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Dinamarca – Portugal (Euro-2012 – Qualif.)
Dinamarca – Thomas Sørensen, Lars Jacobsen, Simon Kjaer, Niki Zimling (70m – Christian Poulsen ), Andreas Bjelland, Michael Silberbauer (76m – Simon Poulsen), Christian Eriksen, William Kvist, Michael Krohn-Dehli, Nicklas Bendtner e Dennis Rommedahl (87m – Jakob Poulsen)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Rolando, Eliseu (65m – Miguel Veloso), Raul Meireles, Cristiano Ronaldo, Carlos Martins (65m – Ricardo Quaresma), João Moutinho, Nani e Hélder Postiga (78m – Nuno Gomes)
1-0 – Michael Krohn-Dehli – 13m
2-0 – Nicklas Bendtner – 63m
2-1 – Cristiano Ronaldo – 90m
Cartões amarelos – Dennis Rommedahl (45m) e Michael Silberbauer (75m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
Eventualmente anestesiada pelo facto de partir para este jogo decisivo em posição favorável, com diversas combinações de resultados a poder proporcionar-lhe o apuramento directo, a selecção de Portugal entrou na partida de forma algo apática, tendo logo um primeiro grande susto aos 4 minutos, quando a Dinamarca conseguiu fazer a bola entrar na baliza portuguesa, mas com o lance a não ser validado pelo árbitro.
Porém, o aviso pareceu não surtir efeito, e, pouco depois, menos de 10 minutos decorridos, a Dinamarca chegava ao golo, agora mesmo “a valer”.
E, repentinamente, as coisas complicavam-se; “ali ao lado”, na Suécia, os suecos marcavam também, colocavam-se em vantagem face à Holanda… e Portugal via-se num cenário não muito desejável: o do ter de disputar o play-off.
As coisas compor-se-iam com o golo da Holanda, empatando na Suécia, mas nem isso animou a equipa portuguesa. Com o tempo a decorrer placidamente, até final do primeiro tempo, só a cinco minutos do descanso Portugal daria “sinal de vida”, chegando, pela primeira vez com algum perigo, à área dinamarquesa. Ao intervalo, o nosso apuramento estava em suspenso… “nas mãos” da Holanda.
Que, logo no reinício, se colocou em vantagem em Estocolmo… mas seria “sol de pouca dura”: de imediato, no espaço de dois minutos, os suecos, com 2 golos, dariam novamente a volta ao marcador, passando a dispor de vantagem, assim empurrando novamente Portugal para o play-off.
Por seu lado, em Copenhaga, Portugal continuava a passar completamente “ao lado do jogo”. E, com naturalidade, num lance de grande simplicidade, mas de igual eficácia, marcava o segundo golo, ampliando a vantagem, e praticamente sentenciando o destino próximo de Portugal.
Já próximo do final, seria mesmo Rui Patrício a evitar o terceiro golo da Dinamarca, com a recarga a sair por cima. E, já em período de compensação, Cristiano Ronaldo, com um excelente golo, na transformação de um livre, ainda a grande distância da baliza, reduziria para 1-2. Era o “canto do cisne”… Portugal está no play-off.
