Archive for Abril, 2014
Liga dos Campeões – 1/4 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total At. Madrid - Barcelona 1-0 1-1 2-1 Borussia Dortmund - Real Madrid 2-0 0-3 2-3 Chelsea - Paris St.-Germain 2-0 1-3 3-3 Bayern - Manchester United 3-1 1-1 4-2
Real Madrid e Chelsea tiveram de sofrer a bom sofrer para alcançar o apuramento para as 1/2 Finais da Liga dos Campeões: os espanhóis, ancorados numa confortável vantagem de três golos, tiveram de apelar a toda a concentração de Casillas para evitar que os alemães – depois de terem chegado ao 2-0 ainda no primeiro tempo -, conseguissem concretizar num terceiro golo, que levaria a decisão da eliminatória para prolongamento, a intensíssima pressão a que submeteram o adversário; em Londres, a equipa inglesa, assumindo também a iniciativa do jogo, apenas obteria o segundo e decisivo golo a escassos três minutos do final da partida.
O Atlético de Madrid é a grande “sensação” entre as equipas apuradas para as 1/2 Finais da prova, após ter eliminado a poderosa equipa do Barcelona; por seu lado, o Bayern, actual detentor do título, confirmou o seu favoritismo.
Rali de Portugal 2014 – Classificação Final
1º Sébastien Ogier - Julien Ingrassia - VW Polo _____ 3:33:20 2º Mikko Hirvonen - Jarmo Lehtinen - Ford Fiesta RS _ 3:34:04 3º Mads Ostberg - Jonas Andersson - Citroen DS3 _____ 3:34:33 4º Andreas Mikkelsen - Mikko Markkula - VW Polo ____ 3:38:11 5º Henning Solberg - Ilka Minor - Ford Fiesta RS ____ 3:38:31 6º Martin Prokop - Jan Tomanek - Ford Fiesta RS _____ 3:41:48 7º Thierry Neuville - Nicolas Gisoul - Hyundai i20 __ 3:41:53 8º Juho Hanninen - Tomi Tuominen - Hyundai i20 ______ 3:42:12 9º Nasser Al-Attiyah - Giovanni Bernacchini - Ford F_ 3:43:35 10º Jari Ketomaa - Kaj Lindstrom - Ford Fiesta RS ___ 3:43:47 11º Hayden Paddon - John Kennard - Subaru ___________ 3:47.27 12º Bruno Magalhães - Paulo Grave - Peugeot 207 _____ 3:50:14
U. Tomar – Centenário (XXVII)
(“O Templário”, 03.04.2014)
Na sua quarta temporada na I Divisão, em 1972-73, o União de Tomar – então treinado por António Medeiros, que celebrizaria a expressão «Até os peixes do Nabão de hão-de curvar à nossa passagem» – atravessava um período difícil, somando quatro derrotas consecutivas na viragem da primeira para a segunda volta da prova.
Num assomo de honra, a equipa conseguiria ainda esboçar uma reacção, impondo uma igualdade a um golo na recepção ao Sporting, a 7 de Janeiro de 1973, tento marcado num remate de cabeça de Camolas, na sequência de um canto – numa fase em que os unionistas jogavam em inferioridade numérica –, aliás apenas vindo a deixar escapar o triunfo já em período de compensação.
«Afinal, nenhum dos contendores ganhou. E digamos já que assim é que ficou certo, um ponto para cada qual, porque nem o União nem o Sporting tiveram actuação merecedora de triunfo e, se os tomarenses podem lamentar-se de terem estado a vencer só com dez homens e de consentirem a igualdade quando já ninguém contaria com ela, também é verdade que os lisboetas, pelo maior domínio que exerceram, fizeram jus a não retirarem vencidos.
Como se não bastasse, porém, o modesto futebol explanado pelos dois conjuntos, houve a expulsão de um jogador da «casa» e houve, também, o facto de o golo sportinguista ter surgido quando o árbitro já entrava em linha de conta com o tempo perdido pela equipa que estava a ganhar. E, desses dois factores, resultou um final muito triste – dos tais que fazem o descrédito do futebol e levam a que dele se afaste, cada vez mais, quem vai aos jogos para assistir a um espectáculo e não para sair de lá incomodado.»(1)
«Águas, aos 3 minutos, depois de ter sido lançado em profundidade por M. José, esgueira-se a C. Pereira e José Carlos, e à entrada da grande área tem potente remate fazendo a bola embater na trave, ante a impossibilidade de Damas lhe chegar. Com um pouco mais de sorte teria sido um golão, mas serviu para mostrar que a equipa não se entregaria e teriam de contar com ela.
