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Liga dos Campeões – 1/4 Final (1ª mão)
03.04.2013 - Málaga – Borussa Dortmund 0-0 03.04.2013 - Real Madrid – Galatasaray 3-0 02.04.2013 - Paris St.-Germain – Barcelona 2-2 02.04.2013 - Bayern – Juventus 2-0
Nesta primeira mão dos 1/4 Final da Liga dos Campeões, Real Madrid e Bayern conseguiram construir importantes vantagens, que lhes abrem as portas das 1/2 Finais da competição. Nos outros dois confrontos, Borussia Dortmund e Barcelona assumem também favoritismo, mas tudo estará ainda em aberto, para decidir na segunda mão, já na próxima semana.
Azerbaijão – Portugal (Mundial-2014 – Qualif.)
Azerbaijão – Kamran Agayev, Rasim Ramaldanov, Mahir Shukurov, Elvin Mammadov (69m – Pardis Fardzhad-Azad), Rauf Aliyev, Rashad Sadigov, Ruslan Abishov, Javid Huseynov, Maksim Medvedev, Vugar Nadirov (62m – Volodimir Levin) e Afran Ismailov
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves, Pepe, Fábio Coentrão, Raul Meireles (58m – Hugo Almeida), Vieirinha, João Moutinho, Danny (73m – Silvestre Varela), Miguel Veloso e Hélder Postiga (82m – Custódio)
0-1 – Bruno Alves – 63m
0-2 – Hugo Almeida – 79m
Cartões amarelos – Rashad Sadigov (38m), Mahir Shukurov (48m), Vugar Nadirov (51m) e Rauf Aliyev (51m); Pepe (33m)
Cartão vermelho – Rauf Aliyev (55m)
Árbitro – Andre Marriner (Inglaterra)
Depois do “aviso” sofrido em Israel, a selecção de Portugal entrou em campo denotando uma atitude mais empreendedora, assumindo, logo desde início, a iniciativa do jogo, e procurando imprimir à partida o ritmo que mais lhe convinha, em busca do golo.
Porém, continuando bastante perdulário, falhando na concretização, acabaria por desperdiçar, no primeiro tempo, três flagrantes ocasiões de golo, não obstante, à medida que o tempo ia decorrendo, fosse baixando a intensidade do jogo, com a equipa do Azerbaijão a procurar sair do seu meio-campo.
Receava-se que, na segunda parte, depois dos esforços desenvolvidos e das oportunidades perdidas, o jogo se pudesse complicar para a equipa portuguesa. Só que, a expulsão de Aliyev, após ter visto o cartão amarelo por duas vezes no curto espaço de quatro minutos, acabaria por vir facilitar bastante a tarefa da selecção nacional.
Tal como sucedera em Israel, seria também na sequência de um pontapé de canto, novamente com Bruno Alves a elevar-se mais alto que os defesas contrários, desviando a bola para a baliza, que Portugal inauguraria o marcador.
Encontrando-se em vantagem no marcador e em superioridade numérica, a partida estava decidida. Portugal continuava a dominar, pelo que seria com naturalidade que Hugo Almeida fixaria o marcador, com novo tento.
Sem deslumbrar, uma exibição segura da equipa portuguesa, justificando plenamente a vitória, que poderia ter atingido amplitude bem mais expressiva.
Com o triunfo de Israel na Irlanda do Norte, Portugal continua porém a ocupar a terceira posição, e, se o primeiro lugar parece inviável, a margem de erro na disputa pelo segundo posto vai-se também estreitando.
A selecção portuguesa apenas regressará à liça em Junho, para receber a visita do líder do Grupo, Rússia.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 4 4 - - 8- 0 12 2º Israel 6 3 2 1 15- 8 11 3º Portugal 6 3 2 1 11- 6 11 4º I. Norte 5 - 3 2 3- 7 3 5º Azerbaijão 6 - 3 3 2- 8 3 6º Luxemburgo 5 - 2 3 2-12 2
6ª jornada
26.03.13 – Azerbaijão – Portugal – 0-2
26.03.13 – I. Norte – Israel – 0-2
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Israel – Portugal (Mundial-2014 – Qualif.)