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Dinamarca 8 6 1 1 15- 6 19 2º Portugal 8 5 1 2 21-12 16 3º Noruega 8 5 1 2 10- 7 16 4º Islândia 8 1 1 6 6-14 4 5º Chipre 8 - 2 6 7-20 2
10ª jornada
11.10.11 – Dinamarca – Portugal – 2-1
11.10.11 – Noruega – Chipre – 3-1
Portugal – Islândia (Euro-2012 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Rolando, Eliseu, Raul Meireles (60m – Miguel Veloso), Cristiano Ronaldo, Carlos Martins (72m – Rúben Micael), João Moutinho, Nani e Hélder Postiga (88m – Nuno Gomes)
Islândia – Stefán Magnússon, Solvi Geir Jonsson, Birkir Sævarsson, Kristján Sigurdsson, Johann Gudmundsson (81m – Kjartan Henry Finnbogason), Birkir Bjarnason, Gylfi Sigurdsson, Hjörtur Valgardsson, Aron Gunnarsson, Hallgrímur Jónasson (89m – Matthías Vilhjálmsson) e Rúrik Gíslason (89m – Arnór Smárason)
1-0 – Nani – 13m
2-0 – Nani – 21m
3-0 – Hélder Postiga – 45m
3-1 – Hallgrímur Jónasson – 48m
3-2 – Hallgrímur Jónasson – 68m
4-2 – João Moutinho – 81m
5-2 – Eliseu – 87m
5-3 – Gylfi Sigurdsson (pen.) – 90m
Cartões amarelos – Carlos Martins (60m) e Rolando (90m); Birkir Sævarsson (36m)
Árbitro – Bas Nijhuis (Holanda)
O futebol é fértil em jogos em que a lógica se torna absolutamente ilógica…
Defrontando uma frágil e amadora selecção da Islândia, ainda sem qualquer golo marcado fora da sua ilha – não obstante apenas ter sido derrotada na Dinamarca e na Noruega pela margem mínima, em ambos os casos, apenas no derradeiro minuto da(s) partida(s) -, surpreendentemente seriam os islandeses a surgir mais afoitos, conseguindo, logo nos minutos iniciais, uma sucessão de pontapés de canto a seu favor.
Atónito com o inesperado da situação, Portugal conseguiria, curiosamente, no seu primeiro lance de ataque, com Nani a dar a melhor sequência a um bom centro de Eliseu, inaugurar o marcador, ainda cedo, com um golo de excelente execução.
E, poucos minutos decorridos, aproveitando uma flagrante falha defensiva dos islandeses, Nani, muito oportuno, bisaria.
Com o jogo a entrar numa toda de maior normalidade, com Portugal a assumir o controlo da partida, o terceiro golo acabaria por surgir com naturalidade, dando, não obstante, uma ilusória expressão de grande superioridade portuguesa, que não se vira em campo.
Logo no reinício, Cristiano Ronaldo, num excelente remate, de longe, não teve contudo a fortuna do seu lado, com a bola a embater com estrondo na trave.
E, com a tal ilógica, seria a Islândia, também aproveitando uma falha de marcação na defesa portuguesa, a reduzir para 1-3. No imediato, a selecção portuguesa deu a sensação de não ter sido afectada por este golo, prosseguindo a sua toada de procura de construção de jogadas de ataque. E o quarto golo esteve à vista, por mais de uma vez.
Até que, a pouco mais de 20 minutos, em mais um lance confuso, a Islândia conseguiu o inimaginável: marcar um segundo golo, passando o resultado para 2-3, e colocando Portugal sob uma pressão nervosa de não ter mais margem de erro.
E, contudo, voltaria a errar logo de seguida, com Rui Patrício a sair em falso, e a defesa, atabalhoadamente, a despachar a bola da zona de perigo.
À mente de todos terá então assomado a memória do jogo inaugural desta campanha, com o absolutamente inacreditável empate, 4-4, com o Chipre.
A equipa portuguesa nunca mais teve a serenidade necessária para retomar as rédeas do jogo, que foi decorrendo lentamente, em toada arrastada. Só aos 81 minutos, Portugal sossegaria, com o golo de João Moutinho, a dar, já em plena área, a melhor sequência a um bom cruzamento da esquerda, novamente de Eliseu.
E seria também Eliseu que, coroando da melhor forma a sua estreia nesta qualificação, dilataria novamente a margem para 5-2, com um belo golo, com um remate em arco, sem hipóteses para o guardião islandês.
Porém, já no terceiro minuto de compensação, haveria ainda tempo para mais uma desconcentração defensiva, com Rolando a empurrar um adversário na área; convertendo a grande penalidade, a Islândia alcançava a inacreditável marca de 3 golos num único jogo fora de casa…
Sem evitar o susto, Portugal cumpria a obrigação de vencer, partindo para o derradeiro jogo desta fase de apuramento em posição de relativo privilégio: basta-lhe empatar na Dinamarca, na próxima terça-feira, para garantir a vitória no Grupo (o que implicará a necessidade de uma maior concentração do que a evidenciada esta noite no Estádio do Dragão); mesmo na eventualidade de uma derrota, Portugal poderia ainda alcançar o apuramento automático (como melhor de todos os 2º classificados, mas dependendo de outros jogos, nomeadamente de a Suécia não ganhar à Holanda); por fim, com 9 golos de vantagem face à Noruega, só uma catástrofe impediria Portugal de, na pior das hipóteses, aceder ao play-off de apuramento.
