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Portugal – Luxemburgo (Mundial-2014 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, André Almeida, Ricardo Costa (59m – Sereno), Luís Neto, Fábio Coentrão (75m – Antunes), Miguel Veloso (58m – Hugo Almeida), Nani, João Moutinho, Josué, Silvestre Varela e Hélder Postiga
Luxemburgo – Jonathan Joubert, Tom Laterza, Laurent Jans, Chris Philipps, Mathias Jaenisch, Lars Gerson, Daniel da Mota (82m – Massimo Martino), Ben Payal (60m – Rene Peters), Stefano Bensi (45m – Antonio Luisi), Aurelien Joachim e Mario Mutsch
1-0 – Silvestre Varela – 29m
2-0 – Nani – 36m
3-0 – Hélder Postiga – 78m
Cartões amarelos – Josué (48m) e Fábio Coentrão (64m); Chris Philipps (40m), Lars Gerson (70m) e Daniel da Mota (81m)
Cartão vermelho – Aurelien Joachim (27m)
Árbitro – Bülent Yildirim (Turquia)
A selecção de Portugal concluiu a fase de Grupos da qualificação para o Mundial 2014 com mais uma pobre exibição, confirmando a necessidade de “horas extraordinárias”, por via da participação no play-off, a disputar no mês de Novembro.
Frente a um muito frágil opositor, em momento algum esteve patente a possibilidade de os portugueses fazerem a sua parte do “milagre” (ganhar por seis golos), não obstante terem beneficiado de soberanas ocasiões para tal, com bolas nos ferros da baliza luxemburguesa, e diversas soberbas defesas do guardião adversário.
Foi, porém, uma equipa sem chama, conformada com a sua sorte – que foi traçando ao longo da fase de qualificação, e que ficou praticamente definida na passada sexta-feira, com o empate consentido perante o Luxemburgo -, que, depois de, ainda relativamente cedo, ter garantido a vitória (apenas tendo sido contudo quebrada a resistência luxemburguesa após a expulsão de um seu jogador, por uma entrada perigosa, mas ingénua, que podia ter lesionado gravemente André Almeida), foi deixando correr o tempo.
Com o empate cedido pela Rússia no Azerbaijão, pode agora especular-se que teria bastado ganhar a Israel, para que Portugal tivesse já, neste momento, garantido o apuramento para o Mundial… mas tal não passa de um cenário hipotético, que não poderá portanto ser confirmado.
Para além da Rússia, também a Bósnia-Herzegovina confirmou a sua inédita qualificação para a Fase Final do Mundial, onde se estreará no Brasil, tendo a Inglaterra e o Campeão do Mundo em título, Espanha, garantido também esta noite o apuramento.
Assim, estão já apuradas as seguintes 21 selecções: Alemanha, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Espanha, Holanda, Inglaterra, Itália, Rússia, Suíça, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Costa Rica, EUA, Honduras, Austrália, Coreia do Sul, Irão e Japão. Falta apurar, para além de mais quatro selecções europeias, as cinco representantes africanas, assim como os vencedores dos play-off intercontinentais, entre Uruguai e Jordânia, e entre México e Nova Zelândia.
Tal como Portugal, Grécia, França, Ucrânia, Roménia e Islândia terão de disputar igualmente o play-off, juntamente com as selecções da Croácia e Suécia, que haviam já confirmado tal participação nesses jogos extra na passada sexta-feira.
De acordo com a projecção do ranking da FIFA – que será objecto de actualização ainda esta semana – deverão ser “cabeças-de-série” as selecções da Croácia, Portugal, Grécia e Ucrânia. A confirmar-se este alinhamento, Portugal defrontará (nos próximos dias 15 e 19 de Novembro) uma das seguintes equipas: França, Suécia, Roménia ou Islândia.
Na zona Europeia de qualificação, destaque final para algumas das selecções já eliminadas: Sérvia, Escócia, Dinamarca, R. Checa, Bulgária, Áustria, Irlanda, Hungria, Turquia e Polónia.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 10 7 1 2 20- 5 22 2º Portugal 10 6 3 1 20- 9 21 3º Israel 10 3 5 2 19-14 14 4º Azerbaijão 10 1 6 3 7-11 9 5º I. Norte 10 1 4 5 9-17 7 6º Luxemburgo 10 1 3 6 7-26 6
11ª jornada
15.10.13 – Azerbaijão – Rússia – 1-1
15.10.13 – Portugal – Luxemburgo – 3-0
15.10.13 – Israel – I. Norte – 1-1
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Portugal – Israel (Mundial 2014 – Qualif.)
