Archive for Novembro, 2007

"Monumentos de Escrita"

15 Novembro, 2007 at 2:25 am Deixe um comentário

Pedro Lamy Campeão do Mundo "Le Mans Series"

O português Pedro Lamy e o francês Stéphane Sarrazin (ao volante de um Peugeot 908) acabam de sagrar-se Campeões do Mundo de automobilismo “Le Mans Series”, concluindo a última prova do campeonato (Mil Milhas de Interlagos) no segundo lugar, assim superando a dupla Jean-Christophe Bouillon e Emmmanuel Collard (Pescarolo-Judd).

As seis provas deste Campeonato do Mundo de Resistência foram vencidas pelos carros da equipa Peugeot: três pela dupla que Pedro Lamy integra e, as restantes três, por Nicolas Minassian e Marc Gene (vencedores no Brasil).

10 Novembro, 2007 at 11:55 pm Deixe um comentário

Jottit – Screencast

Já aqui tive oportunidade de referir a simplicidade e versatilidade do Jottit, a forma mais fácil para criar uma página na Internet, com uma filosofia básica: tão somente uma caixa de texto, na qual podemos escrever o que pretendermos.

Convido-o agora a ver este screencast (preparado pela “Demo Girl“), exemplificando cabalmente a sua forma de utilização e funcionamento.

9 Novembro, 2007 at 6:01 pm Deixe um comentário

"O Sétimo Selo" (V)

Com o reencontro com Filipe (que se especializara entretanto na área da Energia, em particular do Petróleo), Tomás é informado sobre o falhanço do Protocolo de Quioto – em que a maior parte dos países desenvolvidos assumira o compromisso de, até 2012, reduzir as emissões globais de dióxido de carbono para valores inferiores aos de 1990… nunca ratificado pelos EUA.

Tomando também conhecimento das previsões alarmistas de que o cruzar de uma determinada temperatura crítica poderá vir a desencadear fenómenos descontrolados, perdida a capacidade de auto-regulação da Terra.

Sendo ainda alertado para o efeito – que ignorava – do metano (presente por baixo do gelo da tundra da Sibéria) sobre o aquecimento global… chegando ao extremo de se falar mesmo de “extinção em massa”!

Concluindo com a estranha descontracção (apatia ou autismo?!) pública face ao aquecimento global, em contraponto ao pânico manifestado pelos peritos, Filipe colocaria a interrogação:

“Quando os cientistas do painel da ONU vieram a público e confirmaram que, nas próximas décadas, as tempestades vão ficar mais violentas, o deserto irá alastrar para mais de metade do planeta e o nível do mar vai subir uma dezena de metros ou mais, o que seria normal acontecer? Acho que a CNN teria de interromper a emissão com grande espalhafato, milhões de pessoas deveriam ter saído às ruas em terror a exigir mudanças imediatas na política energética, os dirigentes políticos teriam de vir à televisão anunciar medidas de emergência para enfrentar esta catástrofe”.

As aventuras romanescas prosseguiriam, ainda com passagem pela Austrália, desde Sydney ao Uluru… mas – à parte algumas curiosidades adicionais a propósito da exploração do petróleo (e as referências bibliográficas de apoio) – isso já pouco virá acrescentar de realmente útil a este livro.

9 Novembro, 2007 at 1:51 pm Deixe um comentário

"O Sétimo Selo" (IV)

E será Nadia a colocar Tomás a par das recentes evoluções climatológicas na Sibéria – com um aumento da temperatura média de 5 graus nos últimos 30 anos – com locais em que o gelo da tundra começa a derreter, surgindo a terra a descoberto, um fenómeno que não ocorria há milénios, permitindo especular sobre a possibilidade de deixar de haver gelo permanente no Pólo Norte antes de 2030.

Sublinhando a constatação de que – desde que em 1850 se iniciaram os registos de temperaturas – 11 dos 12 anos mais quentes ocorreram desde 1995!

