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Liga Europa – 2026-27 – 1ª Jornada – Resultados e Classificação
16.09.2026 - Ararat-Armenia - Sparta Praha 1-4 16.09.2026 - Omonoia - Celta de Vigo 1-0 16.09.2026 - AC Milan - Benfica 0-2 16.09.2026 - Bayer Leverkusen - NK Celje 2-0 16.09.2026 - Hapoel Beer-Sheva - Dinamo Zagreb 0-0 16.09.2026 - Olympiakos - Jagiellonia Białystok 2-1 16.09.2026 - Anderlecht - Ol. Lyonnais 1-2 16.09.2026 - Sturm Graz - Stade Rennais 0-0 16.09.2026 - Sunderland - AZ Alkmaar 1-0 17.09.2026 - OFI Creta - Hoffenheim 2-0 17.09.2026 - Levski Sofia - FC Salzburg 0-1 17.09.2026 - Beşiktaş - Ol. Marseille 4-1 17.09.2026 - Celtic - Ferencvárosi 1-3 17.09.2026 - Crystal Palace - Lech Poznań 4-0 17.09.2026 - Viktoria Plzeň - Union Saint-Gilloise 0-3 17.09.2026 - Juventus - N.E.C. Nijmegen 5-0 17.09.2026 - Lillestrøm - Torreense 1-2 17.09.2026 - Real Sociedad - Bournemouth 1-2
Liga Europa – 1ª Jornada – AC Milan – Benfica
AC Milan – Mike Maignan, Filippo Terracciano (45m – Mario Gila), Koni De Winter, Strahinja Pavlović, Samuel Chukwueze, Ardon Jashari (73m – Adrien Rabiot), Yunus Musah, Davide Bartesaghi (57m – Alexis Saelemaekers), Omari Hutchinson (45m – Christian Pulišić), Alphadjo Cissè (57m – Diego Moreira) e Gonçalo Ramos
Benfica – Anatoliy Trubin, Daniel Banjaqui, Alessandro Circati, Tomás Araújo, Souffian El Karouani (88m – Samuel Dahl), Fredrik Aursnes (70m – Leandro Barreiro), João Palhinha, Dodi Lukébakio, Heorhiy Sudakov (70m – Gianluca Prestianni), Jakub Kamiński (80m – Andreas Schjelderup) e Jhon Durán (80m – Evangelos “Vangelis” Pavlídis)
0-1 – Dodi Lukébakio – 16m
0-2 – Jakub Kamiński – 54m
Cartões amarelos – Strahinja Pavlović (11m); Souffian El Karouani (26m), Jhon Durán (37m), Daniel Banjaqui (77m), Leandro Barreiro (85m) e Evangelos “Vangelis” Pavlídis (90m)
Árbitro – Jarred Gillett (Austrália)
Foi uma noite histórica! Pela primeira vez, ao oitavo jogo (incluindo uma meia-final da Taça Latina) entre AC Milan e o Benfica – e depois de duas Finais da Taça dos Campeões Europeus perdidas –, a equipa portuguesa saiu vencedora, ainda para mais em pleno San Siro!
Do onze que havia alinhado de início na Dinamarca, frente ao Aarhus, somente Tomás Araújo e Sudakov repetiram a titularidade (contando-se igualmente nove alterações face à partida precedente para o campeonato, apenas com Tomás Araújo e Banjaqui a manterem as suas posições), numa revolução promovida por Marco Silva, a pensar no “clássico” do Dragão, dando espaço às “segundas linhas”… que não se saíram nada mal.
O desafio começou em toada morna, mas cedo a equipa benfiquista se colocou em vantagem.
Após um primeiro aviso, logo aos cinco minutos, com o remate de Durán a ser interceptado por um defesa, Lukébakio chegava ao golo (depois de, no minuto anterior, ter já obrigado Maignan a defesa atenta, pese embora o remate “à figura”): flectindo da direita para o interior do terreno, correndo paralelamente à linha divisória da grande área, deixou para trás um adversário, e, à entrada da “meia-lua”, rematou, desta feita, sem hipótese para o guardião francês.
Menos de dez minutos volvidos, o Benfica teve boa oportunidade para poder ampliar a contagem: Kamiński (que estivera também já no início da jogada do primeiro golo) recuperou a bola em zona avançada do terreno, libertando para Sudakov, que, porém, acertou no poste.
Pouco depois, seria a vez de o AC Milan poder ter marcado, num remate forte de Terracciano, com Trubin a voar, para evitar o golo.
O jogo estava repartido, “taco-a-taco”, e, de pronto, nova ocasião de perigo criada pela formação portuguesa: desta vez foi Lukébakio a solicitar Kamiński, mas a bola acabaria por tabelar em De Winter.
Nos minutos finais do primeiro tempo, foi a equipa italiana a carregar mais, com lances de perigo, mas sem que Gonçalo Ramos conseguisse chegar a tempo para o desvio, e, de pronto, De Winter a cabecear para defesa segura de Trubin. O guardião ucraniano seria ainda chamado a uma intervenção a socar a bola, afastando-a da zona perigosa.
No recomeço, num lance de insistência, El Karouani, do lado esquerdo, cruzou rasteiro para o miolo da área, onde Kamiński, com um potente remate, de primeira, marcou um golo que seria determinante no desenrolar da partida.
A partir daí, ficou patente o contraste entre o estado de espírito das duas equipas: muito mais confiante o Benfica, bastante mais ansioso o AC Milan.
Ainda assim, até final, o grupo italiano, não se entregando, teve mais tempo de controlo da bola, com a turma portuguesa estrategicamente a reagrupar-se no seu meio terreno.
Nessa última fase do encontro, Trubin negaria, por duas vezes, o golo a Pulišić, ficando na retina uma notável estirada, quase até junto ao poste, já dentro dos dez últimos minutos.
O Benfica ripostaria ainda, validando a sua vitória, com dois lances ofensivos: primeiro, com Lukébakio a forçar Maignan a mais uma intervenção apertada; e, já no minuto 90, outra vez o belga a centrar, mas sem que Leandro Barreiro conseguisse alcançar a bola.
Num balanço global, o jogo foi mais equilibrado do que o “placard” deixaria entrever, mas o triunfo do Benfica afigura-se justo, afirmando a sua superior maturidade, o que lhe proporciona, logo na ronda inaugural – e tendo superado o que seria um dos principais adversários –, colocar-se em boa posição para o apuramento directo.