Portugal – Rui Patrício, André Almeida, Ricardo Costa, Pepe, Antunes, João Moutinho, Nani, Ruben Micael (69m – Josué), Miguel Veloso (87m – Éder), Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (69m – Nélson Oliveira)
Israel – Dudu Aouate, Eyal Meshumar, Tal Ben Haim, Eran Zehavi (83m – Omer Damari), Bebras Natcho, Elyaniv Barda (60m – Tal Ben Chaim), Eden Ben Basat, Omri Ben Harush, Mahran Radi (67m – Lior Refaelov), Sheran Yeiny e Eytan Tibi
1-0 – Ricardo Costa – 26m
1-1 – Eden Ben Basat – 85m
Cartões amarelos – Pepe (85m) e Cristiano Ronaldo (90m); Lior Refaelov (84m)
Árbitro – Tom Harald Hagen (Noruega)
Com um cinzento empate no jogo desta noite, a selecção portuguesa estará muito provavelmente no play-off (que, no pior cenário, tem já virtualmente garantido), mas terá de jogar muito mais do que mostrou hoje, caso queira qualificar-se para a Fase Final do Campeonato do Mundo.
Desperdiçando a vitória a cinco minutos do final da partida – que nos conferiria ainda a esperança de um eventual empate da Rússia no Azerbaijão – o apuramento directo tornou-se pouco mais que uma miragem: implicaria, necessariamente, a derrota da Rússia, acrescendo uma goleada (pelo menos por 6 golos de diferença) de Portugal frente ao Luxemburgo.
Mas, rebobinando o filme deste jogo, a equipa nacional fez uma exibição sofrível, sempre em toada lenta, sem que as suas principais figuras se conseguissem evidenciar.
Depois do golo que colocou Portugal em vantagem, ainda mais adormecido pareceu o conjunto português, que, no segundo tempo, pouco fez para evitar que pudesse correr o risco do que viria a acontecer: o golo do empate de Israel, numa altura em que já não havia muito tempo para reagir. E, aliás, a selecção israelita provocaria ainda um outro pequeno susto, mesmo a findar o encontro (tendo, por seu lado, o seu guarda-redes negado também o golo da vitória a Cristiano Ronaldo, na sequência de um livre apontado em cima da linha de grande área).
A gestão dos cartões amarelos – com Pepe e Cristiano Ronaldo quase a pedirem a sanção ao árbitro, nos minutos finais -, que se traduz na suspensão dos dois jogadores no jogo com Luxemburgo, deixando-os libertos para o play-off. foi claramente sintomática do realismo com que a equipa interiorizou o seu destino. Resta saber se conseguirá colocar em campo a atitude necessária para levar de vencida essa sempre de desfecho incerto eliminatória.
Nos outros grupos da zona Europeia, após os encontros desta ronda, as selecções da Bélgica, Alemanha e Suíça, juntam-se às da Itália e da Holanda, que haviam já garantido o apuramento para o Mundial, assim como aos outros 9 países também já qualificados: Brasil, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Irão, Argentina, EUA e Costa Rica, e, já esta noite, a Colômbia.
Por seu lado, a Croácia e a Suécia garantiram já a participação no play-off de apuramento de quatro vagas adicionais na zona Europeia.