Um aquecimento entre 1 e 6 graus, previsto para o século XXI (pelo Painel intergovernamental de cientistas criado pela ONU) – desencadeado pelo efeito de estufa provocado pelo dióxido de carbono libertado para a atmosfera, decorrente da queima de combustíveis fósseis -, resultando num Verão permanente por toda a parte, com “secas cada vez mais graves, tempestades crescentemente violentas, incêndios florestais generalizados“… culminando inclusivamente no alastrar de doenças tropicais.

Tendência que conduz inevitavelmente à subida do nível do mar, com consequências igualmente desastrosas; a somar aos 17 centímetros de subida já verificada desde o início do século XX, bastarão mais cerca de 50 centímetros para que toda a Polinésia fique submersa… assim como parte do litoral português. Uma estimativa de subida que pode exceder os 4 metros, atingindo os 7 metros, faria com que muitas ilhas e parte da costa de todos os continentes ficassem também abaixo do nível da água. Mas com o alerta de que essa estimativa poderá vir ainda a ser largamente excedida pela realidade.

Situações agravadas com a crescente industrialização da China e da Índia, com um modelo de desenvolvimento igualmente assente nos combustíveis fósseis.

Um verdadeiro Apocalipse em perspectiva, para o qual urge – de uma vez por todas – tomar consciência!

9 Novembro, 2007 at 8:37 am Deixe um comentário

"O Sétimo Selo" (III)

Ficamos então a saber que o petróleo corresponde a restos de matéria viva, derivando da gordura de animais mortos há milhões de anos – a qual compreende hidrogéneo, que aliado ao carbono (elemento mais comum nos seres vivos), origina os hidrocarbonetos, num processo complexo que requer condições ideais de temperatura (entre os 100 e os 135 graus Celsius) e profundidade, durante determinado período de tempo. E ainda que, dos 600 sistemas existentes no planeta com condições para a produção de petróleo, 400 estão a ser ou já foram explorados, encontrando-se os restantes em zonas de águas profundas ou no Árctico.

São-nos mencionados os primórdios da exploração petrolífera, com as grandes companhias europeias e americanas a instalarem-se no Irão, Iraque e Arábia Saudita, tal como a nacionalização decidida pelo Irão em 1951, e a criação da OPEP em 1961. Ao mesmo tempo que é apontado que o pico de produção dos EUA e Canadá foi já atingido na década de 70 do século passado, estimando-se que esse pico seja atingido até 2015 no que respeita ao petróleo com origem fora dos países membros da OPEP. É ainda destacado o consumo anual superior a 24 mil milhões de barris.

A extrema dependência do actual modelo de desenvolvimento provocou já convulsões significativas em fases de ruptura temporária da produção, em 1974, 1979 e 1991, questionando-se os efeitos de uma ruptura permanente, cuja ocorrência será apenas uma questão de tempo, dependendo das reais (e actualmente ignoradas) reservas dos membros da OPEP.

A etapa seguinte do périplo conduz Tomás de Noronha à Rússia, a Moscovo, onde conhece o seu o novo e efémero par, Nadezhda (ou, simplesmente, Nadia, uma estudante universitária de Climatologia), no ponto de partida para uma longa viagem de Transiberiano… até à Sibéria, no trilho do reencontro com um antigo colega de liceu.

8 Novembro, 2007 at 1:53 pm Deixe um comentário

"O Sétimo Selo" (II)

Dissecadas as fraquezas romanescas de “O Sétimo Selo”, abordemos então os seus méritos, em particular na divulgação da ameaça provocada pelo aquecimento global.

Apoiando-se em reputados especialistas, na área das mudanças climáticas (Filipe Duarte Santos), e na área energética (Nuno Ribeiro da Silva), é de forma impressiva que José Rodrigues dos Santos assume a vertente didáctica (aqui e ali, exagerando em repetitivas descrições, recorrendo a emissores e a diálogos nem sempre verosímeis), apresentando e explicando de forma pormenorizada as causas e impactos do consumo de combustíveis de origem fóssil.