Entretanto, estão já qualificadas as selecções da Alemanha, Itália, Espanha, Holanda e Inglaterra, com a Rússia a ter o pro-forma de dever ainda ganhar a Andorra, e a França a ter também de disputar, em confronto directo com a Bósnia, a qualificação; por fim, Grécia ou Croácia, discutirão a vitória no seu Grupo, nos jogos que farão na última jornada.
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Portugal 7 5 1 1 20-10 16 2º Dinamarca 7 5 1 1 13- 5 16 3º Noruega 7 4 1 2 7- 6 13 4º Islândia 8 1 1 6 6-14 4 5º Chipre 7 - 2 5 6-17 2
9ª jornada
07.10.11 – Chipre – Dinamarca – 1-4
07.10.11 – Portugal – Islândia – 5-3
Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Vaslui – Zurich – 2-2
Sporting – Lazio – 2-1
1º Sporting, 6; 2º Vaslui, 2; 3º Lazio e Zurich, 1
Grupo H
Braga – Brugge – 1-2
Maribor – Birmingham – 1-2
1º Brugge, 6; 2º Braga e Birmingham, 3; 4º Maribor, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Bayern – Manchester City – 2-0
Napoli – Villarreal – 2-0
1º Bayern, 6; 2º Napoli, 4; 3º Manchester City, 1; 4º Villarreal, 0
Grupo B
Trabzonspor – Lille – 1-1
CSKA Moscovo – Inter – 2-3
1º Trabzonspor, 4; 2º Inter, 3; 3º Lille, 2; 4º CSKA Moscovo, 1
Grupo C
Manchester United – Basel – 3-3
Otelul Galati – Benfica – 0-1
1º Basel e Benfica, 4; 3º Manchester United, 2; 4º Otelul Galati, 0
Grupo D
Lyon – D. Zagreb – 2-0
Real Madrid – Ajax – 3-0
1º Real Madrid, 6; 2º Lyon, 4; 3º Ajax, 1; 4º D. Zagreb, 0
Grupo E
Valencia – Chelsea – 1-1
Bayer Leverkusen – Genk – 2-0
1º Chelsea, 4; 2º Bayer Leverkusen, 3; 3º Valencia, 2; 4º Genk, 1
Grupo F
Arsenal – Olympiakos – 2-1
Marseille – B. Dortmund – 3-0
1º Marseille, 6; 2º Arsenal, 4; 3º B. Dortmund, 1; 4º Olympiakos, 0
Grupo G
Zenit – FC Porto – 3-1
Shakhtar Donetsk – APOEL – 1-1
1º APOEL, 4; 2º Zenit e FC Porto, 3; 4º Shakhtar Donetsk, 1
Grupo H
BATE Borisov – Barcelona – 0-5
AC Milan – Viktoria Plzen – 2-0
1º Barcelona e AC Milan, 4; 3º Viktoria Plzen e BATE Borisov, 1
Nesta ronda, os destaques vão para o empate arrancado “a ferros” pelo Manchester United, não obstante jogar em casa, frente ao Basel, assim como para a vitória do Benfica na Roménia e do Inter em Moscovo, para além da goleada imposta pelo Barcelona na Bielorrússia.
Bayern, Real Madrid e Marseille são as únicas equipas que conseguiram bisar o triunfo nas duas primeiras jornadas. Entretanto, há dois líderes surpreendentes: os cipriotas do APOEL, no grupo do FC Porto, e o Trabzonspor.