Para além da (ínfima) dúvida que subsiste entre Rússia e Portugal (um qualificar-se-á directamente, o outro terá de ir ao play-off), o mesmo sucede com os pares formados por Bósnia Herzegovina e Grécia; Espanha e França; e, virtualmente, Inglaterra e Ucrânia.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 9 7 - 2 19- 4 21 2º Portugal 9 5 3 1 17- 9 18 3º Israel 9 3 4 2 18-13 13 4º Azerbaijão 9 1 5 3 6-10 8 5º I. Norte 9 1 3 5 8-16 6 6º Luxemburgo 9 1 3 5 7-23 6
10ª jornada
11.10.13 – Azerbaijão – I. Norte – 2-0
11.10.13 – Luxemburgo – Rússia – 0-4
11.10.13 – Portugal – Israel – 1-1
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Liga Europa – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo E
Paços Ferreira – Pandurii – 1-1
Dnipro – Fiorentina – 1-2
1º Fiorentina, 6; 2º Dnipro, 3; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 1
Grupo H
Slovan Liberec – Estoril – 2-1
Sevilla – Freiburg – 2-0
1º Sevilla, 6; 2º Slovan Liberec, 4; 3º Freiburg, 1; 4º Estoril, 0
Grupo I
Lyon – Guimarães – 1-1
Rijeka – Betis – 1-1
1º Guimarães, 4; 2º Betis e Lyon, 2; 4º Rijeka, 1
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Bayer Leverkusen – Real Sociedad – 2-1
Shakhtar Donetsk – Manchester United – 1-1
1º Manchester United e Shakhtar Donetsk, 4; 3º Bayer Leverkusen, 3; 4º Real Sociedad, 0
Grupo B
Real Madrid – København – 4-0
Juventus – Galatasaray – 2-2
1º Real Madrid, 6; 2º Juventus, 2; 3º København e Galatasaray, 1
Grupo C
Anderlecht – Olympiakos – 0-3
Paris St.-Germain – Benfica – 3-0
1º Paris St.-Germain, 6, 2º Olympiakos e Benfica, 3; 4º Anderlecht, 0
Grupo D
CSKA Moskva – Viktoria Plzeň – 3-2
Manchester City – Bayern – 1-3
1º Bayern, 6; 2º Manchester City e CSKA Moskva, 3; 4º Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Steaua – Chelsea – 0-4
Basel – Schalke 04 – 0-1
1º Schalke 04, 6; 2º Chelsea e Basel, 3; 4º Steaua, 0
Grupo F
Arsenal – Napoli – 2-0
B. Dortmund – Marseille – 3-0
1º Arsenal, 6; 2º B. Dortmund e Napoli, 3; 4º Marseille, 0
Grupo G
FC Porto – At. Madrid – 1-2
Zenit – Austria Wien – 0-0
1º At. Madrid, 6; 2º FC Porto, 3; 3º Austria Wien e Zenit, 1
Grupo H
Celtic – Barcelona – 0-1
Ajax – AC Milan – 1-1
1º Barcelona, 6; 2º AC Milan, 4; 3º Ajax, 1; 4º Celtic, 0
Liga dos Campeões – 2ª Jornada – Paris St.-Germain – Benfica
Paris St.-Germain – Salvatore Sirigu, Gregory Van der Wiel, Alex (78m – Zoumana Camara), Marquinhos, Maxwell, Thiago Motta, Marco Verratti (70m – Adrien Rabiot), Blaise Matuidi, Edinson Cavani, Ezequiel Lavezzi (70m – Lucas) e Zlatan Ibrahimović
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Ljubomir Fejsa (29m – André Gomes), Nemanja Matić, Enzo Pérez, Filip Đuričić (45m – Lazar Marković), Nico Gaitán (66m – Miralem Sulejmani) e Óscar Cardozo
1-0 – Zlatan Ibrahimović – 5m
2-0 – Marquinhos – 25m
3-0 – Zlatan Ibrahimović – 30m
Cartões amarelos – Van der Wiel (36m) e Alex (47m); Nico Gaitán (32m)
Árbitro – Nicola Rizzoli (Itália)
No regresso a Paris, dois anos e meio depois – mas para defrontar uma formação parisiense que é hoje radicalmente diferente – num encontro em que, logo à partida, as equipas se apresentavam com um importante desnível, começando pelo valor dos respectivos orçamentos – e como perfeito reverso do que sucedera na ronda inaugural -, o pior que podia acontecer a um Benfica algo falho de confiança era sofrer um golo logo aos cinco minutos.
Acusando o toque – na verdade, a equipa nunca deu indicações de que pudesse operar qualquer tipo de inversão na tendência do jogo, ou seja, de que fosse possível evitar a derrota -, a formação benfiquista desuniu-se, com os seus jogadores muito “longe” uns dos outros.
Quando, no espaço de cinco minutos, entre os 25 e os 30 minutos, o marcador se elevou para 3-0, temeu-se que o Benfica pudesse ter hoje uma noite negra.