Em flashback, a acção inicia-se na Antárctida, no Pólo Sul, com o desmoronar (e desaparecimento) – consequência do aquecimento do planeta – de uma plataforma de mais de duzentos metros de espessura de gelo… e com o assassinato de um cientista perito em climatologia.

Desaparecimento que alterará o equilíbrio entre o mais quente ar marítimo e a temperatura dos glaciares, vindo a provocar o degelo e consequente aumento do nível das águas do mar.

O assassínio de um segundo cientista, professor de Física na Universidade de Barcelona – sendo que, ao lado de ambos os corpos, fora encontrado um papel com um estranho sinal, com os dígitos 666 – constituiria o fundamento para o recurso ao protagonista, Tomás de Noronha, perito em criptanálise.

Iniciando a sua missão em Viena, na sede da OPEP, tendo por interlocutor um saudita, somos transportados até à erupção – em 1901, numa perfuração em Spindletop, no Texas – de gás metano líquido e negro, a que viríamos a chamar petróleo, revelando-se então, pela primeira vez, como um recurso energético abundante (bastante mais potente, seguro e limpo do que o carvão, até então a matéria-prima de base), permitindo o desenvolvimento de novos processos industriais… e o surgimento e desenvolvimento do uso do automóvel – constituindo-se na origem do negócio que mais dinheiro movimenta em todo o mundo.

8 Novembro, 2007 at 8:42 am Deixe um comentário

Liga dos Campeões – 4ª Jornada (Act.)

GRUPO A           Jg  V  E  D   G   Pt
1 FC Porto         4  2  2  -  5-3   8
2 Marseille        4  2  1  1  5-3   7
3 Liverpool        4  1  1  2 10-4   4
4 Besiktas         4  1  -  3  2-12  3

Marseille-Besiktas____________ 2-0 / ___
FC Porto-Liverpool____________ 1-1 / ___
Liverpool-Marseille___________ 0-1 / ___
Besiktas-FC Porto_____________ 0-1 / ___
Besiktas-Liverpool____________ 2-1 / 0-8
Marseille-FC Porto____________ 1-1 / 1-2

GRUPO D           Jg  V  E  D   G   Pt
1 AC Milan         4  3  -  1 10-4   9
2 Celtic           4  2  -  2  3-4   6
3 Shakhtar         4  2  -  2  4-7   6
4 Benfica          4  1  -  3  2-4   3

AC Milan-Benfica______________ 2-1 / ___
Shakhtar-Celtic_______________ 2-0 / ___
Celtic-AC Milan_______________ 2-1 / ___
Benfica-Shakhtar______________ 0-1 / ___
Benfica-Celtic________________ 1-0 / 0-1
AC Milan-Shakhtar_____________ 4-1 / 3-0

GRUPO F           Jg  V  E  D   G   Pt
1 M.United         4  4  -  - 10-2  12
2 Roma             4  2  1  1  6-4   7
3 Sporting         4  1  1  2  5-6   4
4 D. Kiev          4  -  -  4  3-12  -

Roma-D. Kiev__________________ 2-0 / ___
Sporting-M. United____________ 0-1 / ___
M. United-Roma________________ 1-0 / ___
D. Kiev-Sporting______________ 1-2 / ___
D. Kiev-M. United_____________ 2-4 / 0-4
Roma-Sporting_________________ 2-1 / 2-2

O Benfica, parecendo revelar alguma tranquilidade logo desde o início da partida, beneficiando da ausência de pressão do Celtic, ameaçaria a baliza escocesa logo aos 5 minutos, numa boa execução de Cardozo, a que o guarda-redes deu boa resposta.

