugal neste Mundial denota, a nível de organização, planeamento e preparação, desde a escolha do local de estágio (Campinas), ao timing de chegada ao Brasil (praticamente em cima do arranque da prova) e de deslocação para os locais de jogo, passando pelas sucessivas lesões (Hugo Almeida, Fábio Coentrão, Rui Patrício, Hélder Postiga, André Almeida).

Uma selecção excessivamente dependente de Cristiano Ronaldo, que, pese embora o espírito de sacrifício que revela, não estando obviamente em condições, acaba por, mesmo que involuntariamente, ser mais prejudicial que benéfico ao grupo, que – envelhecido, em fim de ciclo, com notória falta de ritmo – não consegue suprir o sub-rendimento do seu capitão, o qual, inevitavelmente, acaba por provocar desequilíbrios na ocupação do espaço, em particular no controlo da zona intermediária, e nas tarefas defensivas, tornando a equipa vulnerável às investidas adversárias.

No imediato pós-jogo, o discurso derrotista do responsável técnico pela selecção (Paulo Bento), assim, como, antes, de Nani, é claro sintoma de que (já) ninguém acredita na selecção, nem os próprios…

As hipóteses matemáticas de apuramento – necessidade de reverter uma desvantagem de cinco golos, e no pressuposto, indispensável, que não haja empate no Alemanha-EUA – mais não passam do que de uma miragem; objectivamente, não seria impossível Portugal ganhar por três ao Gana, e que a Alemanha ganhasse aos EUA por dois golos de diferença, o que bastaria para concretizar tal qualificação – sendo que, por outro lado, subsiste inclusivamente o cenário de eventual necessidade de recurso a sorteio para desempatar as equipas, por exemplo, caso Portugal vencesse por 2-0 e os EUA perdessem por 0-3! Mas, no contexto presente, tal não deixaria de ser como que um milagre…

Cartão amarelo – Jermaine Jones (75m)

Árbitro – Nestor Pitana (Argentina)

Arena Amazónia – Manaus (23h00)

22 Junho, 2014 at 11:55 pm Deixe um comentário

Rui Costa vence Volta a Suíça em bicicleta pelo 3.º ano consecutivo

O ciclista português Rui Costa, de 27 anos, sagrou-se hoje vencedor, pelo terceiro ano consecutivo, da Volta a Suíça em bicicleta, após ter vencido a etapa final da prova. Foi a seguinte a classificação geral final da prova:

1.º Rui Costa (Portugal) – Lampre-Merida – 33:08.35
2.º Mathias Frank (Suíça) – IAM Cycling – a 0.33
3.º Bauke Mollema (Holanda) – Belkin – a 0.50
4.º Tony Martin (Alemanha) – Omega Pharma-Quick Step – a 1.13
5.º Tom Dumoulin (Holanda) – Giant-Shimano – a 2.04
6.º Steve Morabito (Suíça) – BMC – a 2.47
7.º Davide Formolo (Itália) – Cannondale – a 3.00
8.º Roman Kreuziger (R. Checa) – Tinkoff-Saxo – a 3.03
9.º Janier Acevedo Calle (Colômbia) – Garmin-Sharp – a 3.20
10.º Eros Capecchi (Itália) – Movistar – a 3.46

Para além da tripla vitória na Suíça, o actual Campeão do Mundo de ciclismo ganhou também, na sua carreira, o Grande Prémio Ciclista de Montreal (2011), 3 etapas do “Tour de France” (2011 e 2013), 5 etapas na Volta a Suíça (2010, 2012, 2013 e 2014), 4 dias de Dunkerque (2009), Volta à Comunidade de Madrid (2011) e a clássica “Primavera de Amorebieta (2013), tendo sido 2.º classificado no Paris-Nice deste ano.

22 Junho, 2014 at 3:43 pm Deixe um comentário

U. Tomar – Centenário (XXXVIII)

Centenario - 38

(“O Templário”, 19.06.2014)

Dando sequência a um trabalho de base que vinha desenvolvendo desde há três anos, o União de Tomar havia já intercalado – entre duas temporadas como que de “lançamento” (as de 1986-87 e de 1988-89, em que obtivera por duas vezes, respectivamente no Campeonato Distrital e no Nacional da III Divisão, o 3.º lugar na classificação final) –, a conquista (em 1987-88) do título de Campeão Distrital, à qual se seguiria, na época de 1989-90, mais um êxito para o seu palmarés.

A 25 de Abril de 1990, recebendo a equipa do Nazarenos, em partida a contar para a 30.ª jornada do Campeonato Nacional da III Divisão, e vencendo categoricamente, por 3-0, o União garantia – ainda com quatro jornadas por disputar – a promoção à II Divisão B, novo escalão que se estrearia precisamente na temporada seguinte, em função da introdução da então denominada II Divisão de Honra, interposta logo abaixo da I Divisão.

«Em tarde bastante perdulária, a turma tomarense, não só deixou fugir uma soberana oportunidade para golear o seu adversário, como também e apenas confirmou a vitória nos derradeiros minutos da contenda.»(1)

A 13 de Maio, com a disputa da 33.ª e penúltima ronda, vencendo em Ferrel por 1-0, os “rubro-negros” confirmavam enfim a conquista de mais um título – o segundo em três anos, ambos sob a direcção técnica de Vítor Esmoriz –, sagrando-se antecipadamente vencedores da Série D da III Divisão, um desfecho que vinham prometendo há já largos meses.

«O União já garantiu a vitória na Série D do Campeonato Nacional da 3.ª Divisão.

Na verdade, em jogo realizado no passado domingo com o Ferrel, os nabantinos ao vencerem por uma bola a zero desfizeram todas as dúvidas (se ainda as havia) acerca de quem seria o campeão da série D na época 89/90.»(2)

«Na parte complementar da contenda, a turma anfitriã, moralizada com o empate ao intervalo e com o forte vento pelas costas, tentou obter dividendos deste facto, só que o conjunto de Vítor Esmoriz, argumentando um futebol de outro gabarito, um futebol tecnicista e rente ao solo, não deu qualquer hipótese aos seus adversários e se o árbitro não anulasse aos 66 minutos de jogo, um golo a Dinis por pretenso fora de jogo, após grande confusão na área da turma da casa, o União de Tomar passaria nessa altura para o comando da partida, no entanto e com a paciência inerente a um campeão, chegou à vitória, quando faltavam 14 minutos para o final contenda, através de um golo de Bernardino, que acabado de entrar na equipa, por troca com Luís Alves, efectuou um primoroso chapéu a Damas.»(3)

Culminando mais uma brilhante temporada – em que liderou, de forma isolada, desde a 10.ª jornada, durante intermináveis seis meses (depois de ter já comandado a prova noutras quatro rondas), lutando principalmente “contra si próprio”, procurando bater, semana a semana, o seu record de invencibilidade, que perduraria durante 25 jornadas – o União,com os 54 pontos obtidos, foi a equipa mais pontuada da III Divisão; sofrendo apenas 14 golos (em 34 jornadas, tendo mantido a inviolabilidade da sua baliza em 22 dessas rondas), a turma unionista registava a defesa menos batida de entre todos os 180 clubes integrantes da I, II e III Divisões Nacionais!

____________

(1) Cf. “Cidade de Tomar”, 27 de Abril de 1990 – Crónica de José Duarte
(2) Cf. “O Templário”, 17 de Maio de 1990
(3) Cf. “Cidade de Tomar”, 18 de Maio de 1990 – Crónica de José Duarte

22 Junho, 2014 at 11:00 am Deixe um comentário


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