Israel – Dudu Aouate, Yuval Shpungin, Tal Ben Haim, Maor Melicsohn (73m – Lior Refaelov), Bebras Natcho, Beram Kayal, Eden Ben Basat (81m – Yossi Benayoun), Tomer Hemed (63m – Eliran Atar), Shiran Yeiny, Null Gershon e Eytan Tibi
Portugal – Rui Patrício, João Pereira, Bruno Alves (74m – Hugo Almeida), Pepe, Fábio Coentrão, Raul Meireles, Silvestre Varela (60m – Vieirinha), João Moutinho, Cristiano Ronaldo, Miguel Veloso (60m – Carlos Martins) e Hélder Postiga
0-1 – Bruno Alves – 2m
1-1 – Tomer Hemed – 24m
2-1 – Eden Ben Basat – 40m
3-1 – Null Gershon – 70m
3-2 – Hélder Postiga – 72m
3-3 – Fábio Coentrão – 90m
Cartões amarelos – Beram Kayal (28m), Tomer Hemed (44m) e Maor Melicsohn (58m); Fábio Coentrão (58m), Carlos Martins (65m) e Cristiano Ronaldo (71m)
Árbitro – Stéphanne Lannoy (França)
Em mais uma sofrível exibição, a selecção de Portugal acabaria por ser feliz, ao obter o golo da igualdade já em tempo de compensação, depois de, a 20 minutos do termo, se ter visto a perder por 1-3!
Paradoxalmente, depois de ter entrado em campo praticamente a ganhar, com um golo, logo aos dois minutos, na sequência de um canto, a equipa portuguesa em vez de fazer dessa vantagem o ponto de partida para uma exibição convincente, foi deixando cair o ritmo, concedendo oportunidades à selecção de Israel para ir avançando no terreno e, um, após outro, aproveitando falhas de concentração da formação nacional, marcar três golos!
Para além das falhas de concentração, os jogadores portugueses revelaram-se excessivamente quezilentos, reclamando em demasia com a arbitragem, ao mesmo tempo que se exibiram em ritmo lento, extremamente denunciado, muito cerimoniosos no remate, contrariamente aos israelitas, que revelaram grande eficácia.
Valeu a Portugal o ter reduzido para 2-3, logo após o terceiro tento de Israel, para, nos derradeiros 20 minutos, mais com o coração que com a cabeça, num assomo final de dignidade, ir à procura do tento da igualdade, obtido “in-extremis”, no terceiro minuto dos quatro de tempo de compensação, com Hugo Almeida a antecipar-se, de cabeça, ao guarda-redes, e Fábio Coentrão, oportuno, a conseguir desviar para a baliza.
Um empate que, pelo menos, minimiza os efeitos negativos do desempenho português, continuando tudo em aberto na disputa do 2º lugar e possível apuramento para o “play-off”… ao mesmo tempo que o 1º lugar do Grupo passou a ser pouco mais do que uma quimera.
GRUPO F Jg V E D G Pt 1º Rússia 4 4 - - 8- 0 12 2º Israel 5 2 2 1 13- 8 8 3º Portugal 5 2 2 1 9- 6 8 4º I. Norte 4 - 3 1 3- 5 3 5º Azerbaijão 5 - 3 2 2- 6 3 6º Luxemburgo 5 - 2 3 2-12 2
5ª jornada
22.03.13 – Israel – Portugal – 3-3
22.03.13 – Luxemburgo – Azerbaijão – 0-0
22.03.13 – I. Norte – Rússia – (Adiado devido ao mau tempo)
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Liga Europa – Sorteio dos 1/4 Final
Chelsea – Rubin Kazan
Tottenham – Basel
Fenerbahce – Lazio
Benfica – Newcastle
Os jogos da primeira mão dos 1/4 Final serão disputados a 4 de Abril de 2013, estando a segunda mão agendada para 11 de Abril.
Liga dos Campeões – Sorteio dos 1/4 Final
Málaga – Borussa Dortmund
Real Madrid – Galatasaray
Paris St.-Germain – Barcelona
Bayern – Juventus
Os jogos da primeira mão dos 1/4 Final serão disputados a 2 e 3 de Abril de 2013, estando a segunda mão agendada para dias 9 e 10 de Abril.
Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Fenerbahce - Viktoria Plzen 1-1 1-0 2-1 Bordeaux - Benfica 2-3 0-1 2-4 Newcastle - Anzhi 1-0 0-0 1-0 Lazio - Stuttgart 3-1 2-0 5-1 Inter - Tottenham 4-1 (a.p.) 0-3 4-4 Rubin Kazan - Levante 2-0 (a.p.) 0-0 2-0 Zenit - Basel 1-0 0-2 1-2 Chelsea - Steaua 3-1 0-1 3-2
Para além da natural qualificação do Benfica, amplamente superior ao Bordeaux, o destaque vai para os apuramentos do Basel e Tottenham, eliminando os favoritos Zenit e Inter.