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Otelul Galati – Benfica
Otelul Galati – Branko Grahovac, Nejc Skubic, Zoran Ljubinkovic, Liviu Antal, Sergiu Costin, Milan Perendija, Ioan Filip, John Ibeh (45m – Gabriel Viglianti), Laurentiu Bus (65m – Sorin Frunza), Gabriel Giurgiu e Marius Pena (69m – Bratislav Punosevac)
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Ezequiel Garay, Luisão, Emerson, Javi García, Bruno César (82m – Rúben Amorim), Axel Witsel, Nico Gaitán (77m – Rodrigo), Javier Saviola (63m – Nolito) e Óscar Cardozo
0-1 – Bruno César – 40m
Cartões amarelos – Milan Perendija (86m) e Sergiu Costin (88m)
Árbitro – David Fernández Borbalán (Espanha)
Perante a, teoricamente, mais débil equipa do grupo, o Benfica entrou em campo, disputado no novo Estádio de Bucareste, com disposição de chamar a si o controlo do jogo, assumindo a sua condição de favorito, procurando uma toada de futebol ofensivo.
Porém, a equipa romena, sem individualidades sonantes, mas bem organizada, foi retardando a criação de oportunidades de golo por parte do Benfica, conseguindo, mesmo, à medida que o tempo ia avançando, ir ganhando alguma confiança, procurando sair para o meio-campo adversário.
O Benfica ia dominando a partida, mas com um futebol algo denunciado, sem velocidade, não criando grandes ocasiões de perigo. Até ao golo que inauguraria o marcador, apenas um lance digno de nota, com Nico Gaitán a não ser egoísta, combinando com um colega – que, atrasado, acabaria por não chegar à bola -, quando poderia ter levado a jogada até ao fim, assumindo o risco do remate.
O mesmo Gaitán viria a estar no lance do golo, com uma boa abertura para Bruno César, que não desperdiçaria, materializando em golo a superioridade até então evidenciada pela equipa portuguesa.
Apenas à passagem da hora de jogo, mercê de uma desatenção da defesa benfiquista, a equipa do Otelul remataria à baliza, para a primeira defesa de Artur Moraes.
Numa segunda parte em que o Benfica ia “deixando correr o marfim”, somente aos 8o minutos, na sequência de mais uma jogada bem desenhada, a equipa portuguesa teria uma soberana ocasião para ampliar o marcador, bem detida pelo guardião da equipa romena.
Em cima dos 90 minutos, o Otelul Galati, já sem nada a perder, espevitou na procura do empate, com um duplo remate, obrigando Artur Moraes a evidenciar toda a sua concentração para garantir a vitória tangencial, consumada com a saída ao lado da recarga ao primeiro pontapé.
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo D
Zurich – Sporting – 0-2
Lazio – Vaslui – 2-2
1º Sporting, 3; 2º Lazio e Vaslui, 1; 4º Zurich, 0
Grupo H
Brugge – Maribor – 2-0
Birmingham – Braga – 1-3
1º Braga e Brugge, 3; 3º Birmingham e Maribor, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Manchester City – Napoli – 1-1
Villarreal – Bayern – 0-2
1º Bayern, 3; 2º Manchester City e Napoli, 1; 4º Villarreal, 0
Grupo B
Lille – CSKA Moscovo – 2-2
Inter – Trabzonspor – 0-1
1º Trabzonspor, 3; 2º Lille e CSKA Moscovo, 1; 4º Inter, 0
Grupo C
Basel – Otelul Galati – 2-1
Benfica – Manchester United – 1-1
1º Basel, 3; 2º Benfica e Manchester United, 1; 4º Otelul Galati, 0
Grupo D
D. Zagreb – Real Madrid – 0-1
Ajax – Lyon – 0-0
1º Real Madrid, 3; 2º Ajax e Lyon, 1; 4º D. Zagreb, 0
Grupo E
Chelsea – Bayer Leverkusen – 2-0
Genk – Valencia – 0-0
1º Chelsea, 3; 2º Genk e Valencia, 1; 4º Bayer Leverkusen, 0
Grupo F
Olympiakos – Marseille – 0-1
B. Dortmund – Arsenal – 1-1
1º Marseille, 3; 2º Arsenal e B. Dortmund, 1; 4º Olympiakos, 0
Grupo G
FC Porto – Shakhtar Donetsk – 2-1
APOEL – Zenit – 2-1
1º APOEL e FC Porto, 3; 3º Shakhtar Donetsk e Zenit, 0
Grupo H
Barcelona – AC Milan – 2-2
Viktoria Plzen – BATE Borisov – 1-1
1º Barcelona, AC Milan, BATE Borisov e Viktoria Plzen, 1
Os destaques desta ronda inaugural vão para os empates concedidos pelos finalistas da época passada, Barcelona, frente ao poderoso AC Milan (que marcou no primeiro e no último minuto!), e pelo Manchester United, que não conseguiu melhor que a divisão de pontos no Estádio da Luz, face ao Benfica; e, principalmente, para a surpreendente derrota caseira do Inter, contra o repescado Trabzonspor (que, depois de ter sido eliminado pelo Benfica na 3ª pré-eliminatória – ainda antes do play-off final -, acabaria por substituir o campeão da Turquia na fase de Grupos, devido a sanção do Fenerbahce, por corrupção).
