Archive for Fevereiro, 2007

RETORTA V5 / "PÁGINA 1"

Ainda mais duas sugestões de sítios a visitar:

– Mário Pires deu já início à versão 5 da sua “Retorta“, uma página caracteristica que privilegia a força das imagens;

– A Rádio Renascença disponibiliza, desde ontem, o “Página 1“: o essencial da informação […] para ficar a par dos principais temas da actualidade, num pequeno “jornal online” (versão PDF), para imprimir e ler, com duas edições diárias (actualização às 12h30 e às 17h30, de Segunda a Sexta-feira).

22 Fevereiro, 2007 at 1:57 pm Deixe um comentário

E-CAHIERS DU CINEMA

Encontra-se já disponível online o nº 0 dos E-Cahiers du Cinéma, que aqui convido a descobrir. A edição de Março estará disponível, a partir do próximo dia 9, em www.e-cahiersducinema.com.

Como refere o editorial, esta dupla evolução da revista (a revista em papel e online / em francês e em inglês) visa dar resposta ao duplo movimento do nosso tempo, avanço tecnológico e mundialização. A Internet possibilita um novo modo de difusão e uma nova forma de leitura do trabalho de crítica dos “Cahiers du Cinéma” graças às ferramentas de “hypermedia” (que nos permitem, por exemplo, aceder directamente ao trailer de “Cartas de Iwo Jima” – vidé página 33).

(via Adufe)

22 Fevereiro, 2007 at 12:36 pm Deixe um comentário

"E DEUS PEGOU-ME PELA CINTURA" (IV) – PRÉ-PUBLICAÇÃO

– Crê que a dona da casa teria autorizado essa busca? – Obviamente.

– Sabe que o histórico do Internet Explorer, tenho-o ali comigo (o inspector aponta para o canto da divisão), refere onze sites visitados durante o período em que o senhor Guilherme Moutinho confessa ter estado na casa de Rute Monteiro?

– Não creio que tenham sido tantos…

– O material tem sempre razão, palavra de inspector. Continuemos. Mexeu nas estantes? – Não.

– Mexeu em algum livro, ou levou mesmo consigo algum livro? – Não.

– Mas, olhe senhor Moutinho, há impressões digitais nas estantes, em dois livros e numa espécie de arquivo que estava na segunda prateleira do lado direito… que não coincidem nem com as da dona da casa, nem com as dos assaltantes.

Guilherme alarmou-se, repentinamente. – Assaltantes?

– Sim, senhor Guilherme Moutinho. A casa de Rute Monteiro foi assaltada no passado dia 19 de Outubro. Temos tido um Outono muito movimentado. Repito, portanto, não mexeu nas estantes ou em livros, em nada?

A imagem de um livro e dos sublinhados veio-lhe então à cabeça.

– De facto, lembro-me agora, esta minha memória…, lembro-me agora de ter mexido num ou noutro livro. – Porquê?

– Não sei. Tentei ver o que é que a Rute andava a ler.

– Não a conhecia, portanto, muito bem?

Guilherme achou a questão tão idiota quanto perspicaz. E sentiu-se estranhamente afectado.

– Não nos víamos há 30 anos. Foi um reencontro fulminante.

Guilherme sentiu um verdadeiro aperto na garganta, um arrepio que o consumiu de alto a baixo, mas a frieza logo reatou a gravidade e a impassibilidade do rosto. Felizmente, o questionário aproximava-se do final.

“E Deus Pegou-me Pela Cintura” – Luís Carmelo

22 Fevereiro, 2007 at 8:33 am Deixe um comentário

LIGA DOS CAMPEÕES – 1/8 FINAL – FC PORTO – CHELSEA

Celtic – AC Milan – 0-0
PSV – Arsenal – 1-0
Lille – Manchester United – 0-1
Real Madrid – Bayern – 3-2
Roma – Lyon – 0-0
Barcelona – Liverpool – 1-2
FC Porto – Chelsea – 1-1
Internazionale – Valencia – 2-2

No regresso de José Mourinho (com o Chelsea) ao Estádio do Dragão (onde fora derrotado, a 07.12.2004, por 2-1), o FC Porto começou bem a partida, assumindo a iniciativa.