Nos 1/4 Final, a Inglaterra predomina, com um contingente de três clubes (o Campeão Europeu em título, Chelsea, Tottenham e Newcastle) – ao contrário do que sucede na Liga dos Campeões, em que deixou já de ter representação. Os restantes cinco apurados provêm de outros tantos países: Portugal, Itália, Rússia, Suíça e Turquia.
Também de forma inversa ao que se regista na Liga dos Campeões, a Espanha e a Alemanha ficaram sem representação na prova.
Uma curiosidade: das oito equipas que haviam transitado da Liga dos Campeões para a Liga Europa, apenas prosseguem na competição o Chelsea e o Benfica.
Liga Europa – 1/8 Final (2ª mão) – Bordeaux – Benfica
Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano (72m – Fahid Ben Khalfallah), Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Jaroslav Plašil, Grégory Sertic (68m – André Poko), Ludovic Obraniak, Henri Saivet, Nicolas Maurice-Belay (78m – Hadi Sacko) e Cheick Diabaté
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Jardel, Roderick, Melgarejo, Nemanja Matić, Nico Gaitán, Enzo Pérez, Eduardo Salvio (88m – Maxi Pereira), Ola John (84m – Carlos Martins) e Rodrigo (66m – Óscar Cardozo)
0-1 – Jardel – 30m
1-1 – Cheick Diabaté – 74m
1-2 – Óscar Cardozo – 75m
2-2 – Jardel (p.b.) – 90m
2-3 – Óscar Cardozo – 90m
Cartões amarelos – Henrique (10m), Ludovic Obraniak (31m) e Fahid Ben Khalfallah (77m); Roderick (52m), Ola John (83m) e Maxi Pereira (90m)
Árbitro – Ovidiu Alin Hategan (Roménia)
Depois da má exibição da primeira mão, o Benfica terá tido esta noite em Bordéus um dos seus jogos mais “descansados” da época. De início, na expectativa, parecendo querer ir deixando correr o tempo, concedendo a iniciativa aos franceses – e não obstante jogasse com uma dupla de defesas centrais “improvisada” (dadas as ausências, por lesão, de Luisão e Garay) -, o Benfica teve em Artur Moraes o garante da confiança.
Quando, à passagem da meia hora, Jardel, na sequência de um pontapé de canto, antecipando-se ao guardião adversário, inaugurou o marcador, o desfecho da eliminatória ficou sentenciado.
A equipa do Bordéus continuaria a procurar ripostar conforme podia, em tímidas ofensivas, mas sem conseguir um domínio efectivo do jogo, com o meio-campo benfiquista sempre a conseguir, de forma tranquila, manter o controlo do jogo.
Nem o golo do empate do Bordéus assustaria o Benfica, que, no minuto imediato – curiosamente, de novo à meia hora, mas do segundo tempo – se recolocaria em vantagem.
Já em fase de descompressão, em que se aguardava o final da partida, em período de compensação, também na sequência de um canto, numa situação de atrapalhação na defesa benfiquista, Jardel (que inaugurara o marcador), de forma precipitada, virado para a sua baliza, numa precipitada tentativa de afastar a bola, marcaria o segundo golo da noite, mas, desta vez, na baliza errada…
E, numa rara coincidência, tal como acontecera após o primeiro golo dos franceses, o Benfica, novamente no minuto imediato, obteria mais um golo, assim selando a sua vitória na partida. Quanto à eliminatória – perante um frágil opositor, com evidente superioridade da equipa portuguesa, sem ter tido sequer a necessidade de se “empregar a fundo”, em ambos os jogos – essa já há muito havia sido ganha.
Liga dos Campeões – 1/8 Final (2ª mão)
2ª mão 1ª mão Total Schalke 04 - Galatasaray 2-3 1-1 3-4 Juventus - Celtic 2-0 3-0 5-0 Bayern - Arsenal 0-2 3-1 3-3 B. Dortmund - Shakhtar Donetsk 3-0 2-2 5-2 Barcelona - AC Milan 4-0 0-2 4-2 Manchester United - Real Madrid 1-2 1-1 2-3 Paris St.-Germain - Valencia 1-1 2-1 3-2 Málaga - FC Porto 2-0 0-1 2-1
O FC Porto, com uma exibição sofrível, jogando em inferioridade numérica durante quase todo o segundo tempo, foi incapaz de resistir à pressão do equipa do Málaga, que, não tendo evidenciado, nesta eliminatória, grande poderio, acabou por se superiorizar.