No Porto, num jogo muito complicado, algumas incidências particulares a registar: uma grande penalidade desperdiçada pelo FC Porto (Hulk rematou ao poste); uma falha comprometedora do guarda-redes Helton, a conceder o primeiro golo à equipa ucraniana; conseguindo a equipa portuguesa dar a volta ao jogo e ao marcador, com um potente remate de Hulk (a redimir-se da falha anterior), e o golo da vitória por intermédio de James Rodriguez, acabando o Shakhtar a jogar apenas com 9 elementos, depois de duas expulsões.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Manchester United
Benfica – Artur Moraes, Maxi Pereira, Ezequiel Garay, Luisão, Emerson, Javi García, Ruben Amorim (56m – Nolito), Pablo Aimar (75m – Nemanja Matic), Witsel, Nico Gaitán (90m – Bruno César) e Óscar Cardozo
Manchester United – Anders Lindegaard, Patrice Evra, Jonny Evans, Chris Smalling, Fábio (78m – Phil Jones), Ryan Giggs, Park Ji-Sung, Michael Carrick, Darren Fletcher (69m – Javier Hernández), Antonio Valencia (69m – Nani) e Wayne Rooney
1-0 – Óscar Cardoso – 24m
1-1 – Ryan Giggs – 42m
Cartões amarelos – Pablo Aimar (39m), Maxi Pereira (61m) e Nico Gaitán (69m); Wayne Rooney (27m) e Michael Carrick (65m)
Árbitro – Damir Skomina (Eslovénia)
No regresso à fase de Grupos da Liga dos Campeões, o Benfica enfrentava uma tarefa hercúlea, a de defrontar uma das mais poderosas equipas do mundo, vice-campeã europeia, com um início de época avassalador.
Não surpreendeu portanto que começasse por conceder o controlo do jogo, proporcionando superioridade em termos de posse de bola ao adversário. Mas, com uma boa atitude, naturalmente não abdicou de procurar construir lances ofensivos, dispondo de uma ocasião de perigo, aos 21 minutos.
Como que um aviso ou um ensaio para uma excelente combinação, com Nico Gaitán a lançar Cardozo, que, dominando a bola, teria uma magnífica finalização, inaugurando o marcador, colocando a equipa portuguesa em vantagem.
Até final do primeiro tempo, não obstante o domínio consentido pelo Benfica, a equipa do Manchester não teria grandes oportunidades de golo… até que, num lance de distracção da zona defensiva da turma da casa, concedendo espaço a Ryan Giggs, este, ainda de fora da área, com um remate forte e colocado, empatava a partida.
No recomeço, a equipa inglesa teria então uma soberana ocasião de golo, em que, não acreditando nas facilidades concedidas pela defesa benfiquista, os dianteiros se deslumbraram, ninguém conseguindo culminar o desvio fatal.
Com o jogo a decorrer em toada relativamente morna, apenas aos 63 minutos, o Manchester daria novamente sinal de si, com mais um lance perigoso de Giggs, também não concretizado.
Quase na resposta, num lance de contra-ataque rápido, Nolito surgiu isolado sobre a esquerda, rematou bem, mas Lindegaard, denotando concentração, conseguiu impedir que a bola transpusesse a linha de golo.