Apenas aos 9 minutos, o Celtic chegaria com perigo à baliza benfiquista, com um cabeceamento ligeiramente ao lado. Para, dois minutos decorridos, Cardozo dispor de nova oportunidade; contudo, apanhando a bola a meia-altura, o remate sairia algo alto, ainda com Boruc a desviar.

Com o jogo a começar a animar, aos 16 minutos, seria Brown a obrigar Quim a uma excelente intervenção, numa defesa de um potente e colocado remate. Até aos 20 minutos, ainda mais três lances de perigo: dois para o Celtic, entremeados por um a favor do Benfica. E ainda, aos 22 minutos, com o Benfica a recuar, o Celtic, agora intensificando a pressão, criava nova ocasião de perigo, obrigando a nova defesa de Quim.

No quarto de hora final do primeiro tempo o ritmo de jogo cairia naturalmente; porém, aos 45 minutos, num remate feliz de McGeady (com a bola a tabelar em Luisão, traindo Quim), o Celtic chegaria finalmente ao golo.

Na segunda metade da partida, com o jogo mais confuso, o Benfica raramente denotou capacidade para organizar o ataque, faltando-lhe a velocidade necessária para criar perigo; as substituições operadas por Camacho não trariam nada de novo à equipa.

As melhores oportunidades surgiriam ainda para a equipa escocesa, nomeadamente à passagem dos 70 minutos, por duas vezes e, de novo, aos 90 minutos, assim acabando por justificar a vitória.

Benfica – Quim, Luís Filipe, Luisão, Edcarlos, Léo, Katsouranis, Binya, Maxi Pereira (61m – Di Maria), Rui Costa (77m – Bergessio), Cristian Rodriguez e Cardozo (77m – Nuno Gomes)

Celtic – Boruc, G. Caldwell, Kennedy, McManus, Naylor, Hartley, McGeady, S. Brown (89m – Sno), Jarosik (66m – Donati), Jan Vennegoor Hesselink (66m – Killen) e McDonald

1-0 – McGeady – 45m

Cartões amarelos – Maxi Pereira (42m)

Cartão vermelho – Binya (85m)

Árbitro – Martin Hansson (Suécia)


O FC Porto – com um excelente golo de Tarik Sektioui, na sequência de uma magnífica iniciativa individual, complementado por outro de Lisandro López – obteve uma importante vitória, que lhe permitiu ascender à liderança do seu grupo de apuramento, podendo garantir a qualificação na próxima jornada, recebendo a equipa turca do Besiktas, hoje vítima da maior goleada da história da Liga dos Campeões, derrotada em Liverpool por 8-0.


Depois dos jogos de ontem, com vitória do FC Porto e derrota do Benfica, foi hoje a vez do Sporting empatar, numa partida em que foi (duplamente) infeliz: a abrir e a fechar. O Sporting entrou praticamente a perder, sofrendo um golo logo aos 4 minutos. Mantendo uma boa atitude competitiva, empataria a meio da primeira parte, para – sempre por intermédio de Liedson – conseguir “dar a volta ao resultado”, colocando-se em vantagem… até aos 88 minutos, em que um remate de longe foi involuntariamente desviado de cabeça por Anderson Polga, na direcção da baliza, traindo o guarda-redes Tiago. Na sequência desta jornada, Manchester United e Arsenal são as primeiras equipas a garantir o apuramento para os 1/8 Final.

7 Novembro, 2007 at 9:43 pm Deixe um comentário

"O Sétimo Selo" (I)

A obra literária de José Rodrigues dos Santos apresenta uma característica transversal a todos os seus livros: desde os ensaios “Crónicas de Guerra” (2 volumes, “Da Crimeia a Dachau” e “De Saigão a Bagdade”), passando pelos romances, como “A Filha do Capitão” (tendo por temática a I Guerra Mundial), “O Codex 632” (elaborando sobre as origens de Cristóvão Colombo) ou “A Fórmula de Deus” (recorrendo a complexos conceitos de Física e Cosmologia, mesclando ciência com uma dimensão espiritual), a componente “didáctico-pedagógica” não deixa nunca de estar presente. Com todas estas obras, sempre aprendemos algo.