A equipa da Andaluzia integra assim o lote de três clubes espanhóis que avançam para os 1/4 Final, depois de terem operado, todos eles, importantes reviravoltas – mais impressiva a do Barcelona, reduzindo o credenciado AC Milan a um nível nada condizente com o seu historial -, dado terem partido em desvantagem para a 2.ª mão. Sendo que uma destas reviravoltas, a do Real Madrid em Manchester, fica também intimamente associada à polémica expulsão de Nani.
A Alemanha, embora tendo perdido, de forma algo surpreendente, um representante (Schalke 04), mantém em prova duas equipas, também com fortes aspirações na competição, como são os casos do bi-campeão alemão Borussia Dortmund e do anunciado novo campeão, Bayern, que, depois de vencer categoricamente em Londres, passou por um forte susto, perdendo 0-2 em Munique, frente ao Arsenal, o que não obstou a que a Inglaterra acabasse por ver afastados os seus dois representantes dos 1/4 de Final, algo que não acontecia desde 1996!
Os restantes “sobreviventes” são o Paris St.-Germain (que eliminou o quarto clube do contingente espanhol), a surpresa Galatasaray e a Juventus, equipa mais “convincente” nesta eliminatória, beneficiando da fragilidade competitiva do Celtic.
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão)
Viktoria Plzen – Fenerbahce – 0-1
Benfica – Bordeaux – 1-0
Anzhi – Newcastle – 0-0
Stuttgart – Lazio – 0-2
Tottenham – Inter – 3-0
Levante – Rubin Kazan – 0-0
Basel – Zenit – 2-0
Steaua – Chelsea – 1-0
Liga Europa – 1/8 Final (1ª mão) – Benfica – Bordeaux
Benfica – Artur Moraes, André Almeida, Luisão, Ezequiel Garay, Melgarejo, Roderick, Nico Gaitán, Carlos Martins (64m – Enzo Pérez), Rodrigo, Ola John (74m – Lima) e Óscar Cardozo (63m – Eduardo Salvio)
Bordeaux – Cédric Carrasso, Mariano, Ludovic Sané, Henrique, Benoît Trémoulinas, Julien Faubert (43m – Abdou Traoré), Jaroslav Plašil, Grégory Sertic, Ludovic Obraniak, Nicolas Maurice-Belay (79m – Fahid Ben Khalfallah) e Diego Rolán (66m – David Bellion)
1-0 – Rodrigo (atribuído pela UEFA a Cédric Carrasso – p.b.) – 21m
Cartões amarelos – Carlos Martins (50m) e Rodrigo (53m)
Árbitro – Alon Yefet (Israel)
Muito pouco há a dizer sobre este jogo…
O Benfica entrou em campo algo adormecido, concedendo a iniciativa ao adversário, que não se fez rogado, aproveitando para se instalar no meio-terreno contrário.
Contra a chamada “corrente do jogo”, num potente remate de Rodrigo, à entrada da área, a “encher o pé”, a bola embateu na trave e, na queda, acabaria por tabelar nas costas do guarda-redes girondino, que confirmou o que viria a ser o único golo da partida.
E justifica-se que assim tenha acontecido: em noventa minutos de futebol, escassas foram as ocasiões de perigo e ainda menos as efectivas oportunidades de golo.
Se a primeira parte fora jogada a ritmo lento, sem interesse, o segundo tempo acabaria por ser verdadeiramente entediante.
Continuando a fazer a sua gestão de equipa, com constantes rotações e alternâncias – tendo passado do “8” para o “80” (ou seja, de jogar sempre o mesmo “11”, como sucedeu nas duas épocas anteriores, para um carrossel constante) – Jorge Jesus, assumindo definitivamente a óbvia opção pelo campeonato, em detrimento das restantes provas, é o responsável pela medíocre exibição do Benfica esta noite – inevitavelmente, sem as famosas “rotinas de jogo” –, frente a um adversário que, neste encontro, não evidenciou a qualidade apregoada pelo treinador benfiquista (e que somou, à série de quatro derrotas consecutivas averbadas no campeonato francês, mais um desaire…).
Uma eliminatória que o Benfica podia e devia ter resolvido já hoje, transita em aberto para a segunda mão, em Bordéus, onde a equipa portuguesa deverá confirmar o apuramento para os 1/4 Final… desde que “apareça em campo”!