E, pouco depois, Nolito, também em velocidade, a desmarcar Emerson na extrema esquerda, que, de ângulo reduzido, fez um remate demasiado cruzado, a sair ao lado da baliza, em mais uma jogada de perigo protagonizada pelo Benfica.
A equipa portuguesa obrigaria ainda o jovem guarda-redes dinamarquês do Manchester United a mais uma atenta intervenção, com uma excelente estirada, estavam decorridos 77 minutos de jogo.
Já com 85 minutos, o Manchester criaria mais uma jogada de perigo, a dois tempos, primeiro, na sequência de um livre, conseguindo ganhar um canto, com a jogada a findar subsequentemente devido a posição de fora-de-jogo.
No minuto seguinte, Nolito teve ainda mais uma boa iniciativa de ataque, mas não conseguiria solucionar uma situação de difícil controlo de bola.
Com uma boa exibição, o Benfica acabaria por equilibrar a partida, justificando plenamente a igualdade final, perante um adversário de grande nível.
Euro-2012 – Qualificação
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 4 1 1 15- 7 13 2º Dinamarca 6 4 1 1 9- 4 13 3º Noruega 7 4 1 2 7- 6 13 4º Islândia 7 1 1 5 3- 9 4 5º Chipre 6 - 2 4 5-13 2
8ª jornada
06.09.11 – Dinamarca – Noruega – 2-0
06.09.11 – Islândia – Chipre – 1-0
Chipre – Portugal (Euro-2012 – Qualif.)
Chipre – Antonis Georgallides, Paraskevas Christou, George Merkis, Yiannis Okkas, Constantinos Charalambides (63m – Nektarios Alexandrou), Constantinos Makridis (38m – Marios Nikolaou), Dimitris Christofi (80m – George Efrem), Sinisa Dobrasinovic, Andreas Avraam, Savvas Poursaitides e Jason Demetriou
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Fábio Coentrão, Raul Meireles, João Moutinho, Rúben Micael (63m – Miguel Veloso), Nani (86m – Danny), Cristiano Ronaldo e Hélder Postiga (76m – Hugo Almeida)
0-1 – Cristiano Ronaldo (pen.) – 35m
0-2 – Cristiano Ronaldo – 82m
0-3 – Hugo Almeida – 84m
0-4 – Danny – 90m
Cartões amarelos – Sinisa Dobrasinovic (17m) e Constantinos Makridis (35m); Rúben Micael (37m) e Cristiano Ronaldo (83m)
Cartão vermelho – Sinisa Dobrasinovic (34m)
Árbitro – Gianluca Rocchi (Itália)
Num jogo em que o resultado superou amplamente a exibição, a selecção portuguesa começou por beneficiar de uma grande penalidade para inaugurar o marcador – a que acresceu a expulsão do jogador cipriota que cometeu a infracção.
Em superioridade numérica e com uma vantagem tangencial, a equipa nacional foi deixando correr o tempo, acabando por materializar a sua superioridade, apenas na fase derradeira do encontro, com mais 3 golos, assim “rectificando” o resultado do jogo realizado em Portugal, com esta mesma selecção do Chipre, um estranho empate a 4.
Desta forma, e pese embora a vitória da Noruega (também com base numa grande penalidade, quase a findar a partida) frente à Islândia, Portugal continua a depender de si próprio para garantir o apuramento, quando restam por disputar dois jogos: recepção à Islândia e deslocação à Dinamarca, respectivamente a 7 e 11 de Outubro. Antes, já no próximo dia 6, ficará a aguardar o desfecho do Dinamarca-Noruega…
GRUPO H Jg V E D G Pt 1º Portugal 6 4 1 1 15- 7 13 2º Noruega 6 4 1 1 7- 4 13 3º Dinamarca 5 3 1 1 7- 4 10 4º Chipre 5 - 2 3 5-12 2 5º Islândia 6 - 1 5 2- 9 1
7ª jornada
02.09.11 – Noruega – Islândia – 1-0
02.09.11 – Chipre – Portugal – 0-4