Necessariamente, assim teria de acontecer também com “O Sétimo Selo”, que – lamento, pela consideração e respeito que me merece o autor – me vejo compelido a qualificar como um romance falhado, que poderia – com vantagem para todos, leitores e autor (não obstante o inevitável prejuízo da vertente comercial) – ter resultado em novo ensaio em potencial, cujo conteúdo e mensagem só teria a ganhar em credibilidade caso fosse essa a forma adoptada.

Mais do que em qualquer dos seus anteriores romances, ressalta em “O Sétimo Selo” a escrita “ao correr da pena”, de um jacto, procurando explorar o “filão Dan Brown” (revelando-se inevitável a associação do prólogo com o início de “A Conspiração”), com o eterno herói Tomás de Noronha (perito em criptanálise e línguas antigas – ficamos sem perceber exactamente qual o fundamento do seu recrutamento para esta missão, tão frágil se revela o argumento da charada do “número da besta”, o mítico 666) envolvido em novas e rocambolescas aventuras, vivendo uma espécie de romance (?) – aqui, perfeitamente “colado com cuspo” – com uma sempre remodelada (e algo inverosímil) co-protagonista.

Não obstante as cerca de 500 páginas deste livro, a sensação que perdura é a de um apressado corropio, desde Coimbra à Austrália, passando pela Antárctida, Viena e Sibéria.

Pretendendo embrulhar a vital mensagem do aquecimento global e dos efeitos da exploração e consumo de petróleo como força motriz do desenvolvimento económico da nossa civilização numa obra de cariz romanesco, acabam por ressaltar, tendo de ser sublinhadas, as suas inconsistências ou incongruências, de que são mais cabais exemplos a (em minha opinião) infeliz forma como é introduzida na trama a questão geriátrica (com o protagonista, a assumir a perfídia de, traiçoeiramente, internar a mãe num lar de idosos), para além da também falida pressuposta relação romântica do protagonista.

7 Novembro, 2007 at 1:34 pm 4 comentários

Crítica literária

Num país de 10 milhões de treinadores de bancada, campeões do achismo, evoluímos agora, na senda de uma trajectória darwinista, assumindo novas funções como críticos literários.

Fosse eu escritor – em particular, partilhando esse mais ou menos novel estatuto com o de figura mediática – confesso que seria porventura capaz de me sentir algo intimidado com as facas aguçadas dessa mole de novos especialistas, prontas a escrutinar (talvez a palavra mais apropriada fosse dissecar) a qualidade dos textos destes novos escribas… que – pasme-se – chegam inclusivamente ao extremo de elaborar (falo da nova classe de críticos) sobre obras que declaram não ter lido, nem ter intenção de ler (exclamação!).

Vem este arrazoado a propósito – inevitavelmente – das recentes publicações da autoria de José Rodrigues dos Santos e Miguel Sousa Tavares.

Para termos uma ideia do ponto a que chegámos, do actual estado da arte, haverá memória de um autor escrever – preto no branco, sem papas na língua – no próprio livro que acaba de lançar: “Aos leitores garanto a seriedade do relato histórico, aos caçadores de erros a inutilidade final do seu esforço”?

Por mim, aqui manifesto igualmente o atrevimento de me vir arrogar o direito a integrar também esse regimento de novos críticos.

Porque se trata de obras que me despertam interesse; que, necessariamente, terão méritos, virtudes e defeitos; cujo mediatismo autoral e natureza comercial (e respectivas campanhas de marketing associadas, que fatalmente delas farão autênticos best-sellers) não lhes conferirá, à partida, nem um selo de garantia de qualidade, nem um carimbo prévio de reprovação.

Porque as li.

A seguir (ainda hoje), começando por “O Sétimo Selo”.

7 Novembro, 2007 at 8:46 am Deixe um comentário

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