A turma unionista, conseguia assim, manter não só sobre Águas, como também sobre Camolas e Pavão, uma vigilância que lhe permitia, a meio campo, manter uma luta de igual para igual, não permitindo que a equipa leonina tomasse conta do encontro. Com o jogo a desenrolar-se ora num meio campo ora noutro, assistiu-se a uma bela primeira parte […].»(2)
«O resultado verificado no final do encontro, tendo numa maneira geral, sido o que mais se ajusta ao trabalho desenvolvido por ambas as equipas, deixa no entanto uma – a do UNIÃO DE TOMAR – mais insatisfeita, pois foi aquela que estava à beira do triunfo, fugindo-lhe precisamente no último minuto que o árbitro concedeu para o jogo.»(3)
A verdade é que, até à derradeira jornada dessa época, o União completaria uma longa “travessia do deserto”, de mais de seis meses sem conseguir ganhar no campeonato, o que, inevitavelmente, se traduziria a nível da classificação final…
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Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão) – AZ – Benfica
AZ – Esteban Alvarado, Mattias Johansson, Jeffrey Gouweleeuw, Nick Viergever, Simon Poulsen (49m – Jóhann Gudmundsson), Roy Beerens, Nemanja Gudelj (80m – Markus Henriksen), Celso Ortiz, Viktor Elm, Steven Berghuis e Aron Jóhannsson
Benfica – Artur, Maxi Pereira, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Rúben Amorim (39m – André Almeida), André Gomes, Eduardo Salvio, Nico Gaitán, Rodrigo (77m – Lazar Marković) e Óscar Cardozo (64m – Lima)
0-1 – Eduardo Salvio – 48m
Cartões amarelos – Mattias Johansson (79m); Nico Gaitán (61m), Siqueira (90m), Eduardo Salvio (90m) e Maxi Pereira (90m)
Árbitro – Svein Oddvar Moen (Noruega)
Defrontando o 7.º classificado do campeonato holandês, a larga distância dos lugares de topo da tabela, o Benfica assumia-se como favorito, não só para a eliminatória, mas, inclusivamente, para este jogo.
Porém, nos minutos iniciais seria de alguma forma surpreendido por uma entrada determinada da equipa holandesa, apenas conseguindo reequilibrar a partida após o quarto de hora inicial. A partir daí, sempre numa toada repartida, o Benfica foi, não obstante, dando sinais de que poderia chegar ao golo, o que não conseguiria contudo concretizar até final do primeiro tempo.
Mas, logo a abrir a metade complementar do desafio, Eduardo Salvio regressava aos golos, após longa paragem, devido a lesão, colocando a equipa portuguesa em vantagem. Até final, o Benfica poderia ainda ter ampliado o marcador, mas não seria eficaz na concretização de algumas ocasiões de perigo de que dispôs. Acabaria por preocupar-se mais em gerir a vantagem do que aumentá-la.
Alcançou, não obstante, o terceiro triunfo em terreno alheio, em outras tantas eliminatórias da presente edição da “Liga Europa”, partindo assim, pela terceira vez, em vantagem para a partida da 2.ª mão, onde terá de confirmar a sua superioridade, de forma a evitar os sustos que passou na ronda anterior, face ao Tottenham.
Liga Europa – 1/4 Final (1ª mão)
AZ - Benfica 0-1 Lyon - Juventus 0-1 Basel - Valencia 3-0 FC Porto - Sevilla 1-0
Ambas as equipas portuguesas obtiveram resultados positivos, duas vitórias que as colocam em posição de vantagem e de favoritas para o apuramento para as 1/2 Finais da Liga Europa, favoritismo que necessitarão confirmar na segunda mão desta eliminatória. Tal como nos 1/8 Final o Benfica começa a vencer fora, enquanto o FC Porto, repetindo o resultado obtido frente ao Napoli, espera que o desfecho seja idêntico.
Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)
01.04.2014 - Barcelona - At. Madrid 1-1 02.04.2014 - Real Madrid - Borussia Dortmund 3-0 02.04.2014 - Paris St.-Germain - Chelsea 3-1 01.04.2014 - Manchester United - Bayern 1-1
As equipas do Real Madrid e do Paris St.-Germain parecem ter dado um passo determinado em direcção às 1/2 Finais da Liga dos Campeões, tendo por outro lado At. Madrid e Bayern obtido resultados “favoráveis” no terreno dos respectivos adversários.