Valeu que, na segunda parte, a equipa de alguma forma se conseguiu recompor a nível defensivo, assim como a baixa de intensidade de jogo por parte do conjunto francês.
Numa das piores exibições dos últimos tempos em competições europeias, o Benfica escapou à goleada, mas impõe-se uma séria reflexão – que terá de ser realizada a breve prazo, dados os dois jogos que se seguem com o Olympiakos, que serão decisivos para determinar quem deverá acompanhar o Paris St.-Germain nos 1/8 Final da Liga dos Campeões – sobre as opções tácticas, a nível de escolha de jogadores titulares e coerência de substituições, assim como sobre a condição física (e agora também psicológica) em que a equipa se apresenta neste início de temporada.
Liga Europa – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
O V. Guimarães obteve – a par do Salzburg – a vitória mais expressiva desta ronda inaugural da Liga Europa, em que as duas outras equipas portuguesas saíram derrotadas, com o Paços de Ferreira a somar a 7ª derrota consecutiva em outros tantos jogos oficiais disputados na presente época; mesmo sabendo que defrontou já o FC Porto, Benfica, Sp. Braga, Zenit (duas vezes) e Fiorentina, pior arranque de temporada seria impossível…
Grupo E
Pandurii – Dnipro – 0-1
Fiorentina – Paços Ferreira – 3-0
1º Fiorentina e Dnipro, 3; 3º Pandurii e Paços Ferreira, 0
Grupo H
Estoril – Sevilla – 1-2
Freiburg – Slovan Liberec – 2-2
1º Sevilla, 3; 2º Freiburg e Slovan Liberec, 1; 4º Estoril, 0
Grupo I
Guimarães – Rijeka – 4-0
Betis – Lyon – 0-0
1º Guimarães, 3; 2º Betis e Lyon, 1; 4º Rijeka, 0
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Resultados e Classificações
Grupo A
Real Sociedad – Shakhtar Donetsk – 0-2
Manchester United – Bayer Leverkusen – 4-2
1º Manchester United e Shakhtar Donetsk, 3; 3º Bayer Leverkusen e Real Sociedad, 0
Grupo B
København – Juventus – 1-1
Galatasaray – Real Madrid – 1-6
1º Real Madrid, 3; 2º Juventus e København, 1; 4º Galatasaray, 0
Grupo C
Olympiakos – Paris St.-Germain – 1-4
Benfica – Anderlecht – 2-0
1º Paris St.-Germain e Benfica, 3; 3º Anderlecht e Olympiakos, 0
Grupo D
Viktoria Plzeň – Manchester City – 0-3
Bayern – CSKA Moskva – 3-0
1º Bayern e Manchester City, 3; 3º CSKA Moskva e Viktoria Plzeň, 0
Grupo E
Chelsea – Basel – 1-2
Schalke 04 – Steaua – 3-0
1º Schalke 04 e Basel, 3; 3º Chelsea e Steaua, 0
Grupo F
Napoli – B. Dortmund – 2-1
Marseille – Arsenal – 1-2
1º Arsenal e Napoli, 3; 3º B. Dortmund e Marseille, 0
Grupo G
At. Madrid – Zenit – 3-1
Austria Wien – FC Porto – 0-1
1º At. Madrid e FC Porto, 3; 3º Austria Wien e Zenit, 0
Grupo H
Barcelona – Ajax – 4-0
AC Milan – Celtic – 2-0
1º Barcelona e AC Milan, 3; 3º Celtic e Ajax, 0
Para além dos bons resultados averbados pelas duas equipas portuguesas, o destaque desta primeira ronda vai para as goleadas impostas por Real Madrid e Barcelona, com Cristiano Ronaldo e Lionel Messi ambos a obterem “hat-tricks”, assim como para o concludente triunfo do Paris St.-Germain em Atenas. Referência ainda para as vitórias, fora de casa, de Shakhtar Donetsk, Arsenal e Manchester City, e, especialmente, para a maior surpresa da jornada, o desaire caseiro do Chelsea ante o Basel.