E, logo aos 11 minutos, na primeira oportunidade do jogo, aproveitando uma fase de algum desnorte do Chelsea – momentaneamente privado de um homem no eixo da defesa (por lesão de John Terry, numa altura em que se preparava a sua substituição) -, Raúl Meireles, numa excelente recarga a um deficiente alívio de Makelele (para a zona central da área), inaugurava o marcador.

Mas duraria pouco a alegria portista; menos de cinco minutos depois, na sequência de um lançamento longo, que Bosingwa aliviou de forma similar ao que Makelele fizera, surgiu o recém-entrado Robben a assistir, com uma rápida tabela, o ucraniano Shevchenko para o golo do empate.

Reagindo bem, o FC Porto rapidamente voltaria a criar perigo (19m), com Lisandro López a surgir na cara do guarda-redes Petr Cech, perfeito a fazer a mancha, evitando o golo da equipa portuguesa.

Mais cinco minutos decorridos, Quaresma teria um momento de fantasia, com um cruzamento de “trivela”, a solicitar a entrada de Lizandro, que não conseguiria contudo antecipar-se a Cech.

Numa animada primeira parte, repleta de cambiantes, no minuto seguinte, também o Chelsea voltaria a criar perigo, com Drogba a cabecear, falhando por pouco o alvo.

Quaresma mostrar-se-ia novamente, por duas vezes, num espaço de cinco minutos (aos 33 e 38 minutos), primeiro com um livre bem detido por Cech, depois com um potente remate embatendo na trave.

Depois de um primeiro tempo de grande intensidade, a segunda parte manteve-se a um ritmo elevado, disputada sob uma chuva inclemente, numa toada de parada e resposta.

Mourinho reequilibraria o meio-campo defensivo, com a saída de Robben e a entrada de um defesa (Obi Mikel – que “aquecia” para substituir Terry, aquando do golo do FC Porto), o que originou um domínio repartido, com Helton – fechando o ângulo da baliza, “obrigando” Drogba a rematar ao poste – a negar a mais soberana oportunidade de golo, iam decorridos 77 minutos.

Um resultado que, deixando em aberto a decisão da eliminatória, implica uma árdua tarefa do FC Porto, obrigado a marcar em Londres.

21 Fevereiro, 2007 at 9:37 pm Deixe um comentário

MARKETING DE BUSCA

Marketing de Busca – “Quem procura quer encontrar” é o novo blogue de António Dias, integrando a Rede de blogues “Tubarão Esquilo“: sitio inteiramente preenchido com informação e opinião sobre o funcionamento dos motores de busca, dicas, conselhos sobre como ajudar, e talvez mais importante como não ajudar, os motores de busca a encontrar o seu sitio ou blogue, os impactos dos motores de pesquisa na privacidade e negócios, na forma como interagimos, nas notícias…

António Dias procurará obter respostas para questões muito interessantes a propósito de motores de busca, ao mesmo tempo que anuncia a publicação, nas próximas semanas, de duas séries de tutoriais:  “Optimização para blogues” e “Gestão da reputação online”.

Hoje, lança-nos o repto: “Já Googlou o seu nome?“.

21 Fevereiro, 2007 at 1:56 pm 1 comentário

"E DEUS PEGOU-ME PELA CINTURA" (III) – PRÉ-PUBLICAÇÃO

– Como é que entrou na casa de Rute Monteiro e porquê?

– Ela pediu-me para regar as plantas ainda no dia 29 de Setembro, talvez já fosse dia 30, era tarde. Tivemos uma noite muito longa.

– E deu-lhe a chave nessa altura?

– Exacto.

– Vai ter de ma devolver agora (quase mecanicamente, o inspector abriu um envelope que estava sobre a secretária e Guilherme limitou-se inserir lá dentro a chave que retirara em segundos do porta-moedas). Tiveram os dois um… caso passional?

Guilherme não respondeu de imediato. Olhou o inspector de frente, baixou depois os olhos e acabou por dar às palavras o sabor de um rasto sem vida.

– Se quiser dizer por essas palavras…

– Já tinha regado as plantas entre o dia 30 de Setembro e o dia 4 de Outubro? – Não.

– E porquê? As plantas ao fim de um dia sofrem muito com a falta de água!

– Tem razão. Foi esquecimento, desleixo, não me lembrei, não sei.

– Durante o tempo que esteve na casa de Rute Monteiro, e devo dizer-lhe que há vizinhos que testemunham a sua presença na casa no dia 4 de Outubro, e apenas nesse dia, esteve no escritório, ou só no piso de cima?

– Estive em ambos os pisos. E a minha consciência está limpíssima.

Guilherme arrependeu-se de ter pronunciado a palavra “consciência”, não era para ali chamada, mas já estava feito.

– Não é isso que está aqui em causa! Mas, já agora, por que é que foi ao escritório, se não havia lá, aparentemente, plantas nenhumas para regar?

– De facto, já lá tinha estado com a Rute e senti-me atraído pelo local onde ela trabalhava. Para mais, tinha acabado de saber do rapto. Sentia-me em estado de choque. – Abriu o computador? – Sim. – E porquê?

– Queria ter notícias sobre o rapto. Queria saber a última hora. – E que sites visitou?

– Talvez a CNN, o Sapo e algum blogue, já não me lembro bem.

“E Deus Pegou-me Pela Cintura” – Luís Carmelo

21 Fevereiro, 2007 at 12:30 pm Deixe um comentário

A CAIXA QUE MUDOU O MUNDO – 50 ANOS EM PORTUGAL (XIII)

1978 é também o ano de estreia de “Uma Casa na Pradaria” e de “Os Cinco“.

E, noutro segmento, do humor do “Planeta dos Homens“, revelando em Portugal a grande estrela Jô Soares.

Em Outubro, é conferida autonomia total ao “2º canal”, que passava a competir directamente com o “1º canal”, tendo ficado famoso o telejornal do 2º programa, caracterizado por um elevado nível de qualidade, com a apresentação de António Santos ou Joaquim Furtado, entre outros.

A 16 de Dezembro de 1978, desde as 10 horas da manhã (e até às 3 horas da madrugada do dia seguinte), a RTP apresenta uma emissão contínua especial, dedicada à “Operação Pirâmide”, numa ideia de Raul Solnado e Fialho Gouveia, com o apoio da Cruz Vermelha Portuguesa, visando apelar à solidariedade dos portugueses. O resultado excederia as mais optimistas expectativas.

No ano de 1979, a RTP produz a sua primeira longa-metragem, “Bárbara”, de Alfredo Tropa.

É também o ano da transferência de serviços para as novas instalações, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa.

A 1 de Junho, o Governo autoriza as emissões de televisão a cores, a inaugurar em Março de 1980 (em termos de emissões regulares), sendo, pouco depois, definida a opção pelo sistema PAL (em detrimento do SECAM).

Na “rentrée” de 1979, a RTP alarga a sua equipa de locutores, na sequência de concurso público, surgindo novas caras da televisão: Judite de Sousa, Diana Andringa, Manuela Moura Guedes, Isabel Bahía, Helena Ramos e Fátima Medina, entre outros nomes.

Por imposição da Eurovisão, a edição dos Jogos Sem Fronteiras realizada em Cascais a 5 de Setembro de 1979, com apresentação de Fialho Gouveia e Eládio Clímaco, marcaria efectivamente o primeiro programa transmitido a cores.

1979 é ainda o ano que assinala o início da transmissão regular de jogos de futebol do Campeonato Nacional da I Divisão.

21 Fevereiro, 2007 at 8:32 am Deixe um comentário

"E DEUS PEGOU-ME PELA CINTURA" (II) – PRÉ-PUBLICAÇÃO

Guilherme baixou a cabeça, não disse palavra e depois acenou com o peso de uma estátua africana de ébano a quem tivessem removido a história e a lenda. O sol bateu inesperadamente nas cortinas puídas da janela, o inspector Taipas continuou a esfregar as minúsculas mãos e as onze da manhã fizeram-se ouvir. Seguiu-se uma pausa breve, enquanto o dossiê de papel pardo se ia abrindo, página a página, sobre o tampo da secretária. “Senhor Guilherme Moutinho, vou ter que lhe fazer uma série de perguntas. Trata-se de um questionário preliminar, pois ainda não sabemos se alguém, “alguém graúdo” digo eu (com os dedos, Rodolfo Taipas fez o gesto das aspas), irá pegar no caso. Receio bem que sim, pelo meu simples faro, pela experiência e tendo em conta tudo o que se passou… bem, o senhor sabe. Indo directamente ao assunto (Guilherme sentiu-se subitamente bloqueado, enquanto a mente parecia circular à velocidade de um carrossel):

– Onde é que esteve no passado dia 4 de Outubro, entre as 18h30 e as 20h30?

Guilherme lembrava-se perfeitamente do dia: o dia a seguir ao rapto. Fixara-o por isso quase involuntariamente.

– Na rua da Escola Politécnica, na casa de Rute Monteiro ao Príncipe Real e, provavelmente, já no final desse período, no trajecto entre o Príncipe Real e a minha casa na Infante Santo.

– Confirma, portanto, ter estado em casa de Rute Monteiro.

– Confirmo.

– Muito bem. Esteve no quarto de dormir?

– Sim, já tinha lá dormido de 29 para 30 de Setembro, dia em que, ainda de madrugada, Rute Monteiro partiu para o Médio Oriente. No dia 4, lembro-me perfeitamente que foi no quarto que entrei em primeiro lugar, depois de ter aberto a porta.

– Pode provar que já tinha estado na casa de Rute Monteiro antes do dia 4 de Outubro?

Guilherme fez um pequeno silêncio, lembrou rostos, pessoas, datas e sentiu-se no meio de uma súbita confusão.

– Não sei. Será difícil. Rute Monteiro morreu. Talvez algum vizinho…, mas reafirmo que já lá tinha estado e que já lá tinha dormido.

“E Deus Pegou-me Pela Cintura” – Luís Carmelo

20 Fevereiro, 2007 at 10:30 am Deixe um comentário

A CAIXA QUE MUDOU O MUNDO – 50 ANOS EM PORTUGAL (XII)

No dia 25 de Abril de 1976, data das primeiras eleições Legislativas, para constituição da Assembleia da República, a RTP apresenta as primeiras emissões experimentais a cores.

Em Outubro de 1976, durante todo o mês, o “2º canal” está inoperacional, em reestruturação.

Por estes anos, a televisão emite uma série juvenil que ficaria na memória da minha geração: “Os Pequenos Vagabundos” (“Les Galapiats“). A par de outros enormes sucessos que, ainda hoje, todos recordamos: Sandokan, Miguel Strogoff, e… Espaço 1999!

E, também, séries infantis que deixariam uma marca vincada: Wickie, o Viking; Heidi; Abelha Maia (em 1978); ou Abre-te Sésamo. Assim como o “Fungagá da Bicharada”, com Júlio Isidro e José Barata Moura (futuro Reitor da Universidade de Lisboa).

No 2º canal, Lauro António apresentava o “Cinemateca”, programa sobre cinema.

Em 1977, comemorando os 20 anos da televisão em Portugal, chegam a Portugal as primeiras telenovelas brasileiras, com “Gabriela, Cravo e Canela“; viriam a revolucionar o panorama televisivo português.

Por esta altura, iniciava-se também um programa que marcaria um período, o concurso “A Visita da Cornélia”, apresentado por Raul Solnado, onde despontariam novas figuras da cultura e do espectáculo em Portugal.

É também o ano da chegada a Portugal dos “Marretas” (“The Muppet Show”, com os famosos Sapo Cocas e a Miss Piggy, para além dos “Velhos” Statler e Waldorf).

O dia 18 de Dezembro de 1977 regista a primeira transmissão via satélite para os Açores.

Já no ano de 1978, a “Escrava Isaura” – novela transmitida à hora de almoço – sucede a “Gabriela”, tornando-se também num retumbante êxito de audiências. À noite, a aposta era em “O Casarão“, uma novela em jeito de saga familiar, cuja narrativa abarcava um vasto período de tempo, recorrendo à técnica do “flash-back”, que confundiria alguns dos espectadores.

19 Fevereiro, 2007 at 12:30 pm Deixe um comentário

"E DEUS PEGOU-ME PELA CINTURA" (I) – PRÉ-PUBLICAÇÃO

É com grande prazer que procederei – ao longo desta semana, no Memória Virtual – à “pré-publicação” de um capítulo do mais recente livro de Luís Carmelo, a lançar brevemente, “E Deus Pegou-me Pela Cintura“:

O dia cinzento, os eléctricos como fios de lâmina, as árvores desfolhadas e o taxista, um insecto lívido e ignorante. Guilherme trocou depois a nota de cinco euros pelos passeios descarnados em direcção ao Calvário. Os tempos desencontraram-se de vez e nada havia já a fazer: as imagens estavam em todos os jornais e passavam na televisão de hora a hora. Previra-o, é verdade; e a frieza mais óbvia que agora acompanhava Guilherme apenas provava o estado mais de premonição do que de consolação que vivera em Portalegre. Sabia-o, sempre o soubera; porventura, desde o dia 15 de Setembro, quando aquele mágico reencontro no Algarve ditou uma imensidão que não fora moldada para este mundo. Diante do gigantismo do destino, “o pobre desconfia” – pensava Guilherme, no momento em que parou em frente da esquadra e leu com atenção a placa: “4ª Divisão – Esquadra de Investigação Criminal”. Entrou serenamente no nº 7 do Largo do Calvário, dirigiu-se ao polícia de serviço, um jovem candidato a James Bond que leu em diagonal a carta registada recebida na Infante Santo. “Pois é, senhor Guilherme Moutinho, aguarde um bocadinho na sala de espera que o senhor inspector já vai recebê-lo”. “Inspector”?, repetiu Guilherme. O polícia sorriu com algum desdém, fez um gesto vago e atendeu de imediato a florista que estava em pulgas por causa de um roubo no quarteirão da frente.

O salão parecia ter sido uma enfermaria noutros tempos – as mesmas janelas largas, metalizadas e brancas; a mesma disposição de cavalaria sobre o comprido e a mesma luminosidade baça e inquietante. As paredes estavam cheias de cartazes, injunções, avisos e um calendário com uma mulher meio despida que marcava o dia de hoje: segunda-feira, dia 30/10/2006. Na porta do fundo que estava entreaberta, surgiu um sujeito alto de sobrancelhas arqueadas, lábios crispados e umas mãos pequeninas que se agitavam como salmões a subir um rio. “Rodolfo Taipas, faça o favor de entrar!” (o inspector olhou detalhadamente para o interlocutor como se já há muito o conhecesse).

Guilherme sentou-se e ouviu aquele tipo de prólogo moralista que menos poderia suportar: “O tema, a pessoa de quem vou falar, as notícias de choque que estão a passar a toda a hora nos media, tudo isso me embaraça e até inibe, senhor Guilherme Moutinho. Mas eu sou um profissional, compreenderá, e tenho que agir como tal… seja em que circunstância for. É o meu trabalho”.

“E Deus Pegou-me Pela Cintura” – Luís Carmelo

19 Fevereiro, 2007 at 8:35 am Deixe um comentário

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