Liga dos Campeões – 1ª Jornada – Benfica – Anderlecht
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Siqueira, Nemanja Matić, Enzo Peréz (69m – Ola John), Ljubomir Fejsa, Filip Đuričić (75m – Maxi Pereira), Lazar Marković e Óscar Cardozo (87m – Lima)
Anderlecht – Silvio Proto, Guillaume Gillet, Cheikhou Kouyaté, Chancel Mbemba, Fabrice N’Sakala, Massimo Bruno (79m – Dennis Praet), Demy De Zeeuw (45m – Acheampong), Luka Milivojević, Sacha Kljestan, Matías Suárez e Aleksandar Mitrović (76m – Cyriac)
1-0 – Filip Đuričić – 4m
2-0 – Luisão – 30m
Cartões amarelos – Enzo Pérez (27m); Massimo Bruno (21m), Demy De Zeeuw (34m), Aleksandar Mitrović (70m), Chancel Mbemba (76m) e Matías Suárez (89m)
Árbitro – Manuel Gräfe (Alemanha)
No arranque de uma época muito especial – com a particularidade de a longa caminhada da Liga dos Campeões culminar no Estádio da Luz, a 24 de Maio de 2014, com a disputa da Final – o Benfica não poderia ter tido melhor início do que colocar-se, nesta jornada inaugural, logo aos 4 minutos, em posição de vantagem, com um excelente golo de Đuričić, pleno de concentração e oportunidade, a aproveitar da melhor forma uma possibilidade de recarga que uma defesa incompleta do guardião adversário, largando a bola para a frente, proporcionou.
Animado com a vantagem, a equipa benfiquista assumiu o controlo do jogo, sem que a formação belga provocasse alguma inquietação a Artur Moraes.
Prosseguindo a sua toada ofensiva, denotando evidente superioridade, não surpreenderia que Luisão, numa magnífica execução técnica, dominando no peito e rematando de primeira, após se ter conseguido desmarcar dentro da área adversária (!), ampliasse a marca a favor do Benfica. Isto depois de Cardozo ter já ameaçado por duas vezes, primeiro, num raro momento de perícia técnica, a driblar dois adversários, depois, com um remate a propiciar uma defesa aparatosa a Proto.
No segundo tempo, o Benfica, afrouxando um pouco a intensidade do jogo, permitiria ao Anderlecht não só repartir o controlo do jogo, como, inclusivamente, já na parte final, ameaçar então a baliza benfiquista. Não obstante, a melhor oportunidade seria ainda desperdiçada por Óscar Cardozo que, liberto na grande área, não conseguiu contudo dominar a bola da melhor forma, resultando num remate já em queda, sem força nem colocação.
Obtendo um triunfo sem contestação, pela primeira vez nesta temporada – ao fim de mais de uma dúzia de partidas – o Benfica conseguiu enfim chegar ao termo do encontro mantendo a sua baliza inviolada. Um bom começo!
Mundial-2014 – Fase de Qualificação
De “folga” na jornada de hoje, a selecção de Portugal ainda terá acalentado algumas esperanças de poder manter o 1.º lugar do Grupo, e, assim, vir a alcançar o apuramento directo para o Mundial, dada a igualdade a zero que se registava ao intervalo no Rússia – Israel.
Porém, no segundo tempo, com dois golos praticamente a sucederem-se, os russos asseguraram a vitória, que lhes permite recuperar a liderança. O que, paralelamente, coloca Portugal praticamente no “play-off” (bastará empatar com Israel, ou, em alternativa, vencer o Luxemburgo na derradeira ronda, sendo ambas as partidas a disputar em casa). Quanto à possibilidade de qualificação directa, continua a ser pouco mais que uma “miragem”, dependente de um deslize da Rússia, no Luxemburgo, ou, com algum maior grau de possibilidade, no Azerbaijão.
Após os encontros desta ronda, nos outros grupos, as selecções da Itália e da Holanda foram as primeiras da Europa a garantir, já hoje, o apuramento para o Mundial, juntando-se assim aos outros 8 países também já apurados: Brasil, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Irão, Argentina, EUA e Costa Rica.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 8 6 - 2 15- 4 18 2º Portugal 8 5 2 1 16- 8 17 3º Israel 8 3 3 2 17-12 12 4º I. Norte 8 1 3 4 8-14 6 5º Luxemburgo 8 1 3 4 7-19 6 6º Azerbaijão 8 - 5 3 4-10 5
9ª jornada
10.09.13 – Rússia – Israel – 3-1
10.09.13 – Luxemburgo – I. Norte – 3-